terça-feira, 6 de dezembro de 2011

As mentiras sobre Belo Monte são desmascaradas, como sempre com ajuda dos principais artistas da REDE GLOBO com o apoio da Mídia e ONGs Internacionais.

Foto: SÉRGIO CASTRO/AGÊNCIA ESTADO
Em vídeo, cidadão anônimo tenta esclarecer impactos ambientais e energéticos da construção de usina no Pará; gravação de 12 minutos se destaca pelo caráter educativo e mais autêntico; dados são de agências reguladoras e institutos
25 de Novembro de 2011 às 15:55
247 – São apenas duas mãos. De um desconhecido, que, em nenhum momento, expõe rosto ou revela identidade. Um anônimo de mãos e voz contra um coro em uníssono de globais, cheios de caras e bocas. O vídeo “Alguns números sobre Belo Monte”, postado por um homem que se identifica apenas como @magraoonline, busca esclarecer o real impacto da usina que será construída no Pará. É uma gravação de 12 minutos, longa, algo pesada, sem efeitos especiais nem elenco – ao contrário da do Movimento Gota D’Água. Mas justamente por ser mais natural e didática, ensina e explica, ao invés de mentir, dissimular ou carregar nas tintas (e números), como os globais teatrais – e novelísticos.
“Eu não sou nenhum ator da Globo, mas esses dados são bem interessantes”, diz @magraonline ao apresentar o vídeo. Primeiramente, ele explica que a área que será alagada com a construção de Belo Monte corresponde a 0,01% da Amazônia Legal – 516 quilômetros quadrados. Ele compara esse dado à área desmatada da Amazônia por ano: 7 mil quilômetros quadrados, ou seja, o impacto de 14 usinas de Belo Monte. “Dá pra ver que a usina não é o grande vilão da floresta”, sublinha a voz.
O cidadão bem-informado também indica que o fator de capacidade instalada de Belo Monte é de 0,41, enquanto a média é de 0,52. Algo que, segundo ele, “não é nenhum absurdo” nem tão exagerado – como faz parecer o vídeo da constelação global.
Sobre uma das alternativas propostas pela turma de Sérgio Marone, o anônimo desmistifica a fonte de energia eólica (vento). Apresentando todos os cálculos, ele informa que, para produzir o mesmo nível de energia de Belo Monte , seria necessário construir geradores em um parque de cerca de 5 mil quilômetros quadrados – uma dimensão bem mais elevada que a área alagada pela nova usina.
A Compensação Financeira pelo Uso do Recurso Hídrico é outro tema focado no vídeo de esclarecimento. Além dos custos com remoção dos ribeirinhos, os responsáveis por Belo Monte destinarão R$ 180 milhões por ano para remunerar as áreas atingidas. Serão cerca de R$ 80 mi para o governo do Pará e outros R$ 80 mi para municípios que tiveram trechos alagados.
A voz que tudo apura, procura e busca saber pesquisou documentos de diversos órgãos, tais como: Agência Nacional de Águas, Agência Nacional de Energia Elétrica e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. É a trilha de quem tenta informar sem encenar nem deformar opinião.
Boa lição, né, amigos globais?!
Assista ao vídeo:

Via Portal Luis Nassif
--------------------------------------------------------------------------
Debate Fórum do Grupo Consciência Política Razão Social (facebook)
--------------------------------------------------------------------------
Ralf Rickli MUITO bom mesmo, não? Eu o venho divulgando há mais de uma semana!
Dagmar Vulpi Meu caro Ralf Rickli, assisti o vídeo uma três vezes, e se os números ali apresentados forem reais (pois ainda não pesquisei as fontes oficiais) tudo o que tem se falado sobre Belo Monte, é um Belo Monte de bobagens. Desculpe o trocadilho (rsrs).
Espedito Freitas Falar dessa área é muito cumplicado. Mas, como vivi por lá, e conheço bem o alto e baixo amazônia desde o Rio Negro, Rio Trombetas, Rio Solimões os quais tenho fotos dos anos cinzentos que por lá estivemos, posso dizer: A nossa amazonia tem que ser aproveitada por nós brasileiros, porque, se deixarmos no despreso, como é notadamente visivel, ás multinacionais estão arrancando o couro (ouro) em tudo que podemos imaginar desde os laboratórios internacionais com os contrabandos do óleo de copaíba até os metais e pedras preciosas. Temos que retomar a nossa amazônia e garanto que não terá esse impacto tão violento, porque, os maiores impactos já existem! 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O Bule Voador de Bertrand Russell.



O Bule de Chá de Russell,

Eventualmente chamado de Bule Celestial, é uma analogia criada pelo filósofo Bertrand Russell (1872–1970) que tem por finalidade mostrar que a dificuldade de desmentir uma hipótese não torna esta verdadeira, e que não compete a quem duvida desmenti-la, mas quem acredita nela é que deve provar sua veracidade. Num artigo chamado "Existe um Deus?", Russell escreveu:

“Muitos indivíduos ortodoxos dão a entender que é papel dos céticos refutar os dogmas apresentados – em vez dos dogmáticos terem de prová-los. Essa ideia, obviamente, é um erro. De minha parte, poderia sugerir que entre a Terra e Marte há um pote de chá de porcelana girando em torno do Sol em uma órbita elíptica, e ninguém seria capaz de refutar minha asserção, tendo em vista que teria o cuidado de acrescentar que o pote de chá é pequeno demais para ser observado mesmo pelos nossos telescópios mais poderosos. Mas se afirmasse que, devido à minha asserção não poder ser refutada, seria uma presunção intolerável da razão humana duvidar dela, com razão pensariam que estou falando uma tolice.

Entretanto, se a existência de tal pote de chá fosse afirmada em livros antigos, ensinada como a verdade sagrada todo domingo e instilada nas mentes das crianças na escola, a hesitação de crer em sua existência seria sinal de excentricidade e levaria o cético às atenções de um psiquiatra, numa época esclarecida, ou às atenções de um inquisidor, numa época passada”.

Fonte: Wikipedia


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Entenda como funciona a máfia midiática - Parte 03 (final)

Entenda como funciona a máfia midiática - Parte 02


Segunda parte do vídeo em que jornalistas debatem o poder da grande mídia brasileira que, manipulando, mentindo ou omitindo, age em favor dos grandes conglomerados econômicos dos quais, aliás, ela faz parte. Por isso, em vez do compromisso com a notícia que abarque a verdade factual, a mídia simplesmente elege as pautas que venham a se encaixar nos interesses dos seus proprietários, todos alinhados com a direita retrógrada; o neoliberalismo que está ruindo em todo o mundo.

Mais que o poder econômico que ela representa, a máfia midiática deixou de ser um mero instrumento do poder oligárquico - para se firmar como o próprio poder. Assim, em vez de praticar a saudável concorrência em favor da notícia, os veículos de comunicação da máfia passaram a atuar de forma coordenada para dar corpo a qualquer factóide que sirva para passar como um trator por cima dos interesses dos poderosos. Por essas e outras a blogosfera passou a chamar a mídia simplesmente de "PIG" - o Partido da Imprensa Golpista.

Mediado por Beto Almeida, do programa Brasil Nação, o programa foi ao ar em 2009 - mas continua atual como nunca. Integram o debate os experientes jornalistas Leandro Fortes, Luis Carlos Azenha e Alípio Freire.

Tal a clareza didática com que os debatedores expõem o lado perverso do jornalismo, este vídeo deveria ser matéria obrigatória para estudantes de comunicação social.

Entenda como funciona a máfia midiática - Parte 01

Entenda como funciona a máfia midiática - Parte 03 (final)


Via youtube

Entenda como funciona a máfia midiática - Parte 01


Vídeo espetacular mostra jornalistas debatendo o impressionante poder da grande mídia brasileira que, manipulando, mentindo ou omitindo, age em favor dos grandes conglomerados econômicos dos quais, aliás, ela faz parte. Por isso, em vez do compromisso com a notícia que abarque a verdade factual, a mídia simplesmente elege as pautas que venham a se encaixar nos interesses dos seus proprietários, todos alinhados com a direita retrógrada; o neoliberalismo que está ruindo em todo o mundo.

Mais que o poder econômico que ela representa, a máfia midiática deixou de ser um mero instrumento do poder oligárquico - para se firmar como o próprio poder. Assim, em vez de praticar a saudável concorrência em favor da notícia, os veículos de comunicação da máfia passaram a atuar de forma coordenada para dar corpo a qualquer factóide que sirva para passar como um trator por cima dos interesses dos poderosos. Por essas e outras a blogosfera passou a chamar a mídia simplesmente de "PIG" - o Partido da Imprensa Golpista.

Mediado por Beto Almeida, do programa Brasil Nação, o programa foi ao ar em 2009 - mas continua atual como nunca. Integram o debate os experientes jornalistas Leandro Fortes, Luis Carlos Azenha e Alípio Freire.

Tal a clareza didática com que os debatedores expõem o lado perverso do jornalismo, este vídeo deveria ser matéria obrigatória para estudantes de comunicação social.

Entenda como funciona a máfia midiática - Parte 02

Entenda como funciona a máfia midiática - Parte 03 (final)

 


Via youtube

E a postura do PIG, estaria mudando?


Estaria o "PIG" revendo alguns  de seus conceitos, ou algumas de suas ultimas ações não passam de mais uma de suas estratégias rasteiras? 
Percebe-se que em algumas  raras publicações recentes, alguns  textos que antes eram demasiadamente parciais, passaram a ser menos, principalmente quando se referiam ao ex-presidente Lula. Ultimamente é perceptível uma pequena imparcialidade sendo dispensada ao ex-presidente e a atual presidenta Dilma.
Numa recente publicação feita por um dos filiados ao "Partido da Imprensa Golpista", pode-se observar esta "tendencia". Certamente muitos não concordarão com esta remota possibilidade, e a estes é justo o respeito a suas opiniões, afinal, a vida editorial do  PIG inviabiliza minha sugestão.
Exemplificando minha opinião, cito a publicação da revista Época on line do dia 28/11/2011 com o titulo: “Se seguíssemos com a política de FHC, o Brasil teria quebrado”, diz Lula a revista americana.
 Nesta matéria pode-se perceber um nível de imparcialidade pouco comum entre os filiados ao tal partido. Leia aqui a publicação na íntegra.
Durante o debate que virá a seguir postarei um vídeo de 1989, onde, a cúpula da rede globo confessa ter manipulado o conteúdo do debate entre Lula e Collor. O diretor de jornalismo da globo da época confessa ter ordenado que, a edição que iria para o ar no jornal da noite seguinte ao debate, seria feita com os melhores momentos do candidato Fernando Color de Mello, e os piores momentos do Luiz Inácio da Silva. Se alguém ainda tivesse alguma dúvida da existência do PIG, e principalmente de sua forma mesquinha de influenciar o povo, certamente depois de assistir esse vídeo mudará seus conceitos.
A seguir acompanharemos a opinião dos amigos que participam do fórum do grupo Consciência Política Razão Social no facebook. 
--------------------------------------------------------------------
OPINIÕES DOS PARTICIPANTES DO FÓRUM DE DEBATE DO FACEBOOK
--------------------------------------------------------------------
Marco Lisboa Às vezes nós temos uma visão muito maquiavélica da grande imprensa. Existe uma tradição liberal de apurar os fatos, ouvir os dois lados e noticiar tudo o que for notícia. A ideologia dominante, justamente por ser dominante, é exercida de fo...rma bem sutil. Lula é notícia. A mercadoria básica de qualquer jornal é notícia. Então faz sentido dar voz a Lula e publicar sem distorções o que ele disser. Há uma preocupação constante com a credibilidade nos grandes jornais. A Folha por exemplo, mantém o Onbudsman. Infelizmente eu não vejo a mesma preocupação em alguns órgãos ditos de esquerda. A cobertura da guerra na Líbia, por exemplo, foi lastimável. Os rebeldes já haviam tomado Tripoli e havia quem dissesse que as imagens mostradas eram produzidas no Qatar. Sem contar que, para alguns, Kadafi não morreu!

Fernanda Tardin Marcos diante de fatos e de subornos pagos para que agrande midia mantipule em favor del imperio , só lamento esta sua 'comiseração'. Bota no colo, leve para casa para mim eles seriam todos ' deslicenciados' da concessão.
Marco Lisboa A imprensa não precisa de concessão para funcionar. Ela não usa um espaço público, como as televisões e as rádios. A constituição brasileira trata jornais e rádios e televisões de maneira diferente.
Fernanda Tardin radios e tevs não precisam?rs
Marco Lisboa Rádios e tevês são concessões. Jornais e revistas não. Eu só comentei sobre a imprensa.
Fernanda Tardin mas radios e TVs são imprensa ou tem jornalismo? pq. se resolver cassando a midia jornalistica de rds e tvs. quem taí pra jornais e recistas. o grupo falirá. TEMOS QUE VER JUSTIÇA.
Marco Lisboa Jornais e revistas estão sujeitos a limitações em relação à propriedade e não ao conteúdo. É a famosa liberdade de imprensa. Já televisão e rádio por ocuparem uma faixa de transmissão limitada estão sujeitas a maiores regulamentações, inclusive devem atender à alguns princípios. Mas eles são muito gerais e não são impositivos.
Fernanda Tardin naooo faz favor Liberdade de Imprensa nada tem com manipulação ou invensao. ate tú?
Marco Lisboa Manipulação e invenção são conceitos um pouco subjetivos. A imprensa de direita tem uma visão diferente da minha. O que a nossa constituição diz é que "a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma,... processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição." A Veja, por exemplo, de acordo com a Constituição, está no direito de apoiar Serra, fazer campanha contra a Dilma, denunciar a corrupção de ministros, etc. Estará sujeita a responder pelos crimes de calúnia, infâmia e difamação. O PC do B, neste momento, a está processando. Para deixar claro, eu penso que uma revolução não se faz no tapetão. A luta principal não é contra uma suposta imprensa golpista, é para mobilizar os movimentos sociais, que foram cooptados e aparelhados. Aliás, para ser justo, o SBT adotou um viés dilmista na campanha. Por coincidência, saiu um empréstimo para o banco falido do Sílvio. 
Dagmar Vulpi O vídeo abaixo é uma prova irrefutável da existência, e da forma operandi do PIG.


Fernanda Tardin ‎"Manipulação e invenção são conceitos um pouco subjetivos. " só pra quem quer ou precisa. para mim é clarissima a diferença.
Marco Lisboa A Globo já fez pior, quando tentou anular a eleição do Brizola. Eu estou separando imprensa e rádio e televisão porque eles são diferentes e são tratados de maneira diferente pela nossa constituição. Infelizmente, os governos desde Sarney t...em optado por cooptar estes meios de comunicação. A Globo se aproximou rapidamente de Lula e teve um tratamento privilegiado do BNDES, quando ficou pendurada. Ela fez campanha para Serra, abertamente, mas já se aproximou de Dilma. Record e SBT apoiam quem der mais. Ratinho está negociando suas emissoras de tv no paraná. Toda minha intervenção está centrada na questão da imprensa. Pela constituição, ela não está atada a nenhuma exigência de conteúdo, onde poderiam entrar os conceitos de manipulação e invenção. É óbvio que ela tem uma posição político- ideológica e que suas publicações seguem esta orientação. Ao fazer a pauta, o jornal ou a revista já indicam ao jornalista que tipo de matéria ela irá produzir. Aí vale a lei de Ricupero: o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente omite. É manipulação. É. Mas não há como enquadrar este tipo de cobertura. Mesmo porque não existem fatos isolados ou neutros. Sempre haverá uma visão norteando a seleção e a montagem de uma reportagem. Até uma foto está sujeita a estas injunções. Então vale a liberdade de imprensa sim.
Paulo Batista Gomes Gomes Camarada nossa constituição é burguesa e todos os meios de informação, assim como a constituição, são ferramentas instituídas pela classe dominante. "PIG mesmo, bora para outra!
Marco Lisboa Eu sei que a nossa constituição é burguesa. Também sei qual é a correlação de forças atual. Por isso comentei que não se faz revolução no tapetão.
Paulo Batista Gomes Gomes Hehehehe, bora meu camarada, tem revolução para fazer a reforma da casa burguesa não avança mais, impaca na metafisica, e não adianta tanger que a mula não anda...bora apara outra!
Marco Lisboa Oi Paulo Batista Gomes Gomes. A razão de eu estar aparentemente defendendo a liberdade de imprensa burguesa é simples: existe um modelito populista muito em voga na América Latina, que até hoje faz sucesso. Num regime capitalista, a proprie...dade individual dos meios de produção, com a hegemonia política de quem a detêm, produz automaticamente este tipo de imprensa que temos aqui. Este é o ponto básico onde todos concordamos. A questão é como fazer uma revolução política e social que elimine a propriedade individual. O getulismo, o chavismo, o peronismo e outros ismos criaram um modelo que nada tem de revolucionário. Uma das peças deste modelo é a cooptação da imprensa e à censura às correntes contrárias. Não vamos nos iludir que esta repressão só se faz à direita. Esta pode ser a retórica, mas não é a verdade. Ao aparelhar as organizações de massa, os populismos eliminam o espaço da esquerda. Ao exigir de todas as organizações políticas o apoio incondicional ao caudilho, o populismo tira a independências destas organizações. Aqui no Brasil, as relações governo x mídia tem se regulado pela cooptação e pela convivência mais ou menos pacífica. Por mais que os militantes de base se descabelem contra os desmandos da Rede Globo, foi a ela que Lula deu a sua primeira entrevista quando eleito. Foi ela quem o BNDES soccorreu, quando ela estava descapitalizada. Foi lá que o Palocci deu sua entrevista exclusiva. A relação com a Record e com o SBT também é promíscua. Note que é a própria Dilma que levanta a bandeira da liberdade de imprensa, quando se fala em regulação da mídia. O nosso modelo político atual inclui o loteamento do estado e uma aliança estratégica com a direita. É por isso que bandeiras aparentemente avançadas são descartadas como "bravatas" pela cúpula partidária. Zé Dirceu, um dos inspiradores dessa regulação da mídia, atua como defensor dos interesses de Carlos Slim no Brasil. Lula tem um filho ligado diretamente aos interesses de uma grande empresa das telecomunicações. A propriedade da mídia é que precisa ser regulamentada, com os instrumentos que a própria constituição burguesa oferece. Hoje estes impérios incluem: telefonia, tevê a cabo, rádio, jornal, internet, etc. A discussão sobre o controle do conteúdo é diversionismo. Enquanto houver uma correlação desfavorável, a imprensa vai refletir a correlação dominante. E, no Brasil, esta correlação só se inverterá recuperando os movimentos sociais, cooptados e aparelhados. Este é o sentido de minha frase: não se faz revolução no tapetão. Esta é uma discussão bem mais profunda do que este espaço permite. Mas, em linhas gerais, esta é a minha posição. Obrigado por me incluir como amigo. Abração.  
Paulo Batista Gomes Gomes Bom dia camarada, eu é que te agradeço por aceitar o convite, sem duvida lutamos o bom combate e vamos a ele:
Tomei o cuidado de ler a matéria citada pelo camarada Dagmar Vulpi, ele de forma sutil, foi pincelando frases que o senso comum identifica com as posturas que compõem o perfil histórico de nosso herói deificado, vai falar mal de lula! 
A coisa chega a ser empolgante, os chavões de esquerda, as leituras pontuais afirmativas, mesmo diante das questões do Tora e do Alcorão.
Marco Lisboa Um dos ismos a que eu me referi no comentário anterior é o lulismo. Ele empurrou Dilma goela abaixo do PT, um quadro que não fez história neste partido e que tinha um perfil eminentemente gerencial. Tenho uma impressão, que pode ser subjeti...va, que Dilma era o plano B. O plano A era um terceiro mandato. O PC do B até chegou a sair a campo abertamente em defesa desta tese. Não deu certo, partiu-se para o plano B. Entretanto a composição do PT é ainda extremamente diversificada e companheiros combativos e comprometidos com a luta se encontram nesta legenda. A esquerda no Brasil está atomizada e distribuída por várias organizações.
Paulo Batista Gomes Gomes O chamamento a Zé Dirceu, é Deus ungindo com sua santa mão o filho injustiçado, e o Palocci, ganhou ar grego e flutua entre Platão e Aristóteles, em dado momento se esquiva da cicuta, nosso herói grego conta com o perdão de nosso barbudo deificado, pronto esta salvo!
Quanto a FHC, deu ao "desafeto" a devida importância, uma frese de efeito e oportunidade de construção linear do discurso.
Chegamos a Dilma camarada que substitui a figura do guerrilheiro nordestino, esse você lembra, desconstruído sistematicamente pela PIG. Falo do comandante do Araguaia relacionado a dólar, cueca e aeroporto. Calaram a voz tupiniquim do Araguaia, onde esta Jose Genuíno. 
E a matéria vai sendo tangenciada pelo acordo da pauta, uma armadilha, assim como você me permiti a analise sucinta, essa matéria de frases soltas e aparente mente destituída do arquétipo do mal flutua sobre as cabeças vermelhas, até seu desfecho contraditório, uma ultima frase poem Lula sentado ao trono e a seu lado direito o neoliberalismo de FHC, vamos ao desfecho: 
Capitalismo e burocracia “Não sabemos ainda em que medida o capitalismo competitivo está fazendo progressos ou se o velho modelo de capitalismo burocrático ainda está vivo. É uma mistura entre esses dois. Desde que a China tornou-se um modelo tão atraente – e a China tem esse modelo de economia controlada pelo Estado – isso justifica isso aqui no Brasil para muitas pessoas. Mas em nosso caso é um retrocesso”. 
Bom meu camarada, ai esta a grande revelação do óbvio, o jornal cumpriu sua pauta e a linha geral da matéria, tupiniquins oriundos da guerrilha e do movimento eclesial de base, adotam e defendem o velho liberalismo de Adam Smith a escola keynesiana. 
Camarada nosso herói deificado caiu na armadilha, a PIG existe e seus interesses são contra-revolucionários, com ela nem no tapetão, Bora para outra, o tia, esse menino ta bulindo com eu mais Dagmar! 
Dagmar Vulpi Excelente o desfecho deste debate, ainda que polemizado e divergenciado, transcorreu sem a necessidade do artifício da intolerância dos seus participantes.
Ainda que não tenha convergido para um ponto único, que aliás é normal, por tratar-se de um debate com quatro opiniões "quase" distintas foi muito positivo, e poderá servir como exemplo para debates futuros.
Parabenizo os participantes
!
Fernanda Tardin Putzzzzz Marco é um ex militante de esquerda. sabe muito bem os referenciais de luta.... tá sendo ingenuo só em achar que somos totalmente cegos a ponto de aceitar a 'defesa sele ' uma livre expressao. Bora Paulo, Bora Dag...... perda de te...mpo debater 'liberdade' com ele. Bora que enquanto isto, percebam posts que citam os imperialistas e comprados pelo lobby dos usa ficam lá embaixo.... uma coisa é certa.... enqunato damos 'perolas as porcos ' - cito bíblico, jacaré nos abraça, rsrs Hoje tô influenciada pelos manos. deve ser de tanto falar em lobby, DHES, ALES....bj 
Marco Lisboa "A presidente Dilma Rousseff reiterou nesta segunda-feira (21) seu compromisso com a liberdade de imprensa no Brasil e disse que os governos devem saber conviver com as críticas.



- Uma imprensa livre, plural e investigativa é imprescindível para a democracia em um país como o nosso, que além de ser um país continental, congrega diferenças culturais apesar da nossa unidade.

Dilma participou, na noite desta segunda, da cerimônia que celebrou os 90 anos do jornal Folha de S.Paulo. O evento foi realizado na Sala São Paulo, na capital paulista, e reuniu as principais autoridades do país."

http://noticias.r7.com/brasil/noticias/em-sp-dilma-lembra-ditadura-e-defende-liberdade-de-imprensa-20110222.html
Em SP, Dilma lembra ditadura e defende liberdade de imprensa - Brasil - R7
Marco Lisboa "Dilma buscou os donos da mídia, passada a eleição, e propôs a “normalização” de relações. O governo seguiu apanhando, na área “ética” – é verdade. O que não atrapalha a imagem de Dilma. Há quem veja na tal “faxina” um jogo combinado entre... a presidenta e os donos da mídia. Será? Dilma tiraria as “denúncias” de letra (o custo ficaria para Lula e os aliados). Do outro lado, os “pitbulls” perderiam terreno na mídia. É a tal “normalização”. Considero um erro estratégico de Dilma. Mas quem sou eu pra achar alguma coisa. O fato é que a estratégia hoje é essa!"

Espedito Freitas Ela é "PRESIDENTA!" E não ex-presidente... rs 


Sobre o Blog

Bem‑vindo ao Blog Dag Vulpi!

Um espaço democrático e apartidário, onde você encontra literatura, política, cultura, humor, boas histórias e reflexões do cotidiano. Sem depender de visões partidárias — aqui prevalecem ideias, conteúdos e narrativas com profundidade e propósito.

Visite o Blog Dag Vulpi