quarta-feira, 25 de julho de 2012

10 características das pessoas de sucesso

Para se tornar uma pessoa bem-sucedida são necessárias muitas características. Pessoas de sucesso tendem a ser competitivas e convincentes.



Qualquer pessoa pode fazer sucesso em qualquer área, isso é um fato. Mas por que umas alcançam isso mais facilmente do que outras? Isso se deve a uma série de fatores, entre eles a própria personalidade da pessoa bem-sucedida.

Mas isso não significa que você está fadado ao fracasso. Pelo contrário, todas essas características podem ser desenvolvidas com um pouco de paciência e treino. 

Confira quais são as 10 características das pessoas de sucesso:

1. Competitividade
Pode ser porque elas tenham algo a provar para alguém ou pode ser simplesmente por gostar da sensação de competir. De toda forma, essa é uma característica muito presente em pessoas bem-sucedidas: fazer algo para vencer.

2. Inteligência
Muitas vezes as pessoas de sucesso não são consideradas gênios, mas são inteligentes o suficiente para não estragar tudo. Isso significa que se você não for capaz de empregar a sua inteligência em propostas inovadoras, deve dedicá-la simplesmente a manter as coisas como estão, isso já será suficiente.

3. Detalhes
Prestar atenção nos mínimos detalhes e dar um passo de cada vez é uma das principais características para ser uma pessoa bem-sucedida. Se desesperar e tentar dar passos maiores que suas pernas tendem a ser negativos para a sua carreira.

4. Ideias
Se você é capaz de tirar ideias inusitadas de inspirações simples e rotineiras já tem grande parte do que as pessoas bem de sucesso precisam. Enxergar a oportunidade e saber como aproveitá-la é extremamente importante para chegar ao sucesso.

5. Instintos
Talvez você não seja tão bom em ter ideias brilhantes, mas se você for capaz de reconhecer uma boa ideia quando se depara com uma pode se considerar uma pessoa de sorte. Saber identificar uma boa ideia – seguindo os seus instintos – é quase tão importante quanto ser capaz de criar uma ideia própria.

6. Liderança
Se você tem um instinto natural de liderança e desperta isso nas pessoas já pode começar a desenvolver as outras habilidades para se tornar alguém bem-sucedido. Perceba se as pessoas tendem a seguir as suas sugestões e ordens ou se você assume a responsabilidade pelas coisas naturalmente. Esses são bons indicadores.

7. Pensar que é especial
Isso não significa que elas sejam, de fato, especiais. Mas é um fato consumado que as pessoas de sucesso sempre se enxergam de maneira mais especial do que os demais. Você pode se sentir dessa maneira, desde que tenha consciência de que isso não te dá permissão de passar por cima dos outros para alcançar seus próprios objetivos.

 8. Narcisismo
Todas as pessoas possuem um ego e alguma quantidade de auto-estima. No entanto, em líderes e pessoas bem-sucedidas essas quantidades se apresentam de forma bastante elevada. Você pode admirar a si mesmo e acreditar que é bom o bastante, mas não se convença disso.

9. Faro para os negócios
Pode parecer absurdo, mas se você é capaz de encontrar uma maneira de lucrar em qualquer atividade que pratica, ou pelo menos na maioria delas, possui grandes chances de se dar bem. Pessoas de sucesso em geral são capazes de encontrar as formas mais inusitadas de fazer dinheiro.

10. Persuasão
Conseguir convencer as pessoas é uma das características mais notáveis em pessoas de sucesso. Se você é capaz de vender um cubo de gelo a um esquimó saiba que está no caminho certo. Lembre-se apenas de que persuadir uma pessoa é diferente de manipulá-la.

9 dicas para identificar seus pontos fortes e fracos

Essas dicas não são úteis só para suas entrevistas de emprego, mas para sua vida profissional e pessoal. Confira 9 dicas para identificar seus pontos fortes e fracos


Saber no que você é eficiente e no que não é significa ter controle sobre você mesmo. Consequentemente, isso pode ajudar em inúmeros aspectos da sua vida pessoal e em conquistas profissionais. Além de, obviamente, auxiliar naquela pergunta desconfortável: "quais são seus defeitos e qualidades?" na hora da entrevista de emprego.



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9 dicas para identificar seus pontos fortes e fracos


1. Exergue além

Como já dito, isso tem que ir além de uma pergunta na sua entrevista. Na verdade, o objetivo dessa questão é conhecer o candidato, ver se ele se adequa ao estilo da empresa. Por isso, é necessário que você se conheça e enxergue além. Saiba aqui como se conhecer

2. Respostas a incentivos

Considere como você responde a situações que requerem ações, pensamento e reflexão. Pense em experiências na sua vida, principalmente, ruins. Como você agiu em relação a elas? A razão para fazer isso é que as respostas espontâneas dizem muito sobre nós, pois elas revelam como agimos em situações ordinárias e intensas. Pense em situações desafiadoras, outras mais tranquilas, momentos em que você teve que se adaptar e quando você teve que tomar uma decisão sem conhecer muito bem as variáveis. Faça uma lista.

3. Considere seus desejos

Seus desejos e sonhos também dizem muito sobre você e podem indicar onde se encontram seus verdadeiros talentos. Aquela velha história de pessoas que se tornaram médicos e advogados, mesmo querendo ser dançarinos ou publicitários por desejos de outros - normalmente dos pais - é um grande exemplo de como suprimir nossos desejos pode assassinar alguns dos nossos talentos.

 4.Lista

Essa é a segunda e mais importante lista que deve fazer. No entanto, ela não significa que você tenha realmente identificando tudo o que precisa identificar. O trabalho é algo complexo com diversas variáveis. Às vezes, não realizamos bem tal tarefa porque tivemos um "trauma" dela. Embora não seja a lista mais verdadeira ou objetiva, ela é concreta. São coisas que você realiza com mais e menos facilidade. Não se esqueça também de considerar suas atitudes na sua vida pessoal também..

5. Surpresas

Você fez duas listas. Encontre coisas que surpreenderam você em ambas. Ou seja, em áreas que não "batem" entre as duas listas. Por exemplo, um desejo seu que não esteja de acordo com o seu ponto forte na segunda lista. Esta é a intersecção mais importante. Porque é dela que você vai descobrir novos pontos fortes e fracos e, talvez, que você esteja se dedicando ou lidando com coisas que não gostaria de lidar. Use isso para refletir sobre o rumo que a sua vida está tomando e se, após 5 ou 10 anos, você não vai querer modificá-la e possa vir a ser tarde demais.

6. Amigos e familiares

Agora que você já fez a sua parte, é sempre bom ter uma segunda visão. É importante obter um feedback de pessoas à sua volta, que conhecem você. Você pode se surpreender com o que eles dizem, pois ser você mesmo pode, às vezes, cegar-lhe. Afinal, quem nunca ouviu algo de outras pessoas que não esperava ouvir; uma característica inesperada, uma opinião sobre você que não esperava ou até um defeito que você achava que não tinha e, segundo os outros, tem.

7. Ajuda profissional

Ajuda profissional, logicamente, inclui um psicólogo. Ele é, com certeza, o mais apropriado para oferecer-lhe um mapa dos seus pontos fortes e fracos. Porém, não desconsidere escutar seu chefe e superiores, ou alguém do RH. Seu gestor e superiores porque eles estão acostumados a lidar com pessoas e a hora mais "vulnerável" do seu dia é quando você está trabalhando, pois os desafios vêm a toda hora e o seu gerente sabe como você lida com eles. Os funcionários do RH também trabalham com isso e, embora não sejam todos, grande parte destes profissionais se formou em psicologia.

8. Reflexão

Agora que você já pensou, é hora de refletir. Você vai querer mudar seus defeitos? Você vai querer trabalhar seus pontos fracos? Você vai querer lapidar suas habilidades? Considere fazer terapia. Ingore o estereótipo perverso por trás das pessoas que fazem terapia, elas não são loucas. Elas são inteligentes o suficiente para se esforçarem, para se conhecerem e serem pessoas melhores.

9. Momentos "Eureka"

Essas são as horas em que você tem contato com algo que você nunca tinha feito antes, nunca tinha pensado nisso e nem escutado sobre. Pode ser um esporte, arte, metas criativas, interação com animais, ajudar alguém, etc. Se você se sentiu bem fazendo isso e pensou que "nasceu para fazer isso", você pode ter descoberto mais um ponto forte na sua personalidade. Não ignore esses momentos, eles são especiais. E mais excepcionais ainda se você tiver descoberto neles uma característica positiva em você.


Projeto cria piso salarial nacional para farmacêuticos


A Câmara analisa o Projeto de Lei 3539/12, do deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), que institui piso salarial para os farmacêuticos equivalente a seis vezes o maior salário mínimo vigente no País. Atualmente, o maior salário mínimo regional é pago pelo Paraná e chega aos R$ 708,74. O salário mínimo nacional é de 622.
O texto também estabelece a carga horária desses profissionais em seis horas diárias, sendo as que excederem o limite classificadas como extras.
O deputado lembra que algumas categorias (como médicos e engenheiros) já possuem um piso salarial nacional e, segundo ele, sua proposta busca valorizar os profissionais do setor farmacêutico e melhorar seu desempenho e relação com a população.
Tramitação
O projeto, que tramita apensado ao PL 5359/09, será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Projeto regulamenta aquisição e circulação de armas de fogo no País


A proposta, que revoga o Estatuto do Desarmamento, já causa polêmica.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3722/12, do deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), que regulamenta a aquisição e circulação de armas de fogo e munições no País. A proposta revoga o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03), que restringe a comercialização de armas e proíbe o porte, com exceções, e pretende instituir o “Estatuto da Regulamentação das Armas de Fogo”.

"Estatuto do Desarmamento não
reduziu a criminalidade" Mendonça. 
“Hoje a regra é praticamente a proibição da posse e do porte de armas; pelo meu projeto de lei, a regra passa ser a permissão”, explica o autor. “O cidadão de bem tem o direito de ter sua arma para se defender mediante critérios técnicos bem definidos, por exemplo, o exame psicotécnico”, argumenta.

Pela proposta, para comprar uma arma de fogo, o interessado deverá ter no mínimo 21 anos e deverá apresentar documento de identidade, Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), comprovantes de residência e de ocupação lícita. Ele não poderá possuir antecedentes criminais ou estar sendo investigado em inquérito policial por crime doloso contra a vida ou mediante qualquer forma de violência. Ele deverá ainda ter feito curso básico de manuseio de arma e iniciação ao tiro. Além disso, deverá estar em pleno gozo das faculdades mentais, comprovado por atestado expedido por profissional habilitado.

Rogério Mendonça afirma que o projeto atende ao referendo de 2005, quando 60 milhões de eleitores, ou seja, mais de 60% deles, rejeitaram a ideia de se extinguir o comércio de armas e munições no Brasil. Segundo ele, com o Estatuto do Desarmamento, houve redução drástica no número de estabelecimentos no País que vendem armas – de cerca de 2.400 existentes em 2000 passou-se para cerca de 200 –, mas isso não contribuiu para a redução da criminalidade. “Em 20 dos 27 estados da Federação houve aumento da criminalidade”, aponta.

O Ministério da Justiça informa, porém, que após a primeira Campanha de Desarmamento, em 2004, o número de mortes por armas de fogo caiu 11%. O governo é contrário à proposta.

Advogado-geral da União diz que greve não pode paralisar serviços públicos


O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse hoje (25) que o decreto editado pelo governo para assegurar o funcionamento de serviços essenciais durante a greve de servidores federais tem foco no funcionamento dos portos e é uma resposta do governo à paralisação.
“O governo está atento às greves, mas ao mesmo tempo não pode ficar paralisado, precisa tomar medidas que garantam o funcionamento pleno das atividades essenciais”, justificou.
O decreto prevê, por exemplo, que ministros que comandam áreas em greve possam reduzir a burocracia para dar agilidade a alguns processos e fechem parcerias com estados e municípios para substituir servidores parados. A compensação a estados e municípios por essa cessão será negociada em convênios assinados com cada área, de acordo com Adams.
O objetivo imediato da medida, segundo Adams, é facilitar o desembaraço aduaneiro nos portos do país. A liberação da entrada de embarcações no Brasil depende de autorizações ligadas à vigilância sanitária, à vigilância agropecuária e à fiscalização tributária, atividades que estão paradas ou em operação padrão por causa da greve.
“Essa atividade de desembaraço aduaneiro é essencial. A paralisação gera prejuízos econômicos e pode gerar prejuízos de vida, quando se trata [do transporte] de medicamentos e equipamentos para funcionamento de hospitais”, disse.
Segundo Adams, o decreto não enfraquece o processo de negociação com os servidores em greve, que continua sendo conduzido pelo Ministério do Planejamento. No entanto, segundo ele, o governo não descarta a possibilidade de medidas judiciais para garantir a prestação de serviços públicos prejudicados pela paralisação.
O advogado-geral ainda defendeu o corte de ponto dos grevistas e disse que a medida é uma obrigação do governo. “O corte de ponto é obrigatório, já é jurisprudência pacífica do Supremo Tribunal Federal, do Tribunal Superior do Trabalho e do Superior Tribunal de Justiça. É um dever fazer o desconto. O que acontece na greve, é que, por conta da negociação, você pode abonar a falta, compensar as faltas, mas isso é uma faculdade do processo de negociação. No decurso da greve, o corte de ponto é uma obrigação”, disse.
A greve tem adesão de 350 mil servidores federais em todo o país, de acordo com sindicatos da categoria.

Justiça Eleitoral fecha acordo com Forças Armadas para garantir segurança nas eleições municipais


A Justiça Eleitoral, por meio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e o Ministério da Defesa, que comanda as Forças Armadas, fecharam acordo hoje (25) para garantir a logística e a segurança das eleições municipais de 2012. Diferentemente dos outros anos, o acordo detalha como os profissionais das duas áreas devem atuar para que a votação ocorra com normalidade.
“O importante no documento de hoje, que não é uma novidade porque isso já ocorreu em 2008 e 2010, é que ele fixa também os procedimentos básicos acordados, porque sempre pode haver uma dúvida. Será que soldados podem fazer isso? Devem aparecer fardados em tal lugar ou não devem?”, explicou o ministro Celso Amorim, da Defesa, que assinou o documento com a presidenta do TSE, Cármen Lúcia Rocha.
A Justiça Eleitoral costuma solicitar duas modalidades de serviço às Forças Armadas. O primeiro é o apoio logístico para o transporte de materiais, urnas e pessoas a locais de difícil acesso. Neste ano, o apoio logístico já foi requerido pelos tribunais eleitorais de quatro estados - Acre, Amapá, Mato Grosso do Sul e Roraima – para atender a 77 localidades.
A segunda forma de apoio das Forças Armadas é o emprego de tropas para a manutenção da lei e da ordem. Nesse quesito, tribunais do Amazonas, Maranhão, Rio de Janeiro e Tocantins já pediram reforço, com base em informações prestadas pelo governador de cada estado sobre a segurança local.
Segundo o acordo firmado hoje, a solicitação de reforços pelos tribunais eleitorais estaduais tem que passar pelo aval do TSE, que encaminha os pedidos para a Presidência da República e para o Ministério da Defesa. O TSE analisará os pedidos já encaminhados pelos tribunais locais a partir de 1º de agosto, quando volta do recesso.
O acordo também determina que as tropas só podem desempenhar funções para garantir a votação e a apuração de votos, obedecendo a legislação e as instruções da autoridade judiciária eleitoral.

Grupo japonês anuncia investimentos de US$ 300 milhões no Brasil


O grupo japonês Hitachi anunciou investimento de US$ 300 milhões nos setores de infraestrutura e tecnologia de transportes no Brasil, até 2015. O presidente mundial da Hitachi, Hiroaki Nakanishi, foi recebido em audiência pelo vice-presidente no exercício da Presidência da República, Michel Temer, para falar sobre o assunto.
“Temos uma intenção muito forte de expandir nossos negócios no Brasil e queremos investir em vários tipos de atividades”, disse o executivo. Com o investimento, o grupo japonês quer quadruplicar sua receita no país e chegar a US$ 1,5 bilhão.
Entre as áreas de investimento estão infraestrutura ferroviária, energética e de telecomunicações. De acordo com o governo, o grupo tem interesse no trem de alta velocidade entre as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Anatel pede ajustes em plano de investimentos apresentado nesta quarta pela operadora Oi


A operadora de telefonia celular Oi apresentou hoje (25), à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) seu plano de investimentos no valor de R$ 5,2 bilhões. O montante será aplicado na melhoria da rede móvel nos próximos, sendo cerca de R$ 1,7 bilhão para a melhoria da qualidade da rede.
Segundo o vice-presidente de Planejamento Executivo da Oi, João de Deus, o plano prevê a melhoria da cobertura e da capacidade, atualização tecnológica, melhoria dos serviços, diminuição de interrupção e atuação nos grandes eventos internacionais.
Para ele, a ação da Anatel em proibir as vendas da operadora em cinco estados está dentro do papel da agência de regular o setor. “A Anatel tem legitimidade de adotar essa medida e esperamos que, com essa demonstração que fizemos hoje, com um plano consistente e focado na melhoria de vários aspectos do serviço, o prazo [de suspensão] seja o mínimo possível”, disse o representante da Oi.
O superintendente de Serviços Privados da Anatel, Bruno Ramos, considerou o plano da Oi robusto, mas disse que a Anatel pediu alguns ajustes, principalmente em relação ao atendimento aos clientes e aos pontos que vão permitir o controle dos indicadores pela Anatel. A operadora deverá apresentar esses ajustes à Anatel no início da próxima semana.
De acordo com Ramos, todas as operadoras fizeram seu dever de casa, mas precisam trabalhar mais em indicadores específicos para que a população possa acompanhar a melhoria da qualidade. “Não é só um papel. Queremos planos com indicadores que permitam que a Anatel verifique se realmente existem investimentos, se a capacidade da rede acompanha o crescimento do setor, para que o Brasil melhore a qualidade de acordo com os regulamentos da Anatel“, disse o superintendente.

Ibama reavalia uso de quatro tipos de agrotóxico e sua relação com o desaparecimento de abelhas no país


Mesmo na ausência de levantamentos oficiais, alguns registros sobre a redução do número de abelhas em várias partes do país, em decorrência de quatro tipos de agrotóxico, levaram o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a restringir o uso de importantes inseticidas na agropecuária brasileira, principalmente para as culturas de algodão, soja e trigo.
Além de reduzir as formas de aplicação desses produtos, que não podem ser mais disseminados via aérea, o órgão ambiental iniciou o processo de reavaliação das substâncias imidacloprido, tiametoxam, clotianidina e fipronil. Esses ingredientes ativos foram apontados em estudos e pesquisas realizadas nos últimos dois anos pelo Ibama como nocivos às abelhas.
Segundo o engenheiro Márcio Rodrigues de Freitas, coordenador-geral de Avaliação e Controle de Substâncias Químicas do Ibama, a decisão não foi baseada apenas na preocupação com a prática apícola, mas, principalmente, com os impactos sobre a produção agrícola e o meio ambiente.
Estudo da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), publicado em 2004, mostrou que as abelhas são responsáveis por pelo menos 73% da polinização das culturas e plantas. “Algumas culturas, como a do café, poderiam ter perdas de até 60% na ausência de agentes polinizadores”, explicou o engenheiro.
A primeira substância a passar pelo processo de reavaliação será o imidacloprido, que responde por cerca de 60% do total comercializado dos quatro ingredientes sob monitoramento. A medida afeta, neste primeiro momento, quase 60 empresas que usam a substância em suas fórmulas. Dados divulgados pelo Ibama revelam que, em 2010, praticamente 2 mil toneladas do ingrediente foram comercializadas no país.
A reavaliação é consequência das pesquisas que mostraram a relação entre o uso desses agrotóxicos e a mortandade das abelhas. De acordo com Freitas, nos casos de mortandade identificados, o agente causal era uma das substâncias que estão sendo reavaliadas. Além disso, em 80% das ocorrências, havia sido feita a aplicação aérea.
O engenheiro explicou que a reavaliação deve durar, pelo menos, 120 dias, e vai apontar o nível de nocividade e onde está o problema. “É o processo de reavaliação que vai dizer quais medidas precisaremos adotar para reduzir riscos. Podemos chegar à conclusão de que precisa banir o produto totalmente, para algumas culturas ou apenas as formas de aplicação ou a época em que é aplicado e até a dose usada”, acrescentou.
Mesmo com as restrições de uso, já em vigor, tais como a proibição da aplicação aérea e o uso das substâncias durante a florada, os produtos continuam no mercado. Juntos, os agrotóxicos sob a mira do Ibama respondem por cerca de 10% do mercado de inseticidas no país. Mas existem culturas e pragas que dependem exclusivamente dessas fórmulas, como o caso do trigo, que não tem substituto para a aplicação aérea.
Hoje (25), o órgão ambiental já sentiu as primeiras pressões por parte de fabricantes e produtores que alertaram os técnicos sobre os impactos econômicos que a medida pode causar, tanto do ponto de vista da produção quanto de contratos já firmados com empresas que fazem a aplicação aérea.
Freitas disse que as reações da indústria são naturais e, em tom tranquilizador, explicou que o trabalho de reavaliação é feito em conjunto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com o Ministério da Agricultura – órgãos que também são responsáveis pela autorização e registro de agrotóxicos no país. “Por isso vamos levar em consideração todas as variáveis que dizem respeito à saúde pública e ao impacto econômico sobre o agronegócio, sobre substitutos e ver se há resistência de pragas a esses substitutos e seus custos”, explicou o engenheiro.
No Brasil, a relação entre o uso dessas substâncias nas lavouras e o desaparecimento de abelhas começou a ser identificada há pouco mais de quatro anos. O diagnóstico foi feito em outros continentes, mas, até hoje, nenhum país proibiu totalmente o uso dos produtos, mesmo com alguns mantendo restrições rígidas.
Na Europa, de forma geral, não é permitida a aplicação aérea desses produtos. Na Alemanha, esse tipo de aplicação só pode ser feito com autorização especial. Nos Estados Unidos a aplicação é permitida, mas com restrição na época de floração. Os norte-americanos também estão reavaliando os agrotóxicos compostos por uma das quatro substâncias.

Déficit da Previdência cresce 38,1% em junho sobre o mesmo mês do ano passado


Carolina Sarres da Agência Brasil
Brasília - A Previdência Social anunciou hoje (25) déficit de R$ 2,8 bilhões em junho deste ano, 38,1% maior do que no mesmo período de 2011, quando alcançou R$ 1,9 bilhão. Esse foi o resultado de despesas de R$ 24,4 bilhões sobre a arrecadação de R$ 21,6 bilhões - valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
As despesas com benefícios foram 8,1% maiores em relação a junho de 2011 e a receita, 5,1%. Em média, a arrecadação registrou crescimento de cerca de 9% no primeiro semestre de 2012. De acordo com o secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência Social (MPS), Leonardo Rolim, a queda na arrecadação do mês passado é "preocupante", mas avalia que não chega a indicar uma tendência de longo prazo.
"Em junho a arrecadação não cresceu no mesmo patamar dos meses anteriores, mas está acima [do crescimento] do Produto Interno Bruto (PIB), ainda que abaixo da média. Não dá para avaliar se foi algo específico do mês de junho ou se é uma tendência. Mesmo que a queda da arrecadação tenda a cair, não acreditamos que seja um padrão de longo prazo. A expectativa é que o desempenho do segundo semestre seja melhor do que o do primeiro", informou Rolim.
Para o secretário, espera-se a média de crescimento da arrecadação em 2012 fique por volta dos 6%.
Segundo o resultado do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) de junho, foram pagos R$ 25,5 milhões em benefícios, 3,1% a mais do que em maio. O setor urbano arrecadou R$ 21,1 bilhões e teve superávit de R$ 2,2 bilhões. O setor rural, por outro lado, registrou déficit de R$ 5 bilhões, 11,5% a mais do que no mesmo período do ano passado.
Leonardo Rolim explicou que o déficit no setor rural se deve ao reajuste do salário mínimo, que é R$ 622 desde janeiro de 2012, porque serve de piso para 97,7% dos benefícios pagos a esse setor.

Desemprego fica relativamente estável pelo terceiro mês consecutivo


A taxa de desemprego ficou relativamente estável em junho, pelo terceiro mês consecutivo, nas sete regiões metropolitanas pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), o total de desempregados passou de 10,6%, em maio deste ano, para 10,7% da população economicamente ativa, no mês passado.
A PED estima que, atualmente, o número de desocupados esteja em 2,405 milhões de brasileiros. De maio para junho, houve acréscimo de 23 mil pessoas desempregadas.
Na comparação com junho do ano passado, o número de desocupados teve leve redução de 0,3%, passando de 2,412 milhões para 2,405 milhões.
A taxa de desemprego total teve redução apenas no Recife (de 11,7%, em maio, para 10,9%, em junho). O índice ficou relativamente estável em Belo Horizonte (de 5% para 4,8%), no Distrito Federal (de 13% para 12,9%), em Fortaleza (de 9,9% para 9,7%) e em Porto Alegre (de 7,3% para 7,2%).
Salvador (de 17,6% para 17,9%) e São Paulo (de 10,9% para 11,2%), por sua vez, tiveram variação positiva, com leve alta no nível de desemprego.
Assim como o Dieese e a Fundação Seade, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga levantamento mensal sobre o desemprego no país. No entanto, as taxas apresentadas nas duas pesquisas costumam ser diferentes, devido aos conceitos e metodologia usados.
Entre as diferenças está o conjunto de regiões pesquisadas. A PED, feita pelo Dieese e pela Fundação Seade, não engloba o levantamento dos desempregados da região metropolitana do Rio de Janeiro. Já na Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE, não estão incluídas duas regiões que fazem parte do conjunto da PED: Fortaleza e o Distrito Federal.

Cidadão tem papel fundamental na fiscalização do processo eleitoral, diz secretário-geral do TSE


Personagem central do processo eleitoral, o cidadão também deve desempenhar papel decisivo na fiscalização das eleições, segundo o secretário-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o juiz Carlos Henrique Braga. Segundo ele, apesar de a Justiça Eleitoral estar presente em todo o território nacional, ela não consegue estar ao mesmo tempo nos 5.568 municípios onde serão escolhidos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores no próximo dia 7 de outubro.
Segundo ele, desde o início do processo, o eleitor deve acompanhar os passos dos candidatos e colaborar para a lisura do pleito. “O grande desafio da Justiça Eleitoral é garantir o processo de escolha completamente isento, sem qualquer mácula”, disse. “Então, temos ressaltado a importância do eleitor. Portanto, após deflagrado o processo eleitoral, o eleitor tem como utilizar de mecanismos que possibilitem a fiscalização”, completou Braga.
“Se o eleitor vir um cartaz colado em uma árvore, por exemplo, ele já pode acionar a Justiça Eleitoral. Em todos os sites da Justiça Eleitoral estamos ressaltando isso, em todos os estados temos os tribunais regionais, em todos os tribunais no estados temos as ouvidorias e os links para as reclamações. No TSE, por exemplo, temos a Central do Eleitor, muito utilizada para essa finalidade”, exemplificou o secretário-geral do TSE.
Nas eleições municipais, o juiz eleitoral de cada cidade tem papel fundamental na fiscalização do processo. Ele é responsável por receber as denúncias e aplicar as penalidades. A comunicação ou denúncia à Justiça Eleitoral também pode ser feita por e-mail e diretamente ao promotor de Justiça Eleitoral. Além dos canais disponíveis no âmbito da Justiça eleitoral, o cidadão também pode fazer denúncias às polícias Civil e Militar.
Os tribunais regionais eleitorais também atuam na fiscalização, como uma espécie de segunda instância. Para facilitar a interação com o eleitor, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro, por exemplo, desenvolveu um sistema que permite ao eleitor fotografar irregularidades e enviá-las ao órgão para que sejam tomadas as devidas providências. “Neste momento, a fiscalização do eleitor já pode ser nas campanhas”, ressaltou Braga.
Como órgão máximo da Justiça Eleitoral, o TSE também fiscaliza todo o processo. Mas nas eleições municipais, cabe ao órgão dar a palavra final aos recursos que chegam à corte. Por isso, o secretário-geral do TSE recomenda aos eleitores que, primeiramente, façam suas eventuais denúncias ao juiz eleitoral ou ao promotor da Justiça Eleitoral para que a respostas ocorram de forma mais célere.

Por Ivan Richard da Agência Brasil

Funai e Justiça Federal acertam retirada de não índios de terra indígena em Mato Grosso


Em breve, um grupo de pessoas que não pertencem à comunidade xavante, inclusive grandes produtores rurais, terá de deixar a Terra Indígena Marãiwatsédé, no nordeste de Mato Grosso. Na última segunda-feira (23), a Fundação Nacional do Índio (Funai) atendeu às decisões judiciais e entregou à Justiça Federal no estado o plano de desocupação da reserva, que abrange 165.241 hectares (1 hectare equivale a aproximadamente um campo de futebol oficial) dos municípios de Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia e São Félix do Araguaia.
Segundo a 1ª Vara da Justiça Federal em Mato Grosso, a data de início da retirada dos não índios da área ainda vai ser definida. Antes, o Ministério Público Federal (MPF) terá de se manifestar sobre o plano elaborado pela Diretoria de Proteção Territorial da Funai, o que deve ser feito até segunda-feira (30). A Justiça Federal também disse não ter conhecimento do ajuizamento de algum recurso contra contra a última decisão, que é a do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), de maio deste ano. Quando ocorrer, a ação de retirada dos não índios deverá contar com a participação da Força Nacional de Segurança e da Polícia Federal.
Procurado, o governo de Mato Grosso informou que ainda não foi comunicado oficialmente do plano da Funai, mas ressalto que não é contra a decisão de retirar da área os não índios. O temor do governo do estado, que ainda espera uma “solução pacífica” para o caso, é com a possibilidade de surgimento de conflito na desocupação da terra.
Nenhum órgão consultado pela Agência Brasil soube precisar quantas pessoas vivem irregularmente e serão retiradas da área. O governo de Mato Grosso, contudo, trabalha com a estimativa de 7 mil pessoas. O número de índios vivendo em uma pequena parcela da terra indígena passa de 900, informou a Coordenação Regional da Funai em Ribeirão Cascalheira. Segundo o prefeito de São Félix do Araguaia, Filemon Gomes Limoeiro, o risco de conflito entre os dois grupos é grande. "Os pequenos proprietários que estão na área há mais de 20 anos garantem que só sairão carregados, mortos", disse o prefeito.  
Homologada por decreto presidencial em 1998, a Terra Indígena Marãiwatsédé é alvo de um imbróglio que teve início da década de 1960. A Funai garante que, até esta época, a área era totalmente ocupada pelo povo xavante. Nesse período, a Agropecuária Suiá-Missú instalou-se na área.
Ainda de acordo com a Funai, em 1966, o estado e os produtores rurais promoveram a transferência de toda a comunidade para outra terra indígena, a São Marcos, localizada no sul do estado. Mesmo agrupados em uma parcela de terra menor que a originalmente reconhecida como sua e com a ocorrência de cerca de 150 mortes por causa de uma epidemia de sarampo, a comunidade permaneceu na área durante quase 40 anos.
Em 1980, a Suiá-Missu foi vendida para a empresa petrolífera italiana Agip. Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio 92, realizada em 1992 no Rio de Janeiro, pressionada a devolver aos índios a terra que lhes pertencia, a Agip chegou a se oferecer para doar a área. Na época, a Funai iniciou os estudos de delimitação e demarcação da terra indígena. Paralelamente, a área foi sendo ocupada por novos grupos de não índios, inclusive grandes fazendeiros, o que dificultou a regularização e devolução integral do território aos xavantes.  
A disputa entre índios e não índios foi parar na Justiça. Em 2004, a então ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Ellen Gracie, que depois presidiria a Corte, concedeu liminar aos Xavante, o que motivou um pequeno grupo a voltar a se instalar em uma área de cerca de 40 mil hectares. No mesmo ano, o STF cassou, por unanimidade, a liminar que garantia a permanência de fazendeiros na maior parte da reserva.
Faltava, contudo, uma decisão definitiva quanto à devolução aos índios da terra, em sua totalidade. Até que, em 2010, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região reconheceu o direito dos xavantes à Terra Indígena Marãiwatsédé, confirmando a decisão de primeiro grau e confirmando a legalidade do procedimento administrativo de demarcação da terra indígena. Com isso, determinou-se que os não indígenas sejam retirados da reserva e que as áreas degradadas sejam recuperadas.
No último dia 12, a presidenta da Funai, Marta Maria Azevedo, reuniu-se em Brasília com o governador Silval Barbosa, além de parlamentares e produtores mato-grossenses para discutir formas de amenizar a tensão gerada pela iminente retirada dos não índios da área. Para evitar o conflito, o governo estadual propôs que os índios fossem alocados em outra área bem maior, de 225 mil hectares, no interior do Parque Nacional do Araguaia. Os índios, a Funai e o Ministério Público Federal não aceitaram a proposta.
“Do ponto de vista da Funai, a gente acredita que, para não piorar a situação de violência e conflito, o que deve ser feito é consolidar o processo de desintrusão da terra indígena, feito por meio do diálogo com todos os grupos do povo xavante, assim como com não indígenas que estão lá dentro”, disse Marta Azevedo na ocasião.
Por Alex Rodrigues da Agência Brasil

Crime organizado: lei determina medidas de segurança para juízes e promotores


O Ministério Público e os tribunais terão 90 dias para adotar uma série de medidas de segurança com o objetivo de garantir o andamento e julgamento dos processos envolvendo organizações criminosas. A Lei 12.694, aprovada pelo Congresso Nacional, foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff. O texto está publicado na edição de hoje (25/07/12) do Diário Oficial da União.
A iniciativa ocorre um ano depois do assassinato da juíza Patrícia Acioli, de 47 anos, em Niterói no Rio de Janeiro. A juíza foi morta por dois homens encapuzados que dispararam pelo menos 16 tiros. Patrícia Acioli investigava o crime organizado na região. O caso ganhou repercussão nacional porque os magistrados classificaram o crime de atentado à democracia.
No texto, publicado hoje, os juízes, integrantes do Ministério Público e seus parentes poderão receber proteção especial, se considerarem que estão sob ameaça. A proteção especial poderá ser feita pela Polícia Judiciária, por órgãos de segurança institucional e agentes policiais. “A prestação de proteção pessoal será comunicada ao Conselho Nacional de Justiça ou ao Conselho Nacional do Ministério Público, conforme o caso”, diz o texto.
A decisão permite que o juiz responsável por processos envolvendo organizações criminosas tome medidas como revogação de prisão e transferência de suspeitos para penitenciárias de segurança máxima.
Pelo texto, é compreendida como organização criminosa a associação de três ou mais pessoas, que dividem tarefas com o objetivo de obter vantagens mediante prática de crimes. A associação em organizações criminosas pode levar a quatro anos de prisão. Para definir as medidas de segurança, o magistrado pode convocar um colegiado.
A lei prevê ainda que os tribunais tomem medidas para reforçar a segurança dos prédios da Justiça em caso de ameaças ao processos em julgamento. Pelo texto, poderão ser reforçados o controle de acessos das pessoas aos prédios e instalados sistemas de detectores de metais e de câmeras de vigilância.
Além disso, os veículos usados nas ações de investigações e julgamento dos casos de organizações criminosas poderão ter temporariamente ter placas especiais para a impedir a identificação dos usuários.

Inflação perde força na capital paulista, indica Fipe


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), atingiu 0,19% na terceira prévia de julho. A pesquisa analisou os preços dos produtos e serviços na cidade de São Paulo no período de 23 de junho a 23 de julho, comparados aos vigentes nos 30 dias imediatamente anteriores. O resultado é ligeiramente inferior ao da segunda prévia (0,2%).
O grupo alimentação continua liderando os aumentos, mas a velocidade de alta diminuindo, passando de 1,12% para 0,95%. Entre os itens de destaque estão os produtos in natura, que ficaram 5,48% mais caros. Os legumes subiram 17,54% e as verduras, 7,54%. Mais dois grupos apresentaram redução no ritmo de aumento: despesas pessoais (de 0,34% para 0,22%) e saúde (de 0,4% para 0,28%).
Em sentido oposto, houve elevações em habitação (de -0,1% para 0,04%) e em educação (de 0,19% para 0,31%). Já em transportes, foi registrado a sexta redução seguida de preços com variação de -0,42%. Porém, na pesquisa passada a queda tinha sido mais acentuada (-0,56%).
No grupo vestuário, o índice indicou a terceira queda seguida, ao ficar em -0,44% ante -0,14%.

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