segunda-feira, 12 de março de 2012

Autor de Privataria Tucana vai em cana em MT


Autor de um dos livros mais vendidos no Brasil recentemente, “A Privataria Tucana”, o jornalista Amaury Ribeiro Jr. alcançou fama instantânea ao denunciar um esquema ocorrido durante o processo de privatizações no governo Fernando Henrique Cardoso. Em seu trabalho seguinte, no entanto, Ribeiro Jr. passou por uma situação um tanto diferente, que pode ser definida como humilhante ou simplesmente constrangedora.
Na noite do último sábado, 10, o jornalista foi detido pela Polícia Militar na região de Rondonópolis, no Mato Grosso, e confundido por um “ladrão de gado” enquanto fazia levantamentos sobre propriedades rurais da Igreja Mundial do Poder de Deus para uma reportagem para a TV Record. Tanto ele quanto seu colega, identificado apenas como “Leandro”, mostraram credenciais da emissora do bispo Edir Macedo.
Os jornalistas foram escoltados até um posto da Polícia Rodoviária Federal na rodovia BR-163 e de lá levados para a capital, Cuiabá. Os dois informaram no dia que seguiriam para São Paulo ainda na manhã de domingo. A denúncia foi feita formalmente por dois gerentes de fazendas da região de Mineirinho (a 70km de Rondonópolis), que informaram haver dois homens “suspeitos” em uma caminhonete, que rondava o local desde à tarde. Segundo a polícia, não foi registrado Boletim de Ocorrência por não haver delito.
Amaury Ribeiro Jr. não apenas causou um grande furor com o lançamento do livro “A Privataria Tucana”, no início de dezembro, chegando a esgotar estoques em pouquíssimo tempo, como continua recebendo homenagens até hoje. À época do lançamento, houve a suspeita de que até o ex-governador José Serra, envolvido nas denúncias de Amaury, teria tentando comprar todo o estoque da obra na Livraria Cultura, em São Paulo.

VINHOS E ACOMPANHAMENTOS


Vinhos & Acompanhamentos:

Vinho tinto seco leve :
Carnes vermelhas fritas ou grelhadas; Frango assado e cozido; Pizzas; Carpaccio de carne, Salgadinhos assados ou fritos; Bacalhau temperado acompanhado com legumes, batatas e molho; Paella.
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Vinho tinto seco encorpado:
Carnes assadas; Carnes de caça assadas, Queijos de mofo branco, como o brie, camembert ou caprice des dieux.
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Vinho tinto leve:
Massas com molho alho e óleo.
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Vinho tinto encorpado:
Queijos de massa dura, como provolone.
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Vinho tinto seco:
Massas com molho de tomates temperado; Massas com molho de ervas aromáticas; Massas com molho condimentado; Frios em geral; Queijos amarelos como edam, estepe, parmesão, gouda, gruyère.
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Vinho branco seco:
Massas com molho branco; Saladas em geral (também podem acompanhar vinho branco semi-seco ou vinho rosé refrescado); Entradas; Antepastos; Sardinhas; Queijos cremosos como Rambol; Sushi e sashimi (o vinho tem que ser frutado).
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Vinho branco seco leve:
Peixes em geral, sejam em postas ou filé; Fondues.
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Vinho branco seco encorpado:
Ostras e mariscos.
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Vinho branco doce: Fígado de ganso; Morangos; Bolos de natal ou panetones (acompanham também vinho tinto); Truta.
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Vinho Verde Branco:
Bacalhau grelhado ou assado.
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Vinho do Porto:
Frutas secas (podem acompanhar também o vinho Madeira); Bolos (acompanham também Jerez e Madeira); Queijos azuis como o roquefort; Sorvetes.
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Jerez:
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Jerez:
Sopas. 


Veja também:

Em referendo, suíços rejeitam férias de 6 semanas.

Só os suíços, mesmos!!! Abs.
Em referendo realizado neste domingo (11/03), os eleitores da Suíça rejeitaram o aumento das férias anuais pagas de quatro para seis semanas, padrão usado em países como Alemanha e Itália. "Ao rejeitar essa iniciativa, os cidadãos mantiveram o senso de realidade", disse Hans-Ulrich Bigler, diretor da União de Manufatura da Suíça, que reúne 300 mil empresas. A entidade estima que o custo da mão de obra teria uma elevação de 6 bilhões de francos suíços (US$ 6,52 bilhões) caso a medida fosse aprovada.
Outra medida submetida a referendo foi aprovada: a exigência de que não mais de 20% dos imóveis residenciais de qualquer cidade ou vila possam ser vendidos para ser casas de temporada. A medida visa a preservar recursos naturais e evitar uma alta dos preços dos imóveis residenciais e deverá afetar principalmente estrangeiros ricos, que costumam comprar chalés na Suíça para usar durante férias e feriados. Em toda a Suíça, cerca de 500 mil imóveis residenciais, ou 12% do total, têm ocupação apenas temporária.
A ministra do Meio Ambiente, Doris Leuthard, disse que o governo compartilha a preocupação quanto à dificuldade que muitos suíços enfrentam para encontrar moradias a preços acessíveis, enquanto "a taxa de ocupação das casas usadas como segundo imóvel" são baixas demais em várias regiões do país.
Por ampla maioria (87% a favor), os eleitores suíços também aprovaram uma emenda à Constituição para determinar que todos os lucros de loterias e atividades que envolvam apostas sejam destinados a esportes, cultura, meio ambiente e projetos sociais que beneficiem o público.
Vários dos referendos realizados neste domingo dizem respeito a questões locais. Em Genebra, sede de vários órgãos da ONU, os eleitores aprovaram restrições mais duras à realização de manifestações, que incluem uma multa de até 100 mil francos suíços para os participantes de protestos que não tiverem obtido permissão prévia da polícia.
Em Zurique, os eleitores aprovaram uma resolução que determina a remoção das casas de prostituição dos bairros residenciais e a construção de uma área própria para essa atividade, que na Suíça é legalizada e regulamentada. As informações são da Associated Press

sábado, 10 de março de 2012

O POBRE, O NEGRO, O GORDO E O MONGOLÓIDE.

 

Aqui no Brasil, sempre houve o mito de que não há preconceito. Afinal, todos convivem harmonicamente e não existem conflitos raciais em nosso país, não é? E eu concordo. Em nosso país,o que existe é o preconceito de aparência e classe social. Duvida? Eu te provo:

Durante a noite numa rua escura, um homem branco e bem vestido se aproxima sorrateiramente de você. Certamente você estranhará, mas pensará que é uma cantada, uma pessoa que trabalhou num escritório durante todo o dia e está cansada indo para casa ou milhares de outras coisas. Em última análise, você achará que é um ladrão.

Agora, se o mesmo homem branco apresentar-se vestindo um bermudão meio largo, uma toquinha, andando com um gingado estranho ou mal vestido. A primeira coisa que você pensará é: “Dancei”.
Se um negro aparece na televisão, dirige um carrão e mostra que é bem de vida é recebido alegremente em qualquer rodinha. Pois, com certeza, é “aquele” sambista ou pagodeiro de sucesso. Mas, se o mesmo negro aparecer na naquela rua escura a pé e mal vestido, seja você branco, negro, mulato ou oriental, você também (mesmo que lá no íntimo) vai se preocupar.

Se você vê um gordo na televisão, com dinheiro, falando vários idiomas e estourando de sucesso em várias mídias; você pensa: “Ele é fofo, charmoso e inteligente”. Agora se esse mesmo gordo, passa por você na rua e é mais um anônimo. Mesmo que ele seja gordo por uma doença ou distúrbio qualquer, você pensa: “Que feio! Ta assim porque é preguiçoso ou esganado”. Faça o teste, vá até uma lanchonete e observe. Se um magrelo comer seis “sandubas” seguidos, você se pegará pensando: “Tadinho, deve estar faminto”. Mas se um obeso pedir um segundo sanduíche… lá vem aquela vozinha: “É por isso que é uma baleia. Come pra caramba!”

Se a filha do Romário ou a atriz mirim da antiga novela da oito aparece, todos dizemos: “Nossa! Que lindinha!” Na realidade, quantos de nós gostaríamos de ter um filho com síndrome de Down? Tenho certeza de que ninguém. Mas se esse mesmo portador dessa Síndrome nascesse numa favela de pais pobres, seria ”aquele mongolóide“.

Inúmeros exemplos vivos estão a nossa frente todos os dias. Ou você acha que se o Ronaldo “O Fenômeno” morasse em Bento Ribeiro e trabalhasse de boy num escritório, mulheres lindíssimas cairiam aos seus pés. Ou o Ronaldinho Gaúcho, seria aclamado por milhares de mulheres nos estádios: “Lindo! Lindo! Lindo!” Jô Soares, se fosse pobre e mal falasse o português, seria endeusado por várias mulheres?
Há em nosso país uma grande hipocrisia. Importaram dos E.U.A. o termo “Afro-Americano” e lançaram o “Afro-Brasileiro” como uma condição de afirmação racial. Penso que esse termo é muito mais uma afirmação de segregação. Ninguém é “Afro-Isso”, “Ítalo-Aquilo”, “Luso-Aquilo Outro”, ou “Nipo-Sei Lá Das Contas”. Todos somos BRASILEIROS. Negros, brancos, amarelos, vermelhos, altos, baixos, gordos, magros, carecas, cabeludos ou de qualquer outra etnia ou aparência física.

A ciência, recentemente, jogou por terra todas essas definições estúpidas de raça. O D.N.A. não mente, somos todos iguais. Oriundos do mesmo “caldo” evolutivo e iremos para o mesmo buraco, onde apodreceremos e seremos digeridos e defecados por vermes e insetos.

O preconceito, qualquer que seja, é antes de tudo uma estupidez. Há negros de bom caráter, há negros de mau caráter, há brancos honestos, há brancos corruptos e ladrões, bem como ricos e pobres que são boas e más pessoas. O que deve prevalecer são os atos e os exemplos pelos quais se vive; e não sua aparência, classe social, cor da pele, religião, etc…

Preconceito = Pré–Conceito = Antes de ter um conceito = Antes de conhecer = Pura Burrice.

Preconceito, o mal que vive dentro do ser humano


O Homo sapiens destaca-se como a única espécie consciente de sua finitude, ciente de que um dia enfrentará a morte. Curiosamente, essa percepção não nos deteve diante dos desafios naturais que surgiram ao longo de nossa trajetória evolutiva. Em vez de simplesmente "curtir a vida" como muitos animais o fazem, questionando a lógica de buscar realizações ou aprimoramento quando a morte é inevitável, os seres humanos optaram por forjar uma narrativa de imortalidade e empreenderam uma jornada rumo à conquista do planeta.

Num estágio evolutivo considerável, apesar do breve período de nossa existência, a humanidade direciona sua atenção para o firmamento, ansiosa por desvendar os mistérios cósmicos e compreender as leis que governam os movimentos mais íntimos das estrelas. Acreditamos que somente ao desbravar esses segredos celestiais poderemos lançar-nos ao desconhecido, conquistar novas fronteiras e satisfazer nossa insaciável sede de conhecimento e curiosidade infinita.

Apesar de nossa evolução como espécie, comparativamente aos outros habitantes do planeta, o ser humano carrega consigo, no âmago de sua alma, um antigo flagelo que assolou nossa existência nos árduos anos de obscurantismo intelectual e ignorância que antecederam nosso estágio atual de evolução. Este flagelo é feroz, emergindo quando menos esperamos. Mesmo diante de pensamentos elevados e realizações notáveis, ele espreita nas profundezas de nossas almas e mentes. Ao menor indício de fragilidade, suas garras afiadas trespassam a carne e o espírito de nossos semelhantes, relegando-nos a um estado primitivo e animal do qual nos envergonhamos profundamente. Esse flagelo sagaz, voraz e implacável é o preconceito.

Cada um de nós carrega consigo algum grau de preconceito, que pode variar desde os mais repugnantes, como o preconceito racial (lembrando que raça é uma construção, não uma realidade biológica), de gênero, religião ou nacionalidade, até preconceitos menos impactantes, como aversões a certos alimentos, estilos de roupa, entre outros.

O preconceito está intrinsecamente entrelaçado com a condição humana, tão essencial quanto o ar que respiramos e as partículas cósmicas. Ele revela, essencialmente, duas facetas: a ignorância e o medo. Afinal, o desconhecido é a raiz de todos os nossos temores, e o preconceito é, de fato, seu descendente mais íntimo. É como um demônio interior que sussurra: "Se algo é desconhecido ou não compreendido, deve ser maligno; escape ou enfrente".

Contudo, se o preconceito surge do nosso receio do desconhecido, como podemos acalmar esse monstro interior e mantê-lo sob controle? Com o poder do conhecimento.

A luz da informação é capaz de dissipar as sombras mais profundas da ignorância, transformando o preconceito em algo vergonhoso e frágil. Quer um exemplo prático?

Em um passado distante, a Igreja proclamou que os negros eram descendentes de Caim e que sua cor de pele era uma "marca" imposta por Deus ao assassino do irmão. Essa crença estigmatizou os negros, negando-lhes alma e humanidade, assim como foi dito sobre os povos indígenas. A ignorância e a escuridão alimentaram um dos preconceitos mais cruéis.

Contudo, a luz da ciência desfez essas crenças, tornando o preconceito racial repulsivo e característico dos desinformados e insensatos. Ao evidenciar que não existem raças humanas distintas, apenas uma única raça humana, e ao demonstrar que todos compartilhamos uma ancestralidade africana comum, a ciência desmantelou as bases desse preconceito terrível, provando que, nesse aspecto, todos somos iguais.

O ser humano pode um dia explorar o espaço e maravilhar-se com as estrelas distantes em toda a sua grandiosidade. No entanto, para que isso se torne uma realidade, é imperativo que ele domine o mal que reside dentro de si. Eliminar para sempre e relegar ao mais profundo e inacessível canto de sua mente e espírito esse demônio impiedoso e nocivo que representa o pior em nós.

Pense nisso.

Preconceitos

"As mais lindas coisas da vida, não podem ser vistas nem tocadas mas sim sentidas pelo coração." Raqueli Paula
Preconceito é uma postura ou idéia pré-concebida, uma atitude de alienação a tudo aquilo que foge dos “padrões” de uma sociedade. As principais formas são: preconceito racial, social e sexual.


O preconceito racial é caracterizado pela convicção da existência de indivíduos com características físicas hereditárias, determinados traços de caráter e inteligência e manifestações culturais superiores a outros pertencentes a etnias diferentes. O preconceito racial, ou racismo, é uma violação aos direitos humanos, visto que fora utilizado para justificar a escravidão, o domínio de alguns povos sobre outros e as atrocidades que ocorreram ao longo da história.

Nas sociedades, o preconceito é desenvolvido a partir da busca, por parte das pessoas preconceituosas, em tentar localizar naquelas vítimas do preconceito o que lhes “faltam” para serem semelhantes à grande maioria. Podemos citar o exemplo da civilização grega, onde o bárbaro (estrangeiro) era o que "transgredia" toda a lei e costumes da época. Atualmente, um exemplo claro de discriminação e preconceito social é a existência de favelas e condomínios fechados tão próximos fisicamente e tão longes socialmente. Outra forma de preconceito muito comum é o sexual, o qual é baseado na discriminação devido à orientação sexual de cada indivíduo.


O preconceito leva à discriminação, à marginalização e à violência, uma vez que é baseado unicamente nas aparências e na empatia.

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