quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Pai paga 400 reais à filha para desativar Facebook por 5 meses


Paul Baier, vice-presidente da empresa Groom Energy Solutions, de Boston, nos Estados Unidos, resolveu fazer um acordo legal com sua filha de 14 anos. Rachel, a garota, concordou com um contrato proposto para que ela abandonasse o Facebook durante 5 meses.

Eles chegaram a um acordo onde o pai deverá pagar US$ 200 (cerca de R$ 400) em duas vezes, sendo a primeira de US$ 50 em abril e a última de US$ 150 em junho.

A ideia partiu da própria Rachel, que pretende “focar nos estudos e conseguir um emprego”. O acordo prevê que a filha deve fornecer a senha do seu perfil na rede social ao pai para que ele modifique e desative a conta uma segunda vez, por garantia.


R7




Primeira prévia de fevereiro do IGP-M registra inflação de 0,41%


A primeira prévia de fevereiro do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), indicador usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou uma inflação de 0,41%. A taxa é a mesma observada na primeira prévia de janeiro, informou hoje (7) a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Entre os três subíndices que compõem o IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) tiveram queda na inflação entre a primeira prévia de janeiro e a prévia de fevereiro.
O IPA, que mede a variação de preços no atacado, teve taxa de 0,37% em fevereiro ante 0,46% de janeiro. Já o IPC, que mede a variação de preços no varejo, passou de 0,4% em janeiro para 0,2% em fevereiro.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve alta na inflação, que passou de 0,08% para 1,15%. A primeira prévia de fevereiro foi calculada com base em preços coletados entre 21 e 31 de janeiro.
Agência Brasil

Congelamento de preços acirra incerteza na Argentina


O congelamento de preços no comércio da Argentina até 1º de abril intensificou a sensação de incerteza e desconfiança em relação aos rumos da economia. Ontem (6), dez das principais redes de eletrodomésticos e de eletrônicos da Argentina veicularam anúncios nos jornais informando que seus preços estão congelados.
Segundo nota das lojas, a decisão foi tomada após o fechamento de um acordo com a Secretaria de Comércio Interior. Os empresários das dez lojas seguiram os donos de supermercados, que anteontem (5) adotaram o congelamento.
Autoridades da área econômica não deram mais detalhes sobre a medida. A subsecretária de Defesa do Consumidor, María Lucila Colombo, disse que o congelamento foi adotado para servir à economia familiar. “Não é uma política de preços máximos e mínimos. É um acordo de preços para cuidar da economia da família”.
O acordo do governo com os donos de supermercados foi firmado depois que o Fundo Monetário Internacional (FMI) advertiu as autoridades argentinas sobre os dados estatísticos relativos à economia. O FMI pediu que a Argentina "adote medidas de correção diante da falta de precisão de seu Índice de Preços e dados do Produto Interno Bruto (PIB) até o dia 29 de setembro de 2013".
Caso não siga a recomendação do órgão, a Argentina pode eventualmente ser expulsa do FMI. O ministro da Economia, Hernán Lorenzino, criticou as "receitas" do FMI e informou que um novo índice de inflação deverá ser lançado este ano. A reação do fundo também foi rejeitada pela presidenta Cristina Kirchner que, na rede social Twitter, reprovou a cobrança.
No fim de janeiro, a presidenta criticou empresários que ajustaram preços nos balneários argentinos para a temporada de verão. Na ocasião, a crítica foi interpretada como uma "forma de reconhecer" que a inflação também "preocupa" o governo.
"É preciso começar a usar o poder de usuários e de consumidores. Querem me cobrar este preço? Não compro. É o consumidor, o usuário que tem que defender seus direitos", disse Cristina Kirchner há dez dias.
Agência Brasil

Economista acredita em recuperação da Petrobras em três anos


É perfeitamente compreensível e realista a opinião manifestada ontem (5) pela presidenta da Petrobras, Graça Foster, de que a estatal ainda terá um ano de 2013 bastante ruim antes de retomar o processo de recuperação da companhia, o que só deverá ocorrer dentro de três ou quatro anos – ainda assim se o acionista majoritário, no caso o governo, ajudar.
Presidenta da Petrobras, Graça Foster
A opinião foi manifestada à Agência Brasil pelo economista Adriano Pires, sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, para quem a boa nova surgida por ocasião da divulgação do Balanço Financeiro da Petrobras relativo a 2012 - cujo lucro líquido foi R$ 21,1 bilhões, resultado 36% menor do que o de 2011 e o pior desde 2004 – foi exatamente a sinceridade de sua presidenta.   
“Graça Foster está certa e é sim, perfeitamente possível, que 2013 venha a ser um ano ainda pior para a companhia. A boa notícia na entrevista de ontem diz respeito à sinceridade de sua presidenta. A franqueza e a coragem que ela teve para não pôr panos quentes e falar a verdade - coisa que não ouvíamos na gestão anterior”.
Na avaliação de Pires, doutor em Economia pela Universidade de Paris e especialista na área de energia, a situação pode piorar ainda mais porque o reajuste da gasolina concedido pelo governo na semana passada não foi suficiente para fazer frente à defasagem dos derivados em relação ao preço do barril de petróleo no mercado externo e pelo fato do mercado não acreditar em um novo reajuste ainda este ano.
“O reajuste foi pequeno e, como a própria presidenta Graça Foster admitiu, ele não acabou com a defasagem existente. Ele alivia por pouco tempo, dá um certa oxigenação no caixa da companhia,  mas não resolve o problema; e, em segundo lugar, porque o problema de geração de caixa continua, porque não há perspectiva de novos reajustes em 2013, porque estamos passamos por um processo inflacionário com as taxas crescendo acima da meta. Sem falar no fato de que, do meio do ano para frente, começa a campanha para presidente da República e, em tempos de campanha, nenhum partido mexe no preço da gasolina”.
Segundo Pires, o principal motivo para o péssimo desempenho da Petrobras em 2012 foi o controle dos preços dos combustíveis imposto pelo governo, que se mantiveram fortemente defasados em relação ao mercado internacional. “E isso aconteceu em um momento de forte crescimento da demanda, quando a empresa se viu obrigada a elevar substancialmente as suas importações de gasolina e diesel, ocasionando um prejuízo de R$ 34,2 bilhões na área de abastecimento. Com isto, o prejuízo na área de abastecimento cresceu 136% em relação ao ano de 2011 e o  resultado de 2012 só não foi pior devido a R$ 2,6 bilhões em receitas financeiras”, disse.
Para piorar ainda mais o cenário para a empresa, Pires lembra que o preço do barril do petróleo no mercado externo deve ficar mais caro em 2013, porque a economia americana está voltando a crescer e com isto aumenta o preço do barril do petróleo. Pires entende que, não havendo novos reajustes de preços, o custo do barril de petróleo subindo no exterior e as importações de gasolina crescendo este ano em torno de 22%, como admitiu o diretor Financeiro da companhia, Almir Barbassa, o cenário que se aproxima é de aprofundamento ainda maior das perdas na área internacional.
“A empresa está numa encruzilhada e, no caso da Petrobras, eu diria que é a Escolha de Sofia: se a empresa aumenta o preço explode com a inflação que já volta a dar sinais de que está saindo do controle; mas por outro lado, se não aumenta, explode a própria empresa. A verdade é que o governo deixou as coisas chegarem em um ponto que vai ser difícil  de retomar a fase e a trajetória de eficiência e de lucratividade que teve em um passado recente”.
Na avaliação do economista, o cenário é complicado e a recuperação só deverá ocorrer em um horizonte de três anos. “O que está assustando o mercado é que as captações continuarão para que a empresa consiga manter o padrão de investimento. Com a piora da geração de caixa da empresa e o efeito da desvalorização cambial sobre a dívida, a relação dívida líquida/Ebitda [Lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização] elevou-se para 2,77 [em 2011, a relação era 1,66] e tendência é que aumente ainda mais, fato que pode provocar um futuro rebaixamento da classificação de risco da empresa, o que dificultaria e encareceria o custo da captação”.
Para Pires, aparentemente, a empresa pretende elevar seu caixa e financiar seus investimentos às custas da diminuição do pagamento de dividendos aos acionistas. “Pela primeira vez, o dividendo dos papéis ON será muito menor do que o dos PN: R$ 0,47 e R$ 0,96 por ação, respectivamente. E esta não foi uma boa sinalização para o mercado, porque foi uma decisão que não passou pela Assembleia de Acionistas da companhia. Deixou de pagar R$ 3 bilhões, o que para o mercado é um retrocesso”.
O economista disse, por outro lado, que a sinalização de que haverá uma nova capitalização na empresa não será uma boa ideia. “O mercado já está falando de uma nova capitalização, o que é temerário porque a última, em 2010, foi um desastre e significaria diminuir ainda mais as ações do minoritários”.
Apesar das considerações negativas à respeito da situação da empresa no curto prazo, Pires elogia a atual administração da estatal e afirma que a presidenta é “a pessoa certa, no lugar certo, na hora certa”.
“Acho que a Graça está fazendo o possível, se empenhando ao máximo. Acho que é a pessoa certa  no lugar certo, na hora certa - até pelo seu realismo e sinceridade. É funcionária de carreira, conhece a empresa e tem conhecimento do setor. Não vejo ninguém melhor do que ela neste momento para ocupar o cargo. Ela é objetiva, não esconde as coisas, mas a missão dela é difícil para caramba”, avaliou.
Aliada á capacidade da presidenta, Pires ressalta, como fatores positivos para a empresa o fato de que ela tem grandes reservas de petróleo e gás natural. “O positivo é que a Petrobras tem condições de sair deste buraco até porque ela tem reservas. Petróleo para caramba, tem gás em abundância, mas para a sua recuperação serão necessário mais uns três anos. Para isso, o acionista majoritário teria que ajudar”.
Agência Brasil

Regras para pagamento de aviso prévio sem justa causa valem para quem entrou na Justiça até outubro de 2011


O plenário do  Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (6) que as regras para o pagamento de aviso prévio para trabalhador demitido sem justa causa podem ser aplicadas a pessoas demitidas antes da vigência da lei específica, de outubro de 2011. A decisão, no entanto, vale apenas aos trabalhadores que entraram com ação na Corte antes desta data.
O STF havia decidido, em junho de 2011, que os trabalhadores demitidos tinham direito ao aviso prévio superior a 30 dias, de forma proporcional ao tempo de serviço. Em setembro do mesmo ano, o Congresso aprovou lei que regulamentava o tema.
O projeto de regulamentação da matéria tramitava no Congresso desde 1989, mas como não houve definição sobre o assunto em todos esses anos, em junho de 2011 a questão foi parar no STF. A Corte começou a analisar o tema a partir de ações ajuizadas por quatro ex-funcionários da mineradora Vale. Eles queriam a aplicação do Artigo 7 da Constituição, que determina que os trabalhadores têm direito a aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo o período mínimo de 30 dias.
A situação pressionou o Congresso, que regulamentou a alteração na legislação trabalhista. Atualmente, a lei determina o acréscimo, no tempo do aviso prévio, de três dias para cada ano trabalhado. Na ocasião das ações, o aviso prévio tinha duração de 30 dias em qualquer situação.
O trabalhador que foi demitido antes da lei e não entrou com ação no STF poderá pedir o mesmo benefício, mas não há garantia de decisão favorável.
Agência Brasil

Ranking classifica 12 universidades brasileiras entre as melhores do mundo


O Brasil tem 12 universidades entre as 500 melhores do mundo, de acordo com o Ranking Web of Universities ou Webometrics, divulgado pelo Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC), ligado ao governo espanhol e dedicado ao fomento da investigação científica e tecnológica. O levantamento é baseado no impacto que as publicações científicas das instituições de ensino têm na internet. Das universidades brasileiras até a 500º posição, todas são públicas, sendo nove federais e três estaduais.
O primeiro lugar brasileiro coube à Universidade de São Paulo (USP), que ocupa o 19º lugar geral. A USP foi seguida pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (129º), Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (177º), Universidade de Brasília - UnB (181º), Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC (205º), Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (241º), Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG (254º), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Unesp (294º), Universidade Federal Fluminense – UFF (312º), Universidade Federal do Paraná – UFPR (364º), Universidade Federal da Bahia – UFBA (444º) e Universidade Federal do Ceará – UFCE (482º).
A primeira universidade particular a aparecer no ranking é a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS, na 16º posição nacional e 621º mundial. As dez primeiras posições são ocupadas por universidades norte-americanas, estando a Universidade de Harvard na liderança.
O levantamento avalia as universidades quanto a qualidade do conteúdo publicado, levando em consideração as citações externas ao domínio da página universitária em que a publicação aparece. Além disso, os centros de ensino são avaliados quanto a presença - o número total de páginas hospedadas no domínio da universidade; abertura de arquivos anexados (.pdf, .doc, .docx, .ppt) disponíveis em sitesrelacionados; e excelência - trabalhos acadêmicos presentes em grandes publicações internacionais.
A pesquisa é divulgada semestralmente desde 2004. O objetivo, de acordo com o site da divulgação, é motivar as universidades a aumentarem a presença na internet. "Caso a performance da instituição estiver abaixo da posição esperada de acordo com a excelência acadêmica que tem, as autoridades deveriam reconsiderar a política na rede e promover um aumento no volume e na qualidade das publicações eletrônicas",  informa a metodologia do levantamento.
Agência Brasil

A paulatina e constante derrocada da democracia representativa


Pintura de Umberto Boccioni

A democracia representativa acabou. O que restou foi este esqueleto que representa apenas os grandes interesses. Senadores cuidam das questões de peso que são a dos grandes grupos econômicos. Os deputados federais cuidam de assegurar a tradução dos desejos empresariais em legislação adequada. Os deputados estaduais cuidam das relações públicas para azeitar a máquina administrativa. E os vereadores se asseguram de que as bilhas desse enorme rolamento fiquem nos seus devidos lugares, porque se nas administrações locais as coisas desandarem... adeus ao castelo de areia. Nisso, onde está a função do estado de administrar toda a sociedade? Está no imaginário. O estado então serve apenas para garantir que as relações internacionais permaneçam intactas para que o sistema não venha abaixo, porque este é o esquema geral disso que chamam democracia. 

Tomo como exemplo, a noticia de primeira pagina no The New York Times (05/02) sobre o que está se passando no Egito. 
"Sempre que as pessoas perdem a esperança, os confrontos pioram", disse Mokbel, 30, em uma pausa dos combates na noite de sexta-feira fora do palácio presidencial. "Mas as pessoas no poder ainda estão agindo como se não houvesse crise, e  disparam mais gás", completou ele.

O que está sendo exigido no geral e no particular nas sociedades modernas, desde países desenvolvidos a países em desenvolvimento e países pobres é uma Reforma Política profunda e abrangente. O propósito é refazer a maneira como as sociedades formam ou configuram forças políticas a fim de dar vazão às suas vontades e exigências. Isto se faz urgente pelas profundas transformações tecnológicas e sociais já ocorridas, mas que o sistema, por ser ossificado, insensível e impertinente, se deu conta, mas se nega a fazer as mudanças necessárias. Para manter o sistema vemos as repressões em alguns países, o liberalismo desenfreado em outros para desafogar sociedades em extremo estresse psicológico e esse "terrorismo" de araque, porque fabricado, para manter o sistema no mesmo molde.


Magnata Donald Trump processa comediante nos EUA


Por João Ozorio de Melo* 
O multibilionário Donald Trump, 17º colocado na lista da Forbes das 100 celebridades mais poderosas do mundo, processou o comediante Bill Maher, para coletar US$ 5 milhões. O comediante disse no programa "The Tonight Show", de Jay Leno, que Trump era "fruto de uma relação sexual de sua mãe com um orangotango". E ofereceu uma recompensa de US$ 5 milhões para quem provasse o contrário, segundo a Courthouse News, a ABC News e USA Today.

A oferta de Maher foi uma réplica a outra oferta semelhante feita por Trump. Em seu programa de televisão durante a campanha eleitoral americana, o republicano Trump ofereceu US$ 5 milhões a quem a lhe apresentasse uma certidão de nascimento do presidente democrata Barack Obama. Na época, havia uma grande controvérsia no país sobre a verdadeira nacionalidade do presidente. Finalmente, o governo apresentou ao público americano a certidão de nascimento de Obama, emitida no Havaí.

Trump não está processando Maher por calúnia ou difamação e, sim, por "quebra de contrato". No dia seguinte ao show de Jay Leno, o advogado de Trump enviou uma carta a Maher, aceitando formalmente a oferta que fizera, anexando uma certidão de nascimento de Trump, que comprovava que ele era filho de Fred Trump — e não de um orangotango. E exigindo o pagamento prometido de US$ 5 milhões.

Daher também disse no show que Trump poderia indicar as instituições beneficentes para as quais o dinheiro deveria ser destinado. Na carta, o advogado exigiu pagamento imediato a Trump e nomeou as instituições às quais ele destinaria o dinheiro: uma organização que presta assistência às vítimas do furacão Sandy, a Liga de Atletismo da Polícia, a Sociedade Americana do Câncer, a organizaçãoMarch of Dimes e o Instituto do Câncer Dana-Faber.

Daher não cumpriu o "contrato" e, por isso, Trump está cobrando os US$ 5 milhões, com juros, na Justiça. E quer que o caso seja levado a um tribunal do júri. Na ação, o advogado de Trump alega que "um contrato foi formando entre o sr. Maher e o sr. Trump no momento da aceitação da carta que foi enviada".
No show, Daher explicou porque afirmava que Trump era filho de um orangotango. "Bem, só existem duas criaturas no mundo com pêlos cor de laranja, o orangotango e Donald Trump", em referência à cor dos cabelos do bilionário.

João Ozorio de Melo* é correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.

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