segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Antes das eleições, Chávez defende socialismo e Capriles ocupa Caracas


Maioria das pesquisas divulgadas até domingo, 30, deu vitória ao presidente sobre o opositor

CARACAS - Uma semana antes das eleições, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, negou que o socialismo do século XXI que lidera esteja esgotado e viu como "impossível" uma vitória da burguesia, enquanto Henrique Capriles abarrotou as ruas de Caracas e criticou o Governo por ser "escuridão para a casa".

Faltando sete dias para as eleições que definirão o presidente para os próximos seis anos, Capriles exibiu o poder da oposição ao liderar uma concentração na capital venezuelana ao mesmo tempo em que Chávez viajou ao estado de Zulia (noroeste) para presidir um ato na cidade de Cabimas. "Dentro de uma semana estaremos em plena batalha nas urnas", previu Chávez em sua chegada a Cabimas.
Para o presidente, candidato a uma terceira reeleição consecutiva, "é impossível que a burguesia" vença no dia 7 de outubro. Chávez disse que nesse dia "o povo voltará a ganhar", pois "sabe como foi beneficiado" com a revolução bolivariana que ele iniciou em 1999, e a qual considera "necessário" consolidar.

O presidente venezuelano advertiu, no entanto, que no próximo domingo a oposição talvez tente executar ações violentas, "planos desesperados da extrema direita", mas disse que seu Governo os derrotará "e não apenas nas urnas". "Estamos prontos para enfrentá-los, neutralizá-los e garantir que se respeite a decisão do povo no domingo 7", ressaltou.

Chávez também qualificou como "muito lamentável" a morte em sua cidade natal de Barinas de três seguidores de Capriles em um fato ocorrido no sábado com um grupo aparentemente governista, três de cujos integrantes foram detidos, entre eles o autor dos disparos.
"Não é com violência que vamos nos enfrentar; é voto a voto", disse a seus seguidores em Zulia, lhes advertindo que na oposição alguns "andam acariciando a ideia de desconhecer e cantar fraude" no domingo, e que perante isso "a melhor vacina é a votação em massa".

Em entrevista na televisão previamente gravada e divulgada neste domingo, Chávez insistiu que "ninguém em seu bom juízo pode dizer" que seu modelo de socialismo do século XXI esteja esgotado.
"Tanto não está esgotado que a direita teve que se disfarçar de esquerda e Capriles procura captar votos enganando o povo, escondendo o pacotaço neoliberal que implantará", disse Chávez.
"No período 2013-2019 serão consolidadas as mudanças que o socialismo do século XXI transformou a Venezuela no país menos desigual do continente", insistiu Chávez, incluindo Capriles no que denominou "direita radical e enlouquecida".
"Eu estendo a mão à nova direita" que, vaticinou, surgirá após as eleições.

Capriles, por sua vez, foi à capital venezuelana como parte do percurso que empreendeu esta última semana para finalizar as visitas "povo a povo" que caracterizaram sua campanha e que, segundo ele, o levaram a "mais de 300 cidades".
O líder opositor liderou uma grande concentração no centro de Caracas, reduto do chavismo e até onde chegaram diversas caravanas que partiram de diferentes pontos da capital.

Em seu discurso, Capriles leu passagens do programa do Governo de Chávez e, embora não tenha chegado a zombar dele, alertou que "não tem nada a ver" com a solução dos problemas dos venezuelanos. "Convido a quem ler ponto por ponto o programa governista e depois que o leia completinho diga se aqui está contemplada alguma solução para os problemas dos venezuelanos", desafiou. "O modelo do socialismo do século XXI já se esgotou porque se comprometeu, por exemplo, em acabar com a violência, mas nestes 14 anos a multiplicou por cinco", insistiu Capriles.

Ele acrescentou que após percorrer o país pôde confirmar que tem as "estradas destruídas", que as pontes "estão caindo" e são registradas explosões na indústria petrolífera. Chávez quer seis anos mais no poder para ver "se agora sim" pode resolver os problemas nacionais, quando em 14 anos não o fez e privilegiou "os presentes" ao exterior que somam mais de US$ 60 bilhões, especificou Capriles. "O Governo de Chávez significou luz para fora e escuridão para a casa", acrescentou Capriles, ao advertir que "os presentes" incluem recursos para sanear um rio de Nova York.

Neste domingo venceu o prazo para se apresentar pesquisas eleitorais sem que elas mostrem uma tendência única, embora o panorama esteja dominado por estudos que dão uma vitória a Chávez sobre Capriles.
Por sua vez, a presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Tibisay Lucena, defendeu que o sistema de votação do país "está blindado" e previu que no dia 7 de outubro os venezuelanos terão um "processo eleitoral formoso e perfeito.

Polícia impede fuga de garotas para São Paulo


Jovens, de 17 e 20 anos, já estavam dentro de coletivo, na Rodoviária de Vila Velha

Stéphanie Correia, 20 anos, cobriu a cabeça ao
chegar ao DPJ de Vila Velha
Chegou ao fim, na tarde deste domingo, na Rodoviária de Vila Velha, o mistério sobre o desaparecimento de duas jovens moradoras da Serra. Às 16h, a estudante Gabriely Rangel Nascimento, 17 anos, e a intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) Stéphanie Correia, 20, foram retiradas, por policiais da Delegacia Antissequestro (DAS), de um ônibus que seguiria para São Paulo. 

As duas foram levadas para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha, onde prestaram depoimento até a noite. Lá, Gabriely disse que tinha medo da reação da família, por isso preferiu fugir para viver com Stéphanie. 

As jovens estavam num coletivo da Viação Itapemirim, na Rodoviária de Vila Velha. Stéphanie – que era loira – estava com o cabelo escuro e mais curto. Ela desceu do ônibus com a cabeça coberta pelo gorro do casaco. No trajeto da plataforma até a viatura, ainda dentro da rodoviária, a intérprete de Libras foi agredida por parentes da estudante. 

O drama da busca por notícias das jovens começou na noite de sexta-feira, quando Gabriely não retornou para casa, em Nova Almeida, Serra, após a aula. Na mesma noite, parentes de Stéphanie descobriram que ela não havia ido trabalhar e estava sem fazer contato com a família, que vive no bairro Serra Dourada, ainda na Serra.

A falta de notícia das jovens mobilizou, desde sábado, homens das polícias Civil e Militar, conselheiros tutelares, além de amigos, parentes, que chegaram a percorrer hospitais, Departamento Médico Legal (DML), motéis e outros estabelecimentos. 

No sábado pela manhã, a mãe da estudante, Suziany Rangel, 40, divulgou para a imprensa imagens das garotas. Ontem à tarde, a polícia descobriu que as jovens haviam comprado duas passagens com destino a São Paulo. 

Os plantonistas do Conselho Tutelar foram acionados para avisar aos parentes das duas, e, a partir daí, foram montadas campanas nas rodoviárias de Vitória e Vila Velha, onde parentes de ambas se dividiram.

Após os depoimentos, Stéphanie foi autuada no Artigo 248 do Código Penal, por indução a fuga de incapaz e pode ser condenada a pena de até um ano de reclusão ou multa. Ela vai responder em liberdade. 

DECLARAÇÕES DE PARENTES
"Não aceito (o relacionamento). A Bíblia e a sociedade condenam isso. Vamos contratar um bom profissional para tratar, mudar o quadro" - Suziany Rangel - mãe de Gabriely 
"Stéphanie não é a única culpada disso tudo. Há um ano e três meses elas namoram e estão, inclusive, noivas, com direito  a madrinha" - Andreza Alves André - Tia de Stéphanie
"Descobrimos o caso entre as duas há quatro meses. Fizemos pressão, e Stéphanie disse que terminaram. Mas, pelo visto, isso não aconteceu" - X, 28 anos, irmão de Stéphanie
"Minha filha ganhava presentes de Stéphanie. Ela estava comprando minha filha, mudou a cabeça da Gabriely, que tinha até um namoradinho" - Fábio Nascimento, pai de Gabriely

União de famílias dá lugar a discussões e até a tumulto
Pai de gabriely foi contido durante confusão 
com parentes da professora
Nos primeiros dias, as famílias de Gabriely e de Stéphanie uniram forças para facilitar as buscas por notícias das jovens. Ontem à tarde, no entanto, o clima entre elas já não era o mesmo. Quando estavam de campana na Rodoviária de Vitória, o pai da estudante, 38 anos, exaltou-se ao referir-se à instrutora de Libras. Parentes de Stéphanie reagiram ao ouvir os insultos. Os envolvidos na confusão foram contidos. A PM foi acionada, mas ninguém foi detido.
"Stéphanie acha que é namorada da minha filha. Ela é uma diaba! Há dois anos que essa mulher está atrás da minha filha", dizia o pai da estudante.
O coletivo em que as meninas foram encontradas saiu da Rodoviária de Vitória às 15h35 e seguiu direto para Vila Velha, onde elas embarcaram. 
O conselheiro tutelar Lindeir Costa explicou que eles foram informados de que as duas embarcariam para São Paulo entre as 14h e as 16h de domingo. 
"Não podemos revelar de que forma alcançamos essa informação. Mas, assim que a tivemos, falamos com as famílias – que ajudariam na identificação das duas – e nos dividimos nas rodoviárias". Em depoimento, Gabriely disse que tinha medo da reação da família. Por isso preferiu fugir para viver com a namorada. 
Fonte: A Gazeta

Viciados em crack e traficantes de drogas dominam o Centro de Vitória


Há cerca de dois anos, a região - que há décadas é marcada pela presença de pontos de prostituição - é dominada, também, por traficantes e usuários de crack, além de muitos moradores de rua

Usuários consomem a droga em calçadas,
escadarias, hotéis e imóveis abandonados

Violência
14 de maio 
Uma garota de programa identificada  apenas

 como Daiane foi executada com  um tiro na
cabeça, na Rua General Osório.  A vítima, que
 também levou um tiro na mão esquerda, seria
usuária de drogas. O autor dos disparos não foi
identificado. 

12 de maio 
O morador de rua identificado como Odair dos

Santos Gomes, 25 anos, foi assassinado a
facadas dentro de um prédio abandonado, na
Rua General Osório. O local do homicídio foi o
antigo prédio do INSS 

31 de março 
No Parque Moscoso, uma mulher não

identificada foi morta. Ela chegou a ser socorrida
para o Hospital São Lucas, mas morreu no dia
seguinte. Teve cinco perfurações nas costas,
uma na perna direita e outra na mama direita 

7 de março 
O segurança Jhon Alves de Jesus, 26 anos, foi

assassinado a tiros quando estava em um bar do
Parque Moscoso. Ele teria mexido com a
namorada de Dayane Pinto de Souza, 24, autora
confessa do homicídio, que acabou presa cerca
de um mês depois do crime
O medo e a insegurança fazem parte da rotina de moradores e comerciantes da Rua General Osório, no Centro de Vitória. Há cerca de dois anos, a região – que há décadas é marcada pela presença de pontos de prostituição – é dominada, também, por traficantes e usuários de crack, além de muitos moradores de rua. 
Quem passa por ali é obrigado a conviver diariamente com pessoas que vendem e consomem crack na rua. E também lida com o aumento da violência gerada por essa movimentação. Desde janeiro, pelo menos quatro assassinatos foram registrados na General Osório e ruas próximas. Entre as vítimas estão dois moradores de rua e uma garota de programa.
De acordo com moradores da região, hotéis, pensões e prédios abandonados tornaram a área um atrativo para quem busca explorar a prostituição e para vender ou consumir a droga. O prédio abandonado do INSS é um desses locais que viraram abrigo de viciados e traficantes. 

Socorro
"A comunidade já pediu ajuda à prefeitura e ao Ministério Público. Os comerciantes estão temerosos, porque já ocorrem arrombamentos e assaltos. Depois que anoitece, a região é terra de ninguém. Moradores têm medo de passar pela rua, porque o tráfico e o consumo são escancarados", revela Jorge Roberto Bernadino, coordenador-geral da Associação de Moradores do Parque Moscoso.

Durante o dia, a venda e o uso de crack ocorrem de forma mais discreta, em imóveis. Mas, à noite, a movimentação de usuários e traficantes ocorre em calçadas, escadarias e marquises. A reportagem de A GAZETA foi ao local e não teve dificuldades para flagrar dezenas de viciados acendendo cachimbos e fumando pedras de crack. Chama a atenção o grande número de garotas de programa de aparência esquelética, evidência do vício.

"O problema aumentou depois de reprimida a movimentação nas cracolândias localizadas nas proximidades da Praça Costa Pereira e da Ilha do Príncipe. Com isso, usuários e traficantes vieram para a General Osório. Dizer que me sinto intimidado é pouco. Nós temos medo de denunciá-los. Somos reféns deles", confessa um morador que, temendo represálias, preferiu o anonimato. 

Prejuízo
A transformação da General Osório em "cracolândia" fez cair o movimento do comércio e afasta moradores. "Só no prédio onde moro, há cinco apartamentos à venda. Muita gente está deixando esta área", conta outro morador.

A revolta da população 
"Depois que anoitece, a região é terra de ninguém. Moradores têm medo de passar pela rua, porque o tráfico e o consumo são escancarados. Somos reféns deles" - Morador da General Osório
"Essas mortes são resultado do envolvimento dessas pessoas com o tráfico. Além da disputa por pontos de venda, também há mortes por dívidas de drogas" - Morador da região
"A PM faz abordagens e prende algumas pessoas, mas logo elas estão de volta às ruas. Não são enquadradas como traficantes, mas sim como usuárias de drogas" - Comerciante da mesma rua

PM: sozinha, repressão não resolve problema 
A Polícia Militar realiza o policiamento na região e também faz operações para inibir o tráfico e uso de drogas na Rua General Osório. Mas, segundo o comandante da 1ª Companhia do 1º Batalhão da Polícia Militar, capitão Rezende, só a ação da PM não é o bastante para resolver o problema. 

"Se houvesse mais controle desses hotéis e prostíbulos, que funcionam de forma irregular, servindo de abrigo para usuários de drogas, o tráfico e o consumo na área seria menor. Hoje, esses locais dificultam a ação da polícia na região", explica o comandante. 

Apesar dos constantes flagrantes de pessoas com drogas na região, a Polícia Militar reconhece que nem todos saem de vez das ruas. "A estratégia do traficante é ficar com pequenas quantidades de drogas porque, quando são abordados, alegam que são usuários", justifica o comandante. 

Outra estratégia do poder público presente na área é a abordagem social. No entanto, a maioria dos moradores de rua, viciados em crack, não aceita ajuda. "O usuário de drogas é o que mais resiste. O trabalho de convencimento leva tempo, e, às vezes, a pessoa quer sair da rua mas o vício fala mais alto", explica Cristiano de Araújo, coordenador dos serviços especializados em abordagens sociais da Prefeitura de Vitória.

domingo, 30 de setembro de 2012

Candidatos a prefeito de Vila Velha disputam espaço na orla do município


AS PRAIAS SE TORNARAM O PONTO DE CONCENTRAÇÃO DOS POLÍTICOS NESTE ÚLTIMO DOMINGO ANTES DA ELEIÇÃO

Na reta final da eleições municipais deste ano, os candidatos a prefeito de Vila Velha foram às ruas do município, neste domingo (30), em busca de votos dos eleitores indecisos. A orla de Vila Velha se tornou o ponto de concentração dos políticos. Os cinco concorrentes à prefeitura prometeram que a reta final será sem ataques pois, segundo eles, estarão focados nos debates de rádio e tv ao longo desses últimos dias que antecedem a votação. 
 
O candidato à reeleição Neucimar Fraga (PR) promoveu uma carreata por vários bairros de Vila Velha. A concentração ocorreu em São Torquato, em frente ao Hospital dos Ferroviários, e os carros seguiram até a Praia da Costa. Neucimar disse que intensificará as caminhadas nos próximos dias. "O clima de rua é favorável a nossa campanha. Vamos intensificar as caminhadas para vencer as eleições no primeiro turno". 
 
O deputado estadual Rodney Miranda (DEM) começou o domingo com caminhada entre as praias da Costa e de Itapõa, e contou com a participação do ex-governador Paulo Hartung e do senador Ricardo Ferraço, ambos do PMDB. Rodney disse que o momento é de esclarecer propostas. "Não haverá ataques de maneira nenhuma. Estaremos com propostas, ideias e animados com o nosso trabalho. Colocaremos para Vila Velha tudo que pretendemos a dar uma nova cidade e para os canelas-verde".
 
Coincidentemente, o candidato Max Filho (PSDB) também realizava caminhada na orla no mesmo horário do concorrente democrata e os grupos se encontraram no trajeto. Não houve registro de tumulto. Max estava acompanhado de cabo eleitorais e do pai, o ex-governador Max Mauro. O tucano também estará focado nos debates. "A campanha vem crescendo a cada dia e tendo adesões da população. Algumas inverdades estão sendo ditas e os debates estão sendo ricos para restabelecer a verdade".
 
O vereador João Batista Babá (PT) também promoveu carreata por Vila Velha e caminhada pela Praia da Costa. Babá disse que não quer perder tempo com ataques nesta última semana. "Vamos manter o bloco na rua mantendo a nossa diferença. Queremos uma administração decente e democrática, deixando o povo opinar sobre os destinos da cidade, e não com jogatina de poder".
 
Já o candidato Alan Melo (PSOL) realizou panfletagem pela região de Terra Vermelha durante toda a manhã de domingo.

Fonte: Rádio CBN Vitória (93,5 FM)

Prefeito é condenado por fraude em licitação de Presidente Kennedy, ES


Reginaldo Quinta perdeu mandato e teve direitos políticos suspensos.
No TRE, registro de candidatura é apto, mas foi apresentada impugnação.

O prefeito cassado de Presidente Kennedy, Litoral Sul do Espírito Santo, Reginaldo Quinta (PTB), foi condenado ao lado de outros cinco réus pelo juiz da comarca do município Ronaldo Domingues de Almeida por fraudes em licitações para a contratação de transporte público no município.

Segundo a Justiça, ele perdeu o mandato e teve os direitos políticos suspensos por oito anos, mas recorre da decisão no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Na página do DivulgaCand, o registro de candidatura à prefeitura aparece apto, mas foi apresentada a impugnação. Não há informação da data do julgamento.

Prisão
Quinta foi preso durante uma operação da Polícia Federal na manhã do dia 19 de abril pela suspeita de desviar cerca de R$ 50 milhões dos cofres públicos. Outras 27 pessoas foram detidas na operação, batizada de "Lee Oswald" (nome do assassino do ex-presidente norte-americano John Kennedy), que cumpriu 79 mandados judiciais, sendo 51 de busca e apreensão, além de 13 mandados de prisão preventiva e 15 de prisão temporária.

No dia 10 de julho, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a soltura do prefeito afastado. Desde as prisões realizadas pela Polícia Federal, em abril, a cidade já teve dois prefeitos. Em julho, no entanto, um interventor foi nomeado pelo governador Renato Casagrande para assumir a administração do município. De acordo com o interventor Lourival Lima, a liberação do prefeito não altera a situação política local.

Em Vitória, Luiz Paulo tem 36% e Luciano Rezende, 27,8%, diz Futura


Iriny Lopes (PT) aparece com 17% e Gustavo de Biase (PSOL) com 2%.
Instituto Futura ouviu 600 pessoas; margem de erro é de 4 pontos.

O Instituto Futura divulgou neste sábado (29) a segunda pesquisa de intenção de voto sobre a disputa pela Prefeitura de Vitória nas eleições deste ano.
A pesquisa foi encomendada pela Rede Gazeta.
Em relação à pesquisa anterior, Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB) caiu 1,8 ponto percentual, de 37,8% para 36%. Luciano Rezende (PPS) caiu 0,6 ponto e passou de 27,8% para 27,2%. Iriny Lopes (PT) subiu de 13,2% para 17%. Gustavo de Biase (PSOL) foi de 1% para 2%; Edson Ribeiro (PSDC) passou de 0,5% para 0,3%; e Montalvani Lima (PRTB) subiu de 0,3% para 1,3%.

Veja os números do Futura para a pesquisa estimulada:
Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB): 36% das intenções de voto.
Luciano Rezende (PPS): 27%
Iriny Lopes (PT): 17%
Gustavo De Biase (PSOL): 2%
Montalvani (PRTB): 1,3%
Edson Ribeiro (PSDC): 0,3%
Branco / nulo: 7,5%
Não sabe / não respondeu: 8,5%
A pesquisa foi realizada no dia 27 de setembro. Foram entrevistadas 600 pessoas na cidade de Vitória. A margem de erro é de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES), sob o número ES-00102/2012.

Pesquisa anterior
A primeira pesquisa Futura foi divulgada em 21 de julho e registrou os seguintes resultados: Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB) com 37,8% das intenções de voto. Luciano Rezende (PPS) com 28%. Iriny Lopes (PT) com 13%; Gustavo de Biase (PSOL) 1%;Edson Ribeiro (PSDC), 0,5%; Montalvani Limal (PRTB), 0,3%.

Rejeição aos candidatos
Na pesquisa estimulada, Iriny Lopes foi a resposta de 35,5%, dos entrevistados para a pergunta "Destes candidatos, em quem você não votaria em hipótese alguma?". Luiz Paulo Vellozo Lucas aparece em seguida, com 18,5% de rejeição; seguido por Edson Ribeiro, com 9%; Montalvani tem 6,2%; Gustavo de Biase aparece com 6%; e Luciano Rezende com 4,2%. Os que não rejeitam ninguém somam 15,3%. E os que rejeitam todos os candidatos somam 3%.

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