domingo, 8 de julho de 2012

Voto Consciente - Dag Vulpi

Votar é um Ato de cidadania!


 
É muito comum ouvirmos que todos os políticos são iguais e que o voto é apenas uma obrigação. Muitas pessoas não conhecem o poder do voto e o significado que a política tem em suas vidas.

Quando se vai a uma urna eletrônica escolher  os candidatos que serão os representantes nos próximos quatro anos, a responsabilidade aumenta e então é hora de se empenhar para que a escolha seja boa não apenas para você, mas para uma coletividade.

A importância do voto

Numa democracia, como ocorre no Brasil, as eleições são de fundamental importância, além de representar um ato de cidadania, possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente em nossas vidas. Escolher um péssimo governante pode representar uma queda na qualidade de vida. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos impostos que nós pagamos. Desta forma, precisamos dar mais valor a política e acompanharmos com atenção e critério tudo que ocorre em nossa cidade, estado e país.

Dicas para votar conscientemente


Muitas pessoas não querem pesquisar sobre os candidatos que vão votar, por isso, vão à primeira sugestão que aparece, como aquele que já está com mandato, ou naquele que está na placa exposta na rua, ou no mais famoso, sem se importar com o histórico de vida do candidato. Têm ainda os eleitores que se apegam ao fato do candidato arranjar um emprego para ele, mas isto não é certo, escolhendo o candidato dessa forma o cidadão não está pensando na coletividade.

A primeira dica para um voto consciente é sempre estar por dentro do passado, dos valores e do caráter do candidato. Temos que aceitar a ideia de que os políticos não são todos iguais. Existem políticos corruptos e incompetentes, porém muitos são dedicados. Mas como identificar um bom político?

Caso o nome dele conste em escândalos de corrupção, cassação, renúncia e outras mazelas políticas, é melhor nem arriscar seu voto, pois o risco de estar elegendo um mau político é enorme.

Mas têm os que possuem uma Ficha Limpa, porém, mesmo assim não é uma boa opção, porque não possuem projetos e ideias. Dar o voto para eles também não é uma demonstração de votar conscientemente!

O voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente. Devemos votar em políticos com um passado limpo e com propostas voltadas para a melhoria de vida da coletividade.

O Brasil precisa de eleitores maduros, que queiram colaborar com o progresso do país e para isso é preciso pesquisar, conhecer e exercer o papel de eleitor.

Durante a campanha eleitoral




Nesta época é difícil tomar uma decisão, pois os programas eleitorais nas emissoras de rádio e tv parecem ser todos iguais. Procure entender os projetos e ideias do candidato que você pretende votar. Será que há recursos disponíveis para que ele execute aquele projeto, caso chegue ao poder? Nos mandatos anteriores ele cumpriu o que prometeu? O partido político que ele pertence merece seu voto? Estes questionamentos ajudam muito na hora de escolher seu candidato. 

Conclusão

Como vimos, votar conscientemente dá um pouco de trabalho, porém os resultados são positivos. O voto, numa democracia, é uma conquista do povo e deve ser usado com critério e responsabilidade. Votar em qualquer um pode ter consequências negativas sérias no futuro, sendo que depois é tarde para o arrependimento. Por isso nessas eleições, faça valer o seu direito de cidadania, faça valer o seu voto, 

VOTE CONSCIENTE! ESCOLHA O SEU CANDIDATO PELAS PROPOSTAS E NÃO POR ELE TER FEITO UM FAVOR PARA VOCÊ.

Os mensalões, um comparativo - Marcos Coimbra

Por coincidência, justamente quando o julgamento do mais famoso “mensalão”, que alguns chamam “do PT”, foi marcado, a Procuradoria-Geral da República encaminhou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) sua denúncia contra os acusados de outro, o “mensalão do DEM” do Distrito Federal.



Processos contra os 40 réus do chamado mensalão.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Trata-se mesmo de um acaso, pois a única coisa que os dois compartilham é o nome. Equivocado por completo para caracterizar o primeiro e inadequado para o segundo.
Naquele “do PT”, nada foi provado que sugerisse haver “mensalão”, na acepção que a palavra adquiriu em nosso vocabulário político: o pagamento de (gordas, como indica o aumentativo) propinas mensais regulares a parlamentares para votar com o governo. No outro, essa é uma das partes menos importante da história.
Alguns acham legítimo – e até bonito – empregar a expressão como sinônimo genérico de “escândalo” ou “corrupção”, mas isso só distorce o entendimento. O que se ganha ao usar mal o português? No máximo, contundência na guerra ideológica. Chamar alguma coisa de “mensalão” (ou adotar neologismos como “mensaleiro”) tornou-se uma forma de ofender.
Fora o nome errado igual, os dois são diferentes.
Ninguém olha o “mensalão” de Brasília como se tivesse significado especial. É somente, o que não quer dizer que seja pouco, um caso de agentes políticos e funcionários públicos, associados a representantes de empresas privadas, suspeitos de irregularidades.
Por isso, se o STJ acolher a denúncia, o processo terá tramitação normal. Sem cobranças para que ande celeremente. Sem que seja pintado com cores mais fortes que aquelas que já possui. Sem que se crie em seu torno um clima de “julgamento do século” ou sequer do ano.
É provável que aconteça com ele o mesmo que com outro mais antigo, o “mensalão do PSDB”. Esse, que alguns dizem ser o “pai de todos”, veio a público no mesmo período daquele “do PT”, mas avança em câmera lenta. Está ainda na fase de instrução, sem qualquer perspectiva de julgamento.
Por que o que afeta o PT é mais importante?
A resposta é óbvia: porque atinge o PT. Se os “mensalões” da oposição são tratados como secundários e se outros são irrelevantes (como os que a toda hora são noticiados em estados e municípios), deveria existir no do PT algo que justifique tratamento diferente.
Há quem responda com uma frase feita, tão difundida, quanto vaga: seria o “maior escândalo da história política brasileira”. Repetida como um mantra pelos adversários do PT, não é substanciada por nenhuma evidência, mas circula como se fosse verdade comprovada.
“Maior” em que sentido? Os recursos públicos movimentados seriam maiores? Mais gente estaria envolvida?
É difícil para quem lê as alegações finais do Ministério Público Federal (MPF) compreender o montante que em sua opinião teria sido desviado e como. O documento é vago e impreciso em algo tão fundamental.
Essa indefinição pode ser, no entanto, positiva: deixa a imaginação livre. Qualquer um pode inventar o valor que quiser.
O “mensalão do DEM”, ao contrário, tem tamanho especificado: 110 milhões de reais. Nele, o MPF não se confundiu com as contas.
Se o critério para considerar maior o petista for a quantidade de envolvidos, temos um curioso empate: dos 40 acusados originais, número buscado pelo MPF apenas por seu simbolismo, restam 37, tantos quanto os denunciados no escândalo de Brasília.
E há diferenças notáveis. No “mensalão do DEM”, os agentes públicos foram citados por desviar dinheiro para enriquecimento pessoal, o que, em linguagem popular, significa roubar. No “do PT”, nenhum.
De um lado, valores certos, acusados em número real, motivações inaceitáveis. Do outro, o oposto.
Quando o procurador-geral declarou que “a instrução comprovou que foi engendrado um plano criminoso para a compra de votos dentro do Congresso Nacional”, esqueceu que nem sequer uma linha de suas alegações o demonstrou. Arrolou 12 deputados (quatro do PT), que equivalem a 2% da Câmara, número insuficiente para sequer presumir que houvesse “um esquema de cooptação de apoio político”, a menos que inteiramente inepto.
No caso de Brasília, nada está fantasiado, é tudo visível, o que não significa que tenha sido provado de forma juridicamente correta.
No fundo, essa é a questão e a grande diferença entre os dois. Quando a hora chegar, o “mensalão do DEM” deverá, ao que tudo indica, ser analisado de maneira técnica. Se o “do PT” o fosse, pouco da acusação se sustentaria.
Tomara que os ministros do STF consigam independência para julgá-lo de maneira isenta, livres das pressões dos que exigem veredictos condenatórios.
Via Carta Capital

Fotos comprovam que morte de guerrilheiro foi omitida por 20 anos


'Estado' descobre imagens de Ruy Carlos Berbert em pasta do Arquivo Nacional


BRASÍLIA - Imagens até agora inéditas do corpo do guerrilheiro Ruy Carlos Vieira Berbert, 
desaparecido em janeiro de 1972, aos 24 anos, revelam que, por duas décadas, três governos 
militares e dois civis sabiam de sua morte numa cadeia de Natividade, hoje município do 
interior do Tocantins, e nunca informaram o fato a seus parentes.

Corpo de Ruy Berbert em cadeia de Natividade, no interior de Tocantins - Divulgação
Divulgação
Corpo de Ruy Berbert em cadeia de Natividade, no interior de Tocantins

Por meio da Lei de Acesso à Informação, que 
liberou documentos antes mantidos em sigilo, 
o Estado localizou seis fotografias de Berbert 
morto. 
Uma pasta de imagens do Arquivo Nacional 
mostra que o Centro de Informações do
 Exército, 
principal órgão de repressão à luta armada, 
identificava o guerrilheiro oficialmente e de 
forma correta já em  janeiro de 1972.
Apesar da insistente procura dos parentes, os
responsáveis pelos serviços de informações dos
governos dos generais Emílio Médici, Ernesto
Geisel e João Figueiredo, e os dos presidentes
civis José Sarney e Fernando Collor não
informaram a existência das fotos nem
confirmaram sua morte.
A família conseguiu a primeira informação oficial só em 1992, ao ter acesso a dados
disponíveis a partir daquele ano pelo antigo Dops de São Paulo. Os arquivos citavam a
prisão de Berbert e a possibilidade de o guerrilheiro ter se suicidado na cadeia.
A suspeita, porém, é que ele tenha sido assassinado pelo regime.
À época, os parentes tiveram de confrontar a informação do Dops com o registro da
morte de um certo "João Silvino Lopes" em Natividade, dado divulgado em 1979 por
um general da reserva.

Desaparecidos. Até hoje não se sabe onde estão os restos mortais de Berbert. Ele está na
lista oficial que computa 475 mortos ou desaparecidos no período de governos militares no
País (1964-1985).
As fotos de Berbert são as primeiras divulgadas, após a redemocratização, de um guerrilheiro
 morto nas dependências de um órgão do Estado.
De Jales, no interior paulista, Regina, única irmã de Berbert, recebeu com serenidade a
notícia  da existência das imagens no Arquivo Nacional. "Meu pai, também chamado Ruy, 
morto há 11 anos, sempre fez questão de divulgar com orgulho a história dele."
O Estado enviou as fotografias para o marido de Regina, Moacir Pereira. A família decidiu
que não mostraria as imagens para a mãe do guerrilheiro, Ottília, com 93 anos.
'Ironia da vida'. Berbert integrava o Movimento de Libertação Popular (Molipo), que t
inha 28  integrantes - a maioria dos quais foi dizimada nos dias subsequentes à sua morte.

Vereadores de SP abusam da criatividade ao apresentar propostas

Muitos tentarão a reeleição, para mais quatro anos de mandato e ideias curiosas



Do R7
A legislatura que se encerra no final de 2012 na Câmara Municipal de São Paulo ficará marcada, entre outras coisas, pela quantidade de projetos inusitados que foram propostos e aprovados pelos vereadores. Muitos deles tentarão a reeleição no pleito de outubro, para mais quatro anos de mandato e ideias curiosas.
Desde a eleição dos parlamentares que atualmente ocupam as cadeiras do Palácio Anchieta, mais de 10 mil projetos foram aprovados.
Os vereadores paulistanos aprovaram, por exemplo, a doação de incentivos fiscais da Prefeitura para a construção do Itaquerão — futuro estádio do Corinthians — e a concessão de terreno público no valor de R$ 20 milhões para o Instituto Lula, que pretende construir no local o Memorial da Democracia.
Além dos projetos polêmicos, também se destacam algumas ideias originais, como o Projeto de Lei (PL) do ex-pré-candidato a prefeito Netinho de Paula (PCdoB), que coloca no calendário oficial da cidade o Dia da Sanfona, a ser comemorado anualmente no dia 9 de outubro.
A data é uma homenagem ao nascimento do sanfoneiro Mario Zan, em 1920, em Veneza (Itália), autor do Hino do Quarto Centenário de São Paulo.
Outra matéria de destaque saiu da cabeça do vereador Agnaldo Timóteo (PR). Ele quer obrigar a Prefeitura a fornecer botes infláveis e a construir heliportos ao redor do rio Aricanduva, na Zona Leste. Os botes seriam jogados dos helicópteros para as pessoas presas em enchentes.
Timóteo também á autor do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 8/12, que concede a Medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão da cidade de São Paulo ao candidato petista à Prefeitura Fernando Haddad.
Tem projeto para todos os gostos. Desde aqueles que pensam em combater os males do aquecimento global e da poluição, até os que preveem distribuição de preservativos por motéis, passando pelo tombamento de um sotaque.


Juíz proíbe posse de vereador como prefeito em Pedro Canário

Fiorot sofreu processo de cassação da Câmara Municipal depois de um eleitor denunciar que o prefeito não residia no município e, sim, em Vitória



Atendendo a uma ação cautelar impetrada pelo prefeito Antonio Wilson Fiorot, o juiz Ricardo Chiabai, da Comarca de Pedro Canário, depois de ouvir parecer favorável do Ministério Público, proferiu decisão no sentido de que o presidente da Câmara Municipal, Marcos Robério Fonseca dos Santos, se abstenha de tomar posse como chefe do Executivo ou, se houver tomado posse, tornando o ato sem efeito, até que seja publicado o acórdão da decisão da 1ª Câmara Civel do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), que tira Fiorot da Prefeitura.
O juiz entendeu, com base em jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), que a decisão da instância superior somente tem validade após publicado o acórdão. “Sem o acórdão, não há nem como a parte prejudicada interpor recurso”, avaliou. A informação que chegou ao conhecimento do magistrado, através da ação ajuizada pelo prefeito, foi de que Marcos Robério se auto-empossou no comando do Executivo no início da tarde desta quinta-feira (5).
Em sessão realizada no último dia 27, seguindo o voto do desembargador Fábio Clem de Oliveira, nos autos do processo 051110006759, a 1ª Câmara Cível reformou a decisão do juiz Ricardo Chiabai, que havia concedido mandado de segurança ao vice-prefeito Antonio Wilson Fiorot, mantendo-o no cargo, depois que ele foi cassado por uma comissão processante da Câmara Municipal.
Fiorot sofreu processo de cassação da Câmara Municipal depois de o eleitor Luís Sérgio Neris de Oliveira denunciar que o prefeito não residia no município e, sim, em Vitória. Ele teve a perda do cargo declarada pelo decreto legislativo 07/2011, de 27 de maio de 2011. No dia 30 de junho de 2011, o juiz Ricardo Furtado Chiabai declarou nulo o processo e reconduziu Wilson ao cargo. A Câmara recorreu ao então presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Manoel Rabelo, que manteve a liminar do magistrado.
O Poder Legislativo municipal entrou com apelação cível contra decisão do juiz, que havia levado em conta os argumentos de Fiorot (que havia assumido o cargo em substituição a Ataídes Canal, cassado por decisão judicial devido ao trânsito em julgado de processo por atos de improbidade administrativa) de que tanto o presidente da Câmara, Marcos Robério Fonseca dos Santos, quanto o vice, Aloísio Campostrini Borghi, que era presidente da comissão processante, tinha interesse na cassação de Wilson porque um assumiria a prefeitura e o outro a presidência da Câmara.
Em seu voto, o desembargador Fábio Clem reconheceu que nenhum dos atos praticados no curso do processo que culminou na cassação do mandato do apelado se caracteriza como violação à garantia do devido processo legal e que não há como se anular o processo. A partir do momento em que a decisão for publicada e cumprida, a Câmara terá 90 dias para realizar eleições indiretas para o cumprimento dos últimos seis meses do mandato, exercido por Wilson desde 9 de dezembro de 2010.
Pedro Canário sofreu instabilidade institucional desde as eleições municipais de 2008, quando foi eleito como prefeito Mateus Vasconcellos, o Mateusão. Ele e seu vice, entretanto, foram afastados por decisão judicial. Mateusão foi preso em janeiro de 2012 pela Polícia Federal, depois de ser condenado pela Justiça Federal.
No dia 9 de dezembro de 2010, o segundo colocado nas eleições municipais, Ataídes Canal, e seu vice, Antonio Wilson Fiorot, foram empossados. No dia 01 de março de 2011, porém, Canal foi cassado por decisão judicial por causa de ação transitada em julgado por improbidade em mandato anterior. Fiorot, o vice, assumiu a Prefeitura e foi cassado em 30 de maio de 2011, após os trabalhos da comissão processante da Câmara, voltando ao cargo 30 dias depois por decisão judicial.
Um ano após, perde de novo o mandato, ao ter cassada a liminar concedida pelo juiz da comarca ao seu mandado de segurança contra a decisão da Câmara. Porém, oa decisão somente é aplicada após a publicação do acórdão.

Mais uma foto 'ousada' da Gata do Paulistão

A revista "Sexy" divulgou nesta sexta-feira, 6, mais uma foto do ensaio de Lorena Bueri, a Gata do Paulistão. Lorena é capa da edição deste mês da publicação. Segundo sua assessoria, a modelo está em Las Vegas para assistir à luta do brasileiro Anderson Silva. A edição deste mês da "Sexy" também traz fotos da Musa do Santos, Sabrina Torres.

Confira os candidatos a prefeito nos municípios da Grande Vitória


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou a lista completa com os candidatos a prefeito do municípios da região Metropolitana do Espírito Santo. Ao todo, 7.734 registros de candidatura foram feitos para prefeito e vereador em todo o estado, segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES).
Os moradores de Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica já podem consultar a situação das candidaturas no site do TSE. A partir desta sexta, a propaganda eleitoral com carros de som, comícios e pela internet estão liberadas. O primeiro turno das eleições ocorrem no dia 7 de outubro. Confira os candidatos a prefeito em cada município na ordem alfabética.
Vitória
Prefeito: Edson Ribeiro - Partido Social Democrata Cristão (PSDC)
Vice: Paulão do Taxi - Partido Social Liberal (PSL)
Prefeito: Gustavo De Biase - Partido Socialismo e Liberdade (Psol)
Vice: Claudete Bispo – Partido Socialismo e Liberdade (Psol)
Prefeito: Iriny Lopes – Partido dos Trabahadores (PT)
Vice: Juarez Gonçalves Vieira - Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Prefeito: Luciano Rezende - Partido Popular Socialista (PPS)
Vice: Waguinho Ito - Partido da República (PR)
Prefeito: Luiz Paulo Velloso Lucas - Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Vice: Aroldo Correa Rocha - Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
Prefeito: Montalvani de Souza – Partido Renovador dos Trabalhadores do Brasil (PRTB)
Vice: Pastor Enoque – Partido Renovador dos Trabalhadores do Brasil (PRTB)
Vila Velha 
Prefeito: João Batista Babá – Partido dos Trabalhadores (PT)
Vice: Geovani Silva – Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)
Prefeito: Max Filho – Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Vice: Hudson Leal - Partido Parlamentarista Nacional (PPN)
Prefeito: Neucimar Fraga – Partido da Rrepública (PR)
Vice: Fábio D'ávila - Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Prefeito: Rodney Miranda – Democratas
Vice: Rafael Favato - Partido Republicano Brasileiro (PRB)
Cariacica
Prefeito: Geraldo Luzia Junior (Juninho) – Partido Popular Socialista (PPS)
Vice: Capitão Bruno Polez - Partido Republicano Brasileiro (PRB)
Prefeito: Lúcia Dornelas – Partido dos Trabalhadores (PT)
Vice: Julio Roncon – Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Prefeito: Marcelo Santos – Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
Vice: Nilton Basílio - Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Prefeito: Sandro Locutor – Partido Verde (PV)
Vice: Italim José Walter - Partido Verde (PV)
Serra
Prefeito: Audifax Barcelos – Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Vice: Lourência Riani – Partido dos Trabalhadores (PT)
Prefeito: Professor Renato Almeida – Partido Socialismo e Liberdade (Psol)
Vice: Lúcio Aleprande - Partido Socialismo e Liberdade (Psol)
Prefeito: Sérgio Vidigal – Partido Democrático Trabalhista (PDT)
Vice: Cláudia Maria da Silva - Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)

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