sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Justificando a política de saúde demagógica


Por Marco Lisboa no Facebook
Há um tipo de argumento que apela para a extrema necessidade da população do interior brasileiro para justificar qualquer política de saúde demagógica. Para quem nunca teve um médico, não vai ser ótimo ter um, mesmo que sem os mínimos recursos e falando mal a nossa língua? É claro que sim. Os militantes do PC do B que foram para o Araguaia, praticaram a medicina e salvaram vidas. Havia um médico, alguns estudantes de medicina que não terminaram o curso e algumas enfermeiras. Eles faziam curetagens, extraiam dentes, receitavam, enfim, quebravam o galho. Beleza. 

Presidente do BNDES explica na terça empréstimos a empresas de Eike Batista

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, comparecerá ao Senado para esclarecer a política de operações creditícias feitas ao grupo EBX, do empresário Eike Batista. A audiência pública, promovida pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), será realizada na terça-feira (27), às 11h30.

CAS avalia permissão para venda de remédios a preço de custo a aposentados

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) pode votar, nesta quarta-feira (28), projeto de lei que autoriza farmácias e drogarias a venderem medicamentos a preço de custo a aposentados pelo Regime Geral da Previdência Social (PLS 181/2010). Os estabelecimentos poderão, nesses casos, lançar a diferença como despesa operacional e 0deduzi-la da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica.

A iniciativa beneficia quem comprove ser, cumulativamente, aposentado pela Previdência Social, portador de doença crônica grave, usuário contínuo do medicamento que pretende adquirir e usuário de serviço do Sistema Único de Saúde (SUS).

Jucá apresenta principais pontos da minirreforma eleitoral

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) destacou, nesta sexta-feira (23), em pronunciamento no plenário, os principais pontos de uma proposta de minirreforma eleitoral que deve apresentar na próxima terça-feira (27), aos líderes partidários e membros da mesa do Senado, seguindo orientação do presidente Renan Calheiros no sentido da elaboração de um texto para ser discutido e votado antes de outubro deste ano, de forma que as mudanças tenham validade ainda nas eleições de 2014.

Discursos de picaretas


O advogado porto-alegrense Leo Iolovitch anotou pacientemente, durante muitas semanas, frases que ele leu e ouviu em discursos e entrevistas de notórios políticos.

Reuniu tudo, ajeitou as frases verborrágicas e sintetizou-as no texto que - segundo o observador - "parece que tem tudo, mas espremendo não sobra nada".

"Diante do cenário contemporâneo se impõe resgatar a nossa dívida social. Cada um de nós, enquanto cidadão, precisa extrapolar os parâmetros que balizam seus posicionamentos tradicionais. É necessário criar mecanismos que possibilitem encontrar uma interface com as diversas categorias ou mesmo, com a sociedade civil como um todo. Este processo é uma verdadeira plenária da cidadania.

Temos que ter presente uma estratégia de curto, médio e também de longo prazo, inserida num contexto pós-moderno, que enseje uma leitura adequada dos nossos fenômenos sociais. Se tivermos como vetor uma substancial alocação de recursos para a área, qualquer coisa ao redor de 2 a 5 bilhões de dólares, poderemos encontrar uma solução para os problemas que nos afligem.

Porém, se não tivermos uma ótica pluralista e transparente para a questão, estaremos abandonando a genuína vertente social, engajada e legítima.

Sempre esta conjunção de fatores possibilitará a necessária agilização dos atores deste processo, numa autêntica conjugação de esforços. É ela que permitirá a otimização dos macroresultados que todos ambicionamos.

Poderíamos ainda discorrer largamente sobre a questão, mas não pretendemos descer a detalhes. Porém, para finalizar, gostaríamos de propor uma grande reflexão sobre o tema.

A magnitude da matéria impõe que seja marcada uma nova reunião ou até mesmo um seminário, para aprofundarmos o debate."


José Serra e Aécio Neves no embate como candidatos do PSDB nas eleições de 2014

Um franco combate entre ex-governador de São Paulo, José Serra e Aécio Neves, presidente nacional do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), se abriu publicamente na corrida eleitoral de 2014. O impasse tem deixado o partido numa saia justa, já que o nome do senador mineiro aparecia como consenso para a candidatura presidencial no próximo ano.

José Serra, mais uma vez, entra em cena e se apresenta como alternativa presidenciável do partido, colocando as lideranças nacionais da sigla em polvorosa, que deixou para o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, a difícil tarefa de amenizar os reflexos do impasse.

Em declaração à imprensa Fernando Henrique tenta apaziguar o fervor que tomou conta do partido, e afirma ser natural que, em havendo dois candidatos, o PSDB encontre uma alternativa para uma escolha que não seja apenas a indicação feita pela Executiva. Paradoxalmente, FHC espera o bom senso de Serra, ele sendo levado à prévia ou não.

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