quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Professor evita novo massacre em escola americana


Um professor evitou o que poderia ter se transformado em um novo massacre promovido por atirador em uma escola secundária nos Estados Unidos.

Segundo a polícia, um professor e um funcionário (que não tiveram os nomes revelados) do colégio Taft Union, na Califórnia, dialogaram com um aluno que entrou no local armado. Ele já havia disparado contra um estudante, mas foi convencido a baixar sua arma.

Policiais disseram ainda que o atirador tinha munição suficiente para "matar muitas pessoas".
O estudante ferido foi levado para um hospital em estado crítico.
O ataque começou por volta das 9h (15h em Brasília), quando um aluno chegou na escola atrasado. Ele estava armado com uma espingarda.

Estudantes e funcionários telefonaram para a polícia, mas antes que a ajuda chegasse, o atirador disparou contra duas vítimas em uma sala de aula no setor de ciências da escola. Um dos tiros errou o alvo.

O professor foi atingido de raspão por um disparo e interveio. Segundo a imprensa americana, o educador teria dito ao suspeito que não admitiria um tiroteio em sua sala. O agressor então abaixou sua arma e foi preso por policiais.
Familiares dos alunos da escola, que fica a 190 quilômetros ao norte de Los Angeles, disseram que o atirador foi suspenso das aulas no ano passado.
Forças de segurança locais fizeram buscas nos arredores da escola em busca de comparsas do atirador ou eventuais novas vítimas.

Acesso a armas
O tiroteio ocorre cerca de um mês após o massacre da escola primária de Sandy Hook - no qual um rapaz assassinou 26 pessoas, entre alunos e professores.

O episódio desencadeou um debate nacional sobre a legislação que regula a compra e a posse de armas nos EUA. O vice-presidente Joe Biden, responsável por um grupo para analisar o tema, deve apresentar suas recomendações ao presidente Barack Obama até a próxima semana.

O colégio Taft Union ficará fechado nesta sexta-feira, mas disponibilizará funcionários para atender eventuais alunos preocupados.
BBC Brasil

Venezuelanos tomam conta do Centro de Caracas em homenagem ao presidente Chávez

Milhares seguidores de Hugo Chávez tomaram nesta quinta-feira as ruas de Caracas para defender a continuidade de seu governo mesmo com sua ausência no dia marcado para a posse presidencial.

O chavismo teve hoje sua cerimônia de celebração, com personalidades da televisão, gritos, coros, discursos e um juramento final de fidelidade de todos os presentes ao presidente venezuelano, manifestação com o objetivo de preencher o vazio deixado por Chávez na data fixada pela Constituição para o início de seu quarto mandato. 

"Aqui em Caracas, hoje, 10 de janeiro, dizemos ao comandante Chávez: comandante recupere-se que este povo jurou e vai cumprir lealdade absoluta", gritou o vice-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, ao encerrar seu discurso diante de milhares de seguidores do governante, que respondiam com a mão no coração ao juramento coletivo.

O ato se transformou em uma homenagem ao presidente e contou com a participação dos chefes de Estado convidados: o boliviano Evo Morales; o nicaraguense Daniel Ortega e o uruguaio José Mujica, que discursaram ao lado de primeiros-ministros e chanceleres de vários países latino-americanos e caribenhos.
Morales assegurou que a saúde do presidente venezuelano é uma "preocupação" de todos os povos anti-imperialistas do mundo porque ele "representa a luta anti-imperialista e anticapitalista".
Mujica pediu que se o governante venezuelano não puder estar presente no dia de amanhã, que prevaleça a "unidade", a "paz" e o "trabalho", e Ortega advertiu sobre a necessidade de evitar os enfrentamentos.

"É a paz o que mais temos que cuidar neste momento, porque o confronto e a morte na Venezuela levariam ao confronto e a morte em toda América", disse o presidente nicaraguense.
Chávez está internado em Havana desde que em 11 de dezembro foi operado de um câncer situado na zona pélvica e sobre o qual, segundo o ministro de Comunicação, Ernesto Villegas, informou-se "suficiente, devida e oportunamente".


Villegas acusou a oposição de confundir "direito à informação com morbidez". De acordo com os últimos informes, Chávez está em estado "estacionário", com uma insuficiência respiratória consequência de uma infecção pulmonar severa.

Sua ausência causou uma discussão sobre a forma como se deveria proceder constitucionalmente, mas no final a Suprema Corte decidiu ontem aprovar a tese do governo e permitir que Chávez assuma formalmente o cargo quando se recuperar, e que o Executivo que deveria se encerrar hoje continue suas funções.

Antes do simbólico juramento, o vice-presidente Nicolás Maduro criticou oposição e a acusou de querer aplicar um golpe. Segundo o dirigente, há um plano de "setores da extrema-direita para buscar um morto e encher de sangue as ruas da Venezuela".

O vice-presidente venezuelano citou as manifestações que a oposição vai realizar, segundo ele "uma espécie de sabotagem", e pediu que a polícia tome cuidado com as ações que irão acontecer.
"Convidamos eles a não se colocarem loucos e respeitarem a paz desta pátria, essa oposição que sempre cai na tentação golpista convocamos a refletir", afirmou.

Maduro defendeu a unidade que existe na direção do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), particularmente com seu "irmão", Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional, e acusou a imprensa do mundo de mentir todos os dias e de querer demonstrar que existe uma divisão interna.
"Estamos nos matando de amor pelo povo, estamos nos matando de lealdade a Chávez e a esta pátria", acrescentou gritando. A oposição rejeitou hoje a decisão do Tribunal Supremo de Justiça e convocou uma manifestação pacífica para 23 de janeiro, dia em que se lembra o 55º aniversário do final da última ditadura militar.

O deputado Alfonso Marquina, em nome do bloco da oposição, questionou a decisão de justiça, afirmando que o Supremo nem ao menos considerou uma ausência temporário do presidente.
Já Maduro lembrou que os últimos dias foram "duros para todos", desde a operação do há 30 dias. Ele afirmou ainda que Chávez está "em batalha".

"Nós te dizemos: comandante, tranquilo, continue sua batalha que aqui têm um governo bolivariano e um povo revolucionário", afirmou.
Portal Terra

Justiça de Goiás veta 14º e 15º salários para deputados


Notícias

10janeiro2013
VIOLAÇÃO DE PRINCÍPIOS

Justiça de Goiás veta 14º e 15º salários para deputados

A Corte Especial do Tribunal de Justiça de Goiás declarou, de maneira unânime, a inconstitucionalidade dos artigos do Regimento Interno da Assembleia Legislativa do estado de Goiás que preveem a criação do 14º e 15º salários para deputados estaduais. A sessão aconteceu nesta quarta-feira (9/1), de acordo com informações do portal G1.
Segundo o desembargador-relator Leandro Crispim, os artigos que falam da criação de uma ajuda de custo para os parlamentares são inconstitucionais porque violam os princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade. O relator argumentou que, de acordo com a Constituição Federal, os detentores de mandato eletivo são "remunerados, exclusivamente, por subsídio ficado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou espécie remuneratória".
Revista Consultor Jurídico 

PSL e DEM são condenados por filiar o mesmo eleitor


Notícias

10janeiro2013
ERRO DE FILIAÇÃO

PSL e DEM são condenados por filiar o mesmo eleitor

PSL e DEM foram condenados a pagar R$ 10 mil, por danos morais, a um cidadão investigado pelo Tribunal Regional Eleitoral pelo crime de dupla filiação sem nunca ter sido filiado a nenhum dos partidos. A sentença é da juíza Flávia Viveiros de Castro, da 6ª Vara Cível da Barra da Tijuca.
O autor da ação alegou ter sofrido constrangimento e transtornos com a acusação de dupla filiação partidária e que a própria averiguação feita pelo TRE-RJ provou que o erro foi cometido pelos partidos.
Para a juíza, a acusação contra o autor do processo é muito grave e ameaça o sistema político democrático, além de constituir crime. “O princípio vigente no Direito Eleitoral brasileiro é o da unicidade da filiação partidária, sendo certo que a dupla filiação é mais do que um comportamento antiético, é verdadeira tentativa de burlar o sistema da democracia representativa, onde os partidos desempenham papel fundamental, com seus programas e plataformas, com densidades ideológicas próprias”, destacou.
Em sua decisão, a juíza ainda ressaltou que houve falta do dever de cuidado por parte dos partidos. “Nítida a falta de dever de cuidado de ambas as agremiações partidárias, sendo inquestionável o dano moral, que deverá ser compensado com indenização consentânea com o caráter compensatório das indenizações pecuniárias das lesões morais”, concluiu. Com informações da assessoria de imprensa do TJ-RJ.
Processo 0004250-16.2006.8.19.0211| Revista Consultor Jurídico

Depois dessa pulseira a Disney nunca mais será a mesma


Maior parque temático do mundo se prepara para lançar MyMagic+, uma pulseira eletrônica que irá guiar o visitante pelas atrações e aposentar filas e catracas

E eis que Pateta, Mickey, Pluto e a Cinderela embarcam na era digital. Depois de muito debater sobre como se apropriariam dos avanços impetuosos das novas tecnologias, executivos da Disney World chegaram a um denominador comum – o MyMagic+. Esqueça filas, catracas e aquele funcionário vestido de Pato Donald de pelúcia que nem sabe seu nome. A experiência de ir a Disney está prestes a mudar radicalmente. 

Esse gesto singelo é a nova catraca: mudanças no horizonte //Crédito: Kent Phillips/Disney
O MyMagic+ é um pulseira de borracha que o visitante usa para interagir com praticamente tudo que existe no parque. Ela serve para entrar no parque (basta levar seu pulso até o leitor ótico, catracas são tããão século XX), serve como cartão de crédito, serve como ticket de estacionamento, serve como chave do seu quarto no hotel, serve para avisar o momento certo de chegar no brinquedo para que você não tenha que se entediar espremido em uma fila sob o Sol da Flórida. 

A versão oficial diz que a ideia por trás dessa renovação tecnológica é deixar o visitante mais ativo em termos de interatividade. Personagens da Disney, que perambulam pelo parque de prontidão para aparecer nas fotos dos turistas, poderão dizer o nome da criança ou até desejar feliz aniversário desde que os pais do garoto disponibilizem essa informação no software da pulseira. Sem dúvida que isso é de deixar qualquer criancinha completamente em êxtase, puxando a manga da camisa do pai e implorando para voltar ao parque. Mas os interesses vão um pouquinho além. A pulseira fará com que a Disney saiba exatamente quanto tempo cada uma das 30 milhões de pessoas que passam lá todo ano ficou em cada centímetro do parque – terá um registro fiel e assustadoramente preciso do comportamento de seus clientes. 

Analistas dizem que o grande desafio será apostar nesses recursos tecnológicos sem perder a aura de nostalgia que conduz boa parte da experiência de encantamento do parque. Se a Cinderela chamar a filhinha dos visitantes pelo nome, dificilmente isso será um problema. De qualquer forma, pelo menos em um primeiro momento, a MyMagic+ será opcional. A novidade deve ser implementada até meados de 2013. 

Via NYTimes

Presidente da Odebrecht cobra do governo mais fiscalização das licitações


Em reunião com a presidenta Dilma Rousseff, o diretor-presidente da Odebrecht S.A., Marcelo Odebrecht (foto), cobrou hoje (10) mais fiscalização do governo sobre as licitações e parcerias público-privadas (PPPs). Segundo o executivo, muitas vezes os vencedores dos leilões não cumprem os contratos e as obras não são entregues.
“Quando o governo licita uma concessão ou uma PPP, há necessidade de depois o governo cada vez mais fiscalizar, ter certeza que aqueles investimentos de fato ocorrem. Muitas vezes a gente vê gente prometendo, entrando, ganhando a licitação e depois não entregando. Enfatizei a necessidade cada vez maior de o governo assumir o papel dele de fiscalizador das empresas que prometem os investimentos e as vezes não cumprem”, disse Marcelo Odebrecht após o encontro com Dilma. O controle, segundo o empresário, tem que ser exercido tanto pelo governo federal com no âmbito federal, estadual e municipal.
Odebrecht e Dilma também conversaram sobre investimentos e medidas para retomada do crescimento da economia. “Ela está ouvindo empresários para saber o que pode ser feito para melhorar a questão dos investimentos e do crescimento do país”. A Odebrecht já tem R$17 bilhões comprometidos com investimentos em 2013, e, segundo o diretor-presidente, está interessada em novas licitações para este ano nas áreas de infraestrutura, saneamento e logística, inclusive nas concessões de portos e aeroportos.
Perguntado sobre a situação do suprimento de energia do país, o executivo disse que não acredita na possibilidade de racionamento. “Eu não acho que exista hipótese de racionamento no Brasil. O país tem uma situação em que você pode até ter um aumento de custo por causa do uso das [usinas] térmicas, mas acho que não existe nenhum risco de racionamento no Brasil”, declarou.
Agência Brasil

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