segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

PM prende três pessoas após “rolezinho” em shopping na zona leste de São Paulo


Blog Dag Vulpi – A Polícia Militar deteve três pessoas em uma ação para conter um tumulto na noite de ontem (11) no Shopping Metrô Itaquera. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), centenas de jovens promoveram quebra-quebra, furtos e roubos no centro comercial. O encontro foi um dos chamados rolezinhos, marcados para ocorrer em shoppings da Grande São Paulo. A polícia usou bombas de gás lacrimogêneo e cassetetes contra os adolescentes.

De acordo com a SSP, uma loja de jogos eletrônicos teve as portas arrombadas e parte da mercadoria roubada por pessoas portando pedaços de madeira. Dois jovens, de 15 e 19 anos, foram detidos com pedaços de pau. No entanto, nada foi encontrado com eles.

Caixa emite nota oficial contestando reportagem da IstoÉ


NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em relação à reportagem publicada na revista IstoÉ (confira AQUI), na edição deste final de semana, sobre o encerramento de contas irregulares, a Caixa Econômica Federal presta os seguintes esclarecimentos:

1 . A CAIXA reafirma que foram encerradas apenas contas de depósito com CPF ou CNPJ irregulares.

2 . Esse procedimento obedeceu a regulação expressa na Resolução CMN Nº 2.025/1993, na Circular Bacen Nº 3.006/2000 e na Carta-Circular Bacen Nº 3.372/2009, que determinam que seja efetuado o encerramento de contas com irregularidade cadastral.

3 . Antes de efetuar o encerramento, a CAIXA realizou iniciativas com o objetivo de identificar e regularizar as contas com irregularidades cadastrais relativas a CPF ou CNPJ. Entre as ações adotadas, a CAIXA realizou o bloqueio da movimentação das contas, com o objetivo de levar o cliente a entrar em contato com o banco e regularizar o seu cadastro. Somente após isso concluído e esgotados os esforços de identificação, iniciou-se o processo de encerramento.

4 . Mesmo com o encerramento das contas irregulares, os clientes sempre puderam e podem, em qualquer tempo, solicitar a retirada dos valores. Até novembro de 2013, 6.483 titulares de contas que haviam sido encerradas por erros de cadastro procuraram a CAIXA para ter acesso aos valores depositados. Todos foram prontamente atendidos.

IstoÉ e o confisco secreto da Caixa

Relatórios da Controladoria-Geral da União e do Banco Central mostram que a Caixa encerrou irregularmente mais de 525 mil contas poupança e usou o dinheiro para engordar seu lucro de 2012 em R$ 719 milhões

Por Claudio Dantas Sequeira
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Uma auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), órgão vinculado à Presidência da República, aponta que, em 2012, a Caixa Econômica Federal promoveu uma espécie de confisco secreto de milhares de cadernetas de poupança. Em um minucioso relatório composto por 87 páginas, os auditores da CGU revelam os detalhes da operação definida como ?sem respaldo legal?, que envolveu o encerramento de 525.527 contas sem movimentação por até três anos e com valores entre R$ 100 e R$ 5 mil. Os documentos obtidos por ISTOÉ mostram que o saldo dessas contas foi lançado, também de forma irregular, como lucro no balanço anual da Caixa, à revelia dos correntistas e do órgão regulador do sistema financeiro. No total, segundo o relatório da CGU, o ?confisco? soma R$ 719 milhões. O documento foi remetido à Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério da Fazenda e ao Banco Central e desde novembro auditores do BC se debruçam sobre a contabilidade da Caixa para apurar as responsabilidades. ISTOÉ também teve acesso a cinco pareceres do Banco Central que foram produzidos após as constatações feitas pela CGU. Em todos eles os técnicos concluem que a operação promovida em 2012 foi ilegal. No documento redigido em 4 de novembro do ano passado, o Departamento de Normas do BC (Denor) adverte que a operação examinada consiste em ?potencial risco de imagem para todo o Sistema Financeiro Nacional?.

sábado, 11 de janeiro de 2014

MP pode fechar Alstom no Brasil. mas e Matarazzo?


Ministério Público de São Paulo pedirá a dissolução da multinacional francesa Alstom no Brasil em razão do propinoduto nos trens; mas e os políticos envolvidos também no caso, como o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) e o conselheiro do TCE, Robson Marinho?; contra os dois pesam denúncias graves de recebimento de propinas milionárias, já apontadas pela PF e pelo MP; restará a impunidade?

O Ministério Público de São Paulo pedirá a dissolução da multinacional francesa Alstom no Brasil por causa da empresa ter se recusado a assinar um acordo pelo qual pagaria cerca de R$ 80 milhões para encerrar as investigações que apuram a suspeita de envolvimento no esquema de pagamento de propina para obter contratos com o governo de São Paulo na área de energia (Eletropaulo e EPTE) e transporte (Metrô e CPTM). A empresa recusou o acordo alegando que não há provas contra ela (leia mais aqui). Mas e quanto aos políticos envolvidos no caso, como por exemplo o vereador Andrea Matarazzo (PSDB), indiciado pela Polícia Federal por suspeita de corrupção passiva, no contrato de R$ 72 milhões para com a Alstom para compra de equipamentos para a EPTE? 

Pimentel condena terrorismo midiático


"Esse negócio de que os estrangeiros estão com medo de vir para o Brasil é conversa fiada, é só terrorismo", diz o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, que, na próxima semana, inaugura uma fábrica de semicondutores em Minas Gerais

Depois que a presidente Dilma Rousseff criticou a "guerra psicológica" movida por setores da sociedade contra a economia, o ministro Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, bateu na mesma tecla, condenando o que chamou de "terrorismo". "Esse negócio de que os estrangeiros estão com medo de vir para o Brasil é conversa fiada, é só terrorismo", disse ele.

Jornalista acusa Tarso de agir com "polícia política"


Do Brasil 247
"No seu governo, como fez antes no comando da Polícia Federal, no governo Lula, Tarso trata de usar a sua polícia como polícia política, destruindo reputações entre os adversários e enquadrando aliados", diz Políbio Braga; assista o vídeo no final da matéria

O jornalista Políbio Braga, que faz oposição ao PT no Rio Grande do Sul, acusa o governador Tarso Genro de agir com uma espécie de "polícia política", com o objetivo de destruir reputações.

Até quando o governador Tarso Genro afrontará o Rio Grande?

No comentário a seguir, o editor lembra que nas duas vezes em que o governo estadual anunciou operações policiais de grande porte para atacar membros do próprio governo, o governador Tarso Genro encontrava-se estrategicamente fora do País.

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