quarta-feira, 12 de junho de 2013

Uma raça humilhada e discriminada por outra que monopolizou um canal de tv

Por Jama Libya, em comentário feito no Blog Dag Vulpi, na postagem 

No Brasil uma TV foi monopolizada por judeus que discriminam e humilham as mulheres negras. 

Exemplo disso é o MeGaLOBO RACISMO, a violência do preconceito racial no Brasil personificado por Adelaide do Programa Zorra Total da Rede Globo representada pelo ator Rodrigo Sant’Anna numa negra degradada, pedinte, com imagem horrenda, destorcida e bosalizada.

Ele para a Globo e seus judeus é engraçado, mas é desgraça para nós negros afros indígenas descendentes. Se nossas crianças não tivessem sendo chamadas de Adelaidinha ou filha, neta e sobrinha da ADELAIDE. No pior dos sentidos, é BULLIYING infeliz e cruel criado nos laboratórios racistas do PROJAC (abrev. de Projeto Jacarepaguá, como é conhecida a Central Globo de Produção) é o centro de produção da Rede Globo que é dominado pelos judeus diretores, produtores e apresentadores como.
Arnaldo Jabor, Carlos Sanderberg, Luciano Huck, Jairo Bouer, Luis Erlanger, Marcos Losekann, Marcius Melhem, Leandro Hassum,Vladimir Brichta, Tiago Leifert, Pedro Bial, William Waack, William Bonner & Fatima Bernardes, Ernesto Paglial & Sandra Annenberg, Mônica Waldvogel, Renata Malkes, Sandra Passarinho, Amora Mautner, Lillian W. Fibe, Esther Jablonski, Glenda Kozlowski, Gilberto Braga, Wolf Maya, Mário Cohen, Ricardo Waddington, Max Gerinder, Mauro Molchansky,

O que fazer quanto à dívida e ao euro? - Um manifesto

Publicamos abaixo o texto integral do manifesto subscrito por economistas da esquerda europeia sobre a dívida, o euro e a necessidade de um governo de esquerda para romper com o euroliberalismo.

A crise
A Europa está-se a afundar numa crise e regressão social sob a pressão da austeridade, da recessão e da estratégia de “reformas estruturais”. Esta pressão está coordenada firmemente a nível Europeu, sob a liderança do governo Alemão, do BCE e da Comissão Europeia. Existe um consenso alargado de que estas políticas são absurdas e mesmo “iletradas”: a austeridade fiscal não reduz o fardo da dívida, gerando antes uma espiral de depressão, mais desemprego e desespero entre os povos da Europa.

Contudo, estas políticas são racionais do ponto de vista da burguesia. Elas constituem uma forma brutal de terapia de choque para restaurar os lucros, garantir os rendimentos financeiros e implementar as contrarreformas neoliberais. O que se está a passar é fundamentalmente a validação pelos Estados das exigências financeiras sobre a produção e PIB futuros. É por isso que a crise assume a forma de uma crise da dívida soberana.

Medo e especulação

Luiz Sérgio Guimarães

Brasil Econômico   (luiz.sergio@brasileconomico.com.br) 

O mercado de câmbio está revogando a lei da oferta e da procura. Não está faltando dólar, mesmo assim o preço sobe.
Sobe por medo do futuro e por especulação. Sobe porque os fundamentos da área externa brasileira se degradam e porque em algum momento do segundo semestre o Federal Reserve (Fed) vai secar a liquidez global.
O argumento de que a moeda americana se valoriza aqui porque está se apreciando lá fora nem sempre é evidente por si mesmo. Ontem, a moeda avançou apenas um pouco mais de 0,10% nas praças mundiais. Aqui, 0,70%. Em maio, o fluxo cambial brasileiro (que contabiliza todos os dólares que entram e que saem) fechou positivo em US$ 10,8 bilhões. Onde estão esses dólares excedentes? No mercado. Mas o preço não para de subir.
Ontem, pela primeira vez no ano, o Banco Central precisou fazer dois leilões de venda da moeda no mercado futuro para obstar a escalada quando o preço estava em R$ 2,16. Ele vendeu US$ 2,12 bilhões por meio da colocação de 42,5 mil contratos de swap cambial. Só que ofereceu 80 mil. Vendeu apenas um pouco mais da metade da oferta. Se o mercado quisesse e precisasse de dólar, teria comprado tudo. Ele não quer e não precisa, e mesmo assim a moeda fechou a R$ 2,1480, ante R$ 2,1330 na sexta-feira.
A componente especulativa resulta do fato de que as forças que se digladiam nos pregões de derivativos cambiais da BM&F não o fazem em condições de igualdade. Se um player "vendido" quiser ampliar sua posição líquida acima de US$ 10 milhões terá de recolher IOF de 1%. Isso limita a atuação desses investidores alinhados com a intenção do BC de evitar apreciações excessivas do dólar. Já os "comprados", que agem contra o BC, não sofrem esse constrangimento. Resultado: os "vendidos" reduziram de quarta para sexta-feira sua posição em US$ 2,31 bilhões (de US$ 20,51 bilhões para US$ 18,2 bilhões).
Os "comprados" sustentam posições acima de US$ 19 bilhões. Os juros seguiram no mercado futuro a alta do dólar. A taxa para a virada do ano avançou de 8,58% para 8,64%. De novo, os contratos longos foram os que exibiram as maiores altas. Para janeiro de 2017, a taxa subiu de 10% para 10,32%.
De boa ou má-fé, o fato é que o mercado cultiva um pessimismo crescente. Sob o impacto da forte volatilidade que caracterizou os negócios na semana passada, as instituições financeiras que fornecem projeções para a confecção do boletim semanal Focus do BC ainda tentaram manter a sobriedade.
Embora bem mais pessimistas que na semana anterior, as medianas das expectativas se afastaram do tom sombrio de alguns departamentos econômicos. No caso do dólar para o final do ano, a projeção avançou de R$ 2,05 para R$ 2,10, mas já há quem fale em R$ 2,30 se o Fed passar a recomprar uma quantidade menor de bônus já a partir de setembro.
A previsão de Selic para dezembro avançou de 8,5% para 8,75%, quando a curva a termo do juro embute taxa de 9,25%. O Focus reduziu de 2,77% para 2,53% a perspectiva de crescimento do PIB este ano, mas existem consultorias que não acreditam em expansão maior do que 2%.
O diretor-executivo da NGO Câmbio, Sidnei Nehme, notou outras discrepâncias: "O Focus elevou o déficit em transações correntes para US$ 73 bilhões, havendo quem já projete algo próximo de US$ 80 bilhões e reduziu a projeção do saldo da balança comercial no ano para US$ 7,35 bilhões, mas há projeções da ordem de US$ 6,0 bilhões a US$ 6,5 bilhões, mantendo inalterada a projeção de investimento estrangeiro direto (IED) em US$ 60 bilhões". A dispersão das expectativas é a fonte primária da volatilidade dos mercados. 
O que os executivos do mercado mais debatem atualmente em suas reuniões internas é a real disposição do governo em mudar as diretrizes da política econômica. Apesar dos sinais de que quer retomar as linhas mais ortodoxas das políticas monetária e cambial, abandonadas já no segundo semestre de 2011, ninguém ousa prever o fim da "nova matriz econômica" desenhada pelo ex-secretário-executivo da Fazenda, Nelson Barbosa.
A nova matriz destinava-se a promover a transição do modelo baseado no cumprimento estrito da meta central de inflação, da meta de superávit primário de 3,1% do PIB e na permissão para que o câmbio flutuasse de forma mais limpa, para outro modelo, menos rígido na obtenção das metas e mais intervencionista.
Num primeiro momento, a perda do poder de influência de Barbosa junto à presidente Dilma e a ascensão do secretário do Tesouro, Arno Augustin, ao posto de principal conselheiro palaciano foram vistas com temor pelos executivos, pois poderia representar a radicalização das propostas contidas na nova matriz.
Barbosa, professor de economia da UFRJ, sempre foi considerado um desenvolvimentista mais técnico e afeito aos modelos econométricos, enquanto Augustin, artífice do contorcionismo contábil que assegurou o respeito da meta de superávit primário de 3,1% do PIB no ano passado, transmitia a impressão de ser um expansionista de viés mais político. 
Barbosa deixou o governo no início do mês e agora, depois da reviravolta comandada pelo BC em maio tanto no juro quanto no câmbio, a percepção que prevalece é a de que a sua saída decorreu da oposição interna que movia ao fim da nova matriz de sua autoria. Mas a desistência do modelo só estará completa quando o governo conferir um grau maior de austeridade à política fiscal. 
É o que falta do ponto de vista dos analistas para elevar a credibilidade do governo junto aos investidores internacionais. O governo vai precisar de dólares para zerar o déficit em transações correntes do balanço de pagamentos, agravado pelo saldo negativo da balança comercial. A manutenção do superávit em nível elevado garantirá a solvência da dívida e tornará desnecessário o cumprimento pela agência de risco Standard & Poor's (S&P) de sua ameaça de redução da nota de risco de crédito que atribui ao Brasil. 
Na ausência de uma política fiscal severa, o ajuste do balanço de pagamentos irá ser feito via taxa de câmbio. O BC terá de deixar o dólar subir. Como isso provoca inflação, terá de aumentar ainda mais a Selic, desacelerando a economia. Uma contenção fiscal suavizaria a escalada do câmbio nominal.
O câmbio real poderia sofrer uma menor depreciação se os salários reais fossem contidos pelo ajuste fiscal. O desaquecimento econômico seria mais brando por esse caminho do que pelo do choque de juros.

Economia mundial: A calma antes da tormenta

“Talvez seja melhor dizer que estamos num momento de calma
 antes da tormenta” - Foto de tornado de Lynne Hand/flickr
A economia mundial atravessa uma fase de relativa tranquilidade. Parecem longe aqueles dias de 2009 quando o colapso terminal parecia iminente. Uma análise mais detalhada revela que a calma relativa não provém de uma recuperação sustentável e que apareceram nuvens ameaçadoras no horizonte. Por Alejandro Nadal.

A relativa estabilidade do presente é uma referência inútil para prever o futuro. Infelizmente a tendência natural é projetar para o futuro incerto os dados conhecidos e usá-los como um guia para tentar prever o curso dos acontecimentos. Não é um procedimento certeiro, mas parece que os seres humanos sentem assim que podem enfrentar a angústia da incerteza.

Brasil e Portugal estudam reconhecimento mútuo de diplomas médicos

Para atrair médicos portugueses ao Brasil, os governos dos dois países discutem mecanismos para promover o reconhecimento mútuo de diplomas de medicina, concedendo autorização para que profissionais formados na universidade de um país possam atuar no outro. A possibilidade foi tratada em encontro entre os ministros da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha, e de Portugal, Paulo Macedo, em reunião em Lisboa na última segunda-feira (10). A ação faz parte do conjunto de medidas para enfrentar o déficit de médicos no Brasil.

STF volta a discutir projeto que inibe novos partidos

O Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a discutir hoje (12) a validade do projeto de lei que inibe a criação de partidos. O julgamento foi suspenso na semana passada sem a coleta de votos dos ministros, que discutiram apenas questões preliminares. Hoje, a discussão foi retomada com o voto do relator, ministro Gilmar Mendes.
O projeto de lei questionado pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) impede a transferência de fatia maior do tempo de televisão e rádio e de verba extra do Fundo Partidário a legendas recém-criadas que acolherem deputados federais eleitos por outra agremiação. Gilmar Mendes deu liminar em abril suspendendo a tramitação do projeto até palavra final do Supremo.

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