O
ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou em entrevista à Folha de
S.Paulo que há uma "instatisfação genérica" nos protestos pelo País e
que é difícil que os partidos consigam se aproveitar das manifestações.
"não sei se os partidos vão ter capilaridade para sentir tudo isso e
transformar ao menos sua mensagem e a ligação com fenômenos como as mídias
sociais", afirmou FHC.
sábado, 22 de junho de 2013
Protestos ampliam incertezas de investidores na economia
21 de junho - Vidraças são quebradas em concessionária de veículos no Rio de Janeiro
Foto: Mauro Pimentel / Terra
|
Ainda é cedo
para avaliar os impactos da recente onda de protestos na economia brasileira e
nos investimentos no País. Mas analistas e especialistas ouvidos pela BBC
Brasil ressaltam que investidores não costumam ser lá muito afeitos a
incertezas - e a única certeza desses protestos é que ninguém sabe ao certo
como e em que condições vão terminar.
Eduardo Campos elogia discurso de Dilma: "população estava esperando"
O
governador de Pernambuco e potencial candidato à Presidência da República,
Eduardo Campos (PSB), elogiou a postura de Dilma Rousseff em seu pronunciamento
sobre os protestos e atos de violência registrados nas maiores cidades
brasileiras nos últimos dias.
"Foi
importante ela ter falado. A população estava esperando a palavra
dela", declarou.
Campos afirmou
que telefonou imediatamente para a presidente para cumprimentá-la pela
iniciativa.
“A disposição
para o diálogo com os poderes, governos locais e população foi importante”,
comentou o governador, acrescentando que foi convidado para uma reunião em
Brasília, na próxima segunda-feira (24/06), para discutir o assunto.
Protesto contra 'cura gay', Feliciano e ato médico reúne 4 mil em SP
Manifestação
teve apoio de profissionais da saúde, que também pediram o veto ao chamado
"ato médico"
Manifestação
teve apoio de profissionais da saúde, que também pediram o veto ao chamado
"ato médico"
Ao
menos 4 mil manifestantes participaram, na noite desta sexta-feira, de um
protesto pacífico para pedir a derrubada do projeto de lei que ficou conhecido
como "cura gay", proposta que autoriza aos psicólogos a promover
tratamentos com o objetivo de "curar" a homossexualidade, e foi
aprovada na última terça-feira pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos
Deputados, presidida pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP). O texto ainda
precisa passar por duas comissões da Câmara antes de ser votada em plenário,
mas o avanço do projeto preocupou militantes LGBT (lébicas, gays, bissexuais e
transgêneros), que convocaram a passeata para pedir a saída de Feliciano da
presidência da comissão.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Flamengo deve confirmar confronto com o Coritiba para Brasília
Mano
admite que jogar no Paraná é a ‘probabilidade maior’ e não esconde que ausência
de uma casa fixa cria dificuldades durante o Brasileirão
O sonho do
retorno ao Maracanã deve ficar mesmo para depois, e o Flamengo já está com
negociações em bom rumo para utilizar o estádio Nacional Mané Garrincha, em
Brasília, na primeira partida do time no retorno do Campeonato Brasileiro,
contra o Coritiba, no dia 6 de julho. Com as conversas emperradas por
divergências no acordo para voltar a jogar no palco carioca, o Rubro-Negro está
muito próximo de acertar a volta à Capital Federal, onde encarou o Santos na
primeira rodada da competição.
O povo que hoje ocupa as ruas poderá ir muito alem
Por Dagmar Vulpi
Talvez para
muitos esteja passando despercebido, mas ainda que de forma inconsciente a
maioria dos que apoiam e participam do crescente movimento popular que tomou as
ruas do pais nos últimos dias e que escancara a insatisfação generalizada contra
esse mal que vem sendo arraigado e adubado sistematicamente por deficiências administrativas
de nossos governantes, poderão ter suas reivindicações legitimadas através de
uma Assembleia Constituinte Exclusiva, que é um mecanismo democrático composto
por “NÃO POLÍTICOS” e principalmente de professores universitários, de
entendedores de política, cientistas políticos, professores de direito
constitucional, etc., para representarem a Nação. Não precisaria de partidos
políticos – todos poderiam concorrer.
Não seria
oportuno neste caso adotar uma Assembleia Constituinte sem que ela fosse EXCLUSIVA,
onde pudessem concorrer para compor aqueles que hoje já se encontram no
Congresso, e que certamente sendo eles os responsáveis nada mudariam, eles continuariam
a legislar em causa própria, dando continuidade ao processo que desde sempre esteve
em curso. Não faria diferença ter uma Constituinte ou fazer uma emenda
constitucional. Sendo a Constituinte formada por políticos, aqueles formatariam
uma possível nova Constituição conforme seus próprios interesses.
Se nós
analisarmos, nos grandes temas políticos no Congresso Nacional que não são
examinados, ou tratados com superficialidade por nossos legisladores podemos tomar
como exemplo a reforma política, que trata de pontos cruciais para uma verdadeira
mudança no atual sistema corrompido e que esta sendo reclamado de norte a
sul em cartazes mostrados por participantes do movimento que esta parando o
Brasil.
Dentro da proposta
para reforma política destacarei dois pontos que considero fundamentais, e que
poderiam caso aprovados, moralizar minimamente o atual sistema político brasileiro.
01
- O Financiamento público exclusivo de campanha.
Todos sabemos
que o financiamento privado gera corrupção e está pautado pelo dinheiro.
02
- Fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais.
Hoje, nas
eleições para deputado e vereador, as coligações permitem a transferência de
votos de um partido para outro que esteja coligado. essa experiência provoca
uma união desorganizada entre os partidos, que não fazem coligações por
questões de programa ou ideologia semelhantes, mas apenas para beneficiarem do
sistema.
Nada mais
legítimo, portanto, que uma Constituinte que fosse exclusiva, composta de “NÃO
POLÍTICOS”. Porque daí os representantes da sociedade que hoje pintam a cara de
verde amarelo e saem para as ruas reclamando justiça e fim da corrupção concorreriam
e formatariam uma Constituição num interesse muito mais da sociedade do que dos
políticos.
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