segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Privatização corrupta de presídios espelha-se em Pedrinhas


De AndradeTalis
A corrupta privatização dos presídios tem Pedrinhas como exemplo de enriquecimento ilícito, tortura e morte

Urso Branco, presídio situado em Porto Velho, Roraima

Sobre o campo de concentração nazista de Pedrinhas, fica da imprensa internacional o espanto na pergunta: “A parte mais surpreendente? O ataque aconteceu dentro de uma prisão”. Veja no site da CNN.

Cabeças degoladas em Pedrinhas não constituem nenhuma novidade, principalmente no Brasil que mata um preso a cada dois dias.

Culpam as facções criminosas, os governos paralelos, histórias assombrosas de terrorismo, quando tudo é fruto da corrupção que existe fora das cadeias.
O governo do Maranhão informou que 131 milhões já foram investidos para melhorias nos presídios. Esqueceu de acrescentar que o sistema carcerário de Pedrinhas é privatizado.

Aparthaid a brasileira?


Junto com alguns outros shoppings da capital, o Shopping JK Iguatemi, um dos templos do consumo de luxo em São Paulo, conseguiu uma liminar na Justiça impedindo o “rolezaum” que havia sido marcado pelas redes sociais para acontecer no local neste sábado. As portas automáticas que dão acesso ao estabelecimento foram desligadas e passaram a ser blindadas por policiais. Houve, ainda, a presença de um oficial de justiça na porta do estabelecimento. Caso o organizador do evento aparecesse e fosse reconhecido, seria conduzido a um distrito policial para esclarecimentos, segundo declarou à Veja SP o oficial de justiça. A situação estapafúrdia foi amplamente divulgada pela imprensa.

Em outro shopping, bem mais popular e localizado no extremo leste da cidade, a PM chegou a usar bombas e balas de borracha. Na prática, o Estado tem usado a força para impedir o sagrado direito de jovens pobres e da periferia de ir e vir. Os chamados “rolezinhos” estão sendo agendados por jovens e adolescentes destes bairros mais distantes por meio das redes sociais, e têm despertado o medo de comerciantes e frequentadores habituais dos shopping centers. Os primeiros rolezinhos faconteceram em shoppings da periferia, e a presença de seguranças e policiais também ocorreu. A ação deste final de semana seria mais marcante, pois fora escolhido um dos shoppings frequentados pela elite paulistana, localizado no caríssimo bairro do Itaim, um dos que mais concentra investimentos públicos e privados em toda a cidade. Vale lembrar que shoppings centeres ocuparam as páginas policiais dos jornais recentemente por suposto envolvimento em esquemas de propina para ter seus projetos aprovados.

Dilma: Enem dá acesso ao ensino superior de forma democrática e por mérito do aluno

Blog Dag Vulpi – A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (12) que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) garante acesso ao ensino superior de forma democrática, transparente e por mérito do próprio estudante. “Independentemente da renda da família”, ressaltou.
Ela lembrou que a nota da prova vale, por exemplo, como critério para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que terá o resultado divulgado hoje, e também para o Programa Universidade para Todos (ProUni), que abre inscrições nesta segunda-feira.
No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma destacou que, este ano, o Sisu oferece 42 mil vagas a mais que em 2013, além de quase mil cursos a mais. Em 2010, segundo ela, eram oferecidas vagas em 180 municípios. Atualmente, 453 cidades contam com campus e universidades públicas participantes do programa.
“A expansão da Rede Federal de Ensino Superior permite que haja grande ampliação na oferta de oportunidades de estudo em todo o Brasil, nas capitais, mas, sobretudo, no interior do Brasil”.

PM prende três pessoas após “rolezinho” em shopping na zona leste de São Paulo


Blog Dag Vulpi – A Polícia Militar deteve três pessoas em uma ação para conter um tumulto na noite de ontem (11) no Shopping Metrô Itaquera. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), centenas de jovens promoveram quebra-quebra, furtos e roubos no centro comercial. O encontro foi um dos chamados rolezinhos, marcados para ocorrer em shoppings da Grande São Paulo. A polícia usou bombas de gás lacrimogêneo e cassetetes contra os adolescentes.

De acordo com a SSP, uma loja de jogos eletrônicos teve as portas arrombadas e parte da mercadoria roubada por pessoas portando pedaços de madeira. Dois jovens, de 15 e 19 anos, foram detidos com pedaços de pau. No entanto, nada foi encontrado com eles.

Caixa emite nota oficial contestando reportagem da IstoÉ


NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em relação à reportagem publicada na revista IstoÉ (confira AQUI), na edição deste final de semana, sobre o encerramento de contas irregulares, a Caixa Econômica Federal presta os seguintes esclarecimentos:

1 . A CAIXA reafirma que foram encerradas apenas contas de depósito com CPF ou CNPJ irregulares.

2 . Esse procedimento obedeceu a regulação expressa na Resolução CMN Nº 2.025/1993, na Circular Bacen Nº 3.006/2000 e na Carta-Circular Bacen Nº 3.372/2009, que determinam que seja efetuado o encerramento de contas com irregularidade cadastral.

3 . Antes de efetuar o encerramento, a CAIXA realizou iniciativas com o objetivo de identificar e regularizar as contas com irregularidades cadastrais relativas a CPF ou CNPJ. Entre as ações adotadas, a CAIXA realizou o bloqueio da movimentação das contas, com o objetivo de levar o cliente a entrar em contato com o banco e regularizar o seu cadastro. Somente após isso concluído e esgotados os esforços de identificação, iniciou-se o processo de encerramento.

4 . Mesmo com o encerramento das contas irregulares, os clientes sempre puderam e podem, em qualquer tempo, solicitar a retirada dos valores. Até novembro de 2013, 6.483 titulares de contas que haviam sido encerradas por erros de cadastro procuraram a CAIXA para ter acesso aos valores depositados. Todos foram prontamente atendidos.

IstoÉ e o confisco secreto da Caixa

Relatórios da Controladoria-Geral da União e do Banco Central mostram que a Caixa encerrou irregularmente mais de 525 mil contas poupança e usou o dinheiro para engordar seu lucro de 2012 em R$ 719 milhões

Por Claudio Dantas Sequeira
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Uma auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), órgão vinculado à Presidência da República, aponta que, em 2012, a Caixa Econômica Federal promoveu uma espécie de confisco secreto de milhares de cadernetas de poupança. Em um minucioso relatório composto por 87 páginas, os auditores da CGU revelam os detalhes da operação definida como ?sem respaldo legal?, que envolveu o encerramento de 525.527 contas sem movimentação por até três anos e com valores entre R$ 100 e R$ 5 mil. Os documentos obtidos por ISTOÉ mostram que o saldo dessas contas foi lançado, também de forma irregular, como lucro no balanço anual da Caixa, à revelia dos correntistas e do órgão regulador do sistema financeiro. No total, segundo o relatório da CGU, o ?confisco? soma R$ 719 milhões. O documento foi remetido à Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério da Fazenda e ao Banco Central e desde novembro auditores do BC se debruçam sobre a contabilidade da Caixa para apurar as responsabilidades. ISTOÉ também teve acesso a cinco pareceres do Banco Central que foram produzidos após as constatações feitas pela CGU. Em todos eles os técnicos concluem que a operação promovida em 2012 foi ilegal. No documento redigido em 4 de novembro do ano passado, o Departamento de Normas do BC (Denor) adverte que a operação examinada consiste em ?potencial risco de imagem para todo o Sistema Financeiro Nacional?.

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