segunda-feira, 26 de março de 2012

HIPOCRISIA EM NOME DE CRISTO



EDIR MACEDO é um dos corruptos frios e calculistas agindo neste Brasil, no seu jornal dominical de hoje, 25/03/12 publicou uma manchete “incinerando” o seu ex-sócio, e agora desafeto, "apóstolo" WALDEMIRO SANTIAGO.

A história apresentada nessa reportagem é a da dissidência da Igreja primitiva, apresentando um conteúdo que dá náuseas ao ser lida, não pelo escândalo em si, que seria muito bom se as partes não fossem iguais e ao menos uma delas tivesse o mínimo de moral, credibilidade e razão, mas pela hipocrisia contida, cabe aí a expressão: cobra engolindo cobra, sem, no entanto apresentar qualquer prova que o tornaria menos sujo e pilantra.

Ladrões da fé de seus pobres desgraçados seguidores, tanto da Igreja Universal do Reino de deus, como da Igreja Mundial do Poder de deus.
Fui buscar na bíblia sagrada algo que me aliviasse o mal que esses vendilhões do templo provocam e encontrei a definição de tudo isso na palavra verdadeira que mostra esses fatos como frutos da ganância odiosa do satanás em busca daquilo que tanto o Edir Macedo quanto o Waldemiro Santiago não medem conseqüências para conquistar, dinheiro e

Hiperplasia Prostática Benigna:

Anatomia da próstata
A prostataé uma glândula de aproximadamente 20g que está localizada abaixo da bexiga. pode ser dividida em zonas: transição , central e periférica. em uma prostata normal a maior parte é formada pela zona periférica(veja a foto acima) e é esta área que sentimos ao toque retal e onde surgem 75% das neoplasias da prostata (câncer de prostata). Com o envelhecimento a zona de transição aumenta progressivamente o que leva a compressão da uretra e aos sintomas obstrutivos da HPB. Note na foto acima que a uretra atravessa a prostata.
Hiperplasia benigna da próstata (HBP) ou hiperplasia prostática benigna (HPB) é uma condição médica caracterizada pelo aumento benigno da próstata que normalmente se inicia em homens com mais de 40 anos. Pode provocar estreitamento da uretra com dificuldade de micção.
É caracterizada por uma hiperplasia das células do estroma e do epitélio, resultando na formação de nódulos na região periuretral da próstata. Quando suficientemente largos, os nódulos comprimem o canal uretral causando obstrução parcial, ou às vezes completa, da uretra, desta maneira interferindo no fluxo normal da urina. Embora os níveis de antígeno prostático específico possam estar elevados nestes pacientes devido ao volume maior do órgão e inflamação devido às infecções do trato urinário, a hiperplasia prostática benigna não é considerada uma lesão pré-maligna. A próstata, mesmo sem estar aumentada, pode causar sintomas irritativos o que na maioria das vezes motiva a consulta ao urologista.
Em adultos normais a próstata tem peso médio de 20 g e naqueles homens com HPB a glândula passa a crescer em média 4 g por década, à custa da zona de transição com proliferação de pequenos nódulos hiperplásicos, os quais, após os 70 anos de idade, prevalecem e desenvolvem-se de modo dramático O aumento da idade e a presença de testículos funcionantes representam os determinantes mais importantes para o desenvolvimento da HPB.

Os sintomas da hiperplasia benigna da próstata são classificados como obstrutivos ou irritativos. Os sintomas obstrutivos incluem hesitância( aumento do tempo para o início da micção), intermitência( parar e continuar a urinar), esvaziamento incompleto da bexiga, jato urinário fraco e prolongadode.
Os sintomas irritativos incluem aumento da frequencia de urinar, que é chamado de noctúria quando ocorre à noite, e urgência (necessidade de esvaziar a bexiga que não pode ser protelada).
O conjunto dos sintomas obstrutivos e irritativos geralmente é classificado na literatura médica como sintomas do trato urinário inferior (LUTS).
A HBP pode ser uma doença progressiva, principalmente se não for tratada. O não-esvaziamento completo da bexiga pode resultar em estase de bactérias na bexiga e dessa forma aumentar o risco de infecções do trato urinário. Pode ocorre formação de pedras na bexiga devido à cristalização dos sais contidos na urina residual. A retenção urinária é outra forma de progressão. A retenção urinária aguda é a incapacidade de esvaziar a bexiga, enquanto a retenção urinária crônica o volume residual urinário gradualmente cresce, e a bexiga distende. Alguns pacientes que sofrem de retenção urinária crônica podem finalmente progredir para uma insuficiência renal, uma condição conhecida como uropatia obstrutiva.
Para alguns homens, os sintomas podem ser graves o suficiente para necessitar de tratamento.

Diagnóstico:O exame de toque retal pode revelar uma próstata nitidamente aumentada.
Frequentemente, exames de sangue são realizados para descartar doenças malignas da próstata: níveis elevados do antígeno prostático específico (PSA) necessitam de investigações subsequentes como uma reinterpretação dos resultados do PSA, em termos de densidade do PSA e porcentagem de PSA livre, examinação retal e ultrasonografia transretal. Essas medidas combinadas podem realizar a detecção precoce de um câncer( esse asunto será abordado em um post futuro).
Existem questionários como o escore do IPS-S, que avaliam os sintomas urinários e a qualidade de vida dos pacientes. A quantificação dos sintomas permite avaliar também pacientes com LUTs e a eficácia do tratamento empregado

Quantificação clínica da H.P.B. - I-PSS (International Prostatic Symptons Score)

1. No último mês quantas vezes houve sensação de esvaziamento incompleto da bexiga?
Nenhuma 1 vez 2 vezes 3 vezes 4 vezes 5 ou mais vezes

2. No último mês quantas vezes houve teve que urinar novamente menos de 02 horas após ter urinado?
Nenhuma 1 vez 2 vezes 3 vezes 4 vezes 5 ou mais vezes
3. No último mês quantas vezes ao urinar parou e recomeçou várias vezes?
Nenhuma 1 vez 2 vezes 3 vezes 4 vezes 5 ou mais vezes
4. No último mês quantas vezes observou que foi difícil conter a urina?
Nenhuma 1 vez 2 vezes 3 vezes 4 vezes 5 ou mais vezes
5. No último mês quantas vezes observou que o jato urinário estava fraco?
Nenhuma 1 vez 2 vezes 3 vezes 4 vezes 5 ou mais vezes
6. No último mês quantas vezes teve de fazer força para começar a urinar?
Nenhuma 1 vez 2 vezes 3 vezes 4 vezes 5 ou mais vezes
7. No último mês quantas vezes, em média, teve de se levantar à noite para urinar?
Nenhuma 1 vez 2 vezes 3 vezes 4 vezes 5 ou mais vezes
Qualidade de vida segundo os sintomas urinários

8-Se tiver que viver toda vida com os problemas urinários dos quais sofre atualmente, como se sentiria?
Feliz 0 Bem 1 Em geral 2 Regular 3 Descontente 4 Infeliz 5 Terrível 6

Outra forma de avaliar a micção do paciente é através do estudo urodinâmico ( fluxometria e estudo fluxo pressão).

UrofluxometriaÉ um método urodinâmico recomendável que registra em gráfico a curva do fluxo urinário, fornecendo dados como fluxo máximo, médio e perfil da curva.
O fluxo máximo abaixo de 10 mL/seg sugere obstrução infravesical. Normalmente a curva será intermitente com aumento do tempo de micção.
Valores entre 10 mL/seg e 15 mL/seg estão em faixa duvidosa.
O fluxo máximo acima de 15 mL/seg é considerado normal. A curva será em sino com tempo até fluxo máximo inferiro a 1/3 do total. O exame deve ser efetuado em condições ideais e com volume urinário acima de 150 mL, não sendo método de certeza no diagnóstico de obstrução. A falência detrusora (hipocontratilidade detrusora ) poderá levar a baixo fluxo sem obstrução , sendo um dos problemas deste método. Nesse caso o estudo fluxo pressão irá esclarecer a causa da redução do fluxo.
Estudo pressão/fluxoConsiste no monitoramento da pressão intravesical e fluxo urinário simultâneo.
Pode ser empregado o critério de pressão intravesical no início da micção (pressão vesical de abertura uretral) ou no fluxo máximo.
No início da micção, a pressão vesical abaixo de 25 cm H2O sinaliza ausência de obstrução, enquanto valores acima de 40 cm H2O podem corresponder a quadro obstrutivo. Neste caso , a pressão aumenta para vencer a resistência uretral aumentada pela HPB.
O estudo pressão/fluxo pode também avaliar e graduar a capacidade contrátil da musculatura detrusora vesical.
Figura 3. Aparelho de urodinâmica
Figura 4. Fluxometria com fluxo Max de 35ml/seg , volume total 200ml , com tempo de duração de 22 seg. Padrão em sino normal
Tratamento clínico
São quatro os principais objetivos do tratamento clínico para HPB e seus sintomas:
- Rápida melhora dos sintomas (principalmente os de armazenamento);
- Manutenção da melhora ao longo do tempo; - Prevenir ou reduzir o risco de disfunções vesicais e o desenvolvimento de complicações como retenção urinária;
- Prevenir ou reduzir o risco de falha do tratamento ou necessidade de cirurgia. Existem dois grandes grupos de drogas os alfabloqueadores e os inibidores da enzima-5-alfa redutase

AlfabloqueadoresO impedimento do fluxo urinário resulta, além do componente estático( sintomas obstrutivos) ou mecânico, de outro dinâmico(sintomas irritativos).
Esse último é dependente da quantidade de estroma, que compreende cerca de 70% do tecido hiperplásico e do tônus da musculatura lisa prostática. Esse tônus prostático é mediado pela estimulação simpática da musculatura lisa da próstata, através de receptores alfa-adrenérgicos. Esses receptores estão localizados principalmente no colo da bexiga e no tecido prostático. Os alfabloqueadores seletivos alfa-1 amenizam os sintomas miccionais com efeitos sistêmicos de intensidade e freqüência menores. Por esse motivo, são chamados de urosseletivos. Os pacientes com sintomas urinários moderados/severos , afetando a qualidade de vida, e os que não aceitam ou sem indicação absoluta de cirurgia, são candidatos para essa modalidade de terapia. São contra-indicações: hipersensibilidade droga e hipotensão arterial. Entre seus efeitos colaterais, destacam-se: hipotensão postural, astenia, tontura cefaléia. Vários alfabloqueadores estão disponíveis, sendo todos comparáveis quanto acurácia no alívio dos sintomas, diferindo na urosseletividade, farmacocinética e efeitos colaterais. Atualmente os mais utilizados são a doxazosina ( Unoprost , Euprostatin ) , tamsulosina ( Secotex , Tamsulon , Contiflo ) e alfazulosina ( Xatral ) , sendo os últimos mas seletivos , porem com maior taxa de ejaculação retrograda.

Inibidores da 5-alfa-redutase
A finasterida( finastil) é um inibidor potente e reversível da 5-alfa-redutase tipo 2 o que impede a transformação, em nível intraprostático, de testosterona em deidrotestosterona.
Esse mecanismo inibitório produz a redução do volume prostático em percentuais variáveis sobretudo em portadores de glândulas acima de 40 g. A administração regular de finasterida por tempo prolongado (> 6 meses), além da diminuição volumétrica mencionada, atua beneficamente sobre o quadro clínico, com melhoria do fluxo urinário e da redução do escore internacional de sintomas miccionais. A finasterida comprovadamente diminui o risco de retenção aguda de urina e a necessidade de tratamento cirúrgico da HPB.
É usada na dose de 5 mg/dia. Seus efeitos colaterais ficam restritos à esfera sexual. Em aproximadamente 12% dos casos, ocorre diminuição da libido, do volume ejaculado e da capacidade erétil. Quando tomada por um período acima de seis a 12 meses, baixa os níveis plasmáticos de PSA em cerca de 50%. Recentemente a finasterida têm sido utilizada na prevenção de câncer de próstata , com diminuição na incidência de até 20% em populações com maior grupo de risco. Atualmente foi lançado o Avodart ( dutasterida) que inibe as enzimas tipo 1 e 2, tendo bons resultados em relação aos sintomas obstrutivos e também na prevenção de câncer de próstata.
Em relação aos preços das medicações pode variar de 30 a 120 reais.

Minha foto

Alcoolismo é o principal problema de saúde pública no Brasil

Estudo revela que o alcoolismo já é a terceira maior doença no país

Levantamento da OMS aponta o consumo excessivo de álcool como responsável por mais de 10% dos problemas de saúde pública no Brasil.

Estudo realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgado apenas nos meios científicos, revela que o alcoolismo já é a terceira maior doença no país. Só perde para os males do coração e os tumores. Os resultados do levantamento, feito no ano 2000, indicam também que 5,6% de todas as mortes de homens ocorridas no planeta e 0,6% de mulheres são atribuídas ao consumo de álcool. Em 1990, a estimativa de mortalidade dos dois sexos em conseqüência da bebida era de 1,5%, o que indica uma preocupante tendência de ascensão.

Analisando o estudo da OMS, os psiquiatras Ronaldo Laranjeira e Nino Meloni, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), chegaram à conclusão de que o alcoolismo é o principal problema de saúde pública no Brasil. Segundo o levantamento, mais de 10% de toda a mortalidade ocorrida no país é conseqüência do consumo excessivo de álcool.

Os médicos observam ainda no estudo da OMS que o volume médio de consumo individual é importante variável relacionada aos danos provocados pelo alcoolismo.

Consumo
Segundo Meloni, o Brasil é o quarto maior produtor de bebidas destiladas do mundo — o primeiro é a China, com 725 milhões de litros de baijiu produzidos por ano, seguida da Rússia, com 350 milhões de litros/ano de vodka. Dos cerca de 200 milhões de cachaça comercializadas por ano no Brasil, 195 milhões de litros vão para o mercado interno.

“Cruzados com dados da população brasileira, cuja densidade é inferior à asiática, os números, por si só, já são fortes sinais de alerta sobre o potencial de riscos”, diz. Com base no estudo da OMS, Meloni afirma que os problemas decorrentes do consumo de bebidas alcoólicas crescem na medida em que as nações se desenvolvem.

Segundo o psiquiatra, nos países ricos, embora a acessibilidade ao álcool seja grande, o consumo é moderado em razão de diversas formas de controle social, como normas de utilização da bebida, política de preços, controle promocional, uso educacional dos meios de comunicação, entre outros.

Já nos países de economia intermediária, como o Brasil, segundo Meloni, além de não existir controle para o consumo do álcool, há um conjunto de fatores que facilitam o acesso à bebida, principalmente entre os jovens. Um deles é o preço baixo, já que com R$ 0,50 é possível comprar, em qualquer bar, uma dose de cachaça.

Menores de 18 anos
Embora a venda de bebida alcoólica seja proibida para menores de 18 anos, estudo recente realizado pela Unifesp na cidade de Paulínia, na região de Campinas, revela que não é isso o que ocorre. Segundo o levantamento, 90,4% dos donos de estabelecimentos admitiram nunca ter checado a idade do adolescente antes de vender bebidas alcoólicas e outros 80% nunca pediram documento.

O médico Marcos Romano, um dos pesquisadores da Unifesp, afirma que outro dado surpreendente do levantamento é que 76% dos estabelecimentos não impõem nenhum tipo de controle à quantidade de bebida que um cliente pode consumir. Além disso, 52% dos comerciantes acham que não é responsabilidade sua se um consumidor se embriaga.

O estudo mostra ainda que a maioria dos bares tem clientela habitual e uma parcela significativa dela é formada por pessoas desempregadas. Outro dado assustador, na opinião de Romano, é que os estabelecimentos informaram vender mais de 15 mil garrafas por mês. Por conta dessa fiel clientela e do consumo elevado, os bares estão em expansão na cidade. O estudo revela que um terço dos estabelecimentos funciona há no máximo um ano.

Política pública
O estrago provocado pelo alcoolismo tem alto custo social no mundo todo. Especialistas afirmam que, no Brasil, as políticas públicas para controle do consumo da bebida não produzem o efeito desejado porque falta mobilização da sociedade.

“O Governo brasileiro não é um representante confiável para discutir a política de saúde pública para o álcool”, diz o médico Ronaldo Laranjeira. “Tanto que, em Genebra, durante reunião da OMS para tratar do assunto, em janeiro, o Brasil se opôs a adotar a medida mais efetiva para controlar o consumo da bebida, que é a elevação do preço”, comenta o especialista. “Essa atitude me deixa envergonhado, porque mostra que o interesse da indústria do álcool vem sendo contemplado”, observa Laranjeira.

domingo, 25 de março de 2012

Saiba como o álcool afeta seu corpo


Especialistas dizem que não existe limite seguro para o consumo, e recomendam que autoridades conscientizem população sobre riscos.

Os efeitos do consumo do álcool a curto prazo são conhecidos: ressacas, cansaço, má aparência.

A longo prazo, a ingestão da substância está associada a várias condições, entre elas o câncer da mama, câncer oral, doenças cardíacas, derrames e cirrose hepática, entre outras. 

Pesquisas também associaram o consumo de álcool em doses elevadas à problemas de saúde mental, perda de memória e diminuição da fertilidade. 

Entretanto, estudos também concluíram que, ingerida com moderação, a substância pode ter um efeito benéfico, ajudando a proteger o coração ao elevar os índices de bom colesterol no organismo e impedir a formação de coágulos sanguíneos. 

As mensagens são contraditórias, levando especialistas ouvidos pela BBC a recomendar que as autoridades sejam mais claras em suas campanhas de conscientização. 

Não existe nível absolutamente seguro de consumo de álcool, dizem. Mas se você quer beber, não exceda 21 unidades por semana para homens e 14 unidades por semana para mulheres. 

Problemas Cardíacos e CâncerA ingestão de mais de três copos de bebida alcoólica por dia prejudica o coração. 

O consumo excessivo, especialmente a longo prazo, pode resultar em pressão alta, cardiomiopatia alcoólica,  falência cardíaca e derrames, além de aumentar a circulação de gorduras no organismo. 

As associações entre o consumo de álcool e o câncer também são bastante conhecidas. 

Um estudo publicado no British Medical Journal no ano passado concluiu que o consumo de álcool provoca pelo menos 13 mil casos de câncer por ano na Grã-Bretanha, nove mil em homens e quatro mil em mulheres. 

O efeito negativo do álcool para a saúde em geral pode estar associado a uma substância conhecida como acetaldeído - produto em que o álcool é transformado após ser digerido pelo organismo. 

Essa substância é tóxica e experimentos demonstraram que ela danifica o DNA. 

O cientista KJ Patel, que trabalha no laboratório de biologia molecular do Medical Research Council, na Grã-Bretanha, vem pesquisando os efeitos tóxicos do álcool. 

'Não há a ocorrência de uma célula cancerosa a não ser que o DNA seja alterado. Quando você bebe, o acetaldeído está corrompendo o DNA da vida e colocando você no caminho para o câncer'. 

Imunidade e FertilidadeUm relatório publicado recentemente na revista científica Bio Med Central (BMC) Innunology revelou que o álcool afeta a capacidade do organismo de combater infecções virais. 

E estudos sobre fertilidade indicam que mesmo o consumo moderado da substância diminui a probabilidade de uma mulher conceber. Nos homens, o consumo excessivo diminui a qualidade e quantidade de esperma.
KJ Patel acaba de completar uma investigação sobre os efeitos tóxicos do álcool sobre ratos. 

Seu estudo indica que uma única dose excessiva de álcool durante a gravidez pode ser suficiente para provocar danos permanentes sobre o genoma do feto. 

A Síndrome Alcoólica Fetal, segundo Patel, 'pode resultar em crianças com danos sérios, nascidas com anomalias na cabeça e face e com deficiências mentais'. 

FígadoO médico Nick Sheron, que comanda a unidade de fígado do Southampton General Hospital, na Inglaterra, disse que os mecanismos por meio dos quais o álcool prejudica o organismo não são claros.
'A toxicidade do álcool é complexa, mas sabemos que há um relacionamento próximo e claro'. 

Quanto maior a ingestão semanal, maior o dano ao fígado e esse efeito aumenta exponencialmente em alguém que bebe de seis a oito garrafas de vinho - ou acima disso - nesse período. 

Segundo Sharon, nas últimas duas ou três décadas, houve um aumento de 500% no número de mortes por doenças do fígado na Grã-Bretanha. Dessas, 85% foram provocadas pelo álcool. O ritmo desse crescimento começou a diminuir, mas muito recentemente. 

'O álcool tem um impacto maior sobre a saúde do que o fumo porque ele mata em uma idade menor'. Segundo o especialista, doenças do fígado provocadas pelo consumo de álcool matam por volta dos 40 anos de idade.
Álcool x heroína, crack e cocaínaO consumo de álcool é, cada vez mais, um problema de saúde pública. 

No início do ano, o serviço nacional de saúde britânico, NHS, anunciou que internações associadas ao consumo de álcool na Grã-Bretanha atingiram nível recorde em 2010. 

Houve mais de um milhão de internações, em comparação com 945.500 em 2008-2009 e 510.800 em 2002-2003. 

Quase dois terços dos pacientes eram homens. 

Segundo a entidade beneficente britânica Álcool Concern, há estimativas de que o número de internações possa alcançar 1,5 milhão por volta de 2015.
Quando são considerados os perigos para o indivíduo e a sociedade como um todo, o álcool é mais prejudicial do que a heroína e o crack - concluiu um estudo publicado no ano passado na revista científica The Lancet. 

O estudo, feito pelo Comitê Científico Independente sobre Drogas, órgão científico independente que estuda as drogas e seus efeitos, concluiu também que o álcool é três vezes mais prejudicial do que a cocaína e o tabaco porque é usado de forma muito mais ampla. 

Consumo recomendadoA diretora de pesquisas do Institute of Alcohol Studies, Katherine Brown, disse que as orientações atuais sobre o consumo de álcool e a forma como essas diretrizes são comunicadas à população podem estar contribuindo para a desinformação do público. 

'Precisamos ser cuidadosos quando sugerimos que existe um nível 'seguro' de ingestão. Na verdade, precisamos explicar que existem riscos associados ao consumo do álcool e que quanto menos você bebe, menor seu risco de desenvolver problemas de saúde'. 

Para a especialista, é preciso mudar a percepção de que 'beber regularmente é uma prática normal e livre de riscos'. 

O médico Nick Sheron concorda. 

'Não existe um nível seguro. As pessoas apreciam um drink, mas precisam aceitar que existem riscos e benefícios'.

Doze maneiras simples para fazer inimigos e afastar os amigos


1. 'Vou dizer-lhe o que eu acho que você deve fazer'
Esta é uma presunção arrogante de sabedoria superior. Ninguém é tão sábio a ponto de sair por aí dizendo a todos o que eles devem fazer; e se alguém fosse suficientemente sábio para fazer isto teria conhecimento bastante para evitar dar conselhos não solicitados, que, de qualquer forma, raramente são aceitos.

2. 'Meu conselho para você é...'
A questão é a mesma do caso anterior.

3. 'A grande verdade sobre este assunto é...'
É mesmo? Então você alcançou a verdade afinal? É possível, mas não é provável. Você vai ser uma pessoa solitária.

4. 'Vou mostrar-lhe onde você errou.'
Desse jeito você está falando com um ex-amigo. Ou então com um masoquista que adora apanhar. A arrogância intelectual desse tipo geralmente brota de uma mistura peculiar de ignorância e inferioridade.

5. 'Estou lhe dizendo isto para seu próprio bem.'
 Esqueça isso! Ninguém lhe pediu conselho. Quem sabe o que é bom pra mim? Não consigo fazer metade das coisas que são para meu bem e que sei que deveria estar fazendo.

6. 'Seu problema, pelo que posso ver...'
Mais uma de um distribuidor internacional de arrogância.

7. 'Você não pediu conselho, mas...'
Pare aí mesmo! Se eu quisesse sua opinião, a teria solicitado.
 
8. 'Você está Salvo?.'
Não, realmente não. Não estou completamente salvo do medo, de ressentimentos, sentimentos de inferioridade e sentimento de culpa. Sua pergunta é ofensiva, embora eu aprecie o seu cuidado. Jesus não andou fazendo esta pergunta. Na verdade Ele perguntou: 'Queres ficar são?' Se por acaso você souber como ficar são, diga-me! Realmente o preciso saber.
 
9. 'Olhe, deixe-me mostrar como se faz isto.'
Aprecio seu desejo de ajudar, mas lamento profundamente sua maneira de falar, como se possuísse alguma habilidade técnica que fizesse você ser superior.
 
10. 'Agora veja como eu teria procedido...'
Muito obrigado! Passei por uma experiência difícil, fiz o melhor que pude, e falhei. Você chega agora para oferecer conselhos depois que tudo já passou. Não gosto de sua atitude.
 
11. 'Estava tudo ótimo (serviço, comida, arranjo de flores, sermão, ou qualquer outra coisa), mas há apenas uma coisa que eu teria feito um pouco diferente.
Agradeço-lhe por nada. Você não está me ajudando, embora pense que esteja. Você está se mostrando superior, num esforço de compensar seus sentimentos de inferioridade em outras áreas.
 
12. 'Isso é interessante. Veja, por exemplo, o meu caso...'
Olhe para os meus olhos, amigo. Logo agora que comecei a dizer alguma coisa, você entrou na conversa e quer dominar o assunto. Não, eu não vou tomá-lo como exemplo.


Há milhares de frases desastrosas, rudes e inapropriadas. Uma pessoa sensível aprenderá, de experiências malsucedidas, como proceder de modo conveniente em relação às pessoas.


Referência Bibliográfica:
Osborne, Cecil G., A Arte de Relacionar-se com as Pessoas, p. 47 a 49. 2ª Edição, Rio de Janeiro. Editora JUERP, 1988.

Qual é o Seu Temperamento?



Descubra os traços mais fortes de seu caráter, e saiba as características favoráveis e desfavoráveis dos quatro tipos de temperamento: Colérico, Sangüineo, Fleumático e Melancólico. Para conseguir isso, responda as perguntas abaixo, tendo em conta a sua natureza tosca e não trabalhada. Seja sincero consigo mesmo. "Os jovens tem muitas lições a aprender, e a mais importante é aprender a conhecer-se a si mesmos." (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, pág. 445)

Antes de fazer o teste sugiro a leitura deste artigo: A TEORIA DOS QUATRO TEMPERAMENTOS


Teste seu Temperamento Sangüíneo
Pegue uma folha de papel e marque o número da pergunta e responda sim ou não

1. Gosta de conversar?
2. Gosta de atividade, ação?
3. Emociona-se com facilidade?
4. "Explode" facilmente?
5. Tem inclinação para conhecer muitos assuntos de vez, para cultura geral?
6. Sua imaginação é viva?
7. Tem inclinação para a crítica e para ironia?
8. Tem tendência a mudar facilmente de opinião de argumentos razoáveis?
9. Quando lhe pedem desculpas de uma ofensa, reconcilia-se com facilidade?
10. Guarda rancor, ainda que não lhe peça desculpas?
11. Gosta de fazer o bem sempre que pode?
12. Aflige-se facilmente com os males do próximo?
13. É inclinado mais ao otimismo do que ao pessimismo?
14. Ri com facilidade quando há motivo?
15. É muito constante, perseverante?
16. Prefere encontrar os problemas de ordem intelectual já resolvidos?
17. Aceita facilmente as notícias que lhe são?
18. Gosta de novidades?
19. Gosta de andar elegante, bem(a) trajado?
20. Gosta de ser admirado(a) pelos outros?

Teste seu Temperamento Colérico
1.. Irrita-se com facilidade?
2. Quando se irrita, dissimula a irritação?
3. Guarda rancor?
4. Perdoa facilmente?
5. Diante de uma oposição à sua opinião, tem tendência natural a ser intolerante?
6. É obstinado? (teimoso, inflexível)
7. Tem bastante dificuldade em pedir desculpas?
8. Quando quer conseguir algo, tem tendência a se servir de meios que não sejam legítimos?
9. Gosta de ficar ruminando idéias?
10. Ama os outros com facilidade?
11. Apaixona-se facilmente quando ama?
12. Gosta de demonstrar exteriormente quando ama alguém?
13. Gosta de estudar as matérias teóricas?
14. Raciocina com firmeza?
15. Gosta de ser pontual?
16. Gosta de saber os motivos de um dever, de uma obrigação?
17. Gosta de agir por razões afetivas, sentimentais?
18. Gosta de admirar a si mesmo?
19. Vive ansioso por novidades, boatos?
20. Aceita com facilidade as notícias que lhe dão, afirmações que lhe fazem?

Teste seu Temperamento Melancólico

1. Anda devagar?
2. É observador?
3. Reage prontamente?
4. Gosta de apreciar as belezas da Natureza?
5. Prefere a solidão ao bulício da vida social?
6. Gosta de contar novidades?
7. Gosta de esporte?
8. Gosta de música?
9. Guarda segredo?
10. Costuma realizar seus próprios propósitos?
11. É teimoso com certos pontos de vista?
12. Apaixona-se facilmente por aquilo que ama?
13. É rude, áspero com os outros?
14. Gosta de ler?
15. Costuma ser indeciso?
16. Tem tendência para olhar os acontecimentos pelo lado ruim?
17. Costuma pensar; meditar?
18. Costuma soltar gargalhadas?
19. Às vezes se sente alheio ao ambiente onde vive?
20. Desculpa facilmente, esquece as ofensas que lhe fazem?

Teste seu Temperamento Fleumático

1. Costuma apreciar as belezas da Natureza?
2. Zanga-se com facilidade?
3. Costuma empolgar-se com as coisas para as quais outros usam adjetivos: "formidável"; espetacular"?
4. É esmerado no trajar?
5. Gosta de maliciar os outros?
6. Costuma ser paciente se tem de recomeçar o que não deu certo?
7. Afoba-se nas horas de pronto-socorro?
8. É obcecado pela atividade, pela ação?
9. Gosta de "sombra e água-fresca". Isto é, de fugir das responsabilidades?
10. Traz os seus aposentos bem arrumados?
11. Apaixona-se facilmente?
12. Tem especial interesse em cultivar amizades?
13. Reage violentamente às agressões?
14. Gosta de inovações?
15. Abate-se com os insucessos?
16. Fere-se facilmente com as ofensas e ironias?
17. É vingativo?
18. Acha sua vontade fraca na prática?
19. Preocupa-se em ajudar os outros?
20. Conforma-se à rotina da vida?

Verifique agora o teste de temperamento e veja quantas respostas você acertou. O temperamento que obteve o maior número de respostas certas é o predominante. Confira as respostas.

CONTAGEM DOS PONTOS

SANGÜÍNEO

(01-sim)(02-sim)(03-sim)(04-sim)(05-sim)
(06-sim)(07-sim)(08-sim)(09-sim)(10-não)
(11-sim)(12-sim)(13-sim)(14- sim)(15-não)
(16-sim)(17-sim)(18-sim)(19-sim)(20-sim)

COLÉRICO

(01-sim)(02-não)(03-sim)(04-não)(05-sim)
(06-sim)(07-sim)(08-Sim)(09-sim)(10-sim)
(11-não)(12-não)(13-sim)(14-sim)(15-sim)
(16-sim)(17-não)(18-sim)(19-não)(20-não)

MELANCÓLICO
(01-sim)(02-sim)(03-não)(04-sim)(05-sim)
(06-não)(07-não)(08-sim)(09-sim)(10-não)
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