segunda-feira, 8 de abril de 2013

O deputado que fala com o Espírito Santo


Por Urariano Mota
O deputado ou pastor Marco Feliciano, todos sabem,  preside até agora, contra a grita geral do Brasil, a Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados. Resta saber como o deputado/pastor possui uma linha exclusiva, de ligação direta com o Espírito Santo. Em mais de uma oportunidade, ele aparece como o Ele maior, pois declara no púlpito, no microfone, diante da câmera ou da câmara, tanto faz, pois tudo é instrumento para a Sua voz, de feliz Feliciano: “pela primeira vez na história desse Brasil, um pastor cheio do Espírito Santo conquistou o espaço que até ontem era dominado por Satanás". É como se o deputado fosse o próprio Espírito Santo.  

Não vem ao caso aqui lembrar os pecados de corrupção e de abuso de mandato cometidos por Feliciano, quando não está em uma das pessoas da Santíssima Trindade. Ou quando Lhes dá as costas, porque a ligação esteve interrompida. No momento, o que mais desperta a piedade, em toda a gente impura da terra, é o desequilíbrio  do deputado Marco Feliciano. Em uma entrevista, o divino pastor caído em desgraça para a maioria confessou:

“Eu sou filho de uma mulher que, por causa da pobreza... minha mãe houve um tempo na vida dela em que ela tinha uma pequena clínica de aborto. Uma clínica clandestina. Eu cresci no meio disso. Eu vi mulheres perderem os seus bebês assim e eu fiquei traumatizado por isso. Eu vi fetos serem arrancados de dentro de mulheres”.

Cabral impediu acordo sobre royalties favorável ao ES


'Arrogância do governador do Rio de Janeiro impediu fim do impasse que já dura três anos. Sérgio Cabral sempre achou que STF daria ganho de causa aos produtores'

Um acordo sobre a divisão dos royalties entre estados produtores e não produtores de petróleo chegou a ser fechado em Brasília, durante um jantar no Kubitschek Plaza Hotel com o governador Renato Casagrande (PSB).

Mas não prosperou devido à resistência do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). 

A revelação foi feita pelo deputado Marcelo Castro (PMDB/PI) principal líder dos estados não produtores e autor da PEC Nº 253 que visa assegurar fatia maior aos estados não produtores. 

A PEC dele (Proposta de Emenda Constitucional) já está tramitando na Câmara e semana que vem será instalada a Comissão Especial, como prevê o regimento. Também semana que vem o STF (Supremo Tribunal federal) deve se pronunciar sobre o tema, em resposta a Adin (Ação Di reta de Inconstitucionalidade) do Rio, ES e SP. 

A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO



No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala, ordena o
professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era
Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da
sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro:
dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha
um bom apetite e delicie-se com o capim.

Moral da História:
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.
Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou
acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...
E haja capim!!!

Envelhecer sim, ser indiferente ao amor jamais!



“Que eu envelheça...

Que na minha pele, possam surgir todas as possíveis rugas.

Mas, que meu coração, jamais fique indiferente ao amor.
Que eu nunca, perca o poder de demonstrar um gesto de ternura.” 

Raquel Free

Juiz proíbe aumento de 180% em plano de saúde


Um aumento de 181% em mensalidade de plano de saúde pode causar risco à integridade física do cliente, “diante de eventual cancelamento de seu plano por inadimplência”. O entendimento é do juiz Fabio de Souza Pimenta, da 32ª Vara Cível do Fórum Central de São Paulo, que deferiu liminar para que a Amil Assistência Médica Internacional não reajuste a mensalidade de uma cliente que completou 60 anos. O juiz determinou multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento.

No caso, a mulher possui contrato de plano de saúde desde 2003. Ao completar 60 anos em 2011, a empresa aumentou o valor da sua mensalidade em 181%, e alegou não existir irregularidade no reajuste, pois estava previsto em contrato.  Sem conhecimento da ilegalidade do reajuste, a consumidora permaneceu pagando as mensalidades abusivas desde então. Recentemente, no entanto, decidiu buscar judicialmente a revisão dos valores.

Representada pelo advogado Luciano Correia Bueno Brandão, do escritório Bueno Brandão Advocacia, ajuizou ação com o objetivo de afastar o reajuste, bem como o reembolso da diferença paga a maior desde então. O advogado explica que, de acordo com súmula do Tribunal de Justiça de São Paulo, o reajuste após os 60 anos é vetado mesmo para os contratos anteriores ao Estatuto do Idoso — a Lei 10.741/2003.

Deputados evangélicos defendem Feliciano em sessão solene


Deputados federais evangélicos defenderam nesta segunda-feira, em Brasília, a permanência do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Em sessão solene que homenageou a igreja evangélica Assembleia de Deus, alguns parlamentares elogiaram a “coragem” de Feliciano e defenderam o direito de um partido cristão presidir o colegiado. As informações são da Agência Câmara.

Sobre as acusações de que Marco Feliciano é racista e homofóbico, o deputado Takayama (PSC-PR), que sugeriu a sessão solene, disse que os pastores evangélicos amam os homossexuais, apesar de não amarem a prática. Takayama criticou as recentes manifestações ocorridas na Câmara contra Feliciano.

“O que não está correto é querer fazer baderna na Câmara, colocar ativistas para denegrir a imagem de um cristão. Nunca nos opomos a que simpatizantes dos homossexuais ocupassem a presidência de uma comissão. Agora, quando temos a oportunidade de colocar alguém em uma comissão, não podemos”, disse.

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