Alexandre
Padilha errou. Realizar campanhas de saúde pública é seu dever e não mera
opção.
O ministro da
Saúde, Alexandre Padilha, há pouco adotou a decisão de retirar campanha em
favor da melhoria da auto-estima das profissionais do sexo com vistas à
prevenção da Aids e doenças sexualmente transmissíveis. Um dos cartazes da
campanha trazia a frase “Eu sou feliz sendo prostituta”. Também foi exonerado
pelo ministro o diretor do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
A retirada da
campanha deu-se, aparentemente, por pressão da chamada “bancada evangélica“,
que usou da Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo deputado Marcos
Feliciano (PSC-SP), para criticar a iniciativa.