sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Porco-espinho ferido por pit bull morre após viagem para Campo Grande

Animal estava com ferimentos graves e teve o rabo dilacerado pelo cão.
Bicho seria tratado no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres.


O porco-espinho atacado por um cachorro da raça pit bull morreu depois de chegar à sede da Polícia Militar Ambiental (PMA), em Campo Grande. O bicho foi mordido pelo cão de guarda Mun-rá quando tentou entrar em uma oficina mecânica, em Coxim, na segunda-feira.

Após a briga, os dois animais ficaram feridos. Mun-rá levou mais de mil espetadas no rosto, patas, língua e teve que ser atendido por um veterinário. Ele continua internado em observação para não correr o risco de ter infecções.

Já o porco-espinho, de acordo com o major Edmilson Queiroz, comandante PMA, ficou machucado nas patas e no rabo. “Recebeu os primeiros atendimentos quando foi resgatado, mas não resistiu”, contou ao G1. O bicho seria levado para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras), em Campo Grande, para tratamento.

Ele explica que na verdade o animal era um ouriço, popularmente conhecido como porco-espinho. Se tratava de uma fêmea, que agora será empalhada para ações de educação ambiental.



Pit bull fica ferido em briga com porco-espinho



 Veterinária levou 4 horas para retirar 3 mil espinhos do corpo de Lampião.

Um cão da raça pit bull precisou de atendimento depois de ter sido ferido por um porco-espinho, em São Gabriel do Oeste, a 133 km de Campo Grande. O animal teve que ser sedado para a retirada de cerca de 3 mil espinhos. O caso é semelhante ao ocorrido na segunda-feira (20), em Coxim, a 243 km da capital, quando outro cão, da mesma raça, levou mais de mil espetadas de um ouriço-cacheiro.

O pit bull se chama Lampião e é um animal dócil, segundo o professor Ederson Wagner, 31 anos, proprietário do cão. Wagner disse ao G1 que deixa o animal na casa da avó e se assustou com a ligação dela, durante a madrugada. “Ela falou que o Lampião estava brigando com algum outro bicho”

O professor foi até a casa da avó achando que Lampião havia brigado com um gato. Quando chegou, o pit bull já estava com espinhos nas patas e em todo o rosto, inclusive na língua. “Quando vi a situação, já chamei a veterinária que cuida dele”.

A veterinária Mariana Chitolina teve que sedar o animal. Apesar de sempre ter sido dócil, Lampião estava irritado e poderia dificultar a retirada dos espinhos, por conta da dor que sentiria. “Ele é sempre dócil, até para dar a anestesia não foi preciso contê-lo”. O trabalho de retirada começou por volta da 1h e terminou às 5 horas.

Após passar o efeito da anestesia, Lampião foi liberado e foi para casa. Nesta manhã, Mariana iria até a casa da família para fazer a medicação nas marcas deixadas pelos espinhos. O porco-espinho que teria ferido o cão fugiu, segundo o professor.
Mun-Rá

Na segunda-feira, um caso parecido aconteceu em Coxim. O cão pit bull, chamado Mun-Rá, foi atacado e ficou com cerca de mil espinhos pelo rosto e nas patas. O ouriço-cacheiro que o atacou foi encontrado ferido e chegou a ser transportado para tratamento no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras), em Campo Grande, mas morreu durante a viagem. Mun-Rá estava internado até ontem (21), em observação.

A VERDADEIRA JUSTIÇA ELEITORAL É FEITA PELO ELEITOR

A cada dia fica mais evidenciado que nós cidadãos comuns e clamadores por justiça não podemos mais simplesmente esperar que ela seja feita somente por aqueles que as criam, interpretam e a aplicam.


Embora a utilização da Lei da Ficha Limpa prometesse um maior rigor na liberação dos candidatos, não é o que tem acontecido. E muitos candidatos a prefeito que acumulam condenações na Justiça foram liberados para a disputa deste ano.

Um bom exemplo da incoerência interpretativa ou impraticabilidade da lei por parte da justiça é o caso do prefeito afastado de Presidente Kennedy (litoral sul do Estado), Reginaldo Quinta (PTB).

A justiça eleitoral liberou a candidatura de um cidadão que se encontra preso por envolvimento num esquema de corrupção, esquema esse que teve projeção nacional - Operação Lee Oswald. Ora, há no mínimo incoerência da justiça neste caso, pois, se ele se encontra preso é sinal que a justiça possui provas contra ele, logo, a mesma justiça não poderia liberar a sua candidatura, pois se trata de um criminoso.

Não menos polêmico é o caso do ex-prefeito de Pinheiros e deputado estadual eleito pelo Partido Verde (PV), Gildevan Alves Fernandes. Neste caso o Ministério Público Eleitoral (MPE) havia recorrido da decisão de primeiro grau, alegando que o político, quando exercia o cargo de prefeito de Pinheiros, teve as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Espírito Santo. As irregularidades na Prefeitura de Pinheiros, em 2002, geraram superfaturamento de R$ 17.242,00 na compra de unidade móvel de saúde; em 2005, o superfaturamento foi de R$ 12.006,02, na aquisição de outro veículo semelhante. E a lista de ações contra Gildevan  na justiça é extensa.

A Justiça Federal, a pedido do Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES), condenou Gildevan por envolvimento no esquema de licitações irregulares para a compra de ambulâncias que ficou conhecido como Máfia dos Sanguessugas. A ação foi ajuizada em 29 de maio de 2009, e a sentença é do dia 1 de outubro.

O MPF/ES condenou Gildevan à perda da função pública que eventualmente estivesse ocupando no momento do trânsito em julgado da sentença; à suspensão dos direitos políticos por cinco anos; ao pagamento de multa em valor equivalente ao dobro do valor do dano, que deverá ser revertida em favor de instituição de assistência social preferencialmente localizada em Pinheiros; e ao ressarcimento integral do dano.

Ainda que os órgãos oficiais responsáveis pela interpretação e aplicação da Lei tenham ignorado as ilicitudes de muitos candidatos e liberado suas candidaturas, nós cidadãos comuns, porém portadores de uma arma valiosíssima que é o titulo de eleitor, poderemos enxergar e fazer as devidas correções nos erros deixados por nossa justiça que realmente às vezes é cega.

Documento para rescisão de contratos de trabalho terá novo modelo a partir de novembro


Os documentos para a rescisão de contratos de trabalho deverão seguir um novo modelo a partir de novembro. O Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT) deverá especificar detalhadamente as verbas rescisórias devidas ao trabalhador e as deduções. Se o documento não estiver de acordo com o novo modelo, não será autorizado o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), nas agências da Caixa Econômica Federal. O modelo vale também para a rescisão de contratos de trabalhadores domésticos.

Os empregadores têm até 31 de outubro para se adequar à regra. O novo modelo está disponível na página do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na internet e já pode ser usado.

No documento devem constar adicional noturno, de insalubridade e de periculosidade, horas extras, férias vencidas, aviso prévio indenizado, décimo terceiro salário, gorjetas, gratificações, salário família, comissões e multas. Também deverão ser discriminados valores de adiantamentos, pensões, contribuição à Previdência e Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

De acordo com o governo, o objetivo é facilitar a conferência dos valores pagos e devidos ao trabalhador.

TRE-RJ nega registro de candidatura de Rosinha Garotinho


O colegiado do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) negou, por 5 votos contra 1, o registro de candidatura à reeleição da prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosinha Garotinho (PR). A decisão foi com base na Lei da Ficha Limpa. Contra a ex-governadora do Rio de Janeiro, pesavam duas decisões colegiadas, proferidas no próprio TRE-RJ. Por isso, o tribunal a considerou inelegível para as eleições deste ano.

No último dia 2, Rosinha Garotinho tinha sido condenada pelo colegiado do Tribunal Regional Eleitoral por 4 votos a 2, deixando-a inelegível por três anos, contados a partir de 2008, ano em que foi denunciada por crimes de abuso do poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação durante campanha na eleição passada. Com o tempo de condenação prescreveu, Rosinha continuou no cargo.

O advogado de Rosinha, Francisco Pessanha, disse que a medida cabe recurso e amanhã (24) vai formalizar recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. O documento será entregue no próprio TRE-RJ que encaminhará o recurso para ser analisado pelo TSE.

Pitbull ataca e mata o próprio dono

Homem morre após sofrer ataque dos próprios cães da raça pitbull




Vítima de 40 anos tentou entrar em casa pulando o muro. Depois de atacar e arrancar a roupa dele, os cães não permitiram aproximação de bombeiros.

Em João Pessoa, Wellison Correia Simões, de 40 anos, perdeu as chaves de casa e tentou entrar pulando o muro. Ele foi atacado e morto pelos próprios cachorros, dois cães da raça pitbull. O barulho acordou os vizinhos no meio da madrugada. As imagens gravadas por um cinegrafista amador mostram a agonia, que durou quase duas horas.




Depois de atacar e arrancar a roupa da vítima, os cães, macho e fêmea da raça pitbull, não permitiram a aproximação dos bombeiros, que usaram até extintor de incêndio para tentar afastar os animais. “Nós pegamos carne temperada, o que fez com que eles desviassem a atenção. Usamos duas pistolas de fogos de artifício e, depois de um bom tempo, eles amenizaram”, diz o comerciante Angelo Cabral.

Segundo testemunhas, Wellison, que sofreu o ataque, e mais três amigos chegavam a casa por volta de 4h30 depois de passar a noite em uma festa. Como de costume, ele pulou o muro, usando um local como apoio. Mas, dessa vez, os cachorros não reconheceram o dono. O homem foi socorrido em um hospital, mas morreu durante a madrugada devido a gravidade dos ferimentos.

Ele teria bebido e o cheiro pode ter confundido os animais. “Muitas vezes isso exala um odor diferente do que os cães conhecem no proprietário. Isso pode acabar estimulando a agressividade”, explicou o veterinário Leonardo Leite.

Este teria sido o terceiro ataque dos cães. Nos dois primeiros, eles teriam impedido a entrada de ladrões. O comportamento agressivo, de acordo com o capitão Magno, que é treinador de cães da Policia Militar, essa não é característica da raça, mas da criação que eles receberam.

“Muitas pessoas começam a fazer um treinamento, achando que é só um treinamento, mas esquecem que, se o treinamento não for canalizado da forma certa, vai fazer com que o cão ache que pode morder tudo e a todos”, lembra o capitão Magno.

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