sábado, 28 de abril de 2012

RECEITAS DO BACALHAU DA NORUEGA


Receitas de Bacalhau da Noruega  

A Noruega é o maior produtor e exportador de bacalhau no mundo. Os exportadores são representados no Brasil pelo Conselho Norueguês da Pesca, que vem realizando um extraordinário trabalho de informação, promoção e divulgação das qualidades e formas de preparo do bacalhau.
O Conselho Norueguês da Pesca, com o apoio da agência de propaganda Publisis Norton,  distribuiu em promoção recente um ótimo Livro de Receitas do Bacalhau da Noruega, que reproduzimos em parte. Aproveite: as receitas são maravilhosas! 

BOLINHO DE BACALHAU
 

INGREDIENTES 

  • 1,5kg de Bacalhau da Noruega
  • 1kg de batatas do tipo seca, boa para fritura
  • 1 ramo de salsa
  • Pimenta-do-reino, moída na hora 
  • 2 claras
  • Azeite de oliva 
  • Óleo de soja para fritura 

MODO DE PREPARO 

Dessalgar o Bacalhau da Noruega. Aferventá-lo e limpar pele e espinhas. Desfiar o Bacalhau da Noruega com um pano de algodão ou com as mãos. Cozinhas as batatas, amassá-las e misturar ao bacalhau, de preferência com as mãos. Acrescentar a salsa picada, a pimenta, as duas claras batidas em neve e misturar. Untar as mãos com azeite e enrolar os bolinhos. Fritar em óleo abundante e bem quente.


ARROZ DE BACALHAU AO ARLECCHINO
 

INGREDIENTES 


  • Mais ou menos 250g de Bacalhau da Noruega desfiado e dessalgado
  • 300g de arroz pré-cozido
  • 150ml de massa de tomate seco (trata-se de uma pasta cremosa que obtém-se triturando tomates secos)
  • 50g de tomates secos
  • 1/2 molho de segurelha picada
  • 50ml de vinho branco seco
  • 50ml de azeite
  • 1 cebola média
  • 3 dentes de alho
  • 50g de azeitonas pretas picadas
  • 1/2 molho de cebolinha francesa 

MODO DE PREPARO

 Desfie o bacalhau da Noruega. Refogue, no azeite, a cebola e o alho. Quando dourar junte a massa de tomate seco, deixando apurar por 1 minuto em fogo brando, acrescente o vinho branco e deixe reduzir por aproximadamente 2 minutos e logo após misture o arroz e o bacalhau. Assim que obtiver uma mistura homogênea, acrescente as azeitonas pretas e a segurelha. Por fim, coloque em um prato e decore com tomates secos e cebolinha francesa.
Rendimento: 2 porções

BACALHAU NOITE FELIZ
 
INGREDIENTES 


  • 1kg de Bacalhau da Noruega
  • 2kg de batata-inglesa 
  • 4 cebolas médias 
  • 100g de azeitonas 
  • 5 ovos
  • 250ml de azeite
  • Rendimento: 10 porções
Rendimento: 10 porções 


 PRÉ-PREPARO: Cortar o bacalhau em pedaços e dessalgá-lo. Após o dessalgue, retirar a pele e cozinhar os pedaços juntamente com as batatas descascadas e partidas ao meio. Após o cozimento, escorrer a água ainda fervente e deixar esfriar até uma temperatura manuseável. Desfiar o bacalhau em pequenas lascas e cortar as batatas em rodelas. Cozinhar os ovos até endurecerem, esfriá-los e cortá-los em rodelas. Cortar as cebolas cruas em rodelas. 


 PREPARO FINAL: Usar uma travessa funda de vidro tipo pirex ou de barro e arrumar os ingredientes da seguinte forma: uma camada de lascas de bacalhau seguida por uma de batatas e outra e cebolas, ovos e azeitonas. Repetir as camadas até o término dos ingredientes. Nesta operação só devem ser usados 2/3 da quantidade de batatas. O restante deverá ser transformado em purê. Após a arrumação, regá-los com o azeite e cobri-los com o purê. Pincelar a cobertura com gema de ovo cru e levar a travessa ao forno até obter um dourado suave. 


Via Bacalhau Noruega





MOVIMENTO SOCIAL PARA APOIO AO DESEMBARGADOR DO ES, SENHOR PEDRO FEU ROSA.

Por Dag Vulpi

Imagem Dag Vulpi | Blog "Consciência Política Razão Social"
Está sendo articulado via Rede Social (facebook) um movimento denominado: MOVIMENTO SINDICAL E SOCIAL, que teve início entre os participantes do grupo “Consciência Política Razão Social”, e avançou aos demais grupos daquela rede.

Seu objetivo é tornar-se um ato público em apoio às ações do presidente do TJ-ES desembargador Pedro Feu Rosa, que baseado no inquérito 100120002314 da Polícia Federal, emitiu um relatório que vem gerando temor por sua vida por alguns gabinetes de parlamentares capixabas, e pela sociedade de forma geral.
O documento aponta o envolvimento de dezenas de agentes públicos, o que levou no dia 19 de abril à prisão de 27 pessoas, entre elas o prefeito de Presidente Kennedy, Reginaldo Quinta (PTB).

Além do prefeito, foram presos seis secretários, quatro servidores municipais, doze empresários, três pessoas ligadas a empresas laranja e um soldado da Polícia Militar.

O grupo é acusado de fraudes em 21 contratos que chegam a R$ 55 milhões. A denúncia da PF liga o grupo ao ex-governador do ES, Paulo Hartung, a esquema de lavagem de dinheiro, compra de terrenos em Kennedy, e concessão de benefícios fiscais às empresas.

Entre elas a Ferrous Resources do Brasil S/A, ZMM Empreendimentos e Participações LTDA e BK Investimentos e Participações Ltda.

O inquérito aponta o envolvimento do ex-secretário de Fazenda do ES, José Teófilo de Oliveira, que "fez uma série de concessões a empresa Ferrous, e se tornou, encerrando o governo, sócio do ex-governador Paulo Hartung na consultoria Econos.

Num curto intervalo de tempo o grupo negociou 29 áreas em Presidente Kennedy, totalizando 18 milhões de metros quadrados., diz o documento.  (Todas a informações deste texto constam do inquérito da PF sobre corrupção no ES)
A primeira ação do MOVIMENTO SINDICAL E SOCIAL será uma reunião que está agendada para a próxima quinta-feira (03/05), às 14h30 no auditório do Sindipúblicos que situa-se à Rua Gama Rosa, nº 111, frente a Nizar Malhas. Tel 3205-4563 | 3201-456.

A organização lembra que: “O ato será suprapartidário e supra-sindical, tratando-se exclusivamente de um manifesto da sociedade civil organizada".


Inquérito do STF contra Demóstenes revela depósito de R$ 3,1 milhões

 Foto: Divulgação


Documento encaminhado na tarde desta sexta 27 pelo ministro Ricardo Lewandowski à CPI do Cachoeira e ao Conselho de Ética do Senado; segredo de justiça que agora não é mais; diálogos em profusão; confira

Por Vassil Oliveira | Via 247


Sócio da construtora Delta, funcionário do contraventor Carlinhos Cachoeira e integrante de organização criminosa. É assim que o procurador-geral da República Roberto Gurgel se refere, em inquérito enviado nesta sexta-feira 27 pelo Supremo Tribunal Federal à CPI do Cachoeira e à comissão de Ética do Senado.
247 obteve com exclusividade a íntegra do inquérito. Há uma série de situações que ainda não haviam sido reveladas. Fica ainda mais clara a ligação entre a ORGCRIM, como a Polícia Federal se refere à Organização Criminosa, e o goverandor de Goiás, Marconi Perillo. Os grampeados falam em detalhes sobre a situação de diversos contratos da Delta Engenharia. De número 3.430, o inquérito deve resultar na cassação, pelo Senado, do mandato de Demóstenes. A autorização para a remessa do inquérito ao Congresso foi dada pelo ministro Ricardo Levandovski. Os dados poderão ser analisados também pela Comissão de Sindicância da Câmara dos Deputados, que investiga os parlamentares João Sandes Junior (PP-GO) e Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), pelo envolvimento com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Cachoeira é suspeito de envolvimento com jogos ilegais e foi preso na Operação Monte Carlo, em fevereiro. A CPMI que leva seu nome investigará sua ligação com políticos e empresários.

Leia aqui a íntegra do inquérito elaborado pelo procurador-geral da República Roberto Gurgel.
Abaixo, seus sete anexos, pelos links abaixo:
 
Volume 1 - "É um recado do Marconi", diz o senador Demóstenes a Carlinhos Cachoeira
Volume 2 - Neste anexo, evidenciam-se as relações estreitas entre Carlos Cachoeira e a Delta.
Volume 3 - Cachoeira diz que comprou um site de jogos por R$ 800 mil e que irá colocar seus negócios todos nele. Conversas citam encontro do bicheiro com o prefeito de Águas Lindas (GO).
Volume 4 - Na quarta parte, diálogos comprovam a relação de Cachoeira com o ex-diretor do Dnit, Luiz Antonio Pagot, que “está doidinho para abrir a boca”.
Volume 5 - O ex-araponga Adalberto Araújo informa por telefone a Carlinhos Cachoeira que está tentando, sem sucesso, se infiltrar no governo do Distrito Federal.
Volume 6 - Nesta sexta parte, há diversas conversas de Cachoeira com um de seus principais assessores, Gleyb Ferreira da Cruz, com quem fecha negócios. Há também citações aos nomes do ex-diretor da Delta Cláudio Abreu e do vereador de Anápolis Wesley Silva, os dois presos na Operação Saint-Michel.
Volume 7 - Nesta sétima parte do relatório, a PF descreve a influência de Carlos Cachoeira no governo de Marconi Perillo, em Goiás, e fala até da tentativa de entrega de dinheiro no Palácio das Esmeraldas. O Detran de Goiás seria da cota de Cachoeira, segundo a PF.

Postagem original no site 247

Parlamentares já apresentaram 167 requerimentos à CPMI do Cachoeira

Além de Carlinhos Cachoeira e do senador Demóstenes Torres, os parlamentares querem ouvir os governadores Marconi Perillo (GO) e Agnelo Queiroz (DF), que tiveram os nomes citados em gravações telefônicas.
CPI/ CPMI - CPMI do Cachoeira - Reunião da CPMI do Cachoeira
Arquivo/ Saulo Cruz
Dois dias depois de ser oficialmente instalada, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira já acumula 167 requerimentos apresentados pelos senadores e deputados integrantes do colegiado. São pedidos de documentos sigilosos, convocações de depoentes e solicitações de quebra de sigilos bancários e fiscais.

Acesse a relação completa dos 167 requerimentos apresentados.


Entre os depoimentos solicitados pelos parlamentares estão o do próprio Carlinhos Cachoeira e do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO). Também estão na lista o sócio majoritário da Delta Construções, Fernando Cavendish; o engenheiro Cláudio Abreu, ex-diretor regional da Delta; o contador Geovani Pereira da Silva, apontado como tesoureiro do esquema de Cachoeira; os governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT); o procurador-geral da República, Roberto Gurgel; e até o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

São muitos também os pedidos de quebra de sigilos bancários e fiscais. Estão no alvo dos parlamentares, além de nomes indicados pela Polícia Federal (PF) com algum tipo de ligação com Cachoeira, a Delta Construções e a Alberto & Pantoja Construções e Transportes Ltda, considerada pela polícia uma empresa de fachada, criada exclusivamente para receber dinheiro “sujo” da Delta.

Até agora, a
CPMI aprovou apenas um requerimento, em sua primeira reunião, na terça-feira (24), com pedido de informações ao Supremo Tribunal Federal (STF), à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à PF sobre as operações Vegas e Monte Carlo. O STF decidiu, nesta sexta-feira (27), compartilhar os dados do inquérito com a CPMI.

Plano de trabalho

A comissão tem reunião marcada às 14h30 da próxima quarta-feira (2), após o feriado, quando o relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), deve apresentar aos colegas um plano de trabalho para as próximas semanas. - Arquivo/ Leonardo Prado

Marco Maia
Marco Maia afirma que a não existência de
sub-relatorias vai facilitar trabalho de relator.
O planejamento pode não agradar a todos, visto que os integrantes da comissão divergem sobre o melhor momento para iniciar as oitivas dos acusados. Os parlamentares pretendem também eleger o vice-presidente do colegiado.

Sub-relatorias

O presidente da Câmara, Marco Maia, disse nesta sexta-feira (27) que considera correta a ideia de a CPMI não ter sub-relatorias. Segundo ele, a existência de sub-relatorias dilui o trabalho e há perda de foco. “Não ter sub-relatorias melhora o trabalho do próprio relator.”

Marco Maia, que relatou a CPI da Crise Aérea, acha que o relator deve tratar de todos os assuntos da comissão.


Questionado sobre a legitimidade do relator da CPMI, deputado Odair Cunha (PT-MG), por ser do PT, Marco Maia respondeu que o partido tem maioria na casa, mas que o relator não representa um partido e que, portanto, é legítimo. “A composição da Câmara se dá pela representatividade e o mesmo acontece para cada comissão do Congresso.”


O presidente completou que a CPMI não pode existir apenas para o debate e deve produzir o que a sociedade almeja, o esclarecimento do fato. “A CPMI tem que ter foco e necessita de análise técnica, de uma linha condutora nas investigações.”

CPMI do Cachoeira solicitará inquéritos das operações Vegas e Monte Carlo

Comissão foi instalada na manhã desta quarta-feira 25 04 2012.
Saulo Cruz
Dep. Íris De Araújo (PMDB/GO)
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as relações entre o contraventor Carlinhos Cachoeira e agentes públicos e privados foi instalada na manhã desta quarta-feira (25) e aprovou requerimentos solicitando os inquéritos das operações Vegas e Monte Carlo da Polícia Federal (PF) ao Supremo Tribunal Federal, à Procuradoria Geral da República e à PF.
O relator da CPMI, deputado Odair Cunha (PT-MG), apresentará à comissão uma proposta de plano de trabalho em reunião na próxima quarta-feira (2/5), às 14h30. Segundo o presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), a reunião também escolherá o vice-presidente do colegiado, de forma “harmônica” entre os partidos. A intenção do presidente é marcar as reuniões da CPMI sempre para as terças, quartas e quintas-feiras à tarde.
De acordo com Cunha, a prioridade no plano será a análise dos documentos das operações da PF que envolvem Cachoeira. “Uma questão central é garantir que a análise dos documentos seja feita previamente à convocação de pessoas”.
O relator adiantou, porém, que a CPMI poderá ouvir o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e os delegados da PF que conduziram os inquéritos das operações Monte Carlo e Vegas. Segundo Odair Cunha, a medida, sugerida pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), é “justa e necessária”. Já foram apresentados  mais de 150 requerimentos de convocação de depoentes e de requisição de documentos. Os requerimentos, no entanto, ainda precisam ser aprovados pela CPMI.
Em nota lida pelo deputado Rubens Bueno (PPS-PR), o deputado Stepan Nercessian (PPS-RJ) se dispôs a prestar esclarecimentos à CPMI sobre sua relação com Carlinhos Cachoeira. Ele se licenciou do partido após ser acusado de ter recebido dinheiro emprestado de contraventor.
A eleição de Vital do Rêgo como presidente e Odair Cunha como relator ocorreu logo após a instalação da CPMI. “É minha intenção dirigir os trabalhos da comissão de maneira isenta, acima de interesses partidários e de grupos”, disse o senador em seu discurso de posse.
Sub-relatorias
Parlamentares discordaram sobre a necessidade de criar sub-relatorias para a CPMI. O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) afirmou que a divisão de trabalhos facilitaria as investigações. “A criação de sub-relatorias, longe de criar sistema de vazamento, cria sistema para subsidiar o relator”, disse Sampaio em resposta às argumentações de Vital do Rêgo e Odair Cunha de que a existência de sub-relatorias “facilitaria o vazamento” de documentos sigilosos.
Para o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), a divisão de trabalho poderia esvaziar a relatoria de Cunha. “Este não é o momento. Nem discutimos o nosso roteiro de trabalho”, alegou. Teixeira aventou a possibilidade de a questão ser revista em um segundo momento se o volume de documentos a ser analisados for muito grande.
Segundo o relator, não é necessária a criação formal de sub-relatorias e cada parlamentar pode ser um sub-relator ou correlator. “Terei a responsabilidade de coordenar os trabalhos, mas contarei com os demais para a empreitada”, disse.

Ministro: Foro privilegiado não deve impedir investigação de CPMI

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu nesta quarta-feira que as investigações das relações do contraventor Carlinhos Cachoeira com agentes públicos e privados, foco da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) instalada hoje, não sejam paralisadas sob a justificativa de que alguns dos investigados têm foro privilegiado.
Segundo ele, a garantia constitucional não pode dar privilégio a pessoas que têm mandato. “Quem tem garantia constitucional de foro privilegiado deve impedir que determinadas pessoas sejam investigadas sem autorização do Congresso Nacional. Mas se pessoas que têm foro privilegiado surgem no bojo de uma investigação que tem um outro foco, parar a investigação apenas amplia a impunidade no País. Não se pode interpretar garantia constitucional como privilégio para a pessoa que tem mandato". Os comentários foram feitos depois de o ministro participar de audiência pública na Câmara.
Cardozo destacou ainda que o governo disponibilizará todas as informações para que a CPMI possa fazer um bom trabalho na medida em que a comissão aprovar requerimentos para ter acesso aos documentos.
O ministro reforçou que a orientação da presidente Dilma Rousseff é agir independentemente do partido a que está ligado o “autor do malfeito” e não interferir nos trabalhos do Congresso.
Delta
Nesta quarta-feira, a CPMI recebeu do novo presidente da construtora Delta, Carlos Alberto Verdini, uma caixa de documentos cujo teor não foi revelado. A Delta está sob investigação da Polícia Federal por supostos envolvimentos com Carlos Cachoeira e pode ser um dos focos de apurações da CPMI.
Verdini substituiu o ex-presidente da companhia, Fernando Cavendish, que renunciou ao cargo após ter seu nome relacionado com Cachoeira. Em comunicado anexado aos documentos, a empresa informa que foi determinada “uma ampla auditoria para averiguar as práticas da diretoria no Centro-Oeste”.
O ex-diretor da Delta no Centro-Oeste, Cláudio Abreu, foi preso hoje pela Polícia Civil do Distrito Federal e já havia sido afastado do cargo após divulgação de escutas telefônicas da PF em que ele aparece em negociações com o esquema de Cachoeira.

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