quinta-feira, 14 de agosto de 2014

O legado deixado por Rodney Miranda e as ações de Eduardo Campos para melhorar a segurança pública de Pernambuco


Por Elimar Côrtes
Quando assumiu o governo do Estado de Pernambuco em 1º de janeiro de 2007, Eduardo Campos encontrou um cenário desastroso na área de segurança pública – também pudera, até um dia antes de sua posse o secretário de Defesa Social pernambucano era o “nosso” Rodney Miranda, que assumira o cargo em janeiro de 2006, depois de ter sido exonerado no Espírito Santo pelo seu fiel escudeiro, o ex-governador Paulo Hartung, por ter mentido para Hartung no escândalo do grampo telefônico na Rede Gazeta.

Rodney Miranda deixou Pernambuco na segunda colocação no número de homicídios no País – como já fizera em solo capixaba. Eduardo Campos, entretanto, mudou o cenário. Levou para o Palácio dp Campo das Princesas cientistas sociais, recrutados da Universidade Federal de Pernambuco, que ajudaram seus principais assessores dentro das Polícias Militar e Civil a elaborar um programa de segurança pública.

“PSDB é quadrilha organizada para vender o País.Na Petrobrás, só não venderam o “mastro”


Jornalista Palmério Dória diz que ex-presidente tem sorte de não sofrer mesmo destino de Carlos Menem e Alberto Fujimori, ex-presidentes que hoje estão presos.

Do Poços 10 em 26/04/2014

“Mensalão é pouco perto da emenda da reeleição”

Vamos comparar o mensalão à emenda da reeleição. Houve blindagem da imprensa ao presidente Fernando Henrique Cardoso? O sr. acha que o caso da emenda mereceria tanta repercussão quanto o mensalão?

É exatamente o inverso. O caso do mensalão é café pequeno perto da questão da emenda da reeleição, se pegarmos o volume de gente envolvida, as filas de parlamentares se vendendo, segundo diz Pedro Simon [senador pelo PMDB-RS], por exemplo. O mensalão está sendo reavaliado. O próprio Elio Gaspari [jornalista], em sua coluna, disse que, perto da história do propinoduto, o mensalão é café pequeno. Os números começam a aparecer. Sempre digo que os tucanos roubaram em um padrão galáctico. Só computação quântica pode chegar perto dos valores que houve em São Paulo, na privatização — para comprar a reeleição de FHC, porque não dá para separar as coisas, é como suplemento de jornal, as coisas estão unidas e coesas.

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