Presidente do
Supremo Tribunal Federal embarcou no último sábado para uma semana de encontros
com autoridades de Gana, Benin e Angola, para profundar as relações entre a
Corte brasileira e países africanos; derrotado na fase dos embargos
infringentes da AP 470, magistrado deixou o país após admitir que penas foram
elevadas artificialmente para evitar a prescrição; acusado de desmoralizar o
Supremo, Barbosa cogita, mais do que nunca, carreira política; está mais
propenso a aceitar filiação ao PV, de José Luiz de França Penna, para disputar
em 2014 vaga ao Senado pelo Rio de Janeiro
Longe do
braseiro que provocou ao reconhecer que penas da AP 470 foram elevadas
artificialmente para evitar a prescrição, o presidente do STF, Joaquim Barbosa,
cumpre agenda oficial na África.