quarta-feira, 8 de outubro de 2014

32 capas de jornal que vão te lembrar do Brasil dos anos 90 e governo FHC

Com Aécio vem Armínio Fraga e toda a turma do FHC

Retirado de: http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/05/26/tem-saudade-do-fantasma-fhc-lembra-do-que-ele-fez/#.VDJrjlA42tU.facebook

 

 

 

 

Nem Dilma nem Aécio contemplam ideais do PSOL, diz Luciana Genro



Na semana em que os partidos fora do segundo turno das eleições decidem eventuais apoios na disputa entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), a quarta colocada no pleito, Luciana Genro, comemora o resultado e o considera "extraordinário". A candidata, que teve mais de 1,6 milhão de votos (1,55% do eleitorado), avalia que conseguiu encantar a juventude e levar ao debate eleitoral temas que nenhum dos candidatos levantou.

A avaliação de que a candidatura do PSOL conseguiu sair da campanha melhor do que entrou, por receber parte dos votos daqueles que participaram das manifestações do ano passado, é compartilhada pelo cientista político e especialista em comportamento eleitoral Leonardo Barreto. Para ele, o voto em Luciana não veio só do “radical”, mas também de um setor da sociedade que é “muito mobilizado”.

Marina diz que ainda não definiu posição no segundo turno

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Ainda sem definir qual será o posicionamento no segundo turno das eleições presidenciais, a ex-candidata à Presidência da República, Marina Silva, disse, em nota ontem (7) que os resultados das eleições refletiram a insatisfação dos brasileiros com as atuais condições do país.

Marina lembrou que os partidos da coligação Unidos pelo Brasil vão se reunir amanhã, em Brasília, para discutir os critérios que irão balizar a escolha do grupo.

De acordo com a ambientalista, o anúncio sobre possíveis apoios será feito apenas na quinta-feira (9), depois que as lideranças dos partidos aliados conseguirem costurar um entendimento sobre o que fazer em relação à disputa pelo Executivo.

Marina Silva disse ainda que respeita as opiniões isoladas de cada partido, dirigentes e líderes, mas ressaltou que essas posições “não refletem em nenhuma hipótese” a sua opinião. Antes do encontro com os partidos da coligação, a ex-candidata explicou que ainda terá de definir com integrantes da Rede Sustentabilidade qual deve ser a orientação nessa nova fase do processo eleitoral.

Por Carolina Gonçalves na Agência Brasil 

STF começa a julgar possibilidade de desaposentação


INSS
NSS não reconhece a desaposentação e
defende a ilegalidade da revisãoArquivo

André Richter - da Agência Brasil 
 
O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar hoje (8) a possibilidade de o aposentado pedir a revisão do benefício por ter voltado a trabalhar e a contribuir para a Previdência Social. A questão é conhecida como desaposentação e terá impacto em 70 mil ações que estão paradas na Justiça à espera da decisão.

Um dos recursos que serão julgados é de um aposentado que pediu ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a interrupção do pagamento da atual aposentadoria por tempo de serviço e a concessão de um novo benefício por tempo de contribuição, com base nos pagamentos que voltou a fazer, quando retornou ao trabalho.

Atualmente, o INSS não reconhece a desaposentação e vai defender a ilegalidade da revisão durante o julgamento. Segundo o Artigo 18 da Lei 9.528/97, o aposentado que volta a trabalhar não pode ter o benefício revisado.  “O aposentado pelo Regime Geral de Previdência - RGPS -  que permanecer em atividade sujeita a esse regime, ou a ele retornar, não fará jus a prestação alguma da Previdência Social em decorrência do exercício da atividade, exceto ao salário-família e à reabilitação profissional, quando empregado”.

A decisão que for tomada pelos ministros terá impacto automático em 6.831 processos semelhantes que foram suspensos pelo STF até que a questão seja julgada. De acordo com o Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), que vai defender a desaposentação, 70 mil ações aguardam a decisão do Supremo.

O relator da ação é o ministro Luís Roberto Barroso.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

PSB-RJ apoia Dilma no 2º turno, já em Pernambuco o partido apoia Aécio




O diretório do PSB no Rio de Janeiro apoiará a presidente Dilma Rousseff (PT) no segundo turno da eleição presidencial. De acordo com o vice-presidente do diretório estadual do PSB no Rio de Janeiro, ex-deputado Vivaldo Barbosa, a tendência de apoio no município do Rio já será transmitida à direção nacional do partido.

O deputado afirmou que o apoio à candidata petista se dá pela linha política ideológica e histórica do partido, que teria mais afinidade com as propostas de Dilma Rousseff do que com as de Aécio Neves (PSDB). "Apesar das ressalvas e críticas que nós temos ao governo de Dilma, é muito mais natural que socialistas estejam juntos às propostas de Dilma do que das propostas neoliberais do candidato tucano. A visão de Armínio Fraga é outra coisa que nos distancia de Aécio", declarou.

A previsão é que a Comissão Executiva Nacional do PSB se reúna já na próxima quarta-feira (7) para debater o assunto, em Brasília, na sede do PSB Nacional, às 14h. A direção nacional do partido tem feito consultas aos diretórios estaduais, mas ainda não é certo se o partido irá se pronunciar nesta semana ou se vai deixar para declarar uma posição de apoio para a próxima segunda-feira, quando ocorrerá nova reunião.

Barbosa declarou que, nacionalmente, a maioria do partido possui essa tendência de apoio à Dilma, mas, como existem seções do partido que possuem posicionamentos contrários, existe também a possibilidade de o partido não chegar a uma decisão formal. “Mas a maioria do partido, sem dúvida alguma, tem essa tendência de apoiar a Dilma pela própria natureza dos socialistas”, apontou.

Quando às declarações recentes de Marina Silva que, apesar de evitar falar diretamente na possibilidade de aliança com os tucanos, tem sinalizado a possibilidade de apoiar Aécio, Barbosa declarou que a provável decisão de apoio à Dilma é exclusiva do PSB. “Marina Silva é uma entidade que possui as características particulares dela, estamos falando do apoio do PSB”, ressaltou.
Terceira colocada na primeiro turno, com 22 milhões de votos (21%), a ex-senadora Marina Silva (PSB) já sinalizou apoio ao tucano Aécio Neves. O presidente do PSB nacional, Roberto Amaral, está neutro, por enquanto. Já o vice na chapa de Marina, o deputado federal Beto Albuquerque (RS) manifestou, em coletiva neste domingo (5), em São Paulo, sua posição pessoal contrária à candidatura da presidente Dilma. 

"Eu tenho muita dificuldade de votar na Dilma depois de tudo que eu ouvi ela dizer de nossa candidatura. É uma opinião minha, pessoal. O meu partido vai discutir", afirmou o parlamentar.


Em Pernambuco o PSB bateu o martelo e deverá apoiar a candidatura do senador mineiro Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República. A posição do partido foi tomada após uma reunião das lideranças estaduais que só terminou na madrugada desta terça-feira (7). O governador eleito, Paulo Câmara, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, o ex-ministro e senador eleito, Fernando Bezerra Coelho, o presidente estadual da legenda, Sileno Guedes, viajam ainda nesta terça para São Paulo para defender a candidatura de Aécio Neves junto a direção do partido. Eles também devem se encontrar com a candidata presidencial derrotada marina Silva (PSB). A reunião da Executiva Nacional do PSB que definirá qual candidato receberá o apoio dos socialistas será realizada nesta quarta-feira, em Brasília.

Após o pleito que elegeu Paulo Câmara, tanto a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff como Aécio Neves entraram em contato com a direção estadual do partido e também com a viúva do ex-governador Eduardo Campos, Renata Campos, para tentar levar o PSB para os seus respectivos palanques.

Nas discussões, o PSB teria avaliado que apoiar o PT no segundo turno significaria ir de encontro ao discurso construído por Campos sobre a necessidade de se “construir uma nova política”. Também teria pesado na decisão, os ataques desferidos contra Marina Silva, candidata do partido na eleição presidencial.

Além disso, Aécio teria conseguido apontar que, no momento atual, PSB e PSDB possuem mais pontos de convergência do que discordâncias. O fato do PSDB também não ter apresentado o programa de governo, possibilita que muitos pontos defendidos pelo PSB possam ser incluídos no conteúdo programático da legenda tucana. Esta posição, inclusive, já havia sido manifestada por membros do PSB e da Rede Sustentabilidade, legenda que Marina Silva tenta criar e que está abrigada no PSB.

“Não é que o Aécio seja o nosso candidato dos sonhos. Tanto é que apresentamos uma alternativa para acabar com essa polarização. Mas vale dizer que esse deverá ser o encaminhamento de Pernambuco. Temos que aguardar o encaminhamento do PSB enquanto nacional”, disse Sileno Guedes ao jornal O Estado de S. Paulo.

Dividir o Brasil em certo e errado faz sentido?




Por Marco Damiani
Divisão do Brasil entre ricos e pobres, Sul-Sudeste e Norte-Nordeste, informados e ignorantes (como sugeriu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso) já levou sociedade brasileira à ruptura institucional; prática da visão de mundo baseada no 'nós contra eles', o popular Fla X Flu, provoca perdas para todos; é bom lembrar que, hoje em cantos opostos, PT e PSDB já deixaram correr, no passado, conversas sobre fusão partidária; boicote recíproco é positivo para quem?

Os dois líderes mais emblemáticos de PT e PSDB, ex-presidentes Lula e Fernando Henrique, já deixaram correr, nos tempos do governo do primeiro, a conjectura de que, um dia, no futuro, os dois partidos poderiam se fundir num só. Eram tempos em que, a partir da base do plano Real de FHC e com o impulso de taxas mais altas de crescimento obtidas na gestão Lula, os petistas estavam em alta e os tucanos se debatiam contra a síndrome de se tornarem uma legenda de expressão apenas regional. O assunto ganhou certo corpo em conversas entre parlamentares no Congresso, mas, como se sabe, nunca prosperou.

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