quarta-feira, 27 de julho de 2011

Homem envia ossada de amigo ao Ceará pelos Correios do RJ


A vítima de ocasião desta vez é uma família nordestina enlutada. Confiando nos serviços dos correios e na publicidade do SEDEX, que afirma se encontrar presente em todo o território nacional e, principalmente no seu slogan "Mandou, Chegou." “Afinal, SEDEX vai até onde ninguém vai. E vai mesmo!”.  Um nordestino radicado na cidade maravilhosa (que terá seu nome omitido por razões óbvias) acabou “caindo do Cavalo”, afinal, ele confiou somente nas promessas dos correios, sem preocupar-se com a gatunice de seus conterrâneos.

Pois bem, para confirmar que neste Brasil de meu Deus quase tudo é possível, trago para os meus ilustres leitores mais uma confirmação deste ditado. Dessa vez o inusitado foi uma ossada humana encontrada dentro de uma caixa dos Correios do Rio de Janeiro com destino ao Ceará.

De acordo com o delegado Franco Pinheiro, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a caixa foi aberta após ser abandonada por quadrilha que roubou o caminhão dos Correios na última sexta-feira, em Croatá, Região Norte do Ceará.

Além dos ossos, foram achados documentos e uma ordem de exumação emitida pela prefeitura do Rio de Janeiro. A ossada era de uma pessoa morta em 2008 e a família pretendia ter os restos mortais do parente para serem enterrados no Ceará, onde eles moram. Para isso, pediram ajuda a um amigo, que preparou toda a documentação na prefeitura do Rio, mas não sabia que não poderia enviar os ossos pelos Correios.

Como a caixa não passou por raios-X antes de sair do Rio de Janeiro e nem quando chegou ao seu destino, ninguém percebeu nada.

Segundo o delegado, o caso não será tratado como crime, pois não houve intenção de fazer o procedimento errado.

A ossada já foi encaminhada para o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) e a família poderá retirar a caixa no local.

Os Correios disseram que a checagem de cargas no raio X é feita por meio de amostragem, abrangendo de 45% a 50% das encomendas transportadas apenas em território brasileiro.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Coordenação dos Movimentos Sociais lança manifesto contra acordo entre Ministério das Comunicações e empresas de telecomunicação

Para a CMS, as mudanças no Plano Nacional de Banda Larga não vão mudar o cenário de internet lenta, cara e para poucos.

A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) lançou nesta segunda-feira, 18, um manifesto repudiando as negociações entre o Ministério das Comunicações (Minicom) e as empresas de telecomunicação. Os movimentos alertam que o acordo entre o Governo e os empresários “afronta o interesse social e rasga as diretrizes do próprio Plano Nacional de Banda Larga (PNBL)”.

Em 1° de julho, o Minicom fechou um acordo com as empresas Oi (fixa e móvel), Telefônica (incluindo a Vivo, na telefonia móvel), CTBC e Sercomtel. Nas negociações ficou definido o plano de 1Mps por R$ 35 mensais, ou R$ 29 onde os governos estaduais isentarem a cobrança do ICMS.
No manifesto, a CMS explica que o acordo não garante o cumprimento da velocidade de 1Mbps. Além disso, as empresas de telecomunicação poderão diminuir essa velocidade, caso o usuário ultrapasse 300 Mbytes de download ou 500 Mbytes (no caso da Oi) por mês.
Se por um lado o acordo cria restrições para os usuários, por outro ele flexibiliza as regras para as empresas. As punições por infrações podem ser transformadas em expansão da rede de cada concessionária. O acordo também permite uma prática proibida pelo Código do Consumidor, a venda casada de internet com telefone. O único limite é que o pacote não ultrapasse R$ 65 ou R$69,90 (para a Oi).
Segundo o manifesto, as negociações para o PNBL refletiram também, em mudanças no III Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo (PGMU). As empresas foram dispensadas de obrigações na área rural e na diminuição dos telefones públicos, vulgo orelhões.
No manifesto, o CMS também critica a falta de diálogo do Minicom com a sociedade civil. Os movimentos sociais argumentam que “a luta pela democratização da comunicação e pela universalização da banda larga são indissociáveis”. Nesse sentido, a CMS cobra que o Estado assuma o protagonismo no PNBL,“voltando a investir na Telebrás como instrumento de políticas públicas” e retomando “o diálogo com as entidades populares”.

Confira o Manifesto da CMS

Movimentos Sociais repudiam acordo Minicom-teles: banda lenta, cara e sem universalização

No formato atual, PNBL não colabora para expandir a inclusão digital
Escrito por: Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS)
Para o conjunto dos movimentos sociais brasileiros, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) representa a afirmação de uma democratização do acesso à internet, apontando para a universalização dos serviços - com controle de tarifas, meta de qualidade e continuidade de serviços - dentro de uma concepção de desenvolvimento baseado na geração de renda e na inclusão social.

Infelizmente, o “acordo” fechado pelo Ministério das Comunicações com as teles relega inteiramente esta estratégia, afrontando o interesse nacional em prol da sede de lucro fácil dos monopólios privados.

Na prática, as teles ganharam do governo um cheque em branco para faturar alto com uma banda lenta, cara e sem universalização, enquanto continuam praticando preços extorsivos, fortalecendo sua concentração nas faixas e locais de maior poder aquisitivo, com serviços de péssima qualidade.

Além de inaceitáveis, os termos do dito “acordo” do Ministério com as teles afrontam o interesse social e rasgam as diretrizes do próprio Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), dando as costas ao imenso acúmulo possibilitado pela Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que apontava para um maior protagonismo do Estado e para o fortalecimento da Telebrás, como elementos decisivos para a universalização da internet, vista como um direito.

A forma como foi assinado o “termo de compromisso”, sem qualquer participação ou consulta às entidades diretamente envolvidas, é reveladora do seu conteúdo, já que ninguém se disporia a endossar tal leviandade.

Dito isso, vamos aos fatos porque denunciamos e repudiamos tal “acordo”:

1)  NÃO HÁ METAS NEM GARANTIA DE QUALIDADE–O Ministério admitiu que é “compreensível”, por causa da “concorrência”, as teles não divulgarem onde e quando vão implantar a suposta banda larga de 1 Mbps a R$ 35,00. Além disso, não há garantias de qualidade, o que significa uma internet de segunda categoria para a população com menos recursos financeiros. O plano prevê, por exemplo, uma velocidade muito baixa de envio (upload) de 128 kbps. Assim, quem quiser postar vídeos vai demorar horas.

2) VELOCIDADE TARTARUGA –A velocidade de 1 Mbps é somente “nominal”. Hoje, as teles oferecem 1/16 da velocidade que está no contrato com o usuário, abaixo até do ridículo limite da Anatel (10% da “nominal”). É como se o consumidor fosse ao supermercado comprar dez quilos de feijão e levasse para casa apenas um quilo, pagando pelos dez. Mas nem mesmo este limite indecente da Anatel consta do “termo de compromisso” assinado pelo Ministério. Pior, as teles foram autorizadas a reduzir a velocidade se o usuário ultrapassar 300 Mbytes de “download” por mês (o que poderá fazer com que para baixar um vídeo ou uma música se perca horas ou mesmo não possa ser feito) ou 500 Mbytes no caso da Oi, o que condiciona completamente o uso da internet e impede o uso pleno do serviço. Portanto, quem definirá a velocidade – sempre lenta para fomentar a migração do usuário para outros planos mais lucrativos para as teles - será a própria operadora.

3) VENDA CASADA -Embora o Ministério tenha afirmado que o pacote de R$ 35 não estaria condicionado à venda casada, o “termo de compromisso” permite essa prática na banda larga fixa, com teto de 65 reais para o pacote. O pacote de 35 reais sem venda casada só é obrigatório na banda larga móvel.

4) MULTAS VIRAM INVESTIMENTO -As punições às teles por infrações, nem ao menos serão simbólicas: não haverá processo administrativo se o “termo de compromisso” for desrespeitado. As sanções podem ser transformadas em investimentos em áreas economicamente não atrativas. Na prática, as empresas podem trocar o não cumprimento de metas determinadas no termo de compromisso por expansão de sua própria rede. Ou seja, vão embolsar o dinheiro das multas. Mais: se a Anatel disser que houve correção da irregularidade, as multas serão extintas – sem que o dinheiro saia do caixa das teles.

5) ABANDONO DA ÁREA RURAL –Foram retiradas as metas para banda larga do III Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo (PGMU, v. Capítulo IV, artigos 21 a 24, DOU, 30/06/2011). Até na telefonia fixa, o “novo” PGMU dispensou as teles de obrigações na área rural, se não se interessarem em explorar as faixas de 451 Mhz a 458 Mhz ou de 461 Mhz a 468 Mhz (cf. artigo 9º, parágrafo 2º, DOU, 30/06/2011). Note-se que, ao contrário da banda larga, a telefonia fixa está sob regime público. Mas as teles é que decidem.

6) ACORDO PRA INGLÊS VER -O “termo de compromisso” deixa de valer caso as teles aleguem que os seus custos aumentaram.

Sinteticamente, aqui estão os motivos pelos quais os movimentos sociais reivindicam do governo federal que o Estado retome o protagonismo no setor, voltando a investir na Telebrás como instrumento de políticas públicas, e retome o diálogo com as entidades populares, para sanar o erro cometido. Para nós, a luta pela democratização da comunicação e pela universalização da banda larga são indissociáveis, como direitos inalienáveis do povo brasileiro que não podem ser pisoteados em função dos grandes conglomerados privados.

Para transformar estas bandeiras em conquista efetiva da sociedade brasileira, a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) convoca desde já o conjunto das entidades populares a se somarem para a construção de uma grande manifestação no dia 15 de agosto. É hora de levantarmos a voz em defesa da democracia e reivindicar do governo que atenda ao clamor da sociedade e não das teles.

Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS): CUT –MST –CMP – UNE – UBES – ABI – CNBB/ PS – Grito dos Excluídos – Marcha Mundial das Mulheres – UBM – CONEN – Coordenação Nacional de Entidades Negras – UNEGRO –MTD – Movimento dos Trabalhadores Desempregados – MTST – CONTEE – CNTE – CONAM – Confederação Nacional das Associações de Moradores – UNMP – Ação Cidadania – Cebrapaz –ABRAÇO – CGTB – INTERVOZES – CNQ – FUP – SINTAPI –ANPG – CTB – CMB – MNLM

Prédios Devolutos em Lisboa

É alto o índice de prédios devolutos em Lisboa.

CONTEÚDO
1.      Incêndios
2.      Derrocadas
1.      A nível nacional
3.      Proposta da CIP
6.      Artigos e Vídeos
8.      Comentários
Os prédios devolutos constituem um tema recorrente na nossa sociedade e são visíveis nas nossas cidades.

É certo que a nem Constituição nem qualquer Lei impõe o dever de usar os imóveis ou de os arrendar caso não sejam habitados. Segundo o quadro legal existente os proprietários dos imóveis não são responsabilizados pelo simples mau estado dos mesmos, nem obrigados a obras de manutenção periódicas compulsivamente ou mediante vistorias dos municípios. No entanto, tudo isto e outras causas, contribuem para o arrastar da situação.

Esta análise tem por base o documento encontrado no site da Câmara Municipal de Lisboa com 4689 registos.

Este documento foi gravado pela última vez em 11 de Dezembro de 2009 (às 15:50). Não se pode pois considerar muito recente, mas é o melhor que temos neste momento à nossa disposição. Lembrar que as eleições autárquicas foram em 11 de Outubro de 2009 o que, de alguma forma, explica o facto deste documento ter sido tornado público por esta altura.

Este ficheiro da Câmara Municipal de Lisboa está em formato pdf, o que não facilita a sua análise.

Para elaborar a análise o ficheiro foi convertido para um formato de folha de cálculo. Nos ficheiros em anexo poderá encontrar outras versões do documento (ods, csv e xls) que facultamos para quem queira os estudar.

Definição de Devoluto


Antes de começar a análise relembramos a definição oficial de devoluto, decretado no Decreto de Lei Nº 159/2006:

Considera-se devoluto o prédio urbano ou a fracção autónoma que durante um ano se encontre desocupada, sendo indícios de desocupação:
  • A inexistência de contratos em vigor com empresas de telecomunicações, de fornecimento de água, gás e electricidade;
  • A inexistência de facturação relativa a consumos de água, gás, electricidade e telecomunicações.

São excepções o prédio urbano ou fracção autónoma:
  • Destinado a habitação por curtos períodos em praias, campo, termas e quaisquer outros lugares de vilegiatura, para arrendamento temporário ou para uso próprio;
  • Durante o período em que decorrem obras de reabilitação;
  • Cuja conclusão de construção ou emissão de licença de utilização ocorreram há menos de um ano;
  • Adquirido para revenda por pessoas singulares ou colectivas durante o período de três anos a contar da data da aquisição;
  • Que seja a residência em território nacional de emigrante português;
  • Que seja a residência em território nacional de cidadão português que desempenhe no estrangeiro funções ou comissões de carácter público ao serviço do Estado Português, de organizações internacionais, ou funções de reconhecido interesse público, bem como dos seus respectivos acompanhantes autorizados.

Localização dos Prédios Devolutos

Os imóveis estão agrupados segundo o tipo de proprietário.

Algumas das moradas disponíveis no ficheiro da Câmara estavam incorrectas ou resultavam em localizações erradas. Devido ao número elevado de imóveis não foi possível verificar todos os casos pelo que é possível que ainda hajam localizações erradas. Se detectar alguma não hesite em nos contactar ou deixar um comentário.

Análise do documento

Segundo o documento da Câmara existem 2.812 imóveis parcialmente devolutos e 1.877 totalmente devolutos, num total de 4.689.

Embora possam ser feitas diversas análises dos dados, analisámos somente os dois pontos que se seguem.

Distribuição por Proprietário


DistribuiçãoPorProprietário.png

Como podemos verificar a esmagadora maioria dos prédios devolutos pertencem a privados, sejam indivíduos ou empresas, representando 67,3% do total.
Cerca de 20% não tem informação sobre o seu proprietário o que é no mínimo surpreendente. Desconhece-se a razão pela qual não foi possível esta identificação.

O município de Lisboa é o terceiro na lista com mais imóveis devolutos com 6,7% a que pode adicionar mais 0,6% de imóveis detidos parcialmente pelo município.

Distribuição por Freguesia


Todas as freguesias da cidade são atingidas com o problema dos prédios devolutos.

As freguesias com maior número de ocorrências são:
1.      Prazeres com 298, representando 6,36% do total
2.      São Domingos de Benfica com 227,representando 4,84% do total
3.      Marvila com 202, representando 4,31% do total
4.      Graça e Lapa com 173 cada, representando cada uma 3,69% do total
O gráfico que se segue mostra os prédios parcialmente e totalmente devolutos por freguesia.
DistribuiçãoPorFreguesia.png

Problemas com os Prédios Devolutos


Incêndios

Todos os anos há notícias de incêndios em prédios devolutos, resultando em danos materiais e em alguns casos em ferimentos, internamentos por intoxicação e mesmo em perdas de vidas.

Muitos destes incêndios acontecem em prédios ocupados por sem-abrigos e toxicodependentes. Há no entanto incêndios em prédios sem aparente ocupação e com causas de fogo posto ou a determinar.

Um dos incêndios mais mediáticos foi o do prédio parcialmente devoluto da Câmara de Lisboa que albergava o clube de jazz Hot Clube de Portugal, na Praça da Alegria, em 2009.

Derrocadas

São do conhecimento público os casos de derrocada ou risco de derrocada de prédios devolutos. De um modo geral, estes casos sucedem-se no Inverno quando há muita chuva.

O risco de derrocadas de prédios devolutos, quando detectado atempadamente, provoca restrições de trânsito nas ruas circundantes e o deslocamento de habitantes no caso de se tratar de prédios parcialmente devolutos, normalmente suportado financeiramente pela autarquia.

As derrocadas parciais já provocaram igualmente o realojamento de residentes e o fecho de comércio.

Prédios que derrocaram provocaram danos em prédios contíguos e por sorte não têm provocado mortes.

Não é conhecida qualquer condenação dos proprietários dos imóveis em termos monetários e judiciários, nem tão pouco é efectuado um apuramento de responsabilidades que podem ser camarárias por falta de fiscalização. Tanto quanto é possível determinar a Câmara de Lisboa tem suportado economicamente as situações que ocorrem.

Gastos de arrendamento da Câmara Municipal de Lisboa

A Câmara é proprietária de mais de 300 imóveis devolutos. No entanto, para albergar uma série de serviços, aluga espaços a privados que ainda são objecto de obras para os tornar compatíveis com o fim a que se destinam.

Só o custo anual dos arrendamentos ascende a centenas de milhares de euros, e segundo algumas fontes chega mesmo ao meio milhão de euros.

É certo que nem todos os espaços devolutos têm condições para alojar os serviços necessários, mas a aparente falta de iniciativa para projectos ou estudos para transformar esses espaços não antevê mudanças.
De salientar que muitos dos serviços referidos são administrativos que necessitam de escritórios, algo que não é assim tão complicado de preparar.

Como exemplo mais recente, o presidente da Câmara, António Costa, decidiu instalar o seu gabinete no largo do Intendente. Em vez de se recuperar um dos edifícios devolutos detidos pelo município, por exemplo o situado na Rua do Benformoso, Nº 225-227, foi decidido alugar instalações por 5.600 euros mensais durante um período de 10 anos Link para a cache do Busca Tretas.

Medidas propostas e tomadas

Ao longo do tempo várias medidas têm sido tomadas embora sem resultados aparentes. Ao longo dos anos, vários programas de recuperação urbanística têm sido implementados que permitiram obras em edifícios devolutos ou com problemas de conservação, mas o problema de fundo subsiste.

Estas medidas incluem Leis, impostos, resoluções camarárias, programas de intervenção, sociedades de reabilitação urbana, etc.

Apesar do reconhecimento dos intervenientes políticos, que levou até o XVII Governo Constitucional, liderado por José Sócrates a mudar o nome do Instituto Nacional da Habitação para Instituto da Reabilitação Urbana, uma solução eficaz ou mesmo um plano nacional tardam a aparecer.
Mesmo com medidas aparentemente boas a implementação no terreno é ineficiente.

A nível nacional

Sem entrar em grandes detalhes, enunciamos alguns programas nacionais:

  • RECRIA - Recuperação de imóveis arrendados.
  • REHABITA - Apoio à recuperação em áreas urbanas antigas, funcionando como uma extensão do RECRIA por modo a apoiar as câmaras municipais.
  • RECRIPH - Regime para prédios em regime de propriedade horizontal.
  • SOLARH - Linha de crédito sem juros para a realização de obras de conservação e beneficiação em habitação própria e permanente e devolutas.

Para mais informações pode consultar o Portal da Habitação.

Programas da Câmara Municipal de Lisboa

O município de Lisboa tem uma série de programas de reabilitação urbana em curso para várias zonas da cidade.
Para mais informação pode consultar o ponto Reabilitação Urbana no site da Câmara.

Proposta da CIP

A Confederação Empresarial de Portugal apresentou em 2011 uma proposta intitulada Fazer Acontecer a Regeneração Urbana onde propõe uma série de medidas que incluem, entre outras, mudanças fiscais, no arrendamento e no licenciamento de obras.

Artigos e Vídeos

Pode encontrar aqui uma série de artigos sobre este tema, organizados por contexto.
De referir que alguns dos pontos anteriores têm por base estes artigos.

Alguns vídeos sobre incêndios e derrocadas, assim como reportagens sobre os prédios devolutos em Lisboa podem ser visionados aqui.

Ficheiros em anexo a esta análise

 Postado Originalmente por:  http://tretas.org/PrediosDevolutosLisboa
 

domingo, 24 de julho de 2011

30 circunstâncias objetivas da economia dos EUA que explicaria a crítica situação:


A decisão dos republicanos de abandonarem as negociações sobre a crise da dívida nacional, que tinha a intenção de chegar a acordo sobre um novo limite da dívida, não tem colaborado com Obama, que disse ter oferecido "acordo extremamente justo".

A proposta de Obama passa por impostos mais altos para os rendimentos mais elevados, aumentando as receitas e poderia evitar que a situação levando a um padrão iminente.
Obama tem dúvidas sobre as verdadeiras intenções dos republicanos, recusando-se a negociar um acordo tão importante para o país e questionou o que os republicanos pergunta iria responder "sim".
Na quarta-feira, os republicanos votaram para eliminar completamente a contribuição que os Estados Unidos feitas anualmente à Organização dos Estados Americanos (OEA), 44,2 milhões dólares, sendo responsável por mais de 50% do total da renda da organização. Este montante é uma miséria real quando comparado com o orçamento militar dos EUA para 2011 vai superar os 700 mil milhões%, equivalente a 43 do mundo.
Com estes números, não é surpreendente que o Governo dos Estados Unidos enfrenta sérios problemas econômicos que poderiam se tornar corantes dia do juízo final, a figura padrão técnico talos a gigante americana.
Um estudo feito por analistas internacionais argumentou 30 circunstâncias objetivas da economia dos EUA que explicaria a crítica situação:

01. Agora dívida interna do país é cerca de US $ 14,3 bilhões.

02. 30 anos a taxa era de 14 vezes menor.

03. O primeiro trilhão de dólares em dívida acumulada em os EUA. UU. desde o período da presidência de George Washington (1789-1797), até a presidência de Ronald Reagan (1981-1989).

04. A partir de então até hoje a dívida nacional do país aumentou mais 13 bilhões de dólares.

05. Mais de um terço da dívida total do planeta pertence aos Estados Unidos.

06. Se a dívida nacional é dividido pelo número de domicílios dos EUA, é que cada família tem uma dívida de 125.000 dólares.

07. Durante o período 2007-2010 o PIB cresceu 4,26% ea dívida nacional em 61%.

08. Dívida soberana dos EUA. UU. aumenta quatro milhões de dólares por dia. (Aqui você pode acompanhar o crescimento da dívida em tempo real)

09. A cada minuto o país toma emprestado o equivalente a dois milhões de dólares.

10. O total da dívida dos credores da empresa maior hipotecários (Fannie Mae, Freddie Mac, Sallie Mae) cresceu de 3200 a 6.400 milhões em 2011.

11. Serviços não prestados por autoridades no âmbito nacional da Segurança Social e do Medicare (seguro de saúde para idosos subsidiados) ascendeu a 60-100 milhões de dólares.

12. Por enquanto, os EUA pede 41 centavos para cada dólar que você gasta.

13. Os funcionários do governo federal recebeu 447.000 milhões em salários em 2010

14. EE. UU. gasta bilhões de dólares em investigações inúteis ou desnecessárias para o estado, por exemplo, 500 milhões foram alocados para um programa para resolver o problema das crianças de cinco anos que não podem "ficar calmo" no jardim de infância.

15. O bombardeio da Líbia custou aos Estados Unidos. UU. 600 milhões de dólares apenas na primeira semana de guerra.

16. Um dia de guerra no Afeganistão custa mais do que aquilo que foi investido na construção do Pentágono.

17. Mais da metade (59%) dos norte-americanos recebem algum pagamento por parte do governo federal.

18. Receber benefícios sociais já ultrapassam as famílias americanas que pagam impostos.

19. Em 1950, os impostos corporativos reprsentaban 30% das receitas orçamentais, em 2009 apenas 6,6%.

20. Dívida soberana dos EUA tem mais de 54 anos para crescer.

21. O FMI espera que os EUA dívida nacional. UU. origem a 400% do PIB em 2050.

22. Em 2010, Estados Unidos alocados 413,000 milhões em pagamentos de juros sobre sua dívida nacional.

23. Cerca de um em cada quatro dólares desde destina-se a pagar juros sobre a dívida.

24. Mesmo que as taxas de juros sobem minimamente, os juros sobre a dívida nacional aumentaria dramaticamente.

25. Se a dívida dos EUA. UU. ser dividido em cinco dólares e colocar uma sobre a outra, a pilha teria uma altura de três quartos da distância da Terra à lua.

26. Se eles fizeram uma fita de um trilhão de notas de dez dólares, você poderia envolver a Terra mais de 380 vezes, e não usaria toda a dívida nacional dos EUA. UU.

27. Se Bill Gates doou tudo para o estado, seria possível cobrir o déficit orçamental do país por 15 dias apenas.

28. Se uma pessoa gasta um milhão de dólares por ano no período desde o nascimento de Cristo até hoje, o custo será de 500 vezes menos que um bilhão de dólares. Dívida dos EUA. UU. excede 14 bilhões. E este ano vai pedir outro trilhão de dólares.

29. Se você gastar um dólar a cada segundo que levaria 31.000 anos para gastar um trilhão de dólares.

30. Se os Estados Unidos começaram a pagar sua dívida como uma parte de um dólar a cada segundo, ajustar suas contas dentro de 440.000 anos.

Compilado com informações de Russia Today

Tradução: Google Tradutor

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Não caia na armadilha das redes sociais

Milhões e milhões de internautas, dispostos a comprar, a adquirir produtos pela rede mundial de comunicação. Um mercado cada vez mais pujante que cresce aos olhos de qualquer empresário que saiba a importância e o lucro que dá um marketing digital bem feito de sua empresa.
Enquanto o consumidor se “fragiliza”, ou fragiliza seu bolso ao consumismo da internet, acabamos, por muitas vezes afoitos, jogando fora preciosos projetos que poderiam colocar-nos no topo do Google.
Falo das propagandas e difusões de nomes de empresas nas mídias sociais. À primeira vista, o Twitter, o Facebook e o Orkut, principalmente, são encarados como a galinha dos ovos de ouro online. Tudo o que repercute no trio-de-ferro, vira notícia. Seja ela boa ou ruim.
O grande problema encontra-se em como fazer propaganda nessas redes sociais. A linha tênue que divide o sucesso do insucesso pode alavancar ou enterrar as chances de sua empresa dar certo no mercado virtual.
A quantidade de “amigos” ou spams que costumamos distribuir em usuários no Facebook, por exemplo, pode servir como uma propaganda contrária terrível contra a própria empresa. Sempre que logamos nessas redes sociais, exceto o Twitter e vemos que existem pessoas “interessadas” em ser nossa amiga (o), temos o costume de analisar o convite antes de aceita-lo. Quando vemos que uma “empresa” faz essa solicitação, logo vem à nossa cabeça o quilo de malas diretas e recados em nosso mural.
Isso acaba criando uma certa repulsa em parte dos internautas que se sujeitam à esse investimento de marketing gratuito na internet. Você pode achar lucrativo enviar 900 convites e ser aceito por 100 pessoas. Agora, pense nas outras 800 pessoas que deixaram de te adicionar. É pouco provável que elas se interessaram por um produto ou serviço vendido por você.
Por isso, as ações de marketing nessas três redes sociais, precisam ser cuidadosamente analisadas. Elas precisam chamar a atenção de quem a vê pela primeira vez e trazer a certeza de que a pessoa terá algum benefício ao adiciona-la à sua lista de amigos/contatos.
Grandes empresas, como a Gillete e outras marcas que passaram a destinar sua atenção ao público jovem, investem em causas sociais e eventos culturais. Uma forma de agradar e conciliar a imagem da marca com projetos de benfeitorias.
Sorteios e outras formas de beneficiar os internautas com brindes, brindes personalizados, são válidos. Porém, no momento em que você se propõe a fazer um tipo de promoção como esta, tem de garantir que os brindes não sejam supérfluos (eles devem gerar lucro e lembrança à qualidade de sua empresa) ou que eles deixem de chegar a quem os recebeu.
Ou seja, antes de se aventurar em redes sociais é preciso ter certeza do objetivo que se quer atingir. Se sua empresa tem uma boa estrutura e projeto de links patrocinados engatilhados, por exemplo, não é um bom negócio você ter essa campanha em paralelo. Vale mais, até mesmo, participar de feiras do setor, com a montagem de stands.
Enfim, mais vale manter a qualidade em seu serviço e aparecer entre os 10 melhores no principal site mundial de busca (Google), do que se arriscar em um terreno ainda instável, por mais crescimento publicitário que já tenha florescido nessas redes sociais. Pense nisso!!!

www.fabiogrinberg.com.br

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