sexta-feira, 17 de junho de 2011

A AMAZÔNIA É NOSSA, SÓ NOSSA!

Fonte: Google
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr. Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."

"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!

Receita de Esfirra, ou esfiha, aberta de carne para diabéticos


Quem procura opção de receitas para diabéticos quase sempre encontra pratos doces que substituem açúcar por adoçante. Mas nos pratos salgados também deve haver preocupações quando a receita for preparada especialmente para pessoas com diabetes. Um exemplo é essa Esfiha (ou esfirra) aberta de carne que leva para mesa todo sabor da comida árabe sem comprometer a dieta dos diabéticos.

A receita foi desenvolvida no Laboratório de Técnica Dietética pelos alunos do curso de Nutrição da UNB sob supervisão da professora Raquel Botelho. "São receitas testadas e elaboradas para vários grupos da população com a intenção de melhorar a qualidade da alimentação e promover a variedade da mesma", explica. 

Como fazer Esfiha Aberta de Carne 
Massa: Misturar o fermento e o açúcar. Juntar com a farinha de trigo e a farinha de aveia e bater na batedeira por 1 minuto na velocidade média. Enquanto bate na batedeira, adicionar o óleo e depois adicionar a água aos poucos. Colocar a massa sobre uma superfície de mármore ou metal e sovar até que fique com a aparência homogênea. Deixar a massa crescer por 40 minutos.

Recheio: tirar a pele e as sementes do tomate e cortar em cubos pequenos. Tirar a casca da cebola e cortar em pequenos cubos. Adicionar sal a gosto na carne e misturar com o tomate e a cebola picados.

Como montar as esfihas: Cortar a massa em 3 tiras. Deslizar a massa sobre a superfície e fazer um rolo de cerca de 2 dedos de altura. Cortar o rolo em 8 pedaços iguais de cerca de três dedos de comprimento. Fazer bolinhas com cada pedaço. Peneirar o fubá sobre a superfície e deixar as bolinhas de massa sobre o fubá. Achatar cada bolinha sobre a superfície com três dedos formando um disco. Fazer um monte com três discos e apertar e o centro deles e girar ao mesmo tempo para dar o formato. Colocar 1 colher de sopa de cheio sobre cada disco. Apertar o recheio do centro às bordas. Assar em forno pré-aquecido a 180°C por 35 minutos. 

Ingredientes para Esfiha Aberta de Carne na receita especial para pessoas com diabetes

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Receita de costelinha de serro

Receita de costelinha suína.
 Prato composto de costelinha banhada com vinagrete quente de pimenta biquinho acompanhada de farofa mineira e creme de tutu. Veja a receita abaixo:



Serve: 4 porções
Ingredientes:
1,2kg de costelinha de porco.
200gr farinha de mandioca
400gr toucinho
5gr alho
40gr manteiga ou banha
100gr couve
50gr cebola
2 ovos
10gr porção de torresmo
100gr linguíça caseira
1 banana da terra

Vinagrete quente de pimenta biquinho
250ml azeite
50gr alho
4 ramos de alecrim
50gr pimenta biquinho
100gr tomate
30gr sal grosso
1 pimenta dedo de moça

Modo de preparo:

Costela
Dividir a costela em 4 pedaços iguais. Misture todos os ingredientes da marinada, coloque os pedaços de costela e deixe marinar na geladeira por pelo menos 12 horas. Asse no forno ou brasa até ficar dourada e macia por dentro.

Farofa mineira
Coloque a lingüiça em uma pequena caçarola e cubra com água, deixe cozinhar ate a água secar. Quando a água secar ela vai liberar a gordura da própria lingüiça; frite a lingüiça nesta gordura até ficar ela dourada. Retire e corte em fatias finas. Reserve.

Em uma frigideira coloque 4 colheres de sopa de banha, a cebola, o alho e deixe dourar. Acrescente a couve e refogue rapidamente. Logo em seguida, junte a banana e depois os ovos, misture até tudo estar cozido para depois acrescentar a lingüiça e por ultimo a farinha. Mexa por 5 minutos, confira o sal, salpique o torresmo por cima e sirva.

Vinagrete quente de pimenta biquinho
Em uma caçarola coloque todos os ingredientes do vinagrete. Leve ao fogo baixo e deixe cozinhar sem levantar fervura até que os dentes de alho fiquem macios. Retire os galhos dos ramos de alecrim deixando só as folhas no molho. Reserve aquecido.

Montagem do prato:
Retire a costelinha do forno, coloque em um atravessa derrame o vinagrete quente por cima. Coloque a farofa ao lado e desenhe com o tutu.

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