Le Monde dedicou na terça-feira, 2 de julho de 2013, uma página à queda da popularidade de Dilma Rousseff, sob o título "Dilma, o desamor". "Em três meses, a presidente brasileira passou de 65% de opiniões favoráveis a 30% no final de junho. A queda mais violenta da história democrática do Brasil. Ela era elogiada por seu rigor e sua discrição. Agora é denunciada por seu dirigismo e seu isolamento", diz o correspondente do jornalfrancês no Rio de Janeiro, Nicolas Bourcier.
O texto descreve como Dilma Rousseff iniciou seu governo com um dos índices de aprovação mais altos do Ocidente, ultrapassando até mesmo a popularidade de seu mentor, o ex-presidente Lula. Sua imagem de mulher "severa, competente e eficaz" impressionava até seus detratores, segundo Le Monde.