sábado, 12 de julho de 2014

Por que a renda é tão desigual no capitalismo?


Por Eduardo Salgado, na Exame
Em centros de estudos, universidades e sedes de governo de todos os cantos, o assunto do momento é a desigualdade social.
São Paulo - Se a história pode servir de baliza, não há dúvida: a busca pela igualdade total de renda é completamente insana. Não há exemplo de povo que tenha evoluído ao instituir um modelo de remuneração  desligado do esforço, da ambição e do talento individual. Os países da esfera comunista tiveram sete décadas para provar que seu modelo poderia funcionar.

Marco Civil da Internet - Lei nº 12.965, de 23 abril de 2014.



Art. 1º Esta Lei estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil e determina as diretrizes para atuação da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios em relação à matéria.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 12.965, DE 23 ABRIL DE 2014.





Constituição Federal do Brasil de 1988


Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 




sexta-feira, 11 de julho de 2014

Surge novo procedimento para tratar câncer

Com investimentos de quase US$ 10 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, a Novartis criou um tratamento que é a esperança de milhões de pacientes que sofrem com a doença.

Nas últimas décadas, na tentativa de curar os cerca de 14 milhões de pessoas diagnosticadas anualmente com câncer, a medicina mundial tem feito uso de um arsenal enorme de exames sofisticados, procedimentos cirúrgicos cada vez mais precisos e drogas bastante avançadas. Por maior que seja a evolução, 8 milhões de pacientes ainda morrem por ano, em todo o globo, por fatores relacionados à doença. Os motivos são variados: a detecção tardia, a agressividade dos tumores e os devastadores modos de cura. Agora, no entanto, um feixe de luz surge da associação entre a indústria farmacêutica Novartis, os laboratórios de algumas universidades e hospitais americanos. Até hoje, o tratamento do câncer está restrito a cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Um quarto procedimento, contudo, chamado de terapia celular – ou Chimeric Antigen Receptor (CAR) – resultado da combinação de forças lideradas pela Novartis, pode significar a tão sonhada cura da terrível doença.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

27 tartarugas marinhas são achadas enroladas à rede de pesca, no ES

Pelo menos 27 tartarugas foram encontradas mortas (Foto: Reprodução/ Whatsapp)
Segundo bióloga, pelos menos 27 animais foram encontrados mortos.
Moradores da região se mobilizaram para ajudar a retirar os animais.

Pelo menos 27 tartarugas marinhas foram encontradas mortas, enroladas em uma rede de pesca na manhã desta quarta-feira (9), em uma praia da Barra do Jucu, em Vila Velha, no Espírito Santo. Segundo um guarda-vidas que trabalha no local, moradores da região fizeram o resgate, mas nenhum animal foi retirado da água com vida. A bióloga Jordana Borini, do projeto Tamar, foi ao local e contou que um pedaço da rede ainda está na água, e há chances de mais tartarugas estarem presas. 

Falência múltipla de órgãos e indivíduos


Por João Baptista Pimentel Neto no Diálogos do Sul
Faleceu nesta quarta-feira, entre 17:00 e 17:38, uma quimera ufanista conhecida também como “hexa” por absoluta falência múltipla de órgãos desinteressados, apáticos e omissos naquilo que se esperava como fluxo de surpresa, graça, beleza e invenção – sinais de vida daquilo que um dia chamamos “futebol brasileiro”.

O moribundo já se arrastava em sua patética sombra do que um dia foi e, por alguns lapsos vadios de tempo, apresentava tênues reações de melhoras em um quadro preocupante que animava, brevemente, porém, sempre inspirava cuidados, desconfiança e preocupação. 

O derradeiro sopro determinante do estado mórbido instalou-se no frágil corpo da vítima (preparada na neblina turva) ao desmoronar, sem a menor inspiração, ante o massacre tático, técnico, emocional e estratégico de um adversário infinitamente melhor (preparado sob sol, mar, alegria e competência).

Aniquilar as débeis fortalezas da vítima provou, sim, que ainda existe bobos (da corte) no futebol. Bobos de lobby e lábia. O paciente, mesmo inflado por negócios extraordinários e estranhos, indicava insuficiência crônica de ousadia pelo caricatural arremedo de “bravura indômita”. lágrimas a capela e outras patriotadas verossímeis, confundidas e manipuladas como “realidade nacional”. Demonstração flagrante do risco que é este colocar pátria em chuteiras. Há o reverso de se levar um, propriamente dito, no pavilhão traseiro, embora isto não signifique, de verdade, “pátria” e muito menos “chuteira”.

Como ficou demonstrado, pateticamente, na tarde de ontem, tudo não passava de um  ilusório desarranjo sem pé (que acertasse o passo) nem cabeça (que pensasse o compasso). Embora uma desesperada luta individual tenha sido revelada na intenção idílica de acertar; sem evitar o massacre coletivo de proporções homéricas.


Convocam-se os familiares mais próximos, arquitetos e operadores de tal criatura, idem, capitalizadores do magnífico negócio gerado, para infinitas explicações do inexplicável e a consequente apuração de responsabilidades e assim se consume o óbito oficial.

Tal reconhecimento se faz necessário para um protocolar decreto do luto formal. Apenas papeladas de um papelão, pois o óbito, avassaladoramente concreto, aconteceu, lavrado em campo aberto, perante a perplexidade (em alta definição) angustiante de milhões de testemunhas pasmas que, no momento, ainda estão sob choque e ruminam incrédulas as razões da catástrofe.

Roga-se que na expiação de culpas, caça às bruxas, linchamentos virtuais, exorcismo de erros, críticas tardias e flagelo generalizado levantem-se as omissões e o quanto cada um contribuiu com a sua parcela de cumplicidade no desastre. Deixando, fora disso, a imensa vocação do povo (real) brasileiro para se reinventar em fraternidade, justiça e ação libertária. 

O resto é o resto, pois a vida é algo infinitamente maior e não somos piores ou melhores depois de um jogo, a não ser que estejamos sob algemas do jugo, narco-dependentes da “midiocridade” altaneira, brejeira e por que não dizer inzoneira…

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