quarta-feira, 1 de novembro de 2017

PGR e governo federal firmam acordo para enfrentar criminalidade no RJ

Objetivo é formar uma rede de atuação conjunta, que auxilie no combate a crimes federais, sobretudo o tráfico internacional de arma de fogo e munições, tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro,

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, assinou nesta terça-feira (31) um protocolo de intenções com os ministros da Justiça, Torquato Jardim, da Defesa, Raul Jungman, e do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Sérgio Etchegoyen, para o enfrentamento do crime organizado no estado do Rio de Janeiro. O objetivo é formar uma rede de atuação conjunta que auxilie no combate a crimes federais, sobretudo o tráfico internacional de arma de fogo e munições, tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Pelo acordo, as instituições se comprometem a implementar uma rotina de troca contínua de informações; designar equipes para atuação integrada em segurança pública, defesa, e no enfrentamento de crimes federais; e monitorar e avaliar a implementação das medidas. O prazo de vigência é de dois anos, podendo ser prorrogado.
Durante a cerimônia de assinatura, Raquel Dodge destacou que iniciativa, além de possibilitar a coleta de dados estratégicos, fundamentais no desvendamento de crimes de alta complexidade, vai agilizar a resposta das instituições. As informações são da assessoria de comunicação da PGR.
Tenho certeza de que este protocolo facilitará muito o compartilhamento de informações para que possamos empreender melhor este trabalho. Espero que os resultados sejam profícuos e que possamos senti-los no curto prazo”, afirmou.

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, avaliou a iniciativa como histórica. “Sem dúvida alguma, é um começo de muitas outras parcerias”, acrescentou. Para o ministro da Defesa, Raul Jungman, o protocolo vai possibilitar o resgate da cidadania da população do Rio de Janeiro.

“Hoje o crime organizado, que se transnacionalizou, representa um risco à sociedade, às instituições e à democracia. Esse esforço é uma resposta adequada e necessária para fazer frente a todas essas ameaças que hoje rondam nosso país”.

Já Sérgio Etchegoyen ressaltou a importância da cooperação interinstitucional para garantir efetividade à política nacional de segurança pública. “Acho que abrimos uma via muito importante para conduzir à solução dessa questão. Certamente a resultante do alinhamento desses vetores vai ser percebida pela sociedade, vítima hoje do crime organizado”. frisou.

Grupo Estratégico
No último dia 25, foi criado um Grupo Estratégico, vinculado ao gabinete da procuradora-geral da República, também para atuar contra organizações criminosas no Rio de Janeiro. Formado por um procurador regional e quatro procuradores da República, o grupo se propõe a elaborar um diagnóstico da crise da segurança pública no Rio e propor soluções estruturais do serviço prestado à população. A lista de atribuições inclui, ainda, a possibilidade de fazer inspeções extraordinárias nas unidades federais de fiscalização de portos, aeroportos e rodovias do Estado.

O modelo de atuação do Ministério Público Federal em relação à crise da segurança pública no Rio de Janeiro foi definido após várias reuniões internas. Participação das discussões procuradores da República lotados no Rio de Janeiro – responsáveis pela chefia e coordenação criminal e de controle externo da atividade policial no Estado – e os subprocuradores-gerais da República que coordenam essas áreas no MPF – 2ª e a 7ª Câmaras de Coordenação e Revisão (CCRs), respectivamente. Foram ouvidos, ainda, os ministros de Estado que solicitaram apoio do MPF no combate à criminalidade. 

sábado, 28 de outubro de 2017

WhatsApp: saiba como deletar mensagem em até sete minutos


Baixe o aplicativo WhatsApp Beta em seu smartphone Android e siga o passo a passo para acessar a novidade.

Sabe quando aquele seu primo sacana te manda aquele vídeo mais sacana ainda via WhatsApp e você resolve enviar aquele vídeo para um amigo e por descuido acaba enviando-o para aquela tia religiosíssima? Pois é, você estará com um problema, pois mensagens enviadas via WhatsApp é como pedra atirada, depois que sai não tem mais como voltar. Mas esse problema agora foi resolvido.

Desde a quinta-feira (26) o WhatsApp vem liberando, aos poucos, a nova função para apagar as mensagens enviadas através do aplicativo. Por enquanto o recurso foi liberado apenas para quem utiliza a versão de testes do mensageiro desenvolvida para o sistema Android, de acordo com o site Tech Mundo.

Baixe o aplicativo WhatsApp Beta em seu smartphone Android e siga o passo a passo para acessar a novidade:

Apagar mensagens para todos (em grupo ou em conversa privada).

1. Abra o WhatsApp e procure a conversa onde está a mensagem que deseja apagar;
2. Toque e segure a mensagem. Selecione "Apagar" no menu. Se desejar, você pode escolher apagar mais de uma mensagem por vez;
3. Clique em "Apagar" e, em seguida "Apagar para Todos".

Para apagar mensagens somente para você:

1. Abra o WhatsApp e procure conversa onde está a mensagem que você deseja apagar;

2. Toque e segure a mensagem "Selecione Apagar" no menu. Você pode escolher apagar mais de uma mensagem por vez;

3. Toque "Apagar> Apagar para Mim".

É importante lembrar que as mensagens que você apagar para todos serão substituídas pela informação "Esta mensagem foi apagada" na tela do seu contato. O mesmo também vale para quando você ler "Esta mensagem foi apagada" em uma conversa, indicando que o remetente apagou sua mensagem para todos. A ação pode ser feita em até sete minutos após o envio das mensagens.

Quando você escolhe apagar apenas para você será deletada apenas a sua cópia de mensagens, enviada ou recebida do seu aparelho. Neste caso, a ação não será informada na janela de conversas do seu contato, pois ele continuará a ter acesso às mensagens.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Planalto vai exonerar afilhados de quem votou contra Michel Temer


A primeira lista de exonerações foi definida ontem e, na próxima semana, uma nova leva de cortes será publicada no Diário Oficial.

Após a votação da segunda denúncia contra Michel Temer (PMDB), o Palácio do Planalto já anunciou a primeira lista de exonerações de afilhados de deputados que foram infiéis ao presidente. As retaliações foram enviadas na noite de quinta-feira (26) para serem publicadas no Diário Oficial, segundo adianta a coluna Painel, da Folha de S. Paulo.

O governo constatou que seis parlamentares traíram o presidente e a ordem é não poupar nenhum cargo. Na próxima semana, uma nova leva de cortes será publicada, pois não houve tempo para que a Casa Civil assinasse todas as demissões.

A publicação explica que o Planalto seguiu um raciocínio simples para mensurar a erosão da base. Na primeira denúncia, Temer obteve o apoio de 263 deputados, com 19 abstenções. Na segunda, de 251 com 25 ausências. A diferença nas somas dos placares é de seis parlamentares.

Já os deputados de partidos aliados que se declararam favoráveis ao afastamento do peemedebista amanheceram nos gabinetes de ministros do governo. Os parlamentares apresentaram argumentos regionais e pediram clemência por estarem apoiando o presidente.

Câmara banca viagem de Maia e mais 9 com dias livres em Lisboa e Israel


Comitiva embarca ao exterior nesta sexta-feira (27) e retorna no domingo (5).

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), embarca ao exterior nesta sexta-feira (27) com mais nove deputados para um tour de nove dias por três países.

A viagem será bancada pelos cofres públicos, mas a Câmara ainda não divulgou o custo.
O itinerário inclui um roteiro de turismo em Jerusalém e Belém, na terça-feira (31) e um dia de "agenda privada" no sábado (4), em Lisboa. A comitiva retorna no domingo (5).

Entre os compromissos oficiais, consta encontro com representantes de empresas israelenses da área de segurança pública e uma reunião com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

Na Itália, o único compromisso é uma cerimônia no "monumento votivo militar brasileiro", na quinta-feira (2).

Integram a comitiva os deputados governistas Baleia Rossi (PMDB-SP), Marcos Montes (PSD-MG), José Rocha (PR-BA), Alexandre Baldy (PODE-GO), Benito Gama (PTB-BA), Cleber Verde (PRB-MA) e Heráclito Fortes (PSB-PI), além dos oposicionistas Orlando Silva (PCdoB-SP) e Rubens Bueno (PPS-PR).

No começo do mês, Maia aceitou um convite oficial para uma visita feito pelo presidente do Parlamento israelense , Yuli Edelstein.

O convite pode ser considerado um resultado de reunião entre o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, e o presidente brasileiro, Michel Temer (PMDB), durante a Assembleia-Geral da ONU, em setembro.

Brasília tinha ficado incomodada por Netanyahu não ter visitado o país em seu giro de quatro dias na América Latina, também em setembro. Ele disse que o Brasil não entrou no cronograma por causa da crise política que atravessa. Na viagem, Netanyahu passou por Argentina, Colômbia e México. 

Com informações da Folhapress.

Fim do 'Pânico': elenco já estaria batendo na porta de outras emissoras


Humoristas querem emplacar o programa em outro canal, diz site.

Com o anúncio de que a Band não produzirá mais o "Pânico", os principais integrantes do programa já estariam batendo na porta de outras emissoras à procura de oportunidade, segundo o site TV Foco.

Vários humoristas do "Pânico" passaram a acionar todos os contatos para conseguir emplacar o programa em um outro canal ou até mesmo na rádio.

O empresário do programa Antonio Augusto Amaral de Carvalho Filho, conhecido como Tutinha, notificou a Band sobre as condições da quebra de contrato. 

No acordo, o Pânico deveria ir ao ar até o 2019. Para interrompê-lo, a Band deve pagar R$ 10 milhões de multa. Mesmo assim, Tutinha está conversando com outras emissoras, como o SBT. 

Do Noticias ao Minuto

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Câmara rejeita denúncia e mais uma vez livra Temer de processo no STF


Ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) também foram beneficiados.

A Câmara dos Deputados rejeitou a denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral).

Para barrar o andamento da acusação, o presidente precisava de somar 172 votos, entre "sim", abstenções e ausências de deputados.

Eles são acusados de organização criminosa, pela Procuradoria-Geral da República (PGR), com base em delações e provas colhidas ao longo das investigações da Lava Jato. O órgão também acusa Temer de obstrução de justiça.

Eram necessários o mínimo de 342 votos contra o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), relator do caso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para que o caso seguisse ao Supremo Tribunal Federal (STF), a quem cabe investigar o presidente, conforme a Constituição.

O relatório de Bonifácio era a favor do arquivamento do processo. Com a decisão dos deputados, a denúncia é suspensa e só pode ser retomada depois que Temer deixar o Planalto.

Agora, caberá ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), comunicar o resultado ao STF.

No dia 2 de agosto último, Michel Temer já havia conseguido barrar uma primeira denúncia, também de autoria da PGR, por corrupção passiva. à época, votaram 492 dos 513 deputados: 263 a favor do relatório do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que recomendava a rejeição da denúncia, 227 contra e duas abstenções. Houve também 19 ausências.

Do Noticias ao Minuto

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