sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Alta do dólar faz dívida pública líquida cair para menor nível da história

A alta de 3,6% do dólar em janeiro fez a dívida pública líquida cair para o menor nível da história em janeiro. Segundo números divulgados hoje (28) pelo Banco Central (BC), a dívida líquida do setor público encerrou o mês passado em 33,3% do Produto Interno Bruto (PIB), o percentual mais baixo desde o início da série histórica.

A queda ocorreu porque o endividamento líquido desconta, da dívida bruta, o que o governo tem a receber. Com a valorização da moeda norte-americana no mês passado, os ativos em moeda estrangeira, principalmente as reservas internacionais, aumentam de valor na conversão em reais, resultando numa dívida líquida menor.

Economia para pagar juros da dívida cai 50,7% em janeiro


O Governo Central (Previdência Social, Tesouro Nacional e Banco Central) registrou superávit primário (economia para o pagamento dos juros da dívida pública) de R$ 12,954 bilhões em janeiro, com queda de 50,7% em relação ao resultado do mesmo período do ano passado, R$ 26,287. O Tesouro e o Banco Central apresentaram resultado positivo de R$ 17,55 bilhões, enquanto a Previdência teve déficit de R$ 4,595 bilhões. A arrecadação recorde de janeiro não foi suficiente para cobrir o déficit.

O Tesouro Nacional informou que a queda em janeiro, na comparação com o resultado do mesmo período do ano passado, deve-se à sazonalidade de receitas, transferências e despesas, incluída a Lei Kandir, com a redução na antecipação de pagamentos do ajuste anual do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (IRPJ/CSLL) obtido no ano passado, ao incremento nas transferências a estados e municípios, por causa do aumento de tributos compartilhados em função do Refis (programa de refinanciamento de dívida tributárias), entre outros. O aumento das despesas ficou em 19,5%.

Plataforma aderna em Campos, mas Petrobras diz que não há risco de afundar


Uma plataforma da empresa Noble, que está a serviço da Petrobras, adernou na madrugada de hoje (28) na Bacia de Campos. Segundo a assessoria de imprensa da Petrobras, uma equipe de contingência está neste momento no local tentando estabilizar a plataforma SS-53.

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa, não há risco de afundamento. A Petrobras não deu mais detalhes sobre o incidente. Segundo o diretor do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), Vitor Carvalho, a SS-53 é uma sonda de perfuração de poços, mas há informações de que ultimamente ela era usada como alojamento para pessoal que trabalha na manutenção de unidades de produção em alto-mar.

Economia chinesa poderá continuar a crescer 7,7% em 2014


*Da Agência Brasil
A economia chinesa, a segunda maior do mundo, poderá continuar a crescer "em torno de 7,7%" em 2014, de acordo com previsão de um grupo de estudo governamental citado hoje (28) pela imprensa oficial chinesa.

Apesar de algumas tendências de abrandamento internas, o comércio externo da China poderá crescer este ano 8%, "impulsionado pela recuperação econômica global", disse Li Wei, chefe do Centro de Investigação e Desenvolvimento do Conselho de Estado.

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