quinta-feira, 4 de junho de 2015

Facebook: dicas para saber se seu amigo é um fake




Via pena Digital

Conforme pesquisa realizada em 2012, mais de 8% dos perfis no Facebook eram fakes, totalizando mais de 83 milhões de perfis.
 
A partir de outro estudo, divulgou-se que 97% dos fakes indicavam ser do sexo feminino, e 58% desses dizem ser bissexuais. Os perfis reais são formados por 40% de público feminino: veja o que postei naquele artigo é só uma dica de como saber se o seu "amigo" é um fake. Não se precisa, porém, de grandes conhecimentos ou truques digitais para se concluir que uma pessoa é ou não quem diz que é.

Vamos a algumas dicas simples e importantes:
 
- o indivíduo não publica muitas fotos de si próprio, ou, usando a palavra do momento, não publica selfies;

- o indivíduo não publica foto dele com amigos;

- as fotos que possui em sua galeria são de paisagens, desenhos, frases e pensamentos etc.;

- os fakes, ao contrário dos perfis reais, procuram deixar suas fotos disponíveis para qualquer pessoa;
 
- ele não costuma atualizar com frequência seus perfis;
 
- eles não possuem vários amigos com quem conversam sobre determinado fato que conviveram no dia anterior, na semana passada, ou uma festa que participaram, etc.;
 
- o indivíduo não possui vários amigos que demonstram que o conhecem;
 
- desconfie de perfis criados recentemente, mas que já possuem uma enorme relação de amigos, dos mais diferentes lugares do país;
 
- o indivíduo não mostra fotos da cidade em que mora;
 
- dificilmente você encontrará um fake que não seja esteticamente bonito;
 
- pode ser que mostre fotos com amigos, mas não indica quem são, e nem esses amigos compartilham as fotos ou comentam sobre elas;
 
- se menciona ter parentes, cuidado para não acreditar naqueles perfis que estão vinculados a esses parentes, pois também podem ser fakes. Siga as mesmas dicas acima para saber se esses "parentes" não são fakes;
 
- se você está se relacionando com uma pessoa (namorado, amigo confidencial) sem ter certeza quem ela seja, tome muito cuidado. Por segurança, não inicie um relação dessa sem ter certeza se a pessoa é quem diz ser;
 
- se num relacionamento via Facebook, a pessoa não quer enviar fotos feitas naquele momento que conversa com você, ela poderá estar escondendo algo, levando à sugestão de ser ela um fake;
 
- o fato de ter no perfil de seu amigo fotos que você não consegue encontrar através da dica que postei no artigo acima mencionado não quer dizer que ele NÃO seja um fake. Fotos que nunca foram postadas na web podem ser usadas nos perfis, sem serem da pessoa que possui esse perfil. Por exemplo: fotos de câmera ou pen drive ou CD furtados/perdidos. As fotos existentes nesses objetos passam a ser usadas como se fosse da pessoa que se apropriou delas, usando-as em seu perfil fake.
 
Não busque uma prova para sua dúvida; procure fazer amizade/ter relacionamento com quem prove ser quem diz ser.

Como saber se um perfil é fake


Via Pena Digital

Durante o período eleitoral, aumentou muito no Twitter e Facebook pessoas que dizem ser quem não são. Ou seja, inventam um nome e incluem no perfil uma foto de uma pessoa qualquer - geralmente estrangeira. Pronto. Há um nome e um rosto. Foi criado um perfil falso (fake).

Agora, faltam os "amigos" para iniciarem a divulgação de fatos não verdadeiros ou para praticarem crimes contra a honra ou para qualquer outra finalidade.

Pelo que se suspeita, os criadores desses fakes utilizados para divulgação de conteúdo político são indivíduos filiados a partidos que não têm coragem de fazer críticas usando seus próprios nomes. Se elas fossem coerentes e tivessem como objetivo contribuir para que tivéssemos uma cidade melhor, seria possível aceitá-los em nossas redes sociais. Entretanto, sabemos que o interesse é estritamente pessoal, partidário e oportunista, quando não criminoso.

Mas como saber se o "amigo" que você aceitou no Facebook ou Twitter é um fake?

Para quem não sabe como descobrir um fake através do Google, vou explicar como se faz.

Primeiramente, vamos a uma dica: só aceite os "amigos" que possuem um rosto ou que você saiba quem é o indivíduo que está representado pela imagem ou desenho usado na identificação.

Caso você não conheça o rosto ou o nome, faça o seguinte:


1) Acesse o perfil do indivíduo que solicita amizade;


Este é um perfil fake que está sendo usado em Imbituba


2) copie a imagem (botão direito do mouse - copiar imagem) da pessoa mostrada no perfil da rede social;



3) acesse o site do Google e escolha a opção imagem;


4) na barra de pesquisa, clique no ícone que representa uma câmera fotográfica;


5) cole a imagem copiada na nova barra de pesquisas que acabou de abrir;


6) a imagem será convertida em um endereço, como você poderá ver abaixo, neste exemplo. Clique em pesquisar;



7) com os resultados que aparecerem, você poderá saber se aquela imagem é mesmo da pessoa daquele perfil ou se ela foi copiada de algum local da web.



Veja que aparecem na web várias fotos dessa pessoa, a qual é um cantor mexicano, de nome Raul Sandoval.

Se você, porém, mesmo sabendo que ele é um fake, gosta de ler o que ele posta no perfil e, ainda, compartilha o conteúdo, plagiarei Sílvio Santos: "é por sua conta e risco". Saiba que você está sendo conivente com atitudes ilegais, como também, em vários casos, compartilhando crimes contra a honra.

Para quem deseja ter em sua lista de "amigos" apenas indivíduos existentes no mundo real, tome os cuidados expostos acima, evitando surpresas desagradáveis.

Se quiser tomar uma atitude ainda mais correta, denuncie.

Para a rede Facebook, acesse este link: http://www.facebook.com/help
Para o Twitter, acesse o link : https://support.twitter.com/forms/impersonation

As denúncias podem ser feitas a respeito de qualquer outro fato, como importunação a você, ou que esteja no rol das violações às políticas adotadas pelas respectivas redes sociais.

Em razão das quase 10 mil visitas recebidas neste artigo, copiado por diversos blogs e bastante compartilhado nas redes sociais, além dos emails que recebo solicitando algum esclarecimento a mais, gostaria de acrescer algumas informações que podem ser úteis a quem buscou aqui uma resposta a seu objetivo.

O fato de você não encontrar na internet uma imagem igual à do perfil que você questiona, não significa que o perfil não seja um fake. O que mostrei neste artigo foi apenas um modo de se tirar a dúvida, a qual poderá não ser sanada nunca, a não ser que você mantenha contato pessoal e visual com o seu(ua) amigo(a).

Outras dicas úteis: não busque pesquisar apenas a foto do perfil, mas outras que estejam em álbuns do perfil; duvide do perfil que não tenha atualização constante ou que pouco fala de sua vida cotidiana.

Se alguém tiver mais alguma dica, favor enviar para acrescentar ao artigo.

A perseguição ao PT lembra a que vitimou os comunistas no final da década de 1940


Por Conceição Lemes no VIOMUNDO

Em 26 de maio de 2015, numa votação histórica, o Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou a doação empresarial para campanhas eleitorais de  partidos e políticos.  Foram 264 votos favoráveis, 207 contrários e quatro abstenções. Por se tratar de proposta de emenda constitucional, eram necessários 307 votos a favor.

27 de maio de 2015. Numa manobra do presidente da Casa, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o Plenário foi levado a votar novamente o financiamento empresarial a partidos.

Com o apoio de 46 deputados federais do PSDB, a Câmara aprovou por 330 votos a favor e 141 um absurdo. Colocar na Constituição Federal de 1988 a doação empresarial a partidos. Magicamente um contingente significativo de parlamentares “altera a sua posição”, para aprovar o que havia rejeitado no dia anterior.

Resultado: a constitucionalização da doação empresarial a partidos é ilegalmente aprovada em primeiro turno pela Câmara dos Deputados.

Em 28 de maio, 63 deputados de seis partidos – PT, PSOL, PCdoB, PSB, PROS, PPS – entraram com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a anulação dessa votação por três graves violações da Constituição Federal: o inciso I, o parágrafo  5º e o parágrafo 4º, incisos II e IV, do artigo 60 da Constituição Federal. A relatora é a ministra Rosa Weber.

Ricardo Teixeira, o homem-bomba que a Globo não quer ver indiciado


Por Luiz Carlos Azenha no VIOMUNDO

Anos 2000. A International Sport and Leisure (ISL) corre o risco de falir. A empresa havia sido criada por Horst Dassler, o magnata alemão herdeiro da Adidas. Foi o homem que ajudou a inventar o marketing esportivo: assumir um evento, empacotar comercialmente e vender a emissoras de televisão, já com os patrocinadores definidos.

Hoje sabemos que a ISL dominou o mercado à custa de dezenas de milhões de dólares em propinas. O homem da mala de Dassler era Jean Marie Weber. O encarregado de molhar a mão da cartolagem e garantir os direitos de TV e de marketing que eram das federações.

Foi o esquema da ISL que enriqueceu João Havelange e Ricardo Teixeira. Na casa dos milhões e milhões de dólares. Mostramos no Brasil — modéstia à parte, pela primeira vez — a relação entre as datas de pagamento das propinas e o enriquecimento de Teixeira. Está tudo em O Lado Sujo do Futebol.

Voltemos à ISL. Fustigada por concorrentes, deu passo maior que as pernas, sem contar a drenagem do dinheiro que destinava à corrupção. No desespero, fez um pedido à Globo Overseas, dos irmãos Marinho. Queria um empréstimo. A Globo concordou em fazer um adiantamento de uma parcela devida, relativa a direitos de TV da Copa do Mundo, com 13% de desconto. Assim foi feito.

Mas, a FIFA chiou, já que não recebeu da ISL o repasse que lhe era devido. Foi à Justiça. O caso resultou numa ação contra seis executivos da ISL, inclusive o homem da mala. A Globo foi ouvida no caso. No dia 26 de agosto de 2001, o todo-poderoso do futebol global, Marcelo Campos Pinto, deu depoimento.

Não era objeto daquele caso investigar a Globo. Como não é agora, com os cartolas presos em Zurique. Mas aquele primeiro caso colocou a bola para rolar. Foi resultante dele a investigação subsequente, do promotor Thomas Hildbrand, que acabou com um acordo envolvendo Teixeira e Havelange. Eles devolveram parte do dinheiro recebido como propina e ficou por isso mesmo. Não admitiram culpa, mas o meticuloso trabalho de Hildbrand seguiu o dinheiro e constatou sem sombra de dúvidas o propinoduto na casa das dezenas de milhões de dólares.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Proposta de financiamento de campanha com recursos dos próprios candidatos










"Enquanto empresários se sentirem livres para ajudar a eleger políticos, a corrupção estará garantida"
(Jorge Hage).

Por Dag Vulpi  - editado em 07/06/2015 às 12:50 hs.

Sou contrário a qualquer tipo de financiamento de campanhas eleitorais, sejam eles públicos ou privados. Penso que o mais justo seria que cada candidato bancasse a própria campanha, afinal ele é, ou ao menos deveria ser, o maior interessado no mandato.

Certamente que em sendo os candidatos os únicos financiadores de suas próprias campanhas, haveria uma discrepância nos valores a serem investidos, já que, evidencia-se que os candidatos com maior poder econômico fariam um investimento maior, dadas às suas possibilidades, por outro lado, os candidatos menos abonados não teriam igual sorte no volume de dinheiro investido e, é neste ponto que apresento para essa proposta um fator que irá equilibrar as capacidades de investimento entre todos os candidatos.

Muito bem, para evitar o desequilíbrio de investimento entre campanhas de candidatos com potenciais econômicos diferenciados, sugiro que seja introduzido um fator limitador, de forma a impedir que o poder econômico de um candidato venha a ser o maior diferencial entre os concorrentes ao pleito.

Esse fator que tem por propósito tornar as campanhas eleitorais mais justas economicamente, seria a limitação dos gastos de todos os candidatos com base no menor valor apresentado entre todos os candidatos que concorrerão a uma mesma vaga. Por exemplo, os candidatos que concorreriam à vereança de uma determinada cidade, teriam o limite de gasto de suas campanhas balizado pelo menor valor apresentado entre todos os concorrentes daquele pleito.

Essa proposta tem por objetivo tornar as campanhas eleitorais mais justas, ao menos financeiramente, portanto, não permitirá que um candidato tenha uma campanha com valores maiores ou menores que os dos demais, porém, para não cercear o direito daqueles que possuem um poder econômico maior e que considerarem o fator limitador um valor muito baixo, propõe-se que seja concedido para aqueles o direito de contribuir para as campanhas dos candidatos menos favorecidos financeiramente, de forma a aumentar o valor do fator limitador que, consequentemente, aumentará também o valor de  investimento de todos os demais candidatos.

Seguindo na mesma linha de raciocínio, onde é priorizada a ideia de que quem deve financiar as suas campanhas sejam os próprios políticos, poderia também ser considerada a hipótese de propor que sejam os políticos com mandatos que financiem as campanhas eleitorais seguintes, ou seja, todo político que se eleger teria que, durante os quatro anos do seu mandato, contribuírem mensalmente com determinada porcentagem de seus vencimentos para um fundo de campanha eleitoral. Seria desse fundo que sairiam as verbas para o financiamento das campanhas eleitorais de todos os candidatos do pleito seguinte. Os valores seriam rateados em proporções iguais entre todos os candidatos de todas as legendas. Essa forma de financiamento poderia inclusive ser considerado um financiamento público de campanha, já que a verba tem sua origem nos vencimentos de cargos públicos

Entendo que essa seria uma forma de equilibrar as campanhas e acabar com os fraudulentos financiamentos de campanha, tornando as disputas eleitorais mais justas e sem que haja necessidade de doações de empresas privadas ou do desperdício do dinheiro público.

Curió, canto e piados para esquentar e ensinar o seu.

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