sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Teoria dos quatro temperamentos




A teoria dos 4 temperamentos estuda a personalidade e como ela tem influencia no comportamento pessoal de cada indivíduo.

Ao que nós reconhecemos hoje como sendo defeitos de personalidade de indivíduos antigamente definiam como anomalias, que derivavam de uma intervenção de Deuses.

Mas Hipócrates que é considerado por muitos o "pai da medicina" oponha-se ao sobrenaturalismo, defendendo uma orientação biológica para a origem dessas anomalias.

Hipócrates viveu entre (460 a 370 A.C.) e foi a partir de ele que a medicina passou a preocupar-se com psiquiatria. 

Os estudos de Hipócrates sobre os acontecimentos psicopatológicos tinham tanta exatidão que até hoje muitos deles permanecem válidos. As observações de Hipócrates às anomalias de personalidade são hoje usadas no estudo de personalidade normal.

Existem cerca de 12 teorias sobre personalidade. A dos 4 temperamentos é talvez a mais antiga. É também bem aceite pela maioria dos cristãos, por não ir contra a palavra e até por levar a compreensão de atitudes dos personagens bíblicos.

Há quem defenda que as personalidades que predominem no temperamento melancólico e fleumático não têm defeitos ou qualidades dos temperamentos sanguinário ou colérico, ou o inverso. 

Mas por experiência própria e também pelo ver de muitos a mesma pessoa pode identificar-se com os defeitos e qualidades de três ou até dos quatro temperamentos, tendo sempre um claramente como predominante.

Os 4 temperamentos e a fé cristã
Esta teoria pode-nos ser útil se for usada com sabedoria.

Ao conhecermos os temperamentos podemos examinar a nós próprios, ver com qual ou quais nos enquadramos mais. Observando os nossos comportamentos, conseguiremos identificar o temperamento na origem das nossas atitudes.

Mas se usarmos isso como desculpa para as nossas atitudes, o melhor era nem sequer sabermos. 

Para fazermos uma melhor identificação, o melhor é observarmos 1º as qualidades. E no temperamento onde formos predominantes, o mais certo é termos também aqueles defeitos. Digo para fazeres assim para que na altura de admitires, não caias na tentação de negares.

O gráfico dos 4 temperamentos
O gráfico não só nos diz o nosso género de temperamento, como também revela as áreas que talvez estamos mais inclinados ou vocacionados a desempenhar em nossa vida proficional. 

 observa o teu temperamento... (tenta ser o mais sincero possível, não ééé!!!)




 * A qualidade melancólica que está cortada é perfeccionista.

Metanóia e ação do Espírito
Ao conhecermos e reconhecermos o nosso temperamento, podemos usálo como uma ferramenta para a metanóia.  O nosso temperamento está implantado no nosso eu, na nossa natureza humana.

Se nós vivermos segundo o Espírito Ele nos dará forças para que consigamos aperfeiçoar nossa personalidade, procurando ser uma melhor pessoa.

E tentar ser uma melhor pessoa vai mais além de ser cheio do Espírito, mas sim ser companheiro do Espírito.

Quando uma pessoa é cheia Significa apenas que Ele está presente (1) . Mas quando a pessoa procura viver segundo o Espírito, recebe a transformação necessária à vida cristã.

Os dons do Espírito são apenas evidências de que ele está presente, mas os frutos são evidencias do trabalhar de Deus na vida de um homem. E os frutos influenciam nas obras do homem.

Assim como a ciência revela a personalidade da pessoa através dos seus comportamentos, Assim o Espírito revela os seus frutos através das obras do individuo, "pelas minhas obras te mostrarei a minha fé" ( a fé não é apenas acreditar, mas sim o acreditar que leva a um procedimento) Por isso chamamos de fé viva!

(1) Não devemos enfatizar muito isto sem salientar que Deus geralmente usa quem têm intimidade, mas também não devemos esquecer, que, a realidade de que nem todos que são usados são filhos de Deus, é bíblica.

Além do possível!
A influência do Espírito não só nos faz ser melhores pessoas, termos sucesso, como nos leva além de isso."Nele somos MAIS do que vencedores". Ele não só ajuda a livrar-nos dos nossos defeitos, como a ganhar qualidades que nunca tivemos.

Tu podes pensar Eu tenho um temperamento melancólico como poderei vir a ser um grande líder?

E tens toda a razão! é difícil de isso acontecer. Porém se deres lugar ao Espírito para Ele trabalhar em ti... então isso é bem possível.

Olha o exemplo de Moisés.  Moisés era um homem definitivamente melancólico, no entanto quando deu lugar ao Espírito Deus tornou-o num dos maiores lideres da história mundial.

"tudo podemos naquele que nos fortalece”. 
E os frutos do Espírito são mais do que meras qualidades de temperamento. São qualidades de Deus! A paz de Deus não é a paz normal, o domínio próprio vai além do habitual, o amor... e assim em diante. "E contra eles não há lei". Que lei? aquela lei que Paulo disse habitar dentro de si! Sabes do que falo?
                                                                  ***

Não te esqueças de deixar a tua reacção e o teu comentário e se te sentires à vontade deixa também o temperamento... era engraçado conhecer um pouco das pessoas que me seguem!

EU!? :D eu sou melancólico, mas graças a Deus tenho vindo a identificar-me com qualidades que antes não tinha e de outros temperamentos, os quais muitos dizem ser impossível.

André boa nova

Ignorância ateísta


A navegar na Internet deparei-me com um esquema à cerca de fé em Deus que me deixou aborrecido.  
Fiz este post, para que talvez aqueles que não têm tanto conhecimento e noção da verdade saibam que crer em Deus não é algo tão inútil  de se acreditar quanto os ateus mostram ser.

O esquema se baseia no "mal" para pôr em causa a existência de Deus.


Se Deus é autor de todas as coisas, também é autor do mal?

Deus criou todas as coisas por e através de Cristo.

Então e o mal?

O mal é ausência do bem, assim como o escuro é ausência de luz.

O mal não é uma obra assim como todas as coisas que de Deus provêm.

O mal é consequência de uma atitude. É um estado deparvado. Quando Lúcifer olhou para a sua perfeição e quis ser igual a Deus, ele, consequentemente partiu para um estado de "morte" na ausência de Deus. Um estado nunca antes visto.

O que não significa que algo foi criado na ausência de Deus. Mas que algo que estava na presença de Deus e se apartou de sua presença.

Então viu-se algo que nunca se tinha visto: O que era a criação na ausência do criador.

Esse estado não era suposto ser vivido por ninguém. A criação foi feita para estar na presença de Deus.

Mas certo dia achou-se o mal na existência de uma criatura cujos os passos eram rectos.

Pudemos olhar para a queda de Lúcifer e perceber que aconteceu a alteração de um estado de perfeição, sustentada e fundamentada na presença de Deus. A um estado de perversão e regressão pela força da própria criatura e na ausência de Deus.


E para onde Lúcifer foi?

Se Lúcifer foi para ausência de Deus é porque existia um lugar "dimensão" que não estava na presença de Deus! Certo?

Temos de ter em conta que a realidade espiritual, ou mundo espiritual não é sujeito ao espaço assim como o mundo físico. 

Nada foi criado na ausência de Deus.

por isso é que descrevi a queda de Lúcifer como uma regressão. Porque ele regrediu a um estado "dimensão" nunca antes vivida. A dimensão da criatura na ausência do criador.

Porque de Deus e por Deus, para Deus são todas as coisas.


Se bem que de pouco ou nada serve, vou responder a este esquema. E mostrar que ele só desarma pessoas desinformadas!


O mal existe?

Sim, é óbvio que sim.
Deus pode derrotar o mal?
Sim, pode! Ele é todo poderoso.
Deus sabe sobre o mal?
Sim, sabe!
Deus quer derrotar o mal?
Sim, quer!
Então porque é que o mal existe?
Porque a batalha contra o mal é como uma operação melindrosa, e é necessário passar por um processo afim de que nada que não tenha de ser destruído, seja, juntamente com o mal.
Deus poderia criar o universo sem o mal?
Deus criou o universo sem o mal!!!
A partir daqui vai se tirar várias conclusões e outras questões cujas algumas estão no esquema.

Se Deus criou o universo sem pecado, porque ele existe?

Porque é um estado consequente de uma atitude de Lúcifer.
Porque Deus deixou isso acontecer se sabia o que aconteceria?
Porque Deus não é um ser manipulador!
Livre arbítrio?
Sim!
Mas se Deus é todo poderoso porque não fez o livre arbítrio mas sem o mal?
Porque toda a escolha tem a sua consequência. Uma pessoa demonstra-se alguém sem senso se quiser fazer as coisas sem sofrer a consequência!
.......
Muitas perguntas poderiam surgir. Pôr todas as perguntas que me surgem aqui, deixaria um texto infinito.
E as respostas têm apenas sentido se tivermos a ideia que Deus existe, se não temos isso em mente então é quase sem sentido haver discussão.
Só escrevo à cerca disto porque os ateus acham que crer em Deus é algo sórdido. (Como é demonstrado nesse quadro).
Mas todos os ateus que tenho intimidade e não numa de contenda, mas de apenas conhecer aquilo em que acreditamos. Chego sempre a uma conclusão: Que todos acreditam em algo superior que controla o mundo físico.



Via andreboanova

Ateismo, orgulho e preconceito!!


Por Carlos Pompe*
O ateísmo tem andado em pauta. Brasileiros e brasileiras realizam, no próximo dia 12,domingo, o 1º Encontro Nacional de Ateus, em 25 cidades espalhadas por 23 unidades da federação. Na Europa, o filósofo e escritor suíço Alain de Botton propôs a construção de uma espécie de templo ateísta, com mais de 45 metros de altura, no coração financeiro de Londres.
A proposta foi criticada por Richard Dawkins, o mais conhecido ativista do materialismo na atualidade.

Os ateus brasileiros articularam as manifestações do dia 12 a partir das mídias sociais e,naturalmente, não sabem o resultado que terão. Também desconhecem se contarão com a repercussão da convocação e do evento na mídia monopolista, sempre pronta a estardalhaçar qualquer murmúrio direitista, conservador ou oposicionista ao governo federal postado na rede.

A data é uma referência ao aniversário de nascimento de Charles Darwin, a quem Karl Marx enviou um exemplar d´O Capital, manifestando sua admiração pelo biólogo, e a quem Friedrich Engels se referiu como o homem que descobriu “a lei do desenvolvimento dos organismos naturais”, assim como Marx descobriu “a lei do desenvolvimento da História humana”.

Para os organizadores do Encontro, o importante é colocar o ateísmo em discussão, na sociedade e na imprensa, refletir e fazer refletir, falar com amigos e enviar emails, lembrar que o ateu não está sozinho. Porém, se aplicado ao censo de 2010 levantamento anterior do IBGE sobre ateus e agnósticos (2% da população), somos apenas 3,8 milhões dos 190,7 milhões de brasileiros.

Já o templo londrino consagrado (!) ao ateísmo é, na verdade, uma contraposição que Alain de Botton quer fazer à militância ateísta, que ele acha destrutiva, de Richard Dawkins. O suíço considera que seu templo “poderia significar um templo ao amor, amizade, tranquilidade e perspectiva”. O britânico Dawkins redarguiu: "Ateus não precisam de templos. Eu acho que há formas melhores de se gastar este tipo de dinheiro. Se você vai gastar dinheiro com ateísmo, você poderia melhorar a educação secular e construir escolas não-religiosas que ensinam pensamentos racionais, céticos e críticos."

O debate mostra que o fato de não acreditar em deuses e outros mitos não corresponde a uma unidade de pensamento ou de projeto social e político. Poucos ateus, por exemplo, colocam-se na perspectiva marxista, que incorpora a luta de ideias e econômica à luta política classista, por um novo tipo de sociedade, socialista, em que os religiosos e as religiões não são criminalizados, mas também não gozam das benesses estatais.

Iniciativas como o encontro de ateus, no dia 12, reforçam a discussão democrática sobre a religião – tema anatematizado por alguns, que consideram uma manifestação de sectarismo e hostilidade para com os religiosos o simples fato de ser pautado. Num país em que os nomes mais usados pela população têm origem bíblica (Maria, 13.356.965; José, 7.781,515; João, 2.988.744; Paulo, 1.416.768; Pedro, 995,254 – levantamento feito pela proScore, a partir dos 165 milhões de Cadastros de Pessoas Físicas), o Partido Comunista do Brasil, que em seu Estatuto afirma guiar-se “pela teoria científica e revolucionária elaborada por Marx e Engels, desenvolvida por Lênin e outros revolucionários marxistas”, defende, desde sua primeira participação numa Constituinte, em 1946, o Estado laico e a mais ampla liberdade religiosa.
Sintoniza-se, assim, com o sentimento do povo, mas sem abster-se de divulgar sua visão de mundo, dialética e materialista.

Carlos Pompe* é jornalista, comunista, revolucionario e um curioso do Mundo!

Encontre-mo-nos, ateus ou não, também no twitter: @Carlopo

A NOTICIA SOBRE O MENSALÃO QUE A VEJA NÃO DEU

Deputado petista vai receber 20 mil reais de indenização da Editora Abril -  05/03/2009
A 4ª Turma Cível do TJDFT decidiu manter a sentença do juiz da 16ª Vara Cível de Brasília que condenou a Editora Abril S.A a indenizar por danos morais o deputado federal Carlos Augusto Abicalil (PT/MT).
A indenização por danos morais, arbitrada em 20 mil reais, deverá ser paga solidariamente pela editora e pelos autores da reportagem veiculada na revista Veja que deu ensejo à ação judicial. Na inicial, o deputado alega que a edição da revista Veja de nº 1938, veiculada em 11 de janeiro de 2006, publicou matéria com afirmações inverídicas e injuriosas intitulada “Não li e não gostei”.
Os repórteres responsáveis pelo conteúdo da matéria afirmam que o deputado Carlos Abicalil teria sido escalado para integrar a Comissão Parlamentar de Inquérito dos Correios com a incumbência de tentar melar o andamento das investigações em relação ao esquema conhecido como “mensalão”.
Diz a matéria: “Mesmo com a inclusão de Azeredo, os governistas ainda não desistiram de tentar melar a CPI. Já escalaram até um deputado, Carlos Abicalil, petista de Mato Grosso e integrante da comissão, para o trabalho sujo. Abicalil é um especialista em trabalhos sujos(…)”.
Ao contestar a ação, a Editora Abril invocou o direito de informar, garantido constitucionalmente, e afirmou que a expressão “trabalho sujo” era apropriada, já que a escalação do deputado para integrar a CPI tinha como objetivo tentar afastar alguns nomes apontados no relatório parcial da comissão como supostos integrantes do “mensalão”.
Na sentença de 1ª Instância, o juiz considerou que houve manifesta extrapolação da ré no seu direito de informar e noticiar fatos. De acordo com o magistrado, ao atribuírem a pecha de “especialista em trabalhos sujos” ao deputado, os autores do texto jornalístico lançaram conceitos lesivos à honra do requerente.
O relator do recurso confirmou a condenação imposta pelo juiz. Em seu voto, ele afirma: 

A dignidade da pessoa humana é um bem tão importante que está garantido na Constituição Federal. A liberdade de imprensa não autoriza o uso de palavras injuriosas que acarretem danos à honra e à imagem dos indivíduos

A decisão da 4ª Turma Cível foi unânime.

JUSTIÇA ABSOLVE ZÉ DIRCEU E DÁ PUXÃO ORELHAS NOS PROMOTORES

Pescado do Blog do luizmullerpt
Quem acompanhou o caso e entende o minimo de politica e manipulação midiática, ja sabia disso, mas agora foi a vez da Justiça Federal dizer o que ja sabíamos a tempo, ou seja, a mídia inventou, e o povo acreditou.
A Justiça Federal concluiu “não haver qualquer indício de ato de improbidade” cometido pelo ex-ministro José Dirceu durante o período em que exerceu a chefia da Casa Civil da Presidência da República, no primeiro governo Lula. Por esse motivo, seu nome foi retirado do processo movido contra ele na 9ª Vara Federal Judiciária do Distrito Federal.
A ação por improbidade administrativa havia sido proposta pelo Ministério Público Federal – o mesmo que, sem relacionar nenhum fato concreto a Dirceu, o acusou de comandar um suposto esquema de compra de votos para que deputados votassem a favor de projetos do governo.
A denúncia, que a mídia e o ex-deputado Roberto Jeferson batizaram de “mensalão”, jamais foi comprovada, mas deu origem a um processo no STF (Supremo Tribunal Federal) contra 40 pessoas, ainda não concluído, e mais cinco contra Dirceu, entre eles este em que agora foi inocentado.
Em sentença publicada no Diário da Justiça, o juiz da 9ª Vara, Alaor Piacini, acolheu a defesa prévia apresentada por Dirceu e seu advogado, Rodrigo Alves Chaves, e o excluiu liminarmente da ação.
Um dos argumentos em que fundamentou sua sentença, segundo o juiz, é que, de acordo com a jurisprudência do STF, ministros de Estado, cargo que Dirceu ocupava quando teria praticado o ato do qual foi acusado, por atuarem sob a égide da Lei do Crime de Responsabilidade, não se submetem à Lei de Improbidade Administrativa.
Além disso, o juiz considerou, ainda, não haver quaisquer indícios de ato de improbidade praticados por Dirceu. Por fim, Piacini, em sua sentença, criticou severamente a postura adotada pelos procuradores da República por proporem cinco ações de improbidade versando sobre os mesmos fatos.

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