Presidenciável tucano diz que apenas 20% da iniciativa do governo federal que já contratou 6.658 médicos, entre estrangeiros e brasileiros, são de "efetividade"; o restante é "uma propaganda enorme", atacou; senador afirma que não pretende acabar com o programa caso seja eleito presidente, mas fará mudanças: "sob o governo do PT, os médicos cubanos são discriminados. Eu quero estabelecer uma nova forma de contrato em que os cubanos que aqui quiserem ficar poderão ficar, mas vão receber exatamente como os outros"; segundo ele, "hoje o Brasil submete-se a regras de um país fechado, uma ditadura comunista"
O senador e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, acusou o programa Mais Médicos, implantado no governo Dilma Rousseff, de ser "80% propaganda". Ele fez ainda críticas à gestão do governo petista na área da Saúde e disse que hoje, na forma como funciona, a iniciativa "discrimina" os cubanos e é "desleal" com os brasileiros, ao ser oferecida como "solução" para o problema da saúde pública no País.



