quarta-feira, 3 de julho de 2013

Projeto de "cura Gay" é retirado da pauta

Pelo Twitter, Marco Feliciano esbravejou contra o recuo do autor da proposta, falou em "perseguição", e prometeu:“Viremos com força dobrada”

A pedido do autor da proposta, deputado João Campos (PSDB-GO), a Câmara retirou da pauta, nesta terça-feira 2, a apreciação pelo plenário do projeto sobre a “cura gay”. O texto, aprovado na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Casa - presidida pelo pastor homofóbico Marco Feliciano (PSC-SP) - previa a revogação de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que impedia tratamento a quem tenta mudar a orientação sexual. O projeto era bombardeado pelos movimento de direitos humanos por atribuir, na prática, um caráter patológico à homossexualidade.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Governo propõe debate sobre coligações partidárias e fim da suplência de senador

Sugestões da presidenta Dilma Rousseff ao Congresso foram entregues nesta terça-feira. Entre os temas há a forma de financiamento das campanhas e o tipo de sistema eleitoral

O governo apresentou ao Congresso as sugestões de temas para a 
formulação do plebiscito sobre a reforma política. O documento foi 
entregue ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (à dir), 
pelo vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro da 
Justiça, José Eduardo Cardozo
O governo federal apresentou ao Congresso na tarde desta terça-feira 2 as sugestões de temas para a formulação do plebiscito sobre a reforma política. Os temas escolhidos foram a forma de financiamento das campanhas, do sistema eleitoral, a possibilidade do fim da suplência de senador, a manutenção das coligações partidárias e o fim do voto secreto nas votações do Congresso (Leia o texto da sugestão da presidenta Dilma Rousseff AQUI).
O documento foi entregue ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), pelo vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Temer ressaltou que a competência para elaboração do plebiscito é do Congresso Nacional. “O que o Executivo está fazendo é uma mera sugestão. Quem vai conduzir [o processo] do início até o fim é o Congresso”, frisou.

Congresso recebe sugestões sobre a reforma política

O governo apresentou ao Congresso, na manhã de terça-feira 2, as sugestões de temas para a formulação do plebiscito sobre a reforma política. São elas: a forma de financiamento das campanhas, do sistema eleitoral, a possibilidade do fim da suplência de senador, a manutenção das coligações partidárias e o fim do voto secreto nas votações do Congresso.
O documento foi entregue ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), pelo vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Temer ressaltou que a competência para elaboração do plebiscito é do Congresso Nacional. “O que o Executivo está fazendo é uma mera sugestão. Quem vai conduzir [o processo] do início até o fim é o Congresso”, frisou Temer.

Deputado Gildevan Fernandes consegue impedir votação do projeto que acabava com o pedágio da 3ª ponte

Publicado no Facebook por Débora Cardoso


Votação do projeto que acabava com o pedágio da 3ª ponte foi adiada! 

Gravem esse nome, graças ao deputado GILDEVAN FERNANDES, que pediu vistas do projeto na comissão de justiça da ALES, o projeto de decreto legislativo de autoria do deputado Euclério Sampaio que acabava com a cobrança do pedágio foi adiada a votação! Isso é uma afronta a população! 

Essa manobra regimental é uma afronta à sociedade capixaba.

Lafaiete Soares SANGUESSUGA...

Débora Cardoso Será que ele vai tentar fazer o que fez na CPI do Pó Preto Vitória ES?

Rogério Fraga Olhos e ouvidos nesse indivíduo que não nos representa. Volte para Pinheiros, pois aqui é a capital e voce está só fazendo gol contra no time de Vitória....

Beatriz De Broutelles Vcs tem que ter olhos e ouvidos em todos eles. Todos eles estiveram hoje no café da manhã com governador. Sabem para que? Para que acontecesse exatamente o que aconteceu. Outra coisa; eles sabem que essa lei não tem valor nenhum e é inconstitucional, portanto , não poderiam aprova-la. Fizeram do povo , mais uma vez de IDIOTAS.

José Carlos Ferreira 18h24: Segurança da Assembleia Legislativa diz que 50 manifestantes ocupam a sala da presidência e prometem ficar no local até amanhã pela manhã, quando a sessão em plenário tem início às 9h. Seguranças ficarão durante a noite no prédio para garantir a segurança de quem ficar no local.

Em defesa da radicalização democrática

Dez pontos sobre as manifestações que tomaram as ruas do País

Em Brasília, manifestantes pedem fim da corrupção no país

Por Ricardo Fabrino Mendonça*, no site Carta Capital

Tenho participado de alguns debates sobre as recentes manifestações que tomaram as ruas brasileiras e gostaria de vir a público me posicionar sobre alguns pontos. São dez.

1 - As manifestações atuais, como todo acontecimento histórico, são alvo de disputas simbólicas que incidem sobre seus próprios desdobramentos. Qualquer analista que cravar um diagnóstico nesse momento só pode fazê-lo com certo “achismo”. O momento é de refletir sobre as várias possibilidades abertas e de se engajar nessas disputas simbólicas. A ação que me parece mais interessante, no momento, é da defesa da radicalização democrática.

2 - Mas qual radicalização? Radicalização democrática só pode significar incremento do autogoverno. Para isso, é fundamental repensar as formas de participação dos cidadãos e a articulação entre várias formas de engajamento que permita que a polifonia cotidiana se faça ouvida. Ou seja, a radicalização não implica abrir mão de instituições políticas, mas requer repensá-las de maneira a possibilitar que a democracia não se restrinja ao voto e possa se adensar, realizando-se de forma contínua e efetiva. A radicalização democrática passa, necessariamente, pela discussão (1) das desigualdades (em suas várias facetas – classe, gênero, raça, orientação sexual, capacitismo – todas elas entrecruzadas); (2) do caráter do autogoverno em um mundo transnacionalizado; (3) da centralidade da comunicação para o aprofundamento da experiência democrática.

Barroso será relator do mensalão do PSDB-MG

Ação penal envolve o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e o senador Clésio Andrade (PMDB-MG). Eles são réus por peculato e lavagem de dinheiro


Luís Roberto Barroso ao tomar posse como novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) assumindo a cadeira deixada por Carlos Ayres Britto, completa o quorum do Supremo, que estava desfalcado desde novembro do ano passado. Ele foi a quarta indicação feita pela presidenta Dilma Rousseff para a mais alta corte do país.

Barroso ficará com os processos antes distribuídos a Joaquim Barbosa. São aproximadamente 8 mil. Quando um ministro assume a presidência, ele deixa todos os casos para quem deixa o cargo. No entanto, com a aposentadoria de Ayres Britto, os processos estavam sem relator.

Entre os casos, Barroso vai relatar as duas ações penais relacionadas ao mensalão do PSDB mineiro. Uma envolvendo o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e outra o senador Clésio Andrade (PMDB-MG). Ambos são réus por peculato e lavagem de dinheiro. As penas começam a prescrever a partir do ano que vem. As Informações são do Congresso em Foco.

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