sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Princípios 116 fala sobre a crise midiática brasileira

Por Felipe Daniel Paludetti
O balanço do primeiro ano do governo Dilma, considerando os impactos negativos da crise mundial do capitalismo sobre o Brasil e o “cerco” que lhe impôs o monopólio midiático, como resultante é positivo. Todavia, a grande mídia – porta-voz do capital financeiro e do conservadorismo – tem feito um verdadeiro cerco contra o governo. Manipulando a bandeira do combate à corrupção, ela empreende corrosiva campanha falsamente moralista que já levou ao chão seis ministros. 
A grande mídia e suas manipulações é o tema central desta edição 116 (jan/fev 2012) da revista Princípios. A revista contou com a colaboração de acadêmicos, analistas e lideranças do PCdoB para tratarem do tema.

O primeiro artigo da revista é a defesa ao Partido Comunista do Brasil assinado por Renato Rabelo. Ele fala sobre o PCdoB e seu conjunto de forças democráticas que precisa vencer a lógica golpista da mídia sob pena de um retrocesso político no país.
Seguindo a mesma linha, Walter Sorrentino fala sobre o denuncismo barato da grande mídia, e os alerta que com o Partido Comunista do Brasil a tática não prospera.
Em uma entrevista exclusiva, Orlando Silva, ex ministro dos esportes, conta detalhes dos ataques sofridos e esclarece as denuncias que sofreu ano passado.
Ao atacar o PCdoB de forma pretensiosa e grosseira, os neopecebistas do PCB fazem coro com a reação, em artigo de Augusto C. Buonicore.
Roberto Amaral, cientista político, vice-presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) traça quais os objetivos da direita com a manipulação da mídia e Fábio Palacio fala sobre os objetivos do PCdoB e porque esses ataques midiáticos não podem derrubar sua história.
A partir do processo eleitoral do ano passado, cresceram nas redes sociais as manifestações de preconceito racial, de gênero, sexual e até geográfico, os ataques raivosos na internet mostram a opinião de uma sociedade preconceituosa, no artigo do blogueiro Eduardo Guimarães é explicado quais os motivos dessas atitudes.
Em entrevista a Princípios o cientista político Juarez Guimarães explica como a grande mídia aderiu de corpo e alma ao ideário liberal conservador emanado a partir dos EUA.
Por um novo marco regulatório para as comunicações foi o tema de discussão organizado pelo Partido dos Trabalhadores, no artigo de Cláudio Gonzales nos é relatado quais as principais resoluções desse debate.
Também com exclusividade nossa revista mostra carta aberta a todos os meios de comunicação em defesa ao PCdoB com a assinatura de intelectuais progressistas.
Economia, internacional e cultura
A Reforma Política e toda divergência em torno desse assunto é tema do artigo de Daniel Almeida.
Em entrevista exclusiva Cândido Vaccarezza defende aliança ampla para sustentar o projeto de desenvolvimento do Brasil.
O que se desenha para o futuro, a partir dos desdobramentos da atual crise capitalista? É o assunto do artigo de Lecio Morais.
Para enfrentar a crise, o governo brasileiro precisa fomentar o desenvolvimento do país. Foi a opinião que prevaleceu no Seminário: A crise do capitalismo e o desenvolvimento do Brasil.
O 4º Congresso da UNEGRO e suas principais resoluções também é relatado por Edson França, presidente da entidade.
Em Internacional o relato da viagem do PCdoB a Cuba é feito por Ronaldo Carmona, além de artigos sobre a presidenta Cristina Kirchner e o plano de desenvolvimento argentino.
A estudante chilena Camila Vallejo que foi a líder das manifestações estudantis, nos enviou artigo sobre os principais assuntos políticos discutidos no Chile nos últimos meses, além de falar sobre a batalhar enfrentada por ela e grande parte dos estudantes chilenos para o progresso educacional de seu país.
A edição fecha com as resenhas de quatro livros tratando sobre o imperialismo americano feitas por A. Sérgio Barroso.
 

O Eloquente Silêncio da Mídia É Tão Escandaloso Quanto o Livro do Amaury

O livro e a imprensa, um ponto de ruptura
Comentário de Luciano Martins Costa para o programa radiofônico do OI, em 15 dezembro 2011.

Esta semana marca um ponto de ruptura da imprensa brasileira tradicional, aquela chamada de circulação nacional. O fato de os principais jornais do país haverem ignorado o tópico mais divulgado na internet – o livro que denuncia atividades criminosas atribuídas a familiares e pessoas próximas do ex-governador José Serra – representa uma declaração pública de que a imprensa tradicional não considera relevante o ambiente midiático representado por blogs, sites independentes de empresas de mídia e grupos de discussões nas redes sociais.
A fidelidade canina das grandes empresas de comunicação ao político Serra é um caso a ser investigado por jornalistas e analisado por cientistas políticos. Na medida em que essa fidelidade chega ao ponto de levar as bravas redações – sempre animadas para publicizar toda espécie de malfeitoria envolvendo protagonistas do poder – a fingir que não tem qualquer relevância o fenômeno editorial intitulado A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., cria-se um precedente cujas consequências não se pode ainda avaliar.
Por iniciativa da imprensa tradicional, aprofunda-se o fosso que a separa da mídia alternativa.
Não que tenha arrefecido o ímpeto dos jornais por dar repercussão a todo tipo de denúncia: estão nas primeiras páginas, nas edições de quinta-feira (15/12), o ministro Fernando Pimentel, o governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz e o publicitário Marcos Valério.
Cada um desses personagens tem uma história a explicar para a sociedade, mas a imprensa, ao proceder com tão escancarado desequilíbrio nos critérios de edição, se desqualifica como meio legítimo para mediar a questão com a sociedade.
Não se pode escapar à evidência de que a imprensa realiza um esforço corporativo para apresentar ao seu público um cardápio restrito de escândalos, quando o prato mais apetitoso vende milhares de exemplares de livros, produz um mercado paralelo de cópias piratas e manifesta o desejo do público de saber mais.
O silêncio da imprensa prejudica as chances do ex-governador José Serra de contestar as acusações apresentadas no livro contra sua filha, seu genro, o coordenador de suas campanhas eleitorais e outros personagens ligados ao seu núcleo de ação política.
Paralelamente, amplia o raio de conflitos entre as empresas de comunicação e a categoria profissional dos jornalistas, muitos dos quais são ativos participantes nos debates sobre o livro de Amaury Ribeiro Jr.
A origem do esquema investigado pelo autor de A Privataria Tucanase confunde com o ponto em que a imprensa tradicional perdeu o interesse pelo caso do Banestado – provavelmente a matriz de todos os crimes financeiros revelados ou semiocultos no Brasil nos últimos quinze anos. Por essa razão, aumenta a curiosidade geral em torno da recusa da imprensa em reabrir esse caso através da janela criada com o livro de Ribeiro Jr.
A partir deste ponto, torna-se legítima qualquer desconfiança sobre o real interesse da chamada grande imprensa em ver desvendadas as denúncias de corrupção que ela própria divulga. Não há mais dúvida razoável de que essas denúncias são publicadas de maneira seletiva.
O mapa aberto pelo livro de Ribeiro Jr., pelo que já se deu a conhecer, complementa reportagens já publicadas sobre crimes financeiros em geral, mas principalmente sobre aqueles que têm como vítima o patrimônio público. Em geral, as reportagens sobre aquilo que agora é chamado de malfeito esmaecem quando o caso se transforma em processo formal na Justiça.
Estranhamente, quando surge a possibilidade de oferecer ao público o acompanhamento das conclusões, a imprensa sai de campo. Observe-se, por exemplo, que o chamado caso “mensalão” está para ser prescrito e há um hiato no noticiário entre a aceitação da denúncia e a prescrição.
No caso Banestado, assim como no livro-reportagem de Amaury Ribeiro Jr., o mais importante é a revelação do esquema de lavagem de dinheiro, com o mapa dos caminhos que o dinheiro sujo realiza por paraísos fiscais e contas suspeitas. Trata-se do mesmo esquema utilizado pelos financiadores ocultos do narcotráfico, pelos corruptos e corruptores e por cidadãos acima de qualquer suspeita.
Se desse curso às pistas levantadas no livro de Ribeiro Jr., a imprensa poderia construir histórias muito interessantes – por exemplo, ao identificar consultores jurídicos especializados em lavagem de dinheiro que costumam frequentar páginas mais nobres dos jornais.
A omissão da imprensa em relação ao fenômeno editorial do ano é também a renúncia ao bom jornalismo.

Projeto isenta pensões do Imposto de Renda

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2402/11, do deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), que isenta as pessoas físicas do pagamento de Imposto de Renda sobre os rendimentos recebidos em dinheiro a título de alimentos e pensões. A proposta altera a Lei 7.713/88, que regulamenta o Imposto de Renda. Pela norma atual, o imposto incide, sem qualquer dedução, sobre os alimentos e pensões percebidos em dinheiro.

De acordo com o projeto, alimentos e pensões deixam de ser considerados parte do rendimento bruto do contribuinte. O Poder Executivo deverá estimar o montante da renúncia fiscal decorrente da implementação da medida e o incluirá no projeto de lei orçamentária.
O autor argumenta que a incidência do Imposto de Renda sobre esses rendimentos é inconstitucional, uma vez que viola os princípios constitucionais da capacidade contributiva, especialmente, o princípio da dignidade da pessoa humana. “Trata-se de rendimentos essenciais e indispensáveis para garantir a sobrevivência. De forma que não me parece justa a incidência do Imposto de Renda em casos assim, por ofensa ainda aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade”, afirmou Coimbra.
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

BBB-12: a lista do bacanal do Bial

Big Brother Brasil. Nenhum programa é tão criticado e tão assistido pela população brasileira. Com algumas das cotas de patrocínio mais caras do Brasil, vendidas com meses de antecedência, o BBB, franquia adquirida pela Globo da Endemol, tem o dom de transformar anônimos em celebridades da noite para o dia. Da casa que Pedro Bial define como “nave louca”, já saíram várias capas da Playboy, a apresentadora Sabrina Sato, que hoje está no Pânico da Rede TV e até um deputado que vem se destacando no Congresso Nacional por suas posições contra a homofobia, que é Jean Wyllys. Nesta quarta-feira, a Globo divulgou a lista dos nomes que participarão da 12ª edição do programa, que premiará o vencedor com R$ 1,5 milhão.

Nesta nova edição, que começa na próxima terça-feira, a Globo divulgou a participação de uma produtora de filmes pornôs, de um ex-Mister Brasil e de uma quase vencedora do concurso de bumbum mais bonito do Brasil. É a garantia de sexo ao vivo para a família brasileira.

A cada ano, o BBB amplia suas fronteiras e reflete um novo momento da sociedade brasileira. O programa já foi vencido pelo “estrategista”, pela “empregada doméstica”, pelo “homossexual” e até pela “garota de programa”. E como os limites da casa de tolerância mais espiada do Brasil são sempre estendidos. Bem-vindos ao que um de nossos colunistas, Marcos Lucena, definiu como o “Bacanal do Bial”.

Leia, abaixo, o artigo de Lucena:

Belo Bacanal do Bial

Marcos Lucena

Durante a programação da Rede Globo, já é possível assistir chamadas para a próxima edição do programa Big Brother Brasil. Um animado apresentador Pedro Bial nos convida a viajar nessa “nave louca”. Louca mesmo. Quem diria que um jornalista com uma respeitável biografia fosse “coroar” sua carreira vibrando com fofoquinhas do tipo “quem pegou quem debaixo do edredom” em rede nacional.

Na Roma antiga havia os rituais em homenagem ao Deus Baco, os chamados bacanais, festas luxuriosas que hoje emprestam seu nome para orgias ou outras atividades semelhantes.

O termo 'Big Brother' foi inspirado no livro '1984', escrito por Eric Arthur Blair sob o pseudônimo de George Orwell, publicado em 1949, e se passava no "futuro" ano de 1984. Nele, havia um governante autoritário, o Big Brother, que comandava todo o ocidente e vigiava a todos por câmeras (chamadas teletelas). Com base no que via, manipulava a forma de pensar dos habitantes. É mais ou menos o que nos incutem na cabeça como a definição de Deus. Um velhinho invisível que fica no céu olhando todos os nossos passos, e com base no que vê, prescreve castigos ou recompensas, decidindo ao fim de nossas vidas se nos manda pro céu ou pro inferno. Vai entender essa diversão divina!

Em 1999, o holandês John de Moll, sócio da empresa Endemol, criou um Reality Show com pessoas comuns, onde estas conviveriam juntas numa casa e seriam vigiadas full-time. O nome do programa foi inspirado no livro de George Orwell.

Do livro 1984, que é de 1949, aos dias de hoje, sessenta e poucos anos depois, muita água já rolou, e as edições que se passam hoje do Reality Show em praticamente nada conservam a ideia original. O critério de seleção dos participantes hoje é ter corpo sarado e quociente intelectual baixo (já foi provada e comprovada a garantia de audiência dessa formula), associados à vontade de aparecer a qualquer custo, buscando um trampolim para o sucesso na TV ou nas revistas de nudismo. Lógico que pra não ficar tão flagrante a intenção de formar um bacanal, convidam-se duas ou três pessoas fora desses padrões.

A história tem seus ciclos. Temos um novo Deus Baco no século XXI. O Deus que olha tudo o que se passa pelas câmeras chama-se Pedro Bial. As festas em sua homenagem são feitas na “nave louca”. E acompanhadas em rede nacional. Inclusive por muitos puritanos que são totalmente avessos a orgias, pelo menos no discurso.

Em minha modesta opinião, o programa que estreia em breve nada tem a acrescentar aos espectadores. Quem optar por não assistir, se prepare para ser excluído(a) das rodas de conversa nos próximos três meses. Mas pensando bem, não conversar sobre isso até que é lucro! Sobra tempo para se pensar em algo útil!

Como sugestão, durante o horário do programa, leia um livro, seja ele qual for. O livro 1984, de George Orwell, é uma boa dica.

... E também o perfil dos participantes:

- Fernanda Girão, de 29 anos, empresária carioca. Conhecida por ser "rata de academia", ela é ex-namorada da cantora Nise Palhares, que participou do reality musical "Ídolos".

- Jakeline Leal Lucena, de 22 anos, que mora em Feira de Santana (BA) e estuda zootecnia. Fã de Guns N' Roses e Nando Reis, tem Jesus Cristo como inspiração.

- João Carvalho, de 46 anos, é representante comercial em Minas Gerais. Formado em direito, o flamenguista de braços tutuados e alargadores na orelha diz se interessar por "homens e mulheres".

- João Mauricio Dantas Leite, de 34 anos, ele é flamenguista, pecuarista e mora em Goiânia, mas nasceu no Rio de Janeiro.

- Jonas Sulzbach, de 25 anos, é modelo e Mister Brasil 2010. Torcedor do Grêmio, ele nasceu em Lajeado, no Rio Grande do Sul.

- Kelly Medeiros, de 28 anos, é assistente comercial e já foi dançarina do grupo Aviões do Forró. Nascida em Minas Gerais, ela é frequentadora assídua de academia.

- Laisa Portela, de 25 anos, é estudante de medicina no Rio Grande do Sul e foi uma das finalistas do concurso "Preferência Nacional", realizado pela revista "Playboy" para escolher o bumbum mais bonito do Brasil.

- Mayara Medeiros, de 23 anos, é produtora de vídeos pornôs alternativos. Ela, que mora em São Paulo, também revelou gostar de meninas.

- Netinho, 28 anos, advogado, de Minas Gerais.

- Rafa, 35 anos, projetista de iluminação, do Rio de Janeiro.

- Renata Dávila, de 21 anos, é estudante de psicologia em Minas Gerais e terminou seu namoro com o músico Filipe Soldati antes de entrar no reality show.

- Yuri Fernandes, de 26 anos, é professor de muay thay em Goiânia e personal da musa do Brasileirão Lucilene Caetano.

Via: Brasil 247

Fundação Roberto Marinho investigada

Por José Augusto, no blog Os amigos do presidente Lula:

A batata da ONG da Rede Globo está assando.

Uma solicitação de informações ao TCU (Tribunal de Contas da União) mostra que o Ministério Público Federal está investigando as relações da Fundação Roberto Marinho com os desvios de dinheiro público no Ministério Turismo, desbaratados na operação Voucher da Polícia Federal.

A operação Voucher, em agosto de 2011, prendeu diversos funcionários do Ministério do Turismo, acusados de participarem de um esquema de fraudes envolvendo ONG's.

Uma das maiores ONG's que receberam dinheiro do Ministério do Turismo foi a Fundação Roberto Marinho, a ONG ligada às Organizações Globo. Houve falta  de transparência da ONG na prestação de contas públicas sobre R$ 17 milhões extraídos dos cofres públicos.

O noticiário da TV Globo (e da chamada grande imprensa) sobre a "faxina" no Ministério do Turismo, varreu para debaixo do tapete o nome da Fundação dos donos da Globo.

Relatório do TCU indica superfaturamento de R$ 13,86 milhões pela ONG da Globo junto ao Ministério do Turismo.

Um relatório TCU constatou que o contrato tinha como meta treinar 80 mil profissionais ligados ao turismo. Porém, até a data analisada, apenas cerca de 19.751 pessoas eram alunos de verdade (mesmo assim nada diz sobre quais completaram de fato o curso).

O número de alunos ativos corresponde a apenas 25% da meta.

E aponta para um possível superfaturamento de 75% embolsado indevidamente pela ONG da Globo.

Em valores financeiros, esse superfaturamento corresponde a um rombo de R$ 13,86 milhões nos cofres públicos, já que o custo por aluno era de R$ 176,65.
 A operação Voucher, em agosto de 2011, prendeu diversos funcionários do Ministério do Turismo, acusados de participarem de um esquema de fraudes envolvendo ONGs.

O blog Amigos do Presidente Lula mostrou na época que uma das maiores ONGs que receberam dinheiro do Ministério do Turismo foi a Fundação Roberto Marinho, a ONG ligada às Organizações Globo. E houve incômodo com o cinismo da falta de transparência da ONG na prestação de contas públicas sobre R$ 17 milhões extraídos dos cofres públicos.

 O noticiário da TV Globo (e da chamada grande imprensa) sobre a "faxina" no Ministério do Turismo varreu para debaixo do tapete o nome da Fundação dos donos da Globo.

Relatório do TCU indica superfaturamento de R$ 13,86 milhões pela ONG da Globo junto ao Ministério do Turismo.

Um relatório TCU constatou que o contrato tinha como meta treinar 80 mil profissionais ligados ao turismo. Porém, até a data analisada, apenas cerca de 19.751 pessoas eram alunos de verdade (mesmo assim nada diz sobre quais completaram de fato o curso).


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