quinta-feira, 10 de maio de 2012

Projeção em 3D pode “teletransportar” pessoas distantes

A invenção promete revolucionar as conversas virtuais
 
Se você sempre achou que o teletransporte do Star Wars era pura viagem do diretor George Lucas, pode estar enganado.

Pesquisadores do Laboratório de Mídia Humana, da Queen’s University, no Canadá, desenvolveram um sistema cilíndrico de transmissão de imagens que permite que pessoas em locais diferentes façam vídeo-conferências em 3D, dando a impressão que elas realmente estão frente a frente.

“Porque o usar o Skype quando você pode falar com uma imagem holográfica em tamanho real e 3D?”, diz o professor Roel Vertgaal, diretor do Laboratório de Mídia Humana.

Essa é a proposta do “TeleHuman”, com câmeras que filmam em vídeo 3D, as imagens capturadas são convertidas para o tamanho real permitindo que a pessoa ande em volta do TeleHuman e observe o outro em um ângulo de 360º.

Para conseguir esse efeito, Vertegaal e sua equipe usaram dez sensores do Kinect da Microsoft, um projetor 3D, quase dois metros de altura de acrílico translúcido para o cilindro e um espelho convexo.
Editora Globo
O TeleHuman permite enxergar a pessoa com quem se conversa em 360º

A equipe aproveitou a tecnologia desenvolvida para criar outro projeto, o BodiPod. O aplicativo apresenta um modelo de anatomia do corpo humano, interativo e 3D. O modelo pode ser explorado em 360º e, quando as pessoas se aproximam, podem usar gestos para retirar camadas de tecido e enxergar mais profundamente a anatomia do corpo humano. É possível ver músculos, órgãos e estrutura óssea do modelo. Com comandos de voz como “mostre o cérebro” ou “mostre o coração”, o corpo humano dá lugar apenas a parte do corpo que foi solicitada, que poderá ser observada em zoom.

Entenda melhor esse projeto:
Via oopsaudegaroto

Esteatose Hepática: o que isto significa?


Com o aumento dos exames de rotina ou para check-up algumas doenças passaram a ser diagnosticas com mais frequência. A ultrassonografia de abdome passou a diagnosticar uma alteração chamada esteatose hepática em um grande número de pessoas, já que esta é a doença hepática mais comum, e muito conhecida como o acúmulo de gordura no fígado. A esteatose hepática é uma das apresentações de um distúrbio do fígado chamado Doença Hepática Gordurosa não Alcoólica, que inclui ainda a esteatohepatite não-alcoólica, que é a forma mais severa destas alterações, podendo progredir para a cirrose hepática, insuficiência hepática e câncer do fígado. Estas alterações gordurasas do fígado atingem de 20 a 30% da população adulta, o que vem crescendo em decorrência do aumento a fatores de risco, como o sedentarismo, obesidade e má dieta.

A prevalência da Doença Hepática Gordurosa não Alcoólica aumenta com a idade, sendo mais comum entre os 40 e 49 anos, mas pode acometer até mesmo pacientes pediátricos, principalmente quando está fortemente associada a obesidade severa. Desta forma, a doença acomete 75% dos obesos, apesar de também acometer pessoas com peso adequado (principalmente os magros com “obesidade abdominal”), o que mostra um componente metabólico individual no desenvolvimento do acúmulo de gordura no fígado. De qualquer forma, a obesidade é um fator de risco independente e associado à progressão da doença para as suas formas graves. Outro fator de risco é a presença de Diabetes, e assim, até 49% dos diabéticos podem apresentar acúmulo de gordura hepática. A hipertensão arterial sistêmica também é um fator independente de risco. Todos estes fatores de risco demonstram claramente que há a necessidade de uma dieta adequada e prática de exercícios físicos regulares para que a doença não se desenvolva.

A esteatose hepática apresenta 1,5% de chances de se tornar uma cirrose hepática, e 1% de possibilidade de se relacionar com o óbito do portador da doença. Por outro lado, a esteatohepatite, que é a forma séria da doença, pode evoluir para a fibrose do fígado em 30 a 50% dos casos, 15% irão apresentar a cirrose hepática e 3% irão progredir para a insuficiência hepática e óbito. Deve-se lembrar ainda que 13% das pessoas com o câncer de fígado apresentam a Doença Hepática Gordurosa não Alcoólica.

A maioria dos pacientes com a Doença Hepática Gordurosa não Alcoólica não apresentam sintomas, e assim, o diagnóstico é feito de forma incidental em um exame de rotina, como os exames laboratoriais e de de imagem. Quando presentes, os sintomas são inespecíficos, sendo os mais comuns um desconforto na parte superior direita do abdome e a fadiga. Ao exame físico, as alterações mais frequentes são a obesidade e o aumento do fígado. Sintomas como a icterícia, ascite (acúmulo de líquido abdominal) e distúrbios neurológicos causados pela insuficiência hepática só ocorrem nos casos mais graves. Em relação aos exames laboratoriais, as principais alterações são o aumento de TGO e TGP, podendo ter um aumento de até 4 vezes do valor normal. O exame de imagem mais comumente utilizado para o diagnóstico da doença é a ultracenografia de abdome, mas é a Ressonância Magnética quem tem a maior acurácia para quantificar o grau de esteatose hepática.

Atualmente já se acredita que este acúmulo de gordura no fígado pode estar associado a um distúrbio maior, conhecido por Síndrome Metabólica, que é um agrupamento de fatores de risco que aumentam a possibilidade de desenvolvimento doença cardíaca aterosclerótica, diabetes e insuficiência renal. A Síndrome Metabólica se tornou um dos maiores problemas quando se pensa em saúde pública, já que a sua incidência vem aumentando. Por isso, as recomendações de bons hábitos alimentares e de prática esportiva são tão importantes, já que a prevenção ainda é o melhor tratamento para estas alterações do nosso metabolismo.
Via coopsaude

Data Center do governo dos EUA coleta dados de tudo o que você faz na internet

O novo complexo da NSA, que promete espionar tudo o que pessoas comuns fazem, levanta a pergunta: a Skynet está entre nós?
Editora Globo
Logomarca da NSA, agência de segurança americana que ganhou o apelido de "Never Say Anything" (Nunca Diga Nada) // Crédito: Reprodução
Na série o Exterminador do Futuro, a maior ameaça não eram os poderosos ciborgues enviados para matar John Connor, mas uma entidade maior, que controlava uma rede de robôs e alimentava uma guerra contra os humanos: a Skynet. No filme, o software criado no fim do século XX é capaz de controlar todo o sistema de defesa dos EUA que, eventualmente, se rebelou contra seus criadores e usa todo o conhecimento e estrutura fornecidos pelos americanos para tentar aniquilar a espécie.
Agora, especialistas do mundo todo se perguntam se uma Skynet do mundo real está sendo criada no meio do Deserto de Utah. É que a NSA (Agência Nacional de Segurança) dos Estados Unidos está erguendo uma enorme estrutura por lá, que promete coletar e armazenar dados de organizações, governos e até de você, um cidadão comum.
Que dados? Todos. Compras feitas com cartão, ligações, emails, sites acessados, livros que você está lendo... ou seja: tudo o que você faz, compra e consome. Com novas tecnologias e técnicas avançadas de criptografia, o Utah Data Center poderá acessar informações de qualquer um ou qualquer coisa que tenha acesso à comunicação via satélite.
Guerra ao terrorismo
O UDC é parte do programa “Total Information Awarenewss”, criado no governo Bush, que desde o ataque ao World Trade Center já gastou dezenas de milhões de dólares em medidas contra o terrorismo. Só este enorme centro no meio do deserto irá custar 2 bilhões de dólares.
O preço astronômico se deve ao fato de que o UDC será uma estrutura autônoma, o que quer dizer que ele será capaz de gerar sua própria eletricidade, com uma subestação localizada na estrutura. Além disso, ele poderá armazenar água e alimentos suficientes para manter sua equipe por até três dias.
Todos os equipamentos e serviços que existirão por lá fazem com que o tamanho necessário para que o edifício cumpra seus propósitos seja gigantesco: mais de 65mil metros quadrados, que deverão estar construídos e devidamente ocupados até setembro de 2013.
Para você ter uma ideia do tipo de máquina que o UCD irá abrigar, a meta é que elas sejam capazes de armazenar dados em Yottabytes (10 à 24 potência) – uma unidade tão grande que ainda não nomeamos o que vem depois dela.
Toda essa capacidade é necessária porque, além de receber, analisar e armazenar dados de toda a web, é esperado que o UDC possa fazer isso em uma escala muito maior do que se ele estivesse funcionando hoje, já que a quantidade de internautas irá crescer muito nos próximos anos. Segundo um relatório da Cisco, por exemplo, em 2015 teremos quatro vezes mais pessoas com acesso à internet do que em 2010.
Para “processar” toda essa informação, uma empresa chamada Narus criou um software capaz de examinar 10 gigabytes por segundo e, então, copiar automaticamente qualquer comunicação suspeita.
Você será investigado – saiba como
Depois que o centro coleta, analisa e separa todos os dados, o “Data Mining” começa – um conjunto de programas juntará o que a NSA julga interessante automaticamente e criará padrões, que podem prever como você se comporta. Parece absurdo? Saiba que o Data Mining já está sendo usado por agências de pesquisa hoje, embora com uma quantidade bem menor de dados.
Por exemplo, a PUCRJ descobriu recentemente, usando a técnica, que mulheres que trabalhavam, quando aprovadas em seu vestibular com notas boas, dificilmente fariam a matrícula. Isso porque provavelmente passaram em uma universidade pública e o fato de elas trabalharem indica que terão preferência pela educação gratuita.
O exemplo é simples, mas dá para imaginar que tipo de padrões podem ser traçados com eles quando você coleta dados de um país inteiro – ou do mundo inteiro. O que a maioria das mulheres compra quando está de TPM? A NSA vai saber através de suas contas. Onde os muçulmanos de uma cidade vão estar na quinta feira? A NSA tem todos os emails e recibos de estacionamento para traçar um padrão de comportamento. Para quem você vai ligar para contar todas as fofocas da balada do último sábado? A NSA sabe – e também vai ficar por dentro de todos os bafos.
De acordo com o escritório de Relações Públicas da NSA, a organização não irá espionar a vida de americanos civis – quanto mais de civis do resto do mundo. E, em uma sessão no congresso americano sobre o assunto, realizada em março, o diretor geral da NSA, Keith Alexander, confirmou a declaração dizendo que não há interesse em fuçar a vida de gente comum. “Apenas nos preocupamos com a cybersegurança da população”, declarou. Resta saber o que será considerado uma ameaça à segurança da população.
Via: Wired, Fox News, Big Think

Após rave, golfinhos são mortos por overdose

Durante festa na Suíça, substituto da heroína foi jogado em tanque onde os animais viviam
Editora Globo
Droga impediu golfinhos de subirem à superfície em busca de oxigênio //Crédito: ShutterStock
Seis meses depois de serem encontrados mortos em um parque na Suíca, os golfinhos Shadow e Chelmers tiveram a causa de sua morte anunciada. E ela não é nada comum. De acordo com as investigações, a dupla morreu de overdose de buprenorfina, substância utilizada por usuários de heroína em processo de largar o vício.
Poucos dias antes da morte dos animais, o parque em que vivem foi alugado para uma rave, festas em espaços abertos e que podem se estender durante vários dias. As autoridades ainda não sabem dizer se a droga caiu no tanque por acidente ou de maneira premeditada, como parte de algum tipo de brincadeira feita pelos participantes da festa.
Inicialmente, acreditava-se que a causa da morte havia sido o volume alto da música, que poderia ter causado um forte stress e enfraquecido o sistema imunológico dos golfinhos. A buprenorfina provavelmente fez com que os animais não sentissem necessidade de subir à superfície em busca de mais ar, procedimento vital para mamíferos marinhos.
Via coopsaudegaroto

As coisas mais bizarras que já caíram do céu

Pedaços de carne, lula congelada e outros objetos fazem parte dos relatos
Editora Globo
Criaturas e objetos que caem do céu intrigam cientistas

Se você pensa que é apenas água que cai do céu, está mais que enganado!
Durante toda história da humanidade relatos curiosíssimos foram registrados por pessoas que viram e até experimentaram coisas que caíram do céu. Confira algumas:

Em 1876 um pedaço de carne de quase dez centímetros caiu dos céus da cidade de Olympian Springs, em Kentucky, nos Estados Unidos. De acordo com o Louisville Commercial, "Dois cavalheiros, que provaram a carne, expressaram a opinião de que era ou de carneiro ou carne de veado." Um cientista da Sociedade Micoscópica da Grã-Bretanha, teorizou que urubus haviam se alimentado de cavalos mortos, voado sobre a cidade e depois vomitaram os fragmentos.

Em junho de 1997, um homem que pescava ao longo da costa das Ilhas Malvinas bateu e ficou inconsciente por dois dias depois que uma lula congelada caiu em sua cabeça. Como a lula chegou lá, ninguém sabe.

Em 2008 um andarilho escocês tropeçou em uma pilha enorme de geléia de uma cor clara. Depois que ele contou seu relato na rádio BBC, vários outros ouvintes ligaram contando terem visto a mesma coisa e enviaram fotos da “geléia” encontrada em diversos pontos do país. Muitos especularam que pássaros teriam comido sapos ou rãs e regurgitado os ovários tóxicos. Cientistas do Instituto de Pesquisas do Uso da Terra de Macaulay, no Reino Unido, fizeram o teste de DNA com a substância e os exames foram inconclusivos.

Uma chuva de sapos, girinos e peixes, atormentou a prefeitura de Ishikawa, no Japão, em 2009. Para cientistas a hipótese é de que o fenômeno foi causado por fortes tornados de água que acontecem sazonalmente, que teriam sugado esses animais e os arremessado em terra depois de desfeitos.

Em janeiro deste ano um homem em Dosert, Inglaterra, encontrou cerca de vinte esferas azuistranslúcidas e gelatinosas com aproximadamente três centímetros, espalhados em seu quintal. Cientistas da Universidade de Bournemouth especularam que as esferas seriam ovos de criaturas marinhas. Mais tarde descobriu-se que eram feitas de poliacrilato de sódio, substância usada em jardins e fraldas para absorver água.

Via http://coopsaudegaroto.blogspot.com/

E se você enxergasse como uma águia?

Nossa visão é 5 vezes pior que a dela, pelo menos por enquanto 
Esses olhos intimidam e podem ir muito além do que podemos imaginar //Crédito: ShutterStock   
Você já se perguntou até onde sua visão consegue ir? Do alto de uma montanha, em uma noite escura, você enxergaria a chama de uma vela a 48 quilômetros de distância. Surpreendentemente longe, não? Mas e se seus olhos tivessem a mesma capacidade que os de uma águia? Bem, talvez você ficasse envergonhado com seus meros 48 quilômetros...
Vamos lá. O primeiro exemplo: nossos olhos ficariam 30º mais distantes do centro de nosso rosto, o que representaria nada mais nada menos que quase o dobro de campo de visão que nós já temos. De 180º, passaria para 340º: o suficiente para enxergar atrás de nossos corpos. Com isso, provavelmente ficaríamos girando nossa cabeça o tempo todo, já que perceberíamos muito mais coisas de uma só vez.
Nossas atividades diárias não seriam transformadas com a super visão. Achar a caixa de leite dentro da geladeira continuaria levando mais ou menos o mesmo tempo de sempre - o que mudaria seria a chamada visão de longe. Em linhas gerais, o olho de uma águia é de quatro a cinco vezes mais potente que o nosso. Essa característica é peculiar à animais de caça, que dependem estritamente de sua visão para conseguir o pão de cada dia.
Existem duas diferenças principais entre nossos olhos e os dá águia. Em primeiro lugar, as retinas delas possuem muito células detectoras de luz, o que as confere uma espécie de visão em HD, repleta de detalhes. A segunda característica é a profundidade da fóvea das águias. É nessa região que se forma a imagem que será transmitida ao cérebro. Enquanto a nossa fóvea tem a forma parecida com o de uma bacia, a da águia é mais profunda e convexa . Esse formato faz com que seus olhos funcionem como uma lente teleobjetiva, o mesmo tipo utilizado por fotógrafos para tirarem fotos de muito longe. Do décimo andar de um prédio, por exemplo, enxergaríamos uma formiga rastejando no chão. Em um estádio de futebol, seria possível perceber a expressão de cada jogador, mesmo no local mais alto da arquibancada.
A percepção de cores das águias também é altamente superior à nossa. Além de distinguir com muito mais clareza as diferentes nuances das cores, elas enxergam luz ultravioleta, recurso necessário para flagrar, lá do alto, o rastro de urina de pequenas presas. Apesar dessa característica em especial ser mais nojenta do que útil, pelo menos para os humanos, cientistas estão trabalhando para que nossa visão, um dia, chegue literalmente mais perto da águia. 
Via http://coopsaudegaroto.blogspot.com/

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