Morto
em 25 de março, o padre Renzo Rossi deixou marcas eternas por onde passou.
por Emiliano José
Sigo nesse
texto o esforço de continuar revelando o trabalho do padre Renzo Rossi, morto
em 25 de março deste ano. Renzo deixou marcas eternas por onde passou. Nunca
fez alarde disso, e talvez tenha sido essa característica, de servir sem
esperar retorno, que o fez tão querido por todos que tenham compartilhado de
sua convivência, inclusive pelos que tinham convicções materialistas, como as
dezenas e dezenas de prisioneiros e prisioneiras políticas que visitou país
afora. Há mais de dez anos, escrevi o livro As asas invisíveis do padre
Renzo. Recentemente, junto com Jorge Fellipi, dirigi o filme do mesmo nome, que
brevemente irá às telas da TV Brasil.