Por Luiz Flávio Gomes na revista
JusBrasil
As
eleições estão se aproximando e nenhum candidato, até agora (ao menos
publicamente) está dando a devida atenção para a violência epidêmica que está
corroendo as bases do tecido social nem tampouco para o genocídio estatal
macabro (que mata, por razões étnicas, raciais ou socioeconômicas, entre 5 e 20
mil jovens por ano, por meio de execuções sumárias, atingindo prioritariamente
os de cor negra ou parda, favelizados ou periferizados). Esse mesmo genocídio
massivo, que é fruto de uma política estatal nunca oficializada, também
vitimiza centenas de policiais anualmente.
