Ministério
Público de São Paulo pedirá a dissolução da multinacional francesa Alstom no
Brasil em razão do propinoduto nos trens; mas e os políticos envolvidos também
no caso, como o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) e o conselheiro do TCE, Robson
Marinho?; contra os dois pesam denúncias graves de recebimento de propinas
milionárias, já apontadas pela PF e pelo MP; restará a impunidade?
O Ministério
Público de São Paulo pedirá a dissolução da multinacional francesa Alstom no
Brasil por causa da empresa ter se recusado a assinar um acordo pelo qual
pagaria cerca de R$ 80 milhões para encerrar as investigações que apuram a
suspeita de envolvimento no esquema de pagamento de propina para obter
contratos com o governo de São Paulo na área de energia (Eletropaulo e EPTE) e
transporte (Metrô e CPTM). A empresa recusou o acordo alegando que não há
provas contra ela (leia mais aqui).
Mas e quanto aos políticos envolvidos no caso, como por exemplo o vereador
Andrea Matarazzo (PSDB), indiciado pela Polícia Federal por suspeita de
corrupção passiva, no contrato de R$ 72 milhões para com a Alstom para compra
de equipamentos para a EPTE?