Apesar de diferenças salariais entre médicos cubanos e de outras nacionalidades, poupança feita em Cuba é atrativo.
Nesta semana, cubana deixou o Mais Médicos
com críticas
O susto dos cubanos participantes do programa Mais Médicos se concentrou no custo de vida brasileiro. Antes de embarcarem para o Brasil, as informações eram escassas e desencontradas, segundo relatos dos profissionais ouvidos pelo iG. Houve quem não recebesse nenhuma informação sobre preços de itens básicos, como comida, roupas e móveis no País e quem ouvisse que, com R$ 50, seria possível se alimentar durante um mês inteiro.
O contrato de trabalho foi assinado pelos cubanos pouco antes da viagem para o Brasil. A primeira leva de médicos chegou à Brasília em agosto. Com isso, muitos dos profissionais que vieram depois - como a cubana Ramona Matos Rodriguez, que desistiu de continuar atendendo no posto de saúde de Pacajá, no Pará, e fugiu para Brasília no último fim de semana - já sabiam das condições de vida no Brasil. “Nós mandávamos e-mails para os colegas”, diz um médico.


