terça-feira, 28 de junho de 2011

Quanto mais se fuma, maiores são os estragos

Usar maconha antes dos 15 anos reduz memória em até 30%
Efeitos persistem mesmo após um mês sem consumir a droga, diz pesquisa da Unifesp
O uso de maconha antes dos 15 anos -quando o cérebro ainda está em processo de amadurecimento- prejudica a capacidade de recuperar as informações, reduzindo a memória dos usuários em até 30%.
Os danos são proporcionais à quantidade de droga usada: quanto mais se fuma, maiores são os estragos. E eles persistem mesmo se houver um período de abstinência de um mês.
Os resultados são de uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo apresentada no 7º Congresso Anual de Cérebro, Comportamento e Emoções, em Gramado (RS).
"Os usuários precoces têm resultados significativamente inferiores também em ouras áreas, como a capacidade de controlar seus impulsos", diz a neuropsicóloga Maria Alice Fontes, uma das autoras do trabalho.
Se o uso se inicia após os 15 anos, no entanto, as chances de prejuízo nessas funções diminui.
"Não é que seja o consumo da maconha fique seguro, longe disso. Mas ele se torna menos nocivo, porque o cérebro já passou dessa etapa de desenvolvimento", afirmou a pesquisadora.
O estudo foi publicado na última edição do "The British Journal of Psychiatry".

Com Folha de S.Paulo

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Ministro apresentará nova política industrial em audiência

BRASÍLIA  - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, apresentará aos deputados na quarta-feira (29) a nova política industrial brasileira, que será anunciada oficialmente pela presidente Dilma Rousseff na segunda quinzena de julho. Segundo o ministro, o foco será a inovação “capaz de dar o fôlego necessário à indústria nacional”. A audiência pública conjunta das comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Trabalho, de Administração e de Serviço Público foi proposta pelo deputado Assis Melo (PCdoB-RS).

“A nova política vai apoiar o setor produtivo no enfrentamento da valorização cambial e da concorrência asiática”, afirmou o ministro.

Além do estímulo à inovação, Pimentel também explicou que a nova política industrial - que irá substituir a atual Politica de Desenvolvimento Produtivo (PDP) - possibilitará uma maior atração de investimento. “Vamos aumentar a busca por empresas estrangeiras que exportam manufaturados ao Brasil para que se associem ao capital nacional”, disse. Segundo Pimentel, esse modelo está vinculado à necessidade de equilibrar a qualidade da balança comercial.

“A partir do segundo semestre, começaremos, de fato, a enfrentar problemas conjunturais da indústria brasileira. O governo pretende anunciar desonerações fiscais e um forte investimento em inovação industrial”, adiantou o ministro.

“Estamos muito ansiosos para saber como vem a proposta do ministério”, afirmou Assis Melo. Segundo ele, a indústria precisa ter produtos com maior valor agregado e mão-de-obra qualificada para competir com o mercado internacional. “Precisamos ter condições para termos uma indústria moderna não só do ponto de vista tecnológico, mas a partir do parque industrial atual.”

Encolhimento da indústria

Assis Melo reclamou da substituição de produtos nacionais por importados e o encolhimento da indústria nacional.

Dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), citados por Melo, indicam que o faturamento do setor em 2010 diminuiu 12,1% em comparação com 2008. Em 2010, 60% das máquinas adquiridas para a indústria nacional foram importadas e 40% foram de produção nacional. Esse quadro é o inverso do que havia em 2005, quando 6 em cada 10 máquinas compradas pela indústria brasileira era de fabricação nacional.

De acordo com o parlamentar, uma das soluções para fortalecer a indústria nacional é o crescimento do mercado interno. “Precisamos ter uma base produtiva ampla e olhar para o mercado interno que tem grande potencial de consumo. Se aumentarmos a renda da população, melhoramos o mercado interno”, disse.

Melo defendeu a convocação da Comissão de Trabalho para a audiência com o ministro. “Ao discutir uma nova política industrial há que se pensar como
estará inserido o trabalhador. Não podemos dissociar o desenvolvimento do trabalho.”

sábado, 25 de junho de 2011

REJUVENESCER O PT

Cesar Augusto Oller do Nascimento
Para que os filiados, simpatizantes e principalmente os dirigentes do Partido dos Trabalhadores - PT- reflitam:

"É PRECISO REJUVENESCER O PT"

Por: Cesar Augusto Oller do Nascimento - Salvador, 11 de junho de 2011.

Minha geração – estou com 63 anos, sou, portanto, politicamente, da geração de 1964/1968 – a qual ADMIRO E RESPEITO, certamente fizemos e, provavelmente, continuaremos fazendo ainda muito por nosso país – só para citar um companheiro – Lula – e uma companheira  -´Dilma Rousseff – é suficiente para garantirmos tal certeza. Isto, porém, não significa que não devamos estar preocupados, particularmente NOSSA GERAÇÃO – em Rejuvenescermos nosso Partido.

Este, reputo, deve ser um dos focos principais de nossas estratégias presentes e futuras, para que não tenhamos que reproduzir o que ocorreu em outros partidos de esquerda no Brasil, que tinham quadros de mais de 60 anos como presidente de sua Juventude, ou como nosso velho Fidel Castro que, no processo de transição a faz com um quadro mais jovem – com 80 anos...

QUANDO UM SONHO SE TORNA REALIDADE

Nilma Freitas
A criatividade é a manifestação de um impulso que mora na alma humana. A capacidade de observar e melhorar, inovar algo ou alguma coisa já existente, e isso é o que nos distingue dos animais. Os animais estão felizes no mundo, do jeito como eles são. Há milhares de anos a abelhas fazem colméias do mesmo jeito, pássaros cantam o mesmo canto, aranhas fazem teias idênticas. Não criam nada de novo. Não precisam. Estão felizes com o que são. O que não acontece conosco, seres humanos. Somos essencialmente insatisfeitos e curiosos.
CAMUS, disse que somos os únicos animais que se recusam a ser o que são. A gente quer mudar tudo. Inventamos livros e suas histórias, inventamos obras de arte, inventamos música, inventamos ferramentas e máquinas. 
 
SHAKESPEARE escreveu “Romeu e Julieta”, DA VINCI pintou a "Monalisa", VIVALDI compôs as "Quatro Estações"... mas como é que aconteceu essa 'explosão' de processo criativo? Em primeiro lugar, é necessário que haja algo que incomode. Por que é que a ostra cria a pérola? Porque, por acidente, um grão de areia entra dentro de sua carne mole, o grão de areia incomoda. Aí, para acabar com o sofrimento, ela faz uma bolinha bem lisa em torno do grão de areia áspero. Desta forma ela deixa de sofrer - "Ostra feliz não faz pérola".
Isso vale para nós. Pessoas felizes nunca criaram nada. Elas não precisam criar. Elas simplesmente gozam a sua felicidade. Bem disse PAZ, ensaísta e poeta mexicano: "Coisas e palavras sangram pela mesma ferida". Toda criatividade é fruto de sofrimento e ‘sangramento’.
A criatividade se inicia com um sofrimento. O sofrimento nos faz pensar. Pensamento não é uma coisa. O pensamento se faz com algo que não existe: idéias. Idéias são entidades espirituais. O espiritual é um espaço dentro do corpo onde coisas que não existem, passam a existir.
O clássico Romeu e Julieta, antes de existir como uma famosa peça teatral surgiu como pensamento, espírito, dentro do corpo de Shakespeare. A Monalisa, antes de existir como obra de arte, existiu como espírito, dentro do corpo de Leonardo da Vinci. As Quatro Estações, antes de existir como uma sinfonia que se pode ouvir surgiu como espírito, dentro da cabeça de Vivaldi.
O espírito não se conforma em ser sempre espírito, ele quer se materializar. Explico: Qual a mulher que ficaria feliz com a idéia de ter um filho? Ela não quer somente a idéia de ter um filho, um ser lindo, fruto do amor. E mesmo que um filho seja maravilhoso, enquanto espírito, só dá infelicidade. A mulher quer que a idéia de um filho sentida por ela, com desejo e nostalgia, e se transforme num filho de verdade – e não somente fique na idéia. Por isso ela quer ficar grávida. Quando o filho nasce, aí é que a felicidade se consuma.
Uma idéia que deseja se transformar em coisa, matéria, tem o nome de "sonho". O sonho quer se transformar em matéria. A "espiritualidade" do espírito está precisamente nisso: o desejo e o trabalho para fazer com que aquilo que existe apenas dentro da gente (e que, portanto, só pode ser conhecido por nós), se transforme numa coisa palpável, que pode então ser gozada por muitos. A espiritualidade busca a comunhão.
Por: Nilma Freitas

quinta-feira, 23 de junho de 2011

1978 Turma da 8ª Série do Colégio Agenor de Souza Lé (Vila Velha/ES).

Hoje tive uma grata surpresa que me arremeteu ao ano 1978.
Turma da 8ª Série do Colégio Agenor de Souza Lé (Vila Velha/ES). E o melhor de tudo isso é que, quem me trouxe de volta essa lembrança, foi um dos personagens que marcaram aquela fase de minha vida.
Graças à essa incrível ferramenta que é o facebook, o meu amigo Fernando Feitosa Rangel me localizou e, relembramos parte da nossa história. Começamos por tentar recordar os nomes dos nossos colegas de classe daquele ano. Conseguimos (ele lembrou a maioria) lembrar o nome de 25 alunos, deve faltar ainda uns 10 nomes, mas tenho a esperança de recordar todos, ou melhor ainda, quem sabe algum daqueles entre em contato. Seria maravilhoso recuperar aqueles momentos com aqueles que as viveram, e olha que é muita história para se recordar.
Por enquanto estes foram os que lembramos:


1) Dagmar
2) Laismar
3) Fernando Estevam
4) Cristina Maria Valadares
5) Sérgio Ari Pinto
6) Solange
7) Delza
8) Aylton
9) Maria Hermínia
10) Glaucia
11) José Carlos (irmão de Iris)
12) Iris
13) Euliene
14) Paulo Cezar
15) Bernadete Piassi
16) Dejair
17) Paulo Melotti
18) Édina Boldrini
19) Fernando Feitosa
20) Aloisio,
21) Danilo,
22) Claudecir,
23) Ronildo
24) Oneris
25) Hércules

Regras de Vida – A Tese de Gurdjieff

Regras de Vida – A Tese de Gurdjieff

Eu recebi um slide de uma tal “Tese de Guerdjef”, uma coleção de 20 regras de bem viver. Achei interessante e fui pesquisar mais a respeito. Os ensinamentos são na verdade de Georgii Ivanovich Gurdjieff, mestre espiritual greco-armênio, uma figura enigmática e uma força influente no panorama dos novos ensinamentos religiosos e psicológicos, mais como um patriarca do que como um místico Cristão, era considerado, por aqueles que o conheceram, como um incomparável “despertador” de homens. Trouxe para o Ocidente um modelo de conhecimento esotérico e deixou atrás de si uma metodologia específica para o desenvolvimento da consciência. – wikipedia

Mas vamos às tais regras:

1. Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo.Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.
2. Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é uma desgaste enorme.
3. Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
4. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.
5. Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual, por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.
6. Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos.
7. Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
8. Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
9. Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
10. Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.
11. Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.
12. Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso a trava do movimento e da busca.
13. É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.
14. Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.
15. Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
16. Competir no fazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo… para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.
17. A rigidez é boa na pedra, não no ser humano. A ele cabe firmeza.
18. Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
19. Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé.
20. Entenda, de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é o que fizer de si mesmo.

Por Sah Elizabeth 

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