quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

BBB Quanto pior melhor "O estupro"

Por Washington Araujo

Não demorou muito e o BBB é caso de polícia. Mais, é caso de estupro. Mais, é caso do habitual descaso com que a programação da tevê aberta brasileira é tratada tanto pela sociedade quanto pelas instâncias governamentais.
A 12ª edição de um dos programas mais fúteis dentre a enormidade de produção de lixo televisivo nem chegou a completar uma semana de existência e já mostrou a que veio: vender cabeças vazias em corpos sarados e uma série quase interminável de comportamentos humanos aceitáveis na esfera privada e patéticos quando transbordam para a esfera pública.
Na noite de sábado [14/1], festa no BBB. Prenúncio de comas alcoólicos e certeza de danças variando entre o sensual e o erótico, ritmo alucinante, luzes piscando e tudo contribuindo para a exposição, sem reservas, dos instintos humanos. Na madrugada de domingo, o Twitter passa a movimentar um sem número de mensagens denunciando Daniel de ter estuprado Monique, tudo captado pelas lentes do BBB, tanto imagem de cobertor em movimento quanto som. O problema, segundo o Twitter, é que apenas um dos dois parece estar vivo – apresenta, vamos dizer, sinais vitais. Este seria o Daniel. Não tardou para que hashtag #DanielExpulso viesse a ser um dos tópicos mais comentados do domingo.
E a onda se espraia na internet com força de tsunami: todos se unem para pedir a cabeça do Daniel e, de quebra, criticar ferozmente a existência de um programa como o Big Brother Brasil. Muitos questionam a correção em classificá-lo como programa. Muitos anunciam que irão boicotar a marca de automóveis Fiat, aquela que premia os carros entre os participantes e entre a audiência, e muitos clamam por intervenção do governo na grade de programação da tevê aberta.
Caso de polícia
Na tarde da segunda-feira [16/1], investigadores da polícia vão ao Projac (centro de produção da emissora, localizado na Zona Oeste do Rio) para apurar a suspeita de que Daniel teria abusado sexualmente de Monique durante a madrugada do último domingo [15/1]. A essa altura, Monique, a presumida vítima, é chamada no “confessionário” para dar explicações sobre o que aconteceu entre ela e Daniel na madrugada de segunda-feira. A moça parece não dizer coisa com coisa, algo como “não sei muito bem”, “acho que não passamos disso”, “ele seria muito mau-caráter se tivesse se aproveitado de mim”, e por aí vai. Logo, as notícias na internet, em particular no sítio G1, da TV Globo, produtora e responsável pela “atração”, passam a divulgar que a moça negou a ocorrência de estupro e replicam a fala do diretor-geral do reality show, J.B. Oliveira, o Boninho. “Ela não confirmou que teve sexo e disse que tudo o que aconteceu foi consensual. Não dá para garantir que houve sexo, muito menos estupro. Eles estavam debaixo do edredom e de lado. Mas o mais importante é que ela [Monique] estava consciente de tudo. Ela me disse que na hora que o clima esquentou pediu para ele [Daniel] sair da cama”. Não ficaria por aí: “O que está acontecendo nada mais é que racismo”.
Ainda na segunda-feira, a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, enviou ofício ao Ministério Público do Rio de Janeiro solicitando que o órgão “tome providências em relação ao suposto estupro que teria acontecido dentro do programa Big Brother Brasil 2012, exibido pela TV Globo.”
Nesta mesma noite, Pedro Bial lê em teleprompter a nota oficial da TV Globo dando conta da expulsão de Daniel por “haver infringido gravemente o regulamento do BBB”. É evidente o clima de constrangimento, sentimento que nem deveria existir em se tratando do BBB, que bem poderia ser visto como uma gincana ininterrupta de constrangimentos... à condição humana. Patética a figura de Bial. Porque ele é aquele jornalista que cobriu a histórica derrubada do muro de Berlim, em novembro de 1989, e mostra à larga que o seu talento é melhor aproveitado fazendo o que faz há 12 anos seguidos no BBB: uma mistura de mestre-de-cerimônias com animador de picadeiro e bedel de escola primária com direito a filosofices tão rasas quanto o programa em que foi aceito como sumo pontífice. Fez o caminho de volta sem ao menos ter ido.
Silêncio da imprensa
Em um país que busca combater a violência contra a mulher em seus muitos aspectos e, em especial, combater o crime de estupro, chama a atenção o silêncio da grande imprensa em torno do caso. Sim, porque pedidos pela expulsão de Daniel e punições à TV Globo não partiram dos jornais Folha de S.Paulo, Estado de S.Paulo e muito menos da emissora-líder na desconfortável posição de facilitar a ocorrência de estupro, com tudo gravado, segundo a segundo, e retransmitido para todo o Brasil. As denúncias começaram na forma de “piados” (twitter, em inglês), passaram pelo Facebook e tomaram forma nos tais blogues sujos (para a grande imprensa) e alternativos (para a cidadania).
No espaço de 24 horas, muitas águas rolaram nos desfiladeiros oceânicos da internet. Muitos levantaram o assunto na forma de algo adredemente planejado pela emissora do Jardim Botânico carioca para alavancar a audiência do BBB nesta sua 12ª edição. Outros tantos foram mais enfáticos e exigiram nada menos que a suspensão do programa por tempo ilimitado ou, ao menos, pelo tempo em que durarem as investigações policiais. Mas isto é pedir muito quando estão em jogo interesses unicamente comerciais. Porque o dinheiro não tem nem pátria, ética, nem moral, nem costumes. Tem apenas a densidade que seu proprietário a ele conceda. E nesses tempos em que a liberdade é vista como garantia de expressão dos instintos humanos básicos a qualquer momento, o sucesso nada mais é que conseguir esticar ao máximo seus quinze minutos de fama (lembram do Andy Warhol?), amealhar bens materiais e financeiros sem qualquer escrúpulo, usando os meios mais torpes para sua consecução. Neste contexto, não há muito o que esperar.
Nos últimos três anos escrevi no Observatório da Imprensa críticas ao conteúdo, formato, estilo, produção e transmissão do Big Brother Brasil. Tratei de estética, de conteúdo, de ética e de direitos humanos. Abordei a questão da privacidade e o circo de horrores que a qualquer momento poderia vir a ser a marca registrada do BBB. Depois, resolvi não mais escrever. Porque é difícil falar para o deserto, ou pior, para o vácuo. Mas com a chegada da polícia ao Projac julguei oportuno voltar a tratar do “assunto”. Não porque o programa mereça, mas sim porque é um momento propício para debater sobre a sociedade que temos e a sociedade que queremos.
E qual o papel da mídia, enquanto espelho da realidade, na formulação dessa nova sociedade, uma sociedade que seja justa, igualitária, fraterna, inclusiva e promotora dos direitos humanos?
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Título original: Cabeças vazias, corpos sarados e comportamentos patéticos
[Washington Araújo é mestre em Comunicação pela UnB e escritor; criou o blog Cidadão do Mundo; seu twitter]

Sem espaço político partidário, oposição ganha às ruas para se fazer ouvida.

Por Renata Oliveira

Um debate realizado por estudantes da Ufes, com transmissão online na noite desta quarta-feira (18) discutiu de forma bem abrangente as manifestações realizadas nos últimos dias. Queima de ônibus à parte, o encontro tocou em temas bem relevantes do ponto de vista político. O principal deles, na visão da coluna, é o papel da oposição no Estado, que acabou ganhando as ruas devido à harmonia existente na política partidária.

De fato o enfraquecimento dos partidos políticos – que não é uma realidade local e sim nacional – favoreceu o apagamento do debate ideológico, criando um sistema político hegemônico no Espírito Santo. Durante os oito anos do governo Paulo Hartung, esse papel de oposição, que poderia ter sido desempenhado pelo PT, por exemplo, se apagou em nome de uma reconstrução ética e política, capitaneada pelo então governador.

As insatisfações populares começaram ainda no governo Paulo Hartung, com os próprios estudantes enfrentando a polícia. Naquela época, porém, o caso foi contornado pela estratégia do governo de trabalhar os reajustes no período das férias escolares, o que desmobilizou o movimento.

Com a chegada de Casagrande ao governo e a frustração da expectativa de quebra no sistema hegemônico vigente, a oposição intensificou sua busca por espaço político, sem encontrá-lo na política partidária, ganhou as ruas para se fazer ouvida.

O movimento é político, sim. E segue a linha política que vem ganhando o mundo e que vem sendo combatido pelas corporações. Através da internet, a sociedade tem se organizado de forma muito eficiente, exemplo foi o debate dessa quarta. A política institucional, sem saber como lidar com o novo fenômeno, acaba metendo os pés pelas mãos, como o congresso americano e seu SOPA ou o governo Casagrande e sua tentativa de limitar a discussão à questão do passe livre e do direito de ir e vir.

Esta é uma oposição que não pode ser controlada como aconteceu nos últimos anos no Espírito Santo. Não é um partido que possa ser colocado dentro de um projeto hegemônico ou comprada com cargos comissionados. O novo jeito de se fazer política deve ser pautado pelo diálogo. Se de um lado houve exagero, e houve claro, com o incidente do ônibus, o governo também é responsável porque não soube lidar com a situação.

Ampliar o debate, ouvir os manifestantes e criar uma agenda de diálogo é muito mais eficiente do que colocar o choque na rua e contar com a colaboração da mídia corporativa para criminalizar o movimento, em busca de bodes expiatórios.

Fragmentos:

1 – Enquanto ex-prefeito de Vitória Luiz Paulo Vellozo Lucas se prepara visando à eleição deste ano, com estratégias de administração, o deputado César Colnago, afina o discurso de oposição ao PT. Qual proposta vai agregar mais no ninho tucano?

2 – Pelo tom adotado pelo PDT em reunião do partido, a dificuldade de diálogo com o governo do Estado não é sentida apenas pelos movimentos organizados, não. A política institucional também não consegue ser ouvida.

3 – Ainda resta esperança, ainda que pequena para o prefeito de Guarapari, Edison Magalhães (PPS). Ele pode reverter a decisão de primeira instância no Tribunal de Justiça. Mas que a batalha é difícil, isso é.


Via Século Diário
Título original: Onde está a oposição?

PT de Cariacica se reúne para discutir candidatura à sucessão de Helder

Por Renata Oliveira

Na próxima quarta-feira (25), o Diretório do PT de Cariacica se reúne, a partir das 19 horas, na Casa de Apoio, em Campo Grande para debater o futuro do partido na eleição 2012.O encontro pode colocar um ponto final na polêmica escolha do candidato à sucessão do prefeito Helder Salomão.
Tudo indica que o debate deve ser quente, porque hoje o partido estaria dividido quanto aos nomea a ser indicado. Desde 2010, quando conseguiu eleger sua secretária de Finanças, Lucia Dornellas, deputada estadual, o prefeito vem tentando viabilizar o nome dela dentro do partido, e entre os partidos aliados, mas vem encontrando muitas resistências.

Para algumas lideranças locais, a dificuldade se dá porque a votação de Lúcia não atingiu a meta esperada pelo PT e, por isso, há muita desconfiança na capacidade de transferência de votos do prefeito para a candidatura dela a prefeita neste ano. Os partidos aliados de Helder pressionam para que o prefeito apoie um nome de fora do partido.

Neste sentido, Helder já teve alguns encontros com o deputado Marcelo Santos (PMDB), que vem aparecendo como favorito nas primeiras sondagens com o eleitorado. Já Lúcia não tem apresentado nos levantamentos o desempenho necessário para superar Marcelo Santos. Além dele, o vice-prefeito do município, Geraldo Luzia, o Juninho (PPS), também vem costurando um palanque de oposição, que dividirá os votos no município.

Além desses obstáculos externos, Lúcia tem outra questão interna para resolver. O surgimento do nome da secretária de Educação Célia Tavares pode dificultar ainda mais o caminho para sua candidatura. Apesar de Lúcia Dornellas dizer que seu nome é consenso no partido, o presidente estadual do PT, José Roberto Dudé, que também é de Cariacica, defende a ideia de que Célia Tavares unifica as lideranças petistas.

Nos meios políticos, o comentário é de que, como Célia Tavares não passou por esse processo eleitoral, não teria um certo desgaste relativo ao desempenho da eleição de 2010. Por isso, ela apareceria como um nome novo, que poderia caminhar ao lado de Helder na campanha, uma dinâmica que lembra a eleição de Dilma Rousseff à presidência da República.

O prefeito Helder Salomão tem um capital político importante no município e suas movimentações buscam a candidatura própria, até para atender à demanda da direção nacional do partido, que orienta os petistas em cidades com mais de 150 mil habitantes, como é o caso de Cariacica.



Via SD

Casagrande fortalece a geopolítica de Hartung

Por Renata Oliveira

Em suas entrevistas de balanço do primeiro ano de mandato, o governador Renato Casagrande confirmou que, ao contrário de 2011, no ano eleitoral ele teria uma postura ativa neste processo. Ele vem se reunindo com candidatos a prefeito de vários municípios para tomar pé das articulações de composição de chapas que estão sendo costuradas Estado afora.

As primeiras reações do mercado político a essa afirmação de Casagrande foram de preocupação com a possibilidade de o governador ingerir nos processos, prejudicando alguns aliados, além de beneficiar seu partido, o PSB, nas disputas municipais.

O socialista tratou logo de tentar acalmar o mercado, dizendo que sua ingerência seria no sentido de manter unida a base de 16 partidos que o apoiaram na eleição de 2010. Nas os seus primeiros movimentos estão deixando a impressão de que seu objetivo vai muito além disso.

Recentemente, o governador declarou que seu candidato em Vitória é o ex-governador Paulo Hartung, que sequer definiu sua participação no pleito deste ano na Capital. Mesmo diante da incerteza, ele já fechou as portas para a candidata do PT, a ministra Iriny Lopes. Além de o PT ser um velho aliado do PSB, a ministra também sempre foi uma fiel apoiadora de Casagrande, muito mais do que a Paulo Hartung em seus oito anos de governo.

Mesmo sendo o PT um dos principais partidos da base de Casagrande, sendo , inclusive, o partido do vice-governador Givaldo Vieira, o socialista privilegiou a geopolítica de seu antecessor, que sempre minimizou o papel dos partidos na composição de seu arranjo político, colocando as lideranças em torno de um projeto político que tinha nele próprio a maior autoridade.

Neste sentido, fica a expectativa do mercado político de que o exemplo de Vitória venha a ser aplicado nos demais municípios em que os aliados tenham interesse. Nestes casos, deve também se sobressair o interesse do arranjo político construído por Hartung e que vem sendo mantido por Casagrande em seu governo.

Via Século Diário
Titulo original: Ingerência de Casagrande na eleição fortalece a geopolítica de Hartung

A Globo é um prostíbulo e Bial o seu rufião


Por Francisco Barreira

Prometi a mim mesmo que não  comentaria  essa  lama podre do BBB. Só um idiota não vê que é  simplesmente   uma escancarada animado-imagens-gifs-animadas-para-celular-para-orkut-animados-em-movimento-animada-ffuuu-meme exploração da prostituição, a chamada putaria vulgar, como se diz. O problema é que há no  Brasil há  uma multidão de analfabetos políticos sistematicamente imbecilizados exatamente pela mídia alienante e proxeneta , cujo carro chefe é a Globo.

 Então temos a seguinte situação grotesca: um gigantesco prostíbulo, a Globo, é, ao mesmo tempo, o maior e o melhor instrumento prático de formação massiva de opinião pública deste País.

Disso resulta que dezenas de milhões de idiota, idiotizados pela Globo e afins,  há dias discutem seriamente  se foi  justa ou injusta a expulsão  do prostíbulo de um modelo idiota bêbado e prostituído  pela Globo. A acusação é de estupro. Mas a vítima, uma coitada, embriagada e prostituída ao vivo pela Globo, declara peremptoriamente que” deu porque quis”.

Enfim, o episódio policial aumentou exponencialmente  a audiência do programa. Tanto que Boninho, o gerente do  prostíbulo (o dono é o Dr. Marinho e Bial é o rufião), já deve ter feito suas anotações para repetir a cena  em futuros programas.

E a legião de  imbecis ( gado marcado, gado feliz)  arrebanhada e  domada para ser exatamente assim, não percebe que a Globo, em si, é que é um caso de polícia.

Entretanto, é preciso ter cuidado ao condenar o prostíbulo, para não ser  confundido com  moralistas hipócritas ou retardados (provavelmente enrustidos) do tipo pastor Malafaia ou o energúmeno Jair Bolsonaro. Pode ficar parecendo que somos contra a liberação sexual.

No meu caso, é exatamente o oposto.  Sou veementemente favorável à liberação sexual, bem como aos movimentos de emancipação feminina, gay e masculina também. Por que não?

 O problema é que o Sistema (modo de produção Capitalista), que na sua origem era convenientemente puritano, agora que  a família tradicional passou ser indiferente para seu jeito de produzir e  forçar o consumo, encampou a liberação, mas  o fez como numa contrafação,  deturpando-a  e prostituindo-a.

A liberação virou libertinagem e um comércio como outro qualquer. Os negócios ligados ao sexo (incluindo ai o entretenimento do tipo BBB)  só é superado,  em nível planetário, pelo volume de venda de armas de guerra. E virou moda, ação corriqueira, vender, por exemplo,  produtos de maquiagem e  roupas íntimas com conotação claramente sexual, para meninas de seis anos.

No final da matéria que se segue a esta, o leitor encontrará uma síntese das razões sociológicas e econômicas que levaram O Capital (enquanto Sistema) a mudar  o seu comportamento em relação à família e sua prole. Essa síntese está contida no título O Crepúsculo do Capital.no blog: http://fatosnovosnovasideias.wordpress.com
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Configurando O Facebook – Comprar e Vender Música no Facebook

O facebook é uma rede social que possui oportunidades para todos os usuários se divertirem e fazerem as coisas que gostam, esse artigo vai falar sobre uma paixão mundial, que é a música. Quem tem uma banda, ou então é fã de música, sabe que não existe coisa melhor do que estar em contato com muitas pessoas, que tem o mesmo interesse que você. Por isso, foi criado o Moontoast Impulse, que é um aplicativo que atua dentro do facebook, e alcança todos os usuários da rede que estiverem conectadas à ele, melhor dizendo, cerca de 700 milhões de pessoas são alcançadas.
Esse aplicativo é gratuito, que tem como objetivo, possibilitar que os fãs de músicas possam escutá-las através de um player, que possam compartilhar com seus amigos, através do facebook e do twitter, além de poderem comprar faixas e álbuns diretamente das suas contas nas redes sociais. Esse aplicativo ajudará muitos artistas a conquistarem seu sucesso, pois ele proporciona que o artista venda suas músicas diretamente, construa uma base de fãs, e acompanhem o que seus admiradores estão ouvindo e comprando.

Siga os seguintes passos para aprender a mexer com esse aplicativo.
Passo 1. Entre na sua conta do facebook, em seguida vá para a página do Moontoast Impulse, quando estiver lá, clique em Sign Up. Uma nova página irá ser aberta, então clique em Sign Up Now;
Passo 2. Agora clique em “Sign Up for Impulse now”. Quando fizer isso, o aplicativo pedirá sua permissão para acessar seus dados. Clique em Permitir;
Passo 3. Crie um nome para sua marca, e um nome para ser o endereço de sua página. Agora concorde com os termos e clique em Submit;
Passo 4. Depois de ler a mensagem de boas vindas, clique em “Stores”, para que você possa personalizar sua loja, e colocar as músicas à venda;
Passo 5. Vá para o ítem “Design” para escolher a cor do seu tema, de suas imagens de fundo, do cabeçalho, da faixa, e da lista das músicas;
Passo 6. Agora vá para o ítem “Set Album” para poder escolher os álbuns que você deseja disponibilizar para a venda, para isso é necessário arrastar os ícones do arquivo para a página;
Passo 7. Antes de publicar sua loja, você precisa ir na função “Settings” para fazer o cadastro de suas informações do paypal e email, quando terminar volte para “Stores” e clique em “Publish”;
Passo 8. Está tudo pronto, agora sua loja ficará associada diretamente a sua página do facebook, em uma nova aba. Nela todos poderão ouvir e comprar suas músicas, através do paypal.

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