Com
investimentos de quase US$ 10 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, a Novartis
criou um tratamento que é a esperança de milhões de pacientes que sofrem com a
doença.
Nas
últimas décadas, na tentativa de curar os cerca de 14 milhões de pessoas
diagnosticadas anualmente com câncer, a medicina mundial tem feito uso de um
arsenal enorme de exames sofisticados, procedimentos cirúrgicos cada vez mais
precisos e drogas bastante avançadas. Por maior que seja a evolução, 8 milhões
de pacientes ainda morrem por ano, em todo o globo, por fatores relacionados à
doença. Os motivos são variados: a detecção tardia, a agressividade dos tumores
e os devastadores modos de cura. Agora, no entanto, um feixe de luz surge da
associação entre a indústria farmacêutica Novartis, os laboratórios de algumas
universidades e hospitais americanos. Até hoje, o tratamento do câncer está
restrito a cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Um quarto procedimento,
contudo, chamado de terapia celular – ou Chimeric Antigen Receptor (CAR) –
resultado da combinação de forças lideradas pela Novartis, pode significar a
tão sonhada cura da terrível doença.