sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A Ditadura do Politicamente Correto


Por Fábio Valentim

Assim como toda e qualquer ditadura que se preze, esta ditadura só traz isso: medo e terror. Desta vez, ela está escondida sob a máscara hipócrita de paz e amor, combinado com alienação mental em massa.

Em vários países do mundo, já passamos por diversas tiranias e ditaduras, onde o poder somente foi garantido por baionetas e golpes de estado. O Brasil, por exemplo, já passou por duas ditaduras, e ainda hoje, não conhece a democracia. Saímos da tirania dos militares, gritamos por "Diretas Já", mudamos a constituição, pintamos nossos rostos, e mesmo assim, o Brasil não conhece a democracia. Mal saímos de uma ditadura e estamos vivendo em outra: a ditadura do politicamente correto.

Hipocrisia virou epidemia
Mas esta ditadura não ocorre somente no Brasil, e sim, em vários países do mundo. Essa praga do politicamente correto se transformou em uma grande pandemia mundial, que alicia e aliena as pessoas indiscriminadamente. A ditadura, agora, é sedutora, atraente, e vem disfarçada de protetora de bons costumes e respeito ao próximo. A polícia, que antes lotava cadeias por crimes, agora lota cadeias por bons costumes. Mas a polícia que trabalha na sociedade do politicamente correto, não usa distintivo, nem farda, e tampouco recebe salários. A polícia, na verdade, são todos, ninguém, qualquer um. São pessoas que trabalham voluntariamente, vigiando a vida alheia, rastreando seus dados pela internet e invadindo residências "em nome da lei". Pessoas comuns, como eu e você, teleguiados pela mídia, que dão seus esforços para construir a sociedade perfeita. É claro que muitos perdem com isso, tanto para quem é agente ou não. Mas, assim como todas as tiranias, há uma turminha que sempre ganha com isso, ou seja, é o que chamamos de revés da moeda.

A mídia, é claro, sempre ganha nesta tirania do politicamente correto. Ela tem o poder de ditar as regras de comportamento, moldar e modificar os valores morais, eleger e depor autoridades, e fazer-nos de ridículos, mas ainda se sentir feliz com isso. Uma verdadeira lavagem cerebral em massa, para promover o politicamente correto. A mídia não está nem aí em seguir suas próprias doutrinas, mas querem que a população siga com todo fervor. Somos impelidos em adorar os artistas como deuses, mesmo sabendo que são pessoas comuns. Somos obrigados a assistir "deuses" se expondo ao ridículo, e ainda aplaudir por isso. E ainda imitamos estes "seres divinos", falando, vestindo e adotando seus hábitos. Somos sim totalmente alienados, mas acima de tudo, politicamente corretos.

Como consequência disso, vemos uma sociedade deturpada de seus valores, onde os jovens se prostituem, famílias são destruídas e o casamento se tornou um negócio lucrativo. O conceito de família, pouco a pouco vai deixando de lado e estamos vivendo uma sociedade, como reza o dito popular, de filhos de chocadeira, onde filhos são gerados em laboratórios ou são frutos da promiscuidade dos jovens, mas são entregues para adoção. Quando o conceito de família se perde, perde-se o conceito de humanidade. A sociedade do politicamente correto, é a sociedade do artificial, do anti-natural e da preservação dos bons costumes, impostos pela mídia.

Esta é a sociedade que vive sob a ditadura silenciosa: a ditadura do politicamente correto. Uma ditadura que não necessita de um golpe, e sim, ser sedutora, como uma sereia. E em nome de certos interesses, invasões a residências, quebras de sigilo, quebras da liberdade individual, prisões, censuras e até mesmo assassinatos são justificáveis, para quem ao menos expressar uma opinião construtiva sobre uma minoria social protegida por lei, ou adotar uma educação mais rígida ou até mesmo por demonstrar sua raiva. Chegará uma época em que seremos obrigados a implantar parafernálias tecnológicas, para sermos vigiados e rastreados, e ainda aprovarmos isso. E nesta ditadura, protestos e manifestações são facilmente caladas, sem a necessidade de uma tropa de choque ou gás lacrimogênio. Sem dúvida, esta ditadura é a mais silenciosa e a mais cruel de todas as tiranias existentes na História da Humanidade. 
Via Bau do Valentim

Como ser Dilma Rousseff - em 13 passos


Primeiro passo: mantenha no Ministério da Fazenda um indivíduo que não sabe a diferença entre câmbio fixo e câmbio flutuante, que acha que a "carestia" se combate manipulando alíquotas de imposto, e que passou toda a sua vida pública defendendo explicitamente a ideia de que "mais inflação gera mais crescimento". 

Segundo passo: dê a este cidadão o controle total da economia, transformando-o em um genuíno czar.

Terceiro passo: coloque na presidência do Banco Central um sujeito completamente submisso, inócuo e apagado, sem nenhum histórico fora da burocracia estatal, sem voz própria e sem nenhuma presença impositiva.  Para garantir que este cidadão não passará aos mercados a "perigosa impressão" de ser um sujeito vigoroso e durão no trato dos juros, escolha um indivíduo de aparência cômica, de rosto rotundo, fala mansa e com uma vultosa protuberância ventral (não, isso não é um ad hominem; pode parecer besteira, mas em um ramo que denota extrema autoridade, como o de estar no controle da moeda do país, a aparência e a postura são fundamentais para se transmitir confiança.  Compare o grandalhão e charuteiro Paul Volcker, de voz firme e gestos decididos, ao delicado e vacilante Ben Bernanke, de voz macia e gestos hesitantes, e veja a diferença entre o respeito que cada um deles impõe.  Ou compare Henrique Meirelles e Gustavo Franco a Alexandre Tombini). 

Quarto passo: ordene a este desmoralizado cidadão que ele seja totalmente submisso às ordens expedidas pelo bufão que ocupa o Ministério da Fazenda, desta forma transformando aquele ministro no real presidente do Banco Central, e o presidente do Banco Central em uma mera marionete que está ali apenas para passar a impressão de que o Banco Central possui alguma independência.

Quinto passo: com grande frequência, coloque esta dupla para dizer aos jornais que o governo não medirá esforços para derrubar os juros bancários, estimular o crédito (leia-se: o endividamento e o consumismo) e desvalorizar o real em relação ao dólar.

Sexto passo: feche os portos aumentando as alíquotas de importação de praticamente todos os produtos estrangeiros: de automóveis a produtos têxteis; de calçados e brinquedos a artefatos de madeira, de palha e de cortiça; de lâmpadas e sapatos chineses a pneus, batata, tijolos, vidros e vários tipos de máquinas; de reatores para lâmpadas a vagões de carga; de triciclos, patinetes, bonecos, trens elétricos e quebra-cabeças a produtos lácteos (leite integral, leite parcialmente desnatado e queijo muçarela) e pêssegos. (Sério, está tudo aqui eaqui). 

Sétimo passo: diga a todas as grandes empresas do país que elas são obrigadas a produzir utilizando uma determinada porcentagem de insumos fabricados no Brasil. 

Oitavo passo: peça encarecidamente aos privilegiados fabricantes destes insumos que não se aproveitem deste monopólio para aumentar seus preços (eles obviamente não atendem ao seu pedido).

Nono passo: para ajudar as grandes empresas a adquirir estes agora mais caros insumos, e simultaneamente para ajudá-las em seus projetos de investimento, libere o BNDES para lhes emprestar dinheiro público a rodo, tudo a juros subsidiados.  E como o BNDES não tem todo esse dinheiro, peça ao Tesouro para arrecadar mais dinheiro emitindo títulos da dívida, fazendo com que a dívida bruta do país chegue a R$ 2,823 trilhões em dezembro de 2012.

Décimo passo: para comprar estes títulos emitidos pelo Tesouro, o sistema bancário cria dinheiro do nada, pois opera com reservas fracionárias.  Essa inflação monetária, somada a toda a expansão do crédito já feita para estimular o consumismo (expansão essa que também é feita por meio da criação de dinheiro pelos bancos), aumenta enormemente a quantidade de dinheiro na economia, aditivando o aumento generalizado dos preços.

Décimo primeiro passo: para conter toda a escalada de preços gerada por estas medidas intervencionistas, pela expansão monetária e pela desvalorização cambial, comece a mexer nas alíquotas de impostos que incidem sobre vários produtos na esperança de mascarar seu encarecimento.  Peça para as empresas de energia elétrica reduzirem suas tarifas e ordene à estatal petrolífera que não suba seus preços (embora ela também seja obrigada a utilizar insumos nacionais mais caros em suas plataformas).

Décimo segundo passo: consiga a façanha de fazer com que essa petrolífera estatal, que detém as melhores jazidas de petróleo do país, produza menos petróleo do que no ano anterior.  E que ela perca 40% do seu valor em três anos. 

Décimo terceiro passo: faça cara de paisagem (mas com muito laquê) para o fato de que, em apenas 2 anos de governo, o índice de preços oficial — cuja metodologia é pra lá de branda — já acumulou um aumento de 14%.  (A título de comparação, a economia suíça precisa de 14 anos para acumular este mesmo aumento inflacionário).

Após tudo isso, diga que tudo de ruim é culpa da crise europeia (ou, quando possível, daquele cidadão que saiu da presidência no final de 2002), e que tudo de bom que continua funcionando é mérito exclusivamente seu.  Desfrute de mais de 80% de aprovação de um povo incapaz de estabelecer uma relação de causa e efeito.

Leandro Roque é o editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.

STJ mantém condenação de Luiz Estevão por falsificação de documento


A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve condenação do ex-senador Luiz Estevão por falsificação de documento. A pena, no entanto, foi reduzida de três anos e 50 dias-multa para dois anos e seis meses e 40 dias-multa. A punição será substituída por duas penas restritivas de direito: pagamento de multa e prestação de 1.320 horas de trabalho na Secretaria da Ação Social do Distrito Federal.

Segundo denúncia do Ministério Público, o documento falso era uma simulação do livro contábil da empresa Construtora e Incorporadora Moradia. O objetivo era ocultar recebimento de cheques do Grupo Monteiro de Barros. O episódio está ligado ao desvio de cerca de R$ 200 milhões no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.
O documento falso foi apresentado na Comissão Parlamentar de Inquérito do Judiciário, que acabou resultando na cassação de Luiz Estevão em 2000. Neste mesmo ano, a denúncia contra Luiz Estevão foi aceita na Justiça Federal em Brasília e chegou ao STJ em 2009.
A relatora do processo, ministra Laurita Vaz, reduziu a pena aplicada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região porque entendeu que uma das condições agravantes não se justificava. Ela foi acompanhada por unanimidade. A pena para falsificação de documento público é de dois a seis anos mais multa.
Agência Brasil

HORROR DO HOLOCAUSTO


Um dos termos mais terríveis da história foi usado pela Alemanha nazista para designar os seres humanos, cujas vidas foram sem importância, ou aqueles que deveriam ser mortos liminarmente: Lebensunwertes Leben, ou vida indigna de vida. 



Pela primeira vez aplicada para o deficiente mental, mais tarde para os considerados racialmente inferiores, ou sexualmente desviantes, ou simplesmente inimigos do estado interno e externo. 

Desde muito cedo na guerra, parte da política nazista foi assassinar civis em massa, visando principalmente judeus - que, mais tarde na guerra, tornou-se a solução final de Adolf Hitler, o completo extermínio dos judeus. Começando com Einsatzgruppen, os esquadrões da morte, matando cerca de 1.000.000 pessoas em inúmeros massacres, mais tarde, em campos de concentração onde prisioneiros foram negados ativamente alimentação adequada e cuidados de saúde, e terminando com a construção de campos de extermínio - instalações do governo cuja finalidade única foi o assassinato sistemático e a eliminação de um número enorme de pessoas. 

Em 1945, as tropas aliadas à medida que avançavam começaram a descobrir muitos campos, eles encontraram os resultados destas políticas: centenas de milhares de prisioneiros doentes e famintos e milhares de cadáveres. 

Provas de câmaras de gás, crematórios, milhares de valas, documentação de experimentação médica terrível e muito mais. Os nazistas mataram mais de 10 milhões de pessoas dessa maneira, incluindo 6 milhões de judeus. Do site The Atlantics em tradução livre o inglês onde vocês poderão ver cerca de 50 fotos chocantes do Holocausto
O dia 27 de janeiro, é a data consagrada à memória das Vítimas do Holocausto. PARA NUNCA MAIS ESQUECER!

Via Blog LOROTAS POLÍTICAS & VERDADES EFÊMERAS


Luiz Estevão é condenado em São Paulo a quatro anos e oito meses de reclusão por crime de sonegação


O ex-senador Luiz Estevão de Oliveira Neto foi condenado a quatro anos e oito meses de reclusão pelo crime de sonegação de impostos. A esposa dele, Cleicy Meireles de Oliveira, também foi condenada a cumprir a mesma pena. A sentença foi dada pela Justiça Federal de Santo André. O casal administrava a empresa OK Benfica Cia Nacional de Pneus.

Em valores atualizados até agosto de 2012, os dois sonegaram R$ 57,7 milhões. A pena será cumprida em regime semi-aberto porque os dois são tecnicamente réus primários. Além da pena de reclusão, Estevão e sua esposa também foram condenados ao pagamento de 233 dias multa cada. O valor do dia multa foi fixado pela sentença em três salários mínimos.
De acordo com informações do Ministério Público Federal, a ação foi iniciada em 2008, depois que os empresários deixaram de pagar o parcelamento dos débitos tributários referentes a impostos federais e contribuições sociais. Luiz Estevão e a esposa foram condenados com base na Lei 8.137/90. A sentença aponta “dolo nos comportamentos dos réus ao suprimirem milhões de reais em declarações ao Fisco”.
O MPF informou ainda, por meio de nota, que a sentença fixou as penas acima do mínimo legal, levando em conta que os empresários eram administradores de “renomadas empresas, com excelente grau de instrução, o que lhes proporcionou maiores oportunidades de sucesso na vida, em contraste com a prática reiterada de crimes perpetrados durante longo tempo e de forma ordenada e consciente”.
Também foram justificativa para pena, o alto valor da dívida e os motivos e consequências do crime, “delineados pelo lucro sem causa e desprezo pelas instituições públicas”.
O empresário e ex-senador Luiz Estevão recebeu outra condenação em março do ano passado, pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal, com sentença de quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, também por crime contra a ordem tributária.
Em junho, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, de forma unânime, a condenação do ex-senador Luiz Estevão e dos empresários José Eduardo Corrêa Teixeira Ferraz e Fábio Monteiro de Barros Filho, ex-sócios da construtora Incal. Junto com o juiz aposentado Nicolau dos Santos Neto, eles foram condenados por crimes relacionados às obras do fórum do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo.
O ex-senador foi condenado no caso a 31 anos de prisão –  nove anos e quatro meses por peculato-desvio; oito anos por estelionato qualificado; oito anos e oito meses por corrupção ativa; dois anos e meio por uso de documento falso; dois anos e meio por formação de quadrilha.
Luiz Estevão foi cassado em 2000 por quebra de decoro parlamentar ao mentir sobre seu envolvimento com construtoras responsáveis pelas obras superfaturadas do fórum do TRT de São Paulo. Ele chegou a ficar preso em 2006 por dois dias.
Enquanto não houver sentença definitiva, já que ainda cabe recurso das condenações, Luiz Estevão será considerado réu primário. O advogado de Luiz Estevão foi procurado, mas não deu retorno até o fechamento da matéria.
Agência Brasil

Reforma no governo Dilma está sob pressão dos políticos da base aliada

Antes tida como certa em função do apoio dado a Fernando Haddad no segundo turno das eleições para a Prefeitura de São Paulo, a indicação do peemedebista Gabriel Chalita para o Ministério da Ciência e Tecnologia – ainda não formalizada – está ameaçada por pressões vindas do próprio PT. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, trabalha para influenciar a presidenta Dilma Rousseff a deixar o ministério sob o comando de Marco Antônio Raupp, que o sucedeu na pasta e manteve intacta a equipe indicada pelo petista.

A movimentação já foi percebida pelo PMDB e interlocutores do partido acreditam que Mercadante, ao tentar se transformar em “superministro da Educação, Ciência e Tecnologia”, caminharia para dar um tiro no próprio pé. Ele tem planos concretos de ser candidato a governador de São Paulo em 2014 e um desgaste com o PMDB pode significar a perda de um parceiro estratégico, embora os caciques da legenda afirmem que a indicação de qualquer nome para o ministério não está vinculada à disputa eleitoral do ano que vem. Por sua vez, aliados de Mercadante ção juram que ele jamais pressionou o Palácio do Planalto para impedir a indicação de Chalita. A comunidade científica é que estaria descontente com a mudança.

Em outra frente, o PDT está mais uma vez em ebulição por causa do Ministério do Trabalho. Já incomoda o Planalto a falta de controle que o ministro Brizola Neto tem sobre o PDT. O líder do partido na Câmara, André Figueiredo (CE), mantém uma postura clara de enfrentamento com o ministro e com o governo. Apesar do desgaste, ainda não há movimentos para substituir Brizola Neto. 

O caso que parece mais simples é o do PSD. Dilma já pediu ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para acelerar a tramitação do projeto que cria a pasta da Micro e Pequena Empresa. O favorito para a pasta é Guilherme Afif Domingos, vice-governador de São Paulo. 

O PR também está no páreo da reforma. Um ano e meio depois de perder o cargo de ministro dos Transportes, sob denúncias de corrupção na pasta, o senador e presidente da legenda, Alfredo Nascimento (AM) – acompanhado do líder do partido na Câmara, Anthony Garotinho (RJ) –, teve ontem uma audiência de cerca de duas horas com Dilma, a pedido dela. A petista tenta viabilizar o nome do senador republicano Blairo Maggi (MT) para uma vaga na Esplanad,a como forma de garantir a volta do partido à base do governo, mas o nome enfrenta resistências dentro do próprio partido. A pasta de Agricultura ou a de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior são cogitadas para o PR.
em.com.br

'Sumido', tesoureiro do PT e da campanha presidencial de Dilma é intimado à revelia

Depois de quase dois anos de sucessivas e inúteis tentativas de intimar o bancário João Vaccari Neto, tesoureiro da campanha presidencial de Dilma Rousseff e secretário de Finanças do PT, a Justiça de São Paulo decidiu citá-lo por edital - na última quarta feira, o Diário da Justiça Eletrônico publicou a chamada a Vaccari para que se manifeste na ação em que é réu por quadrilha estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, crimes que teria praticado quando exerceu a presidência da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop).

A citação é subscrita pela juíza Cristina Ribeiro Leite Balbone Costa, da 5.ª Vara Criminal da Capital. A Justiça “faz saber a todos quantos o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem, especialmente João Vaccari Neto, por infração aos artigos...”, diz o texto que transcreve a denúncia do Ministério Público, de outubro de 2010.

Além de Vaccari, outros quatro réus que “atualmente encontram-se em lugar incerto e não sabido”, foram citados por edital para apresentação de defesa escrita no prazo de dez dias. Os acusados poderão “arguir preliminares e alegar tudo o que interesse às suas defesas, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas”.

Os oficiais de Justiça foram a vários endereços em São Paulo e em Brasília, inclusive no PT, mas nada de Vaccari. O criminalista Luiz Flávio Borges D’Urso, que defende o secretário do PT, disse que ele não driblou a citação. “Não é que o oficial ficou dois anos atrás do Vaccari. A sede do partido fica em Brasília, o oficial foi lá e Vaccari estava fora. Foi citado por edital, algo absolutamente normal. Vamos apresentar resposta no prazo.”
em.com.br

Denunciado por Marcos Valério, investigação contra Lula deve ser rápida em Minas


Assim que chegar ao Ministério Público em Minas, despacho do procurador-geral com trechos das acusações de Marcos Valério contra o ex-presidente Lula deverá ter tramitação rápida

O chefe do escritório da Procuradoria da República em Minas, procurador Adailton Nascimento, é quem vai decidir administrativamente como deve ser distribuído o expediente do procurador-geral Roberto Gurguel, que contém trechos de depoimentos nos quais o empresário Marcos Valério acusa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de envolvimento com o escândalo do mensalão. O escritório em Belo Horizonte ainda não recebeu o documento e não sabe precisar quando isso deve acontecer, apesar de garantir que é um processo rápido. De acordo com o Ministério Público Federal em Minas, Nascimento deve analisar o despacho do procurador-geral e, em seguida, pedir uma pesquisa para decidir se a distribuição será por sorteio ou por prevenção, caso já exista algum expediente em tramitação sobre o assunto.

 (Cristinas Horta/EM/D.A Press)Ainda durante o julgamento do mensalão – escândalo de pagamento de propina à base aliada do governo em troca de aprovação de projetos de interesse do governo federal –, Marcos Valério, condenado pela Corte a mais de 40 anos de prisão, prestou novo depoimento ao Ministério Público. Na ocasião, o empresário mudou seu depoimento e acusou o ex-presidente Lula, que não figura entre os réus da Ação Penal 470, de ter autorizado os empréstimos que financiaram o pagamento de propina para seus aliados. O empresário ainda acusou Lula de ter recebido recursos do esquema para custear despesas pessoais. Como o processo do mensalão já estava em fase de julgamento, o depoimento não foi juntado aos autos da ação.
 
Processos
O procurador-geral Roberto Gurguel disse que enviou o expediente a Minas porque Lula, como ex-presidente, não tem mais foro privilegiado. Além disso, segundo Gurgel, a escolha do escritório mineiro da procuradoria, para análise do expediente, se deu em razão da existência de outros processos sobre o esquema em andamento na Justiça Federal. “Nós constatamos que lá já existe um procedimento de um desmembramento determinado pelo ministro Joaquim Barbosa, que trata do mesmo assunto.” Anteriormente, o procurador-geral cogitou enviar o depoimento para a procuradoria em São Paulo, onde o ex-presidente vive. 

De acordo com o escritório mineiro, não existe hoje nenhuma apuração em andamento relativa ao mensalão. Destaca, no entanto, que antes de decidir a medida a ser adotada, o procurador Adailton Nascimento terá que conhecer o teor do despacho de Gurgel.

O expediente do procurador-geral é enviado a Minas via malote. No escritório, ele é encaminhado ao setor de protocolo, que separa os documento de acordo com o assunto. Somente depois disso segue para o chefe da Procuradoria de Minas. Antes de decidir sobre a distribuição, Nascimento, que trabalhou na área de defesa do patrimônio público, pode pedir uma pesquisa e, só então, decidir o encaminhamento, já que não compete a ele emitir juízo de valor sobre o caso. Desde que o depoimento de Marcos Valério se tornou público, o presidente Lula tem evitado polêmica. Depois de chamar o empresário de mentiroso, por meio do Instituto Lula, disse que não vai mais se pronunciar sobre o assunto.

Delação premiada
O empresário Marcos Valério (foto), quando prestou novo depoimento à Procuradoria da República, tinha como um dos seus objetivos tentar a redução de sua pena, por meio da delação premiada. Ele está condenado a 40 anos, dois meses e 10 dias de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Além disso, a sentença inclui multa de R$ 2,72 milhões. Ele não conseguiu a redução da pena, mas pode ter a condição de protegido caso queira dar mais detalhes sobre a acusação.

em.com.br

Aiatolá do Irã rejeita diálogo direto com EUA


Um dia depois de os Estados Unidos colocarem em vigor novas sanções econômicas contra o Irã, o aiatolá Ali Khamenei, guia supremo do regime islâmico, rejeitou uma oferta do vice-presidente americano, Joe Biden, para que os dois países iniciassem conversações bilaterais sobre o impasse em torno do programa nuclear iraniano. Falando para dezenas de comandantes da Força Aérea, Khamenei acusou Washington de propor o diálogo "enquanto aponta as armas para o Irã" e rechaçou a ideia de "negociar com quem ameaça o país".

A proposta de Biden apontava para um contato direto entre os dois governos, paralelamente ao processo de negociações realizado com Teerã com o grupo chamado de P5 + 1, formado pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas (EUA, Reino Unido, França Rússia e China) e pela Alemanha. Depois de meses sem contatos, o Irã e as potências concordaram em voltar à mesa no próximo dia 26, no Cazaquistão. Embora o líder supremo tenha a última palavra em assuntos como relações exteriores e defesa, o discurso de Khamenei não foi visto inicialmente como uma indicação de que a retomada das negociações venha a ser cancelada.

Para Gunther Rudzit, coordenador da pós-graduação em Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco, a postura do aiatolá não surpreende. "Eles não podem mudar radicalmente sua postura de uma hora para outra", explica. No entanto, Rudzit ressalta que há divisões no âmbito do regime iraniano, que tem no clero xiita e nos militares seus dois pilares. "Dizer que existe uma postura única no Irã é muito simplificado. Por parte de alguns atores, há interesse de dialogar. Contatos indiretos não oficiais já aconteceram, mas não acredito que um anúncio oficial do diálogo direto com os EUA possa ser feito a curto prazo."

O presidente Mahmud Ahmadinejad já mencionou a disposição para conversar diretamente com o governo americano, mas acabou sob ataque de Khamenei. O chanceler Ali Akbar Salehi havia indicado que o Irã examinaria "positivamente" a proposta de Biden, apesar de ressaltar a desconfiança de seu país com os "sinais contraditórios" de Washington. Irã e EUA romperam relações em 1980, sob o impacto inicial da Revolução Islâmica de 1979. Os únicos contatos oficiais são mantidos no âmbito das negociações com o P5 + 1 sobre o programa nuclear. 

Segundo Rudzit, o novo cenário político que se formou em Israel com a eleição do mês passado pode contribuir para uma abertura diplomática. "A ascensão de novos políticos que têm a atenção voltada muito mais para problemas internos israelenses abre uma janela para o presidente Barack Obama tentar um diálogo, e até mesmo para que Israel não fique ameaçando publicamente o Irã, coisa que não ajuda em nada", explica o estudioso. No entanto, o vice-premiê israelense, Dan Meridor, se disse cético a respeito de negociações e afirmou que os EUA devem demonstrar que "todas as opções continuam na mesa" — uma referência velada à ameaça de um ataque militar para impedir que o Irã chegue a desenvolver armas nucleares.
EM.com.br

Inflação de janeiro é a maior em 10 anos


Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, diz que situação não é confortável.
A inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 0,86% em janeiro. É a maior variação desde abril de 2005 (0,87%) e o maior índice para o mês de janeiro desde 2003 (2,25%), informou ontem o IBGE. A inflação oficial do país no mês passado ficou bem acima da vista em janeiro de 2012, de 0,56%, e um pouco além do que previam analistas ouvidos pela Bloomberg, 0,84%.

Em 12 meses, o índice oficial de preços acumula alta de 6,15%, voltando ao mesmo nível observado em janeiro do ano passado (6,22%) e mais perto do teto da meta de inflação estabelecida pelo governo. Em entrevista à jornalista Míriam Leitão, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou que a situação da inflação “não é confortável“.

“A inflação nos preocupa no curto prazo, está mostrando uma resiliência forte, mas não é o caso de descontrole inflacionário. No entanto, a nossa expectativa é de que ela continue pressionada neste primeiro semestre, ficando em 6% em 12 meses”, afirmou Tombini.

O IPCA só não veio maior por conta da deflação observada em alguns grupos como vestuário, em razão de liquidações de coleções, e do impacto da queda das tarifas elétricas. As contas de energia elétrica ficaram 3,91% mais baratas, por causa da redução de 18% no valor das tarifas em vigor a partir de 24 de janeiro.

Os alimentos aceleraram com força, passando de 1,03%, em dezembro, para 1,99%, em janeiro. Sozinhos, tiveram um impacto de 0,48 ponto percentual no índice. Sob efeito de chuvas, os produtos in natura tiveram forte variação de preços: tomate (26,15%), batata-inglesa (20,58%) e cebola (14,25%).



AGÊNCIA O GLOBO



Nuvem de poluição deixa Japão em alerta por risco


No Japão, o Ministério do Ambiente reforçou o controle sobre a poluição do ar devido ao temor de que uma espécie de nuvem, que afeta a China, especialmente a região de Pequim, chegue ao país. O alerta das autoridades japonesas visa principalmente aos municípios nos quais há informações sobre a concentração de partículas suspensas superior a 2,5 microgramas por metro cúbico - limite considerado aceitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em janeiro, em Pequim, foram registrados níveis de poluição considerados recorde. A concentração de partículas (chamadas PM2,5) atingiu 993 microgramas por metro cúbico de ar, elevando em 20%, no início daquele mês, as internações nos hospitais por infecções respiratórias.
O governo do Japão analisa medidas para proteger a população, caso seja detectado  elevado grau de contaminação no país. Serão definidos protocolos para emitir alerta.
O Japão tem 550 observatórios destinados a fiscalizar os níveis de PM2,5. Os dados, porém, nem sempre chegam ao governo central do país.
Agência Brasil

Estados Unidos se preparam para a pior tempestade de neve desde 1978


Duas frentes frias devem atingir hoje (8) a Costa Nordeste dos Estados Unidos, o que poderá causar tempestades intensas de neve e forçar o cancelamento de cerca de 3 mil voos, além da suspensão do transporte ferroviário em Nova York. De acordo com especialistas, cidades como Nova York e Boston devem ser afetadas. A previsão é que a neve atinja mais de meio metro de altura e provoque bloqueios nas estradas e problemas no abastecimento de energia.

As regiões mais afetadas, segundo as estimativas, serão as de Nova York, da Pensilvânia, de Rhode Island e Massachusetts, com risco de registrarem as piores tempestantes de neve desde 1978. O governador de Massachusetts, Deval Patrick, disse que aguarda pelo pior e apelou aos moradores para que evitem deixar suas casas durante o dia. Ele também determinou a suspensão de serviços públicos e de escolas.
Em Boston, as autoridades acionaram os serviços de emergência na limpeza das ruas, enquanto em Nova York serão mobilizados 1.270 limpa-neves e 1.582 pessoas para a mesma atividade. Hoje foram registrados engarrafamentos e uma corrida aos supermercados pelo temor de desabastecimento.
Agência Brasil

Acusado de crimes contra a humanidade, Baby Doc falta à audiência na Justiça do Haiti

Considerado um dos governantes mais autoritários do Caribe, o ex-presidente do Haiti Jean-Claude Duvalier, conhecido como Baby Doc, de 61 anos, faltou ontem (7) à audiência na Justiça haitiana, na qual é acusado de crimes contra a humanidade. Baby Doc assumiu o governo aos 19 anos e presidiu o Haiti de 1971 a 1986, quando partiu para o exílio.


O advogado dele criticou a Justiça por marcar a audiência para 7 de fevereiro - o mesmo dia em que, 27 anos antes, Baby Doc deixou o país para o exílio. A Promotoria do Haiti apela de uma decisão da Justiça, no ano passado, que considerou prescritos os crimes de Duvalier.
Baby Doc é considerado por analistas políticos um ex-ditador, pois sucedeu François Duvalier, cujo apelido era Papa Doc, mantendo o mesmo estilo na Presidência da República. Em 1957, Papa Doc assumiu o governo e implantou uma gestão marcada pela violência.
O ex-presidente deixou o Haiti rumo à França. Após sua saída, houve um esforço das autoridades de busca pela estabilização do país, mas uma série de ameaças impediu o processo. O Haiti é o país mais pobre da região.
Agência Brasil

Adams diz que governo quer decisão do plenário do STF sobre votações no Congresso


O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse hoje (7) que a decisão monocrática do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux de liberar o Congreso  Nacional para votar o Orçamento de 2013 antes da apreciação dos vetos à nova lei dos royalties não é suficiente e que o governo quer uma posição do plenário do tribunal sobre o assunto.

"Não é suficiente porque é uma decisão monocrática. Nós precisamos da confirmação de qual é o entendimento da nossa Corte constitucional sobre o tema", disse Adams após participar de uma celebração ecumênica em memória das vítimas do incêndio em Santa Maria (RS), na Catedral Metropolitana de Brasília.
Fux reafirmou hoje, em despacho, que o Congresso está liberado para votar assuntos da pauta, desde que não tratem de vetos presidenciais fora de ordem cronológica. O despacho é uma resposta a pedidos de informação protocolados em dezembro do ano passado pela Advocacia-Geral da União e pelo Senado.
No final de 2012, Fux concedeu liminar impedindo o Congresso Nacional de apreciar o veto presidencial à nova lei de distribuição dos royalties do petróleo enquanto não fossem analisados  milhares de vetos que aguardam votação há anos. A decisão do ministro atendeu a pedido do deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ).
Uma ala dos parlamentares entendeu que a liminar se aplicava a todos os processos em pauta e não apenas aos vetos, bloqueando a pauta da Casa. Esse foi um dos motivos que impediu a votação do Orçamento de 2013 no ano passado.
Na avaliação de Adams, a insegurança jurídica provocada pelo impasse poderia impedir o governo de executar o Orçamento este ano. “Se votarmos o Orçamento nas condições atuais, nós temos despesas que vão ser feitas com ele e que não temos certeza se vão poder ser continuadas, porque nós estaremos lidando com um texto legal inconstitucional”, disse.
Adams disse que está conversando com ministros do STF e que vai levar a questão ao presidente do Tribunal, ministro Joaquim Barbosa, para pedir que o caso seja analisado pelo plenário da Corte.
Agência Brasil

PRF reforça fiscalização nas estradas durante o carnaval


Respeitar os limites de velocidade, manter distância segura do carro da frente, estar em dia com a manutenção do carro, dirigir durante o dia e, principalmente, não ingerir bebida alcóolica antes de pegar o volante são algumas das recomendações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para que os motoristas que pretendem pegar a estrada neste feriado de carnaval façam uma viagem segura.
Da meia-noite desta sexta-feira (8) até a meia-noite da próxima quarta-feira (13), a PRF vai intensificar as fiscalizações nas rodovias federais  na Operação Carnaval. Mais de dez mil agentes estarão atuando e vaõ usar 1,2 mil bafômetros para verificar se algum motorista está alcoolizado.
Em vigor desde o início do mês, a tolerância zero da nova Lei Seca será aplicada na Operação Carnaval. O motorista que se negar a assoprar o bafômetro será submetido às penalidades administrativas (multa e recolhimento da carteira de habilitação), mesmo que não apresente sinais de embriaguez.
Os motoristas que forem flagrados dirigindo com teor alcóolico entre 0,05 e 0,34 miligrama por litro de ar expelido serão multados em R$ 1.915,40, terão a carteira apreendida e não poderão seguir viagem. Já aqueles em que a concentração de álcool no organismo for superior a 0,34 miligrama serão presos por prática de crime de trânsito e responderão a processo criminal, além das penalidades administrativas.
Segundo a PRF, os policiais rodoviários federais poderão solicitar que o motorista passe pelo teste de embriaguez a qualquer momento, seja nas blitzen ou em qualquer ponto da rodovia.
A polícia orienta os motoristas que ingerirem bebidas alcóolicas durante longos períodos à noite, por exemplo, que não dirijam pela manhã. Isso porque o organismo é capaz de eliminar apenas o equivalente a uma lata de cerveja, uma dose de destilado ou uma taça de vinho por hora. Dormir por algumas horas ou tomar café da manhã aceleram o processo de metabolismo e a eliminação do álcool do corpo.
De acordo com a PRF, no carnaval do ano passado, as colisões frontais, ocasionadas principalmente pela imprudência dos motoristas, foram responsáveis pela morte de 86 pessoas. Mais 264 ficaram feridas. Com as estradas mais movimentadas, a recomendação é que os condutores tenham cautela e fiquem atentos à sinalização. Os cuidados devem ser redobrados no período chuvoso.
Entre amanhã e quarta-feira, para dar mais fluidez ao trânsito, o tráfego de caminhões bitrem, veículos com dimensões excedentes e caminhões cegonha será restrito na maior parte da malha viária nacional. O motorista que descumprir a determinação será multado em R$ 85,13 (infração média) e perderá quatro pontos na carteira de habilitação. Além disso, o condutor será obrigado a permanecer com o veículo estacionado até o final do horário de restrição.
Além das fiscalizações, a PRF, em parceria com o Ministério das Cidade, vai distribuir para os motoristas material educativo alertando sobre os cuidados necessários nas estradas. No entanto, o trabalho de prevenção, que será realizado simultaneamente à Operação Carnaval, não eximirá o motorista infrator de ser punido.
Agência Brasil

Emissoras de rádio e televisão cobram acesso a televisão aberta e gratuita


A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) avalia que a portaria publicada hoje (7) pelo governo sobre a destinação da faixa de 700 mega-hertz (MHz) para a telefonia de quarta geração (4G) atende às solicitações do setor, mas alerta que nenhum brasileiro pode ficar sem acesso  à televisão livre, aberta e gratuita.
Atualmente, a faixa de 700 MHz é ocupada por emissoras de televisão analógicas, que precisam digitalizar sua transmissão antes de desocupar o espectro. A Abert ressalta que a faixa de frequência deve contemplar recursos suficientes para garantir a transição de todos os canais analógicos em operação.
A entidade diz que já colocou à disposição do governo estudos sobre o uso da faixa de frequência, e espera que outros estudos técnicos sejam produzidos com foco no mercado e na realidade brasileira. “A televisão aberta é o meio de comunicação mais efetivo e de maior alcance no país. Universalizada, livre e gratuita, a televisão leva informação e entretenimento a grandes centros e a áreas rurais e remotas, contribui para a integração e o fortalecimento da identidade nacional. Desempenha, ainda, fundamental papel no desenvolvimento econômico”, diz a Abert, em nota.
Segundo a Abert, em muitos municípios a liberação da faixa para a banda larga não será problemática, mas em algumas cidades isso não será viável.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, garante que o governo não vai permitir que o sinal analógico seja desligado se ainda houver um grande número de famílias sem televisores digitais. Segundo ele, o governo estuda aumentar o crédito para que a população compre aparelhos de televisão que já venham com o sistema digital embutido e subsidiar equipamentos para famílias de baixa renda.
As operadoras de telefonia celular comemoraram a decisão do governo. Para o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), a medida será fundamental para ampliar o acesso dos brasileiros à banda larga, permitindo oferta de serviços com maior abrangência, melhor qualidade e preços mais baixos.
Na avaliação da entidade, a decisão também permite ao Brasil estar alinhado ao restante do mundo e especialmente com os demais países das Américas, que já atribuíram a faixa para serviços móveis. “Quando um maior número de pessoas usa um mesmo serviço, numa mesma frequência e com a mesma tecnologia, maior é o número de aparelhos produzidos, o que faz com que os preços caiam com maior rapidez. Esses ganhos de escala serão revertidos em benefícios à população”, informou o SindiTelebrasil, em nota.
Agência Brasil

Ministra diz que MP 598 garante ao governo folga orçamentária de quatro meses


A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, disse hoje (7) que está confiante na aprovação do Orçamento Geral da União (OGU) no próximo dia 19. Ainda assim, lembrou que a Medida Provisória 598, editada pelo governo em dezembro para garantir os gastos orçamentários neste início de ano, “é suficiente para, no mínimo, uns quatro meses”. No entanto, ela estimou que a aprovação “não vai demorar tudo isso”.
Ao comentar sobre a votação do Orçamento 2013, logo depois de cerimônia no próprio ministério para lançamento de uma publicação denominada Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro, a ministra disse que os líderes de partidos políticos “se comprometeram conosco [governo] de votar no dia 19, e confio que isso seja possível”.
A MP está sendo questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) por partidos de oposição que a consideram inconstitucional. A MP abre crédito extraordinário no valor líquido de R$ 42,5 bilhões em favor de órgãos federais e empresas estatais e garante recursos para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), contornando o atraso na aprovação do Orçamento da União para 2013.
Quanto aos Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro, que analisa os progressos registrados pelo governo federal entre 2001 e 2011, Miriam Belchior destacou que “o Brasil avançou muito” na  década analisada, graças a um conjunto de políticas para melhorar a qualidade de vida da população. “Não podemos esquecer, contudo, que ainda temos muitos desafios a enfrentar” – acrescentou.
A mesma tônica foi empregada pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Segundo ela, o Brasil está conseguindo superar indicadores históricos de dificuldades e se revela, atualmente, um novo país, com desenvolvimento econômico e inclusão social. “Os números mostram salto gigantesco, em período curto de tempo”, salientou.
Elogiada por convidados como o representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) no Brasil, Jorge Chediek, que também participou da solenidade, a publicação é uma compilação de dados atualizados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2011, e de informações de outras instituições governamentais.
Agência Brasil

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