quarta-feira, 3 de julho de 2013

Prazo mínimo para plebiscito é 70 dias, indica TSE

Prazo vale entre 1º de julho e 8 de setembro "se tiverem início imediato as providências no sentido da realização da consulta"

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira 2 que o prazo mínimo necessário para realizar o plebiscito sobre a reforma política é 70 dias, a contar de 1º de julho a 8 de setembro (segundo domingo daquele mês), "se tiverem início imediato as providências no sentido da realização da consulta". O prazo foi definido em reunião que durou mais de três horas entre a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, e os presidentes dos 27 tribunais regionais eleitorais do País.

Como acabar com a corrupção - Por Irineu Tolentino

Por  Irineu Tolentino*

Às vezes tenho umas idéias meio malucas!

Faço essa publicação não pensando propriamente no seu emprego imediato, tal qual propostas, mas provocar um insight em quem tenha competência para a tomada das providências necessárias, ou mesmo servir de embrião para um estudo mais aprofundado.

Assim, refletindo sobre o nível alarmante de corrupção pelo Brasil, tive duas idéias geniais para acabar com isso (ou, no mínimo, reduzi-lo para patamares mais civilizados).

Projeto de "cura Gay" é retirado da pauta

Pelo Twitter, Marco Feliciano esbravejou contra o recuo do autor da proposta, falou em "perseguição", e prometeu:“Viremos com força dobrada”

A pedido do autor da proposta, deputado João Campos (PSDB-GO), a Câmara retirou da pauta, nesta terça-feira 2, a apreciação pelo plenário do projeto sobre a “cura gay”. O texto, aprovado na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Casa - presidida pelo pastor homofóbico Marco Feliciano (PSC-SP) - previa a revogação de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que impedia tratamento a quem tenta mudar a orientação sexual. O projeto era bombardeado pelos movimento de direitos humanos por atribuir, na prática, um caráter patológico à homossexualidade.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Governo propõe debate sobre coligações partidárias e fim da suplência de senador

Sugestões da presidenta Dilma Rousseff ao Congresso foram entregues nesta terça-feira. Entre os temas há a forma de financiamento das campanhas e o tipo de sistema eleitoral

O governo apresentou ao Congresso as sugestões de temas para a 
formulação do plebiscito sobre a reforma política. O documento foi 
entregue ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (à dir), 
pelo vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro da 
Justiça, José Eduardo Cardozo
O governo federal apresentou ao Congresso na tarde desta terça-feira 2 as sugestões de temas para a formulação do plebiscito sobre a reforma política. Os temas escolhidos foram a forma de financiamento das campanhas, do sistema eleitoral, a possibilidade do fim da suplência de senador, a manutenção das coligações partidárias e o fim do voto secreto nas votações do Congresso (Leia o texto da sugestão da presidenta Dilma Rousseff AQUI).
O documento foi entregue ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), pelo vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Temer ressaltou que a competência para elaboração do plebiscito é do Congresso Nacional. “O que o Executivo está fazendo é uma mera sugestão. Quem vai conduzir [o processo] do início até o fim é o Congresso”, frisou.

Congresso recebe sugestões sobre a reforma política

O governo apresentou ao Congresso, na manhã de terça-feira 2, as sugestões de temas para a formulação do plebiscito sobre a reforma política. São elas: a forma de financiamento das campanhas, do sistema eleitoral, a possibilidade do fim da suplência de senador, a manutenção das coligações partidárias e o fim do voto secreto nas votações do Congresso.
O documento foi entregue ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), pelo vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Temer ressaltou que a competência para elaboração do plebiscito é do Congresso Nacional. “O que o Executivo está fazendo é uma mera sugestão. Quem vai conduzir [o processo] do início até o fim é o Congresso”, frisou Temer.

Deputado Gildevan Fernandes consegue impedir votação do projeto que acabava com o pedágio da 3ª ponte

Publicado no Facebook por Débora Cardoso


Votação do projeto que acabava com o pedágio da 3ª ponte foi adiada! 

Gravem esse nome, graças ao deputado GILDEVAN FERNANDES, que pediu vistas do projeto na comissão de justiça da ALES, o projeto de decreto legislativo de autoria do deputado Euclério Sampaio que acabava com a cobrança do pedágio foi adiada a votação! Isso é uma afronta a população! 

Essa manobra regimental é uma afronta à sociedade capixaba.

Lafaiete Soares SANGUESSUGA...

Débora Cardoso Será que ele vai tentar fazer o que fez na CPI do Pó Preto Vitória ES?

Rogério Fraga Olhos e ouvidos nesse indivíduo que não nos representa. Volte para Pinheiros, pois aqui é a capital e voce está só fazendo gol contra no time de Vitória....

Beatriz De Broutelles Vcs tem que ter olhos e ouvidos em todos eles. Todos eles estiveram hoje no café da manhã com governador. Sabem para que? Para que acontecesse exatamente o que aconteceu. Outra coisa; eles sabem que essa lei não tem valor nenhum e é inconstitucional, portanto , não poderiam aprova-la. Fizeram do povo , mais uma vez de IDIOTAS.

José Carlos Ferreira 18h24: Segurança da Assembleia Legislativa diz que 50 manifestantes ocupam a sala da presidência e prometem ficar no local até amanhã pela manhã, quando a sessão em plenário tem início às 9h. Seguranças ficarão durante a noite no prédio para garantir a segurança de quem ficar no local.

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