quinta-feira, 28 de abril de 2011

Pesquisa: brasileiros acham internet banda larga móvel cara.

Postagem Dag Vulpi 28/04/2011

Uma pesquisa encomendada pela Acision, uma empresa internacional no desenvolvimento de serviços e produtos para o setor de telecomunicações, apontam que um dos maiores problemas na conexão de internet banda larga móvel no Brasil é o preço do serviço, que foi considerado altíssimo por 55% dos entrevistados, de acordo com publicação feita na "Folha de S. Paulo".  

O serviço que conta com cerca de 8 milhões de usuários, ainda engatinha em termos de qualidade. Para 75% dos entrevistados, a velocidade do acesso é bastante lenta, outros 68% afirmaram que a conexão é instável.

O diretor da Acision, o alemão Rafael Steinhauser, acredita que para ganhar o mercado no país, a banda larga móvel precisa melhorar na qualidade dos serviços, e conseqüentemente haverá avanço no nível de satisfação dos clientes. Steinhauser afirma que a redução de preços é fato determinante para que esse tipo de conexão cresça entre os usuários das classes de renda mais baixas.

O diretor ainda destacou o apreço dos brasileiros pela internet, usando o exemplo da liderança do Brasil em números de usuários e o tráfego em sites de relacionamento como orkut e twitter. Fato esse que indica um potencial "muito grande" do setor no país.

Conexão brasileira
Dados divulgados na conferência DLD (Digital-Life-Desing) Brasil, mostram que cerca de 51% dos consumidores de banda larga móvel estão conectados diariamente. O percentual é levemente maior do que a média de outros países, como EUA, Reino Unido, Singapura, Austrália, entre outros.

Entretanto, a preferência de conexão por 77% dos usuários ainda é por banda larga fixa. Outros 30% utilizam os modens móveis acoplados aos laptops. Já os acessos através de telefones celulares equivalem a 16%.

Em baixa no Brasil, o acesso a vídeos ainda é pequena, cerca de 26% ante 37% nos demais países.

Brasil é um terreno fértil para negócios com banda larga

Postagem Dag Vulpi 28/04/2011[Ciência e Tecnologia]

O brasileiro gosta de ficar conectado à internet. Gasta, por exemplo, muitas horas em sites de relacionamentos. Em muitos deles, o país aparece entre os líderes em acesso e usuários. Isso mostra que o Brasil é um terreno fértil para os negócios com banda larga móvel. 

Segundo pesquisa de uma empresa internacional especializada no desenvolvimento de serviços e produtos para o setor, 51% dos consumidores do serviço se conectam diariamente. O percentual é até um pouco superior à média de outros países onde o levantamento foi realizado, como Estados Unidos, Reino Unido e Austrália.
Há, porém, entraves para o avanço do setor, segundo a pesquisa. Os principais são os preços elevados do serviço --muito mais alto do que em outros países-- e a qualidade da conexão, considera lenta e instável pelos consumidores brasileiros.
Mesmo assim, vários participantes da conferência Digital-Life-Design Brasil, realizada na noite de segunda-feira (25), mostraram interesse em investir em negócios com internet e afins no país e relataram ações já em curso.
Segundo os participantes, são dois grandes filões: o comércio eletrônico e a criação de sites que gerem tráfego de internet. Outra oportunidade é "capturar" grupos de usuários nas redes sociais e desenvolver serviços e produtos para determinados nichos. 

55% dizem que banda larga móvel é cara, diz pesquisa

A internet móvel em banda larga ainda engatinha no país, mas tem um elevado potencial de crescimento de usuários e de penetração graças ao "gosto" do brasileiro por ficar conectado, revelam dados de uma pesquisa encomendada pela Acision, empresa internacional especializada no desenvolvimento de serviços e produtos para o setor.
No Brasil, o serviço conta com 8 milhões de usuários e um dos problemas apontados para a expansão do setor é o preço da conexão --considerado elevado por 55% dos entrevistados.
Outro entrave que ainda coloca o país "na infância" da banda larga móvel é a qualidade. Para 75%, a velocidade de acesso e navegação é lenta e 68% dizem que a conexão é instável.
Para o alemão Rafael Steinhauser, diretor do Acision, a melhora na qualidade dos serviços e o consequente avanço no nível de satisfação dos clientes é indispensável para a banda larga móvel ganhar mercado no país.
Steinhauser diz ainda que sem a redução dos preços --mais baratos no exterior-- o serviço não ganhará mais usuários em classes de consumo de renda menor.
O executivo avalia, porém, que o potencial do setor no país "é muito grande". Isso porque, diz, os brasileiros têm grande apreço pela internet, demostrado, por exemplo, pelo fato de o país estar entre os líderes no número de usuários e o tráfego em sites de relacionamento como orkut e twitter.
CONEXÃO DIÁRIA
No Brasil, 51% dos consumidores de banda larga móvel se conectam diariamente --percentual próximo aos 50% da média outros países (EUA, Austrália, Reino Unido, Singapura e outros). O dados foram divulgados na conferência DLD (Digital-Life-Design) Brasil, um braço do World Economic Forum para as discussões da vida digital.
Segundo a pesquisa, porém, a preferência de conexão ainda é por banda larga fixa --77% dos usuários. Outros 30% utilizam modens móveis acoplados aos laptops.
O acesso por meio de telefones celulares corresponde a 16% --a soma dos três supera 100% porque os consumidores podem usar mais de uma meio para se conectar.
No Brasil, porém, a penetração do acesso a vídeos ainda é baixa: 26%, contra 37% nos demais países.


Prefeituras do ES que deixaram de prestar contas de gastos com educação

Postagem Dag Vulpi 28/04/2011 [Educação]

Relação das Prefeituras Capixabas que podem parar de receber transferências voluntárias do governo federal porque não prestaram contas do dinheiro investido em educação em 2010. O prazo termina neste sábado e, até às 15h30 de hoje (27), apenas 1.646 dos mais de 5 mil municípios tinham enviado a prestação de contas.


Financiamento da Educação - Fundeb

[Educação]

Financiamento da Educação - Fundeb
O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb foi criado pela Emenda Constitucional nº 53/2006 e regulamentado pela Lei nº 11.494,/2007 e pelo Decreto nº 6.253/2007, em substituição ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério - Fundef, que vigorou de 1998 a 2006.
É um fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um fundo por estado e Distrito Federal, num total de vinte e sete fundos), formado por parcela financeira de recursos federais e por recursos provenientes dos impostos e transferências dos estados, Distrito Federal e municípios, vinculados à educação por força do disposto no art. 212 da Constituição Federal. Independentemente da origem, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na educação básica.
Com vigência estabelecida para o período 2007-2020, sua implantação começou em 1º de janeiro de 2007, sendo plenamente concluída no seu terceiro ano de existência, ou seja, 2009, quando o total de alunos matriculados na rede pública é considerado na distribuição dos recursos e o percentual de contribuição dos estados, Distrito Federal e municípios para a formação do fundo atinge o patamar de 20%.
Além dos recursos originários dos entes estaduais e municipais, verbas federais também integram a composição do Fundeb, a título de complementação financeira, com o objetivo de assegurar o valor mínimo nacional por aluno/ano (R$ 1.722,05 em 2011) a cada estado, ou ao Distrito Federal, em que este limite mínimo não for alcançado com recursos dos próprios governos. O aporte de recursos do governo federal ao Fundeb, de R$ 2 bilhões em 2007, aumentou para R$ 3,2 bilhões em 2008, aproximadamente R$ 5,1 bilhões para 2009 e, a partir de 2010, será de 10% da contribuição total de estados e municípios.

Entendendo o Salário Educação

Postagem Dag Vulpi 28/04/2011 [Educação] 

Financiamento da Educação - Salário Educação

Entendendo o Salário Educação 

O salário-educação, instituído em 1964, é uma contribuição social destinada ao financiamento de programas, projetos e ações voltados para o financiamento da educação básica pública. Também pode ser aplicada na educação especial, desde que vinculada à educação básica.
A contribuição social do salário-educação está prevista no artigo 212, § 5º, da Constituição Federal, regulamentada pelas leis nºs 9.424/96, 9.766/98, Decreto nº 6003/2006 e Lei nº 11.457/2007. É calculada com base na alíquota de 2,5% sobre o valor total das remunerações pagas ou creditadas pelas empresas, a qualquer título, aos segurados empregados, ressalvadas as exceções legais, e é arrecadada, fiscalizada e cobrada pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, do Ministério da Fazenda (RFB/MF).
São contribuintes do salário-educação as empresas em geral e as entidades públicas e privadas vinculadas ao Regime Geral da Previdência Social, entendendo-se como tal qualquer firma individual ou sociedade que assuma o risco de atividade econômica, urbana ou rural, com fins lucrativos ou não, sociedade de economia mista, empresa pública e demais sociedades instituídas e mantidas pelo poder público, nos termos do § 2º, art. 173 da Constituição.
São isentos do recolhimento da contribuição social do salário-educação:
  • a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, suas respectivas autarquias e fundações;
  • as instituições públicas de ensino de qualquer grau;
  • as escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas devidamente registradas e reconhecidas pelo competente órgão de educação, e que atendam ao disposto no inciso II do artigo 55 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991;
  • as organizações de fins culturais que, para este fim, vierem a ser definidas em regulamento; e
  • as organizações hospitalares e de assistência social, desde que atendam, cumulativamente, aos requisitos estabelecidos nos incisos I a V do artigo 55 da Lei nº 8.212/1991.

 

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Prefeituras deixam de prestar contas de gastos com educação

Postagem Dag Vulpi 27/04/2011 [Educação}

Cerca de 70% das prefeituras de todo o país podem parar de receber transferências voluntárias do governo federal porque não prestaram contas do dinheiro investido em educação em 2010. O prazo termina neste sábado e, até às 15h30 de hoje (27), apenas 1.646 dos mais de 5 mil municípios tinham enviado a prestação de contas.
Os governos municipais devem acessar o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope), disponível no site do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para inserir as informações. Pela lei, o município ou estado é obrigado a investir, no mínimo, 25% da sua arrecadação em educação. O Siope calcula se esse patamar foi atingido a partir dos investimentos declarados pela prefeitura. Para as secretarias estaduais, o prazo se encerra somente em 31 de maio.
Se o governo estadual ou municipal não tiver aplicado o mínimo de 25% na área em 2010, o FNDE envia automaticamente um comunicado aos tribunais de contas estaduais e ao Ministério Público, informando o não cumprimento da lei. A prefeitura também fica impedida de receber recursos de convênios já firmados com a União ou de firmar novos convênios. O mesmo impedimento ocorre com aqueles que não prestarem as informações. A única exceção são os recursos destinados a ações na área de educação, saúde e assistência social.
O Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso são os únicos estados onde mais de 40% dos municípios já enviaram as informações para o Siope até a tarde de hoje. Em Roraima, nenhuma prefeitura prestou contas. Pernambuco e o Amazonas também estão com baixo percentual de participação: menos de 10% dos governos municipais enviaram os dados até o momento.

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