sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Líder do PSB: 'PT comerá o pão que o diabo amassou'


Deputado Beto Albuquerque (RS) afirma que, a partir de fevereiro, a legenda votará como oposição ao PT no Congresso; dois dias após o Partido dos Trabalhadores publicar em sua página no Facebook um texto chamando o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, de "tolo" e "playboy mimado", o parlamentar foi taxativo: "não sou tolo de ajudar quem me agride. Eu ajudei o presidente Lula, Dilma e o PT nos seus piores momentos, mas também sei fazer oposição. Vão comer o pão que o diabo amassou"

Pernambuco 247 - O segundo vice-presidente nacional do PSB e líder do partido na Câmara Federal, deputado Beto Albuquerque (RS), afirmou que a legenda socialista passará a votar como oposição ao PT a partir de fevereiro deste ano. Dois dias após de o Partido dos Trabalhadores publicar em sua página no Facebook um texto chamando o presidenciável e governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), de "tolo" e "playboy mimado", o parlamentar, que vem atuando como porta-voz do gestor, disse, nesta quinta-feira (9), que os petistas "vão comer o pão que o diabo amassou".

Inflação anual de Dilma é próxima à de Lula e inferior à de FHC



Embora a presidente Dilma Rousseff seja duramente acusada de leniência com a inflação, o ritmo de aumento de preços durante o seu governo é próximo ao do período Luiz Inácio Lula da Silva e inferior ao da gestão Fernando Henrique Cardoso.

A inflação foi de 6,5% em 2011, 5,84% em 2012 e 5,91% em 2013, o que dá uma média anual de 6,1%. Na era Lula (2003 a 2010), os preços subiram 5,8% ao ano. Já na gestão FHC (1995 a 2002), o aumento médio foi de 9,1%.

Os dados se referem ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal indicador oficial de inflação, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


As críticas à presidente Dilma provavelmente resultam da avaliação, por parte de analistas, de que neste momento histórico existem condições para o governo manter a inflação em um nível mais baixo.

Tanto Lula quanto FHC tiveram que enfrentar a inércia de uma inflação alta deixada por seus respectivos antecessores.  Em 1994, um ano antes de o tucano chegar à Presidência, os preços haviam subido 917%, de modo que a alta de 22% no ano seguinte – que seria um escândalo nos dias atuais – foi vista como um alívio.

Em 2002, antes da posse de Lula, a inflação havia sido de 12,5%. O resultado de 9,3% no primeiro ano do petista também foi, portanto, um avanço.

Com Dilma, ocorreu o contrário. O gráfico acima mostra que a inflação vinha caindo gradativamente em cada mandato presidencial até chegar o governo atual, que interrompeu essa trajetória.

Para recordar, a inflação foi de 135% ao ano com Figueiredo, 586% com Sarney, 735% com Collor e 1.519% com Itamar. Justiça seja feita, foi no governo Itamar Franco que a hiperinflação acabou. O IPCA subiu 757% no primeiro semestre de 1994 e apenas 19% no segundo, época em que FHC era ministro da Fazenda.

FHC
Fernando Henrique Cardoso passou o primeiro mandato combatendo fortemente a inflação, pois essa postura o havia colocado na Presidência e disso dependeria a sua reeleição.

De 22% em 1995, o IPCA passou a 10%, 5% e 2% em cada um dos anos seguintes, respectivamente. O gráfico abaixo deixa clara a redução drástica da inflação a partir de 1995.


Desde o início, FHC usou intensamente o câmbio como uma das armas do combate ao aumento de preços, em vez de conter com mais força os gastos públicos. Mantendo o real forte em relação ao dólar, os produtos importados ficaram baratos para os brasileiros ao longo de todo o primeiro mandato.

A estratégia gerou um rombo nas contas externas do país e provocou críticas dentro do próprio governo. Chamada de “âncora cambial'', a política foi classificada de “populismo cambial'' pelo então ministro José Serra.

Com o real caro, o preço dos produtos brasileiros fica alto e a nossa indústria tem dificuldade para competir com os estrangeiros. Resultado: as importações aceleram e as exportações pisam no freio. A âncora cambial fez o saldo comercial do Brasil (diferença entre exportações e importações) acumular uma perda de US$ 22 bilhões durante o primeiro mandato de FHC. Analistas passaram a desconfiar que, cedo ou tarde, faltariam dólares no país.

Após crises em países emergentes, investidores observaram os fracos fundamentos da nossa economia à época e especularam contra o real. Em janeiro de 1999, o governo teve que fazer uma forte desvalorização da moeda nacional e abandonar a âncora cambial.

Com a queda do real, o saldo comercial melhorou, mas a inflação aumentou. Um ajuste fiscal forte, que poderia ter sido feito no primeiro mandato, acabou tendo que ser feito no segundo, paralelamente a uma elevação considerável da taxa básica de juros.

Num contexto de impostos altos, corte de gastos públicos e juros elevados, a economia travou, provocando aumento do desemprego e queda da renda da população. Dessa forma, FHC fechou as portas do Planalto para os tucanos por pelo menos 12 anos.

Lula
A política de combate à inflação no governo Lula começou com uma carta aberta do recém empossado presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ao ministro da Fazenda, Antonio Palocci, pedindo para ajustar a meta de aumento de preços de 4% para 8,5%.

Meirelles explicava que a inércia da inflação do ano anterior seria responsável, sozinha, por 4 pontos percentuais da alta de preços em 2003. Dessa forma, o primeiro mandato do governo Lula começou com uma inflação de 9,3%, em 2003, e terminou com uma de 3,14%, em 2006.

Diferentemente do que ocorreu no segundo mandato de FHC, no governo Lula o câmbio ajudou a segurar a inflação, pois os preços de matérias-primas – que são o forte do Brasil – dispararam no mercado internacional. As exportações batiam recorde anualmente, o que permitiu ao país importar cada vez mais produtos baratos sem causar um rombo nas contas externas.

O cenário permitiu ao Banco Central baixar drasticamente a taxa básica de juros sem pressionar a inflação.

O bom resultado das exportações gerou confiança dos investidores internacionais e os estimulou a colocar dinheiro no setor produtivo brasileiro. A entrada de dólares permitiu ao país passar de devedor a credor externo. Em um cenário mais estável, o crédito pôde avançar, gerando consumo, emprego e renda.

Com a crise financeira internacional em 2008, a atividade econômica brasileira esfriou, e o presidente Lula passou a injetar dinheiro na economia por meio de empréstimos de bancos públicos.

A inflação, então, voltou a subir e terminou o ano de 2010 em 5,91% – mesmo número alcançado por Dilma em 2013. Porém, naquele momento a economia brasileira cresceu 7,5% (contra os cerca de 2% no ano passado), de modo que Lula terminou seu segundo mandato como o presidente mais popular do mundo e, diferentemente de FHC, elegeu sua sucessora.

Dilma
A presidente Dilma Rousseff pegou um cenário internacional mais difícil do que Lula. Ela não pode contar com o câmbio para controlar a inflação, como fizeram Lula e FHC em seu primeiro mandato.

Com o real valorizado, as importações avançariam muito e não haveria como elevar as exportações o suficiente para compensar a saída de dólares. A China e a Europa, dois de nossos principais clientes, desaceleraram o ritmo de compra de produtos brasileiros.

Ainda, a concessão de crédito aumentou. Ao mesmo tempo, a taxa básica de juros, um dos principais instrumentos de controle de preços, foi reduzida pelo Banco Central nos dois primeiros anos do governo Dilma. Esses dois movimentos fizeram crescer a quantidade de dinheiro disponível na economia, sem a contrapartida do aumento dos investimentos e da produtividade. A consequência foi uma inflação acima do centro da meta por três anos seguidos.

A acusação à presidente de leniência com a inflação parte da ideia de que o governo não deveria aumentar a circulação de dinheiro no país sem que houvesse um aumento de produtividade. Seria melhor respeitar as metas ainda que isso gerasse algum custo social de curto ou médio prazo – como o aumento do desemprego.

Ainda, o uso de métodos não convencionais para segurar os preços – por exemplo, o subsídio à energia elétrica e à gasolina e também o baixo reajuste aos preços administrados – é uma postura que gera desconfiança no mercado.

Cumprir a promessa oficial de uma inflação de 4,5% seria uma das medidas para dar previsibilidade ao mercado e ganhar a confiança de investidores. Combinado com outras decisões – como a de não maquiar os dados das contas públicas e realizar mais concessões de infraestrutura ao setor privado –, o controle dos preços ajudaria a atividade econômica a se recuperar no longo prazo.

No CNJ, Barbosa cultua a própria personalidade


Do Brasil 247
Material do Conselho Nacional de Justiça sobre o primeiro ano de gestão de Joaquim Barbosa ressalta "combate à corrupção e maior eficiência para o Judiciário"; longo relatório sobre os trabalhos do órgão entre novembro de 2012 e novembro de 2013 fala ainda em cumprimento de metas, redução do estoque de processos, número de Resoluções editadas, diminuição de gastos em combustível, diárias e passagens; Barbosa se vangloria até mesmo, como se fosse uma façanha sua, do "ingresso de cinco mulheres" na composição do Conselho; campanha?

Um relatório divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre o primeiro ano da gestão de Joaquim Barbosa mostra que o ministro cultua sua própria personalidade. O balanço, que destaca, em seu primeiro texto, o "combate à corrupção e maior eficiência para o Judiciário" entre novembro de 2012 e novembro de 2013, traz uma série de números, tabelas e realizações do Conselho nesse período.

Ironia no caso Siemens: “chifre em cabeça de cavalo”


Após anunciar intenção de desmembrar o processo sobre suspeita de formação de cartel entre as multinacionais Siemens e Alstom e o governo de São Paulo, ministro Marco Aurélio Mello, do STF, sustenta a derrubada do segredo de Justiça; antes mesmo de receber oficialmente os autos da Procuradoria Geral da República, ele divertiu-se a respeito da eventual contundência do processo contra os réus; "muitos ficam a imaginar chifre em cabeça de cavalo, pensam que há coisas piores do que as que realmente estão ali", disse o ministro em atenção aos acusados; na prática, desmembramento suaviza força de processo que envolve políticos do PSDB

Após conceder a réus ligados ao PSDB o direito ao desmembramento do processo por suspeita de formação de cartel entre as multinacionais Alstom e Siemens e o governo de São Paulo, o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, adiantou que pretende estudar o caso durante o recesso do poder judiciário. Mas usou de ironia para manifestar que, à primeira vista, não vê motivos para manter o segredo de justiça em torno do caso.

Justiça atualiza multa de Genoino para R$ 667,5 mil

Valor inicialmente imposto pelo Supremo Tribunal Federal, de R$ 468 mil, foi corrigido monetariamente; ex-deputado, condenado na Ação Penal 470, tem até o dia 20 para fazer o pagamento

A multa imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao ex-deputado José Genoino, condenado na Ação Penal 470, foi corrigida monetariamente e passou de R$ 468 mil para R$ 667,5 mil. A informação é da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, que deu um prazo de dez dias para que a multa fosse paga (até o dia 20).

Alvo do PT, Campos critica “briga” e “futrica política”


Sem citar o Partido dos Trabalhadores, que em nota publicada no Facebook essa semana chamou o governador de Pernambuco de "tolo" e "playboy mimado", Eduardo Campos aproveitou agenda em Pernambuco para cutucar: "Tem muito político que só sabe falar"; segundo ele, "o povo não quer ver briga, baixaria, o povo quer ver realização"; texto crítico contra Campos gerou resposta oficial do PSB, que chamou o PT de "seita fundamentalista"; até o PSDB entrou na discussão, dizendo que os petistas não sabem conviver com adversários

 Na atual situação de vítima, uma vez que recebeu duras críticas do PT essa semana, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), aproveitou evento com a população no município de Escada, na Mata Sul do estado, para cutucar os petista – sem, porém, citá-los. "Tem político que só sabe falar", provocou Campos.

PSDB escolhe Pimenta da Veiga para governo mineiro


Reunião entre Aécio Neves e governador Antonio Anastasia selou candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte ao governo do Estado; fundador do PSDB em Minas, Pimenta da Veiga já foi ministro e tem a simpatia dos aliados mais tradicionais do partido, que preteriram uma possível candidatura do deputado federal Marcus Pestana

O ex-prefeito de Belo Horizonte e um dos fundadores do PSDB em Minas Gerais, Pimenta da Veiga, é o escolhido pelo partido tucano para disputar o governo do Estado neste ano. A informação está na coluna de Ilimar Franco, desta sexta-feira, em O Globo.

Inflação mostrou resistência ligeiramente acima do previsto em 2013, diz Tombini

Blog Dag Vulpi – A inflação ao consumidor encerrou 2013 com resistência ligeiramente acima daquela que se antecipava, disse, em nota, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini. O presidente do BC tinha previsto inflação em 2013 menor do que em 2012.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou hoje que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o ano de 2013 em 5,91%. Em 2012, a inflação ficou em 5,84%.
“Essa resistência da inflação, em grande medida, se deveu à depreciação cambial [alta do dólar] ocorrida nos últimos semestres, a custos originados no mercado de trabalho, além de recentes pressões no setor de transportes”, destacou o presidente do BC.
Tombini também ressaltou que o IPCA ficou dentro do intervalo de tolerância fixado para o ano. O índice ficou acima do centro da inflação (4,5%), que deve ser perseguido pelo BC, mas abaixo do limite superior (6,5%).

Dilma diz que está atenta aos problemas de segurança no Maranhão


Blog Dag Vulpi - A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (10) que tem acompanhado com atenção os problemas na área de segurança no Maranhão – estado que enfrenta crise no sistema carcerário. A presidenta informou, por meio do Twitter, que a criação do comitê gestor integrado para tratar do assunto, anunciado ontem (9) pela governadora Roseana Sarney e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, é similar às medidas adotadas nos casos de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Santa Catarina, Alagoas e do Paraná.
“Tenho acompanhado com atenção a questão da segurança no Maranhão. Em dezembro, determinei o envio da Força Nacional para apoiar as ações de segurança do governo. O Ministério da Justiça ofereceu vagas em presídios federais para a transferência de presos”, escreveu a presidenta, acrescentando que o ministério apoia um mutirão de defensores públicos para análise da situação dos presos e que também aumentará o efetivo da Força Nacional no estado.

Brasileiro desiste de apartamento de US$ 1,5 mi por lei da maconha do Uruguai

'Achei meio perigoso', diz ex-deputado federal Arnold Fioravante, que pretendia dar imóvel de presente aos netos

Divulgação
praia
Um ex-deputado brasileiro desistiu de comprar um apartamento de US$ 1,5 milhão (quase R$ 3,6 milhões) em Punta del Este, balneário de luxo localizado no Uruguai, após a país legalizar a produção e a venda da maconha. Arnold Fioravante, de 83 anos, cancelou o negócio depois de o governo do presidente José Pepe Mujica sancionar a medida em dezembro.
Frequentador da cidade uruguaia famosa por seus cassinos e praias, Fioravante contou ao iG que queria comprar o imóvel para presentear os netos. “Era um apartamento gostoso e pedi a uma imobiliária para mandar o preço. Nesse meio tempo, li qualquer coisa sobre a nova legislação uruguaia. O apartamento não é pra mim, mas para meus netos. Achei meio perigoso”, conta.
Na mensagem que enviou ao corretor desfazendo o negócio, o brasileiro disse que a maconha “é a porta para outras experiências com substâncias tóxicas” e expressou preocupação com as consequências da nova legislação. "Como no Brasil não temos educadores totalmente preparados para orientar os jovens sobre como lidar com as drogas, optei por não levar a minha família a um lugar onde essa experiência não é segura nem controlada ", escreveu.

Marinheiro brasileiro é resgatado de fragata no Mediterrâneo por helicóptero

Militar que participava de exercícios necessitou de atendimento de emergência. Não há informações sobre seu estado de saúde.

Um marinheiro brasileiro que participava de exercícios militares no Mediterrâneo a bordo da fragata Liberal teve de receber atendimento médico de urgência e foi resgatado por um helicóptero nesta quinta-feira (9).
Marinheiro brasileiro a bordo da fragata Liberal teve de ser socorrido por helicóptero e levado às pressas a hospital da ilha de Malta . Foto: Divulgação/Marinha do Brasil
1/4

O helicóptero HH 212, pertencente às forças armadas da Itália, interveio a pedido do Centro de Coordenação de Resgate de Malta. Ele decolou do povoado de Luqa, no sudeste da ilha, e foi em socorro do militar brasileiro que estava embarcado a cerca de 95 quilômetros da costa maltesa.

Colocado em uma maca especial, o paciente - cujo nome não foi divulgado pelas autoridades italianas - foi içado e levado imediatamente ao Hospital Mater Dei, vinculado à Universidade de Malta e o principal do país. Não há informações sobre seu estado de saúde.
As informações são da agência de notícias italiana Velino.

Em liminar, juiz manda CBF devolver pontos perdidos pelo Flamengo no STJD


Juiz da 42ª Vara Cível de São Paulo usou Estatuto do Torcedor para desqualificar decisão do STJD

O juiz da 42ª Vara Cível de São Paulo, Marcello do Amaral Perino, determinou nesta sexta-feira que o Flamengo tenha de volta os quatro pontos que perdeu em decisão do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) pela escalação irregular de André Santos na última rodada do Brasileirão 2013 contra o Cruzeiro.

Perino acatou liminar do torcedor e sócio do Flamengo, Luiz Paulo Pieruccetti Marques, que havia entrado com representação contra a CBF e o STJD com base no artigo 35 Estatuto do Torcedor.

"A decisão proferida pela justiça desportiva – que aqui se discute – desrespeitou o disposto no artigo 35, “caput'' e parágrafo 2o, do Estatuto do Torcedor, na medida em que não verificou com correção a data em que foi publicada a suspensão do atleta André Santos. Efetivamente, a data da publicidade da referida decisão se deu em momento posterior ao jogo contra o Cruzeiro, conforme demonstrado na exordial e documentos (fls. 67 p.ex.), de forma que o referido atleta estava em condições regulares para participar da partida da “entrega das faixas''. Em sendo assim, a punição imposta referente à perda de pontos e cobrança de multa é irregular e merece, portanto, ser suspensa até decisão final do processo", diz a sentença assinada por Perino.

PSB de SP reafirma fidelidade a Alckmin


Deputado Márcio França minimiza a influência da ex-senadora, aliada do presidenciável Eduardo Campos, nas decisões da legenda e afirmou que sigla vai aceitar a vaga de vice oferecida na chapa pela reeleição do governador tucano: “Não tem sentido trocar o candidato favorito, que é o Alckmin, por uma candidatura voluntariosa. Marina entrou no PSB faltando 24 horas para o fim do prazo para filiação”

O presidente do diretório do PSB em São Paulo, deputado Márcio França, descartou o pedido de Marina Silva para candidatura própria no Estado e afirmou que a sigla vai aceitar a vaga de vice oferecida na chapa pela reeleição Geraldo Alckmin (PSDB).

Aécio: "PSDB terá seu candidato em março"


Segundo o presidente do partido, seu nome é 'possibilidade concreta' e não há consenso sobre chapa puro-sangue tucana; ele disse considerar natural e positiva a disposição do Solidariedade, do deputado federal Paulo Pereira da Silva, que chegou a indicar o nome do presidente da Força Sindical, Miguel Torres

Por Redação Rede Brasil Atual

Blog Dag Vulpi – Sem confirmar o próprio nome, que chama apenas de “possibilidade concreta”, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse hoje (9) que o partido deverá ter em março um “definição formal” sobre a candidatura à Presidência da República. “Esse é um consenso dentro do partido, que até o final de março possamos ter oficiosamente, que seja, a candidatura do PSDB colocada. Esse é um bom momento para que ela ocorra. E a composição da chapa, até o final do mês de maio”, afirmou, após reunião em Belo Horizonte com o governador mineiro, seu sucessor, Antonio Anastasia.

Ministros venezuelanos colocam cargos à disposição de Maduro


Caracas – Todos os 30 ministros venezuelanos colocaram seus cargos à disposição do presidente Nicolás Maduro para "facilitar a renovação do Governo", anunciou o chefe de Estado venezuelano. "Recebi as cartas de todos os ministros pondo o seu cargo à disposição para facilitar a renovação do governo neste ano que se inicia", anunciou Nicolás Maduro na sua conta no Twitter.
O chefe de Estado venezuelano agradece "a todos os ministros pelo esforço e a lealdade que têm demonstrado nestes tempos de revolução", concluiu Maduro com a expressão "Chávez vive! A pátria continua!".
A atual equipe ministerial venezuelana tomou posse em  22 de abril de 2012, alguns dias depois das eleições presidenciais (14 de abril) em que Nicolás Maduro foi eleito presidente da Venezuela. Desde então, sete ministros foram substituídos.

Nicolás Maduro renova governo com mudanças em sete ministérios

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, renovou nessa quinta-feira (9) o seu governo, com mudanças em sete ministérios e a designação de novos dirigentes para os serviços secretos e para a direção de Inteligência Militar.
Segundo ele, os ministérios de Educação Universitária, Indústrias, Educação, Juventude, Desporto, Trabalho e do Escritório da Presidência terão novos titulares.
O anúncio ocorreu durante encontro com o Movimento Pela Paz e a Vida, em Caracas, no qual o presidente venezuelano ressaltou que as mudanças fazem parte de uma renovação para ajudar a marcha da revolução bolivariana.

Subprocurador-geral da República manifesta apoio à intervenção federal no Maranhão

Blog Dag Vulpi - O subprocurador-geral da República, Aurélio Veiga Rios, revelou apoio ao pedido de intervenção federal no Maranhão. A manifestação de Rios ocorreu durante reunião do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), na tarde de hoje (9), em Brasília.

Rios, que também é procurador federal dos Direitos do Cidadão, defendeu a postura dos procuradores federais no estado, que fizeram o pedido ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot. “Para nós, da Procuradoria Federal de Defesa do Cidadão, é fácil apoiar o pedido de intervenção”, disse.

Rios justificou o apoio em face dos atos de violência ocorridos no estado, sobretudo na Penitenciária de Pedrinhas. “O que estamos vendo é uma situação de absoluto descalabro do ponto de vista da dignidade humana”. Ele ressaltou ainda que rebeliões e mortes violentas de presos não são um fato novo e que uma verdadeira mudança deve acontecer no sistema carcerário.

Sobre o Blog

Bem‑vindo ao Blog Dag Vulpi!

Um espaço democrático e apartidário, onde você encontra literatura, política, cultura, humor, boas histórias e reflexões do cotidiano. Sem depender de visões partidárias — aqui prevalecem ideias, conteúdos e narrativas com profundidade e propósito.

Visite o Blog Dag Vulpi