terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Evolução da Economia Brasileira e do Mundo


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Flamengo aceita oferta da China para negociar o atacante Hernane

Hernane está de saída do Fla para o futebol chinês (Foto: Cahê Mota)
O Flamengo aceitou uma proposta do Shangai Shenhua, da China, e está finalizando a negociação de Hernane por US$ 5,7 milhões (cerca de R$ 13,5 milhões). O clube é o mesmo que recentemente adquiriu o zagueiro Paulo André, do Corinthians. Com a conclusão do negócio, o atacante já não deve enfrentar o Emelec, nesta quarta-feira, no Maracanã, pela fase de grupos da Taça Libertadores.

Depois de marcar 36 gols em 2013, Hernane entrou na mira de clubes do exterior e, em janeiro, o Rubro-Negro recebeu uma oferta de seis milhões de euros (R$ 19,5 milhões na cotação da época) do Al Jazira, dos Emirados Árabes. Ao Flamengo caberia metade deste valor, e a proposta acabou recusada por divergências na forma de pagamento. O valor da multa rescisória do jogador, que tem contrato até 28 de fevereiro de 2016, é de cerca de oito milhões de euros (R$ 26 milhões).

Jornal publica lista de homossexuais após lei antigay em Uganda

Homem lê edição desta terça-feira (25) do jornal 'Red Pepper' em Kampala, capital de Uganda (Foto: Stephen Wandera/AP)
Presidente promulgou lei que criminaliza a homossexualidade.
Lista tem nomes e fotos de 200 supostos gays famosos no país.

Um jornal publicou nesta terça-feira (25) o nome de 200 pessoas acusadas de serem homossexuais em Uganda, um dia depois que o presidente chamou os gays de "mercenários" e assinou uma rígida lei contra a homossexualidade.

"Descobertos!" é a manchete do jornal sensacionalista Red Pepper", que publica a foto dos supostos gays e suas ações homossexuais.

Black Blocs: 40 são investigados por comando de atos

Wagner Giudice, diretor do Deic
(Foto: Kleber Tomaz/G1)
Cerca de 40 pessoas são investigadas pela Polícia Civil por suspeita de comandarem a tática black bloc em manifestações violentas em São Paulo, segundo o diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), o delegado Wagner Giudice. Em entrevista ao G1 na segunda-feira (24), ele declarou que os suspeitos poderão ser indiciados por formação de quadrilha armada no inquérito que tenta associar os black blocs a uma organização criminosa.

“A pena para esse tipo de crime varia de quatro a oito anos de reclusão”, afirmou o delegado. O departamento integra a força-tarefa criada após os protestos de junho para, juntamente com a Polícia Militar e Ministério Público, coibir, deter, identificar e responsabilizar vândalos em manifestações violentas. 

Na Europa, Dilma avisa: "Venezuela não é Ucrânia"


Presidente Dilma Rousseff saiu em defesa da Venezuela e rechaçou comparações entre as manifestações no país sul-americano e a crise na Ucrância; "Não cabe ao Brasil discutir a história da Venezuela nem o que ela deve fazer, pois iria contra o que defendemos em termos de politica externa. É importante que se olhe para a Venezuela sempre do ponto de vista também dos efetivos ganhos sociais que eles tiveram nesse processo, em termos de saúde e de educação para o seu povo", afirmou; posição contrasta com a de seu adversário, o senador Aécio Neves; mais cedo, ele criticou a posição do Brasil em relação aos protestos no país parceiro

Os Desafios do Mediador em Conflitos Coletivos: Como Equilibrar Interesses e Emoções


 Por Dag Vulpi

A mediação em conflitos coletivos representa um dos maiores desafios profissionais na área de solução de disputas. Diferente da mediação individual, onde o mediador lida com duas partes claramente definidas, nos conflitos coletivos o profissional enfrenta uma complexa rede de interesses, relações de poder desiguais e intensas carga emocional. Este artigo explora as principais dificuldades e estratégias para mediações eficazes nesse contexto.

1. A Complexidade Ampliada nos Conflitos Coletivos
Em disputas envolvendo grupos, multiplicam-se exponencialmente as variáveis que o mediador deve considerar:

  • Múltiplos agentes com interesses divergentes

  • Hierarquias internas nem sempre explícitas

  • Diferentes níveis de envolvimento emocional

  • Pressões externas (políticas, midiáticas, sociais)

2. Obstáculos Específicos para o Mediador
2.1. Gestão de Emoções Coletivas
Ao contrário de conflitos individuais, onde as emoções são mais contidas, nos grupos ocorre o fenômeno da "carga emocional compartilhada", que pode:

  • Criar radicalização progressiva

  • Gerar efeito manada nas tomadas de decisão

  • Dificultar a racionalização do conflito

2.2. Assimetria de Poder
O mediador frequentemente se depara com:

  • Desequilíbrio na representatividade dos grupos

  • Lideranças informais não reconhecidas por todos

  • Tentativas de dominação do processo por subgrupos

3. Estratégias para Mediação Eficaz
3.1. Pré-mediação

  • Mapeamento minucioso de todos os atores envolvidos

  • Identificação de líderes formais e informais

  • Estabelecimento claro das regras do processo

3.2. Durante o Processo

  • Técnicas de equalização de participação

  • Uso de comunicação não-violenta

  • Sessões separadas quando necessário

  • Constante verificação de entendimento mútuo

3.3. Controle de Interferências Externas

  • Estabelecimento de pactos de confidencialidade

  • Delimitação clara de canais de comunicação

  • Neutralização de tentativas de politização do conflito

Conclusão
A mediação em conflitos coletivos exige do profissional muito mais do que o domínio técnico das ferramentas de conciliação. Requer:

  • Aguda percepção das dinâmicas grupais

  • Paciência estratégica

  • Coragem para gerenciar desequilíbrios de poder

  • Criatividade para encontrar soluções inclusivas

Embora desafiador, o trabalho do mediador em tais situações é fundamental para transformar conflitos destrutivos em oportunidades de crescimento coletivo e reorganização social.

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