segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Diplomatas dos EUA têm 48 horas para deixar Venezuela, diz chanceler

O chanceler venezuelano, Elías Jaua, informou que a partir de hoje (17) os diplomatas americanos Breean Marie Mc Cusker, Jeffrey Gordon Elsen e Kristopher Lee Clark terão 48 horas para deixar o país, após terem sido declarados ontem (16) personae non gratae na Venezuela, acusados de apoiar atos violentos das manifestações estudantis que ocorrem desde a semana passada.

Em pronunciamento, Jaua disse que o governo venezuelano teve acesso a cópias de e-mailstrocados entre os funcionários americanos e estudantes, o que comprova que os Estados Unidos estão “financiando os grupos violentos que atuam nas manifestações”. O chanceler apresentou dados sobre um suposto plano da embaixada norte-americana, organizado e promovido para financiar os atos violentos e desencadear uma crise política no país. Ele mostrou três documentos do Wikileaks, pertencentes ao serviço de inteligência dos Estados Unidos, com data anterior aos atos desta semana, datados de 2010 e 2011.

Comissão da Verdade ou da Internacional Socialista?


Em evento oficial da Comissão da Verdade no Rio, com agentes públicos e a presença da ministra Maria do Rosário, ao invés de tocarem o hino do Brasil, coral de jovens cantam com o punho direito estendido a “Internacional Socialista” o hino comunista .

Trata-se do hino oficial dos comunistas, que chegou a ser adotado pela antiga União Soviética. A URSS, para quem não lembra, tem em seu currículo mais de 20 milhões de mortos inocentes. Lênin, Stalin, Pol-Pot e Mao Tse-Tung fazem Hitler parecer um mero aprendiz de carniceiro.

Confira no vídeo abaixo que foi extraído do UOL Mais.



Educação é o caminho para transformação do país, defende Dilma


Ao participar, hoje (17), de cerimônia de formatura do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), em Governador Valadares (MG), a presidenta Dilma Rousseff disse que é preciso garantir igualdade de oportunidades de formação aos cidadãos e destacou a educação como o caminho para a transformação do país. A cerimônia oficializou a capacitação de 1.254 alunos de baixa renda.

Líder da oposição venezuelana se apresentará à Justiça


O líder do partido de direita Vontade Popular, Leopoldo López, anunciou que se apresentará à Justiça venezuelana amanhã (18), após realizar nova marcha contra o governo de Nicolás Maduro. Em vídeo divulgado ontem (16), no Twitter, López disse não ter cometido crime algum, mas que - mesmo assim -  se apresentará à Justiça do país.

Black bloc de SP vai radicalizar na Copa


Por Fabiana Cambricoli, do 
Mesmo após o uso de um rojão causar a morte do cinegrafista Santiago Andrade em um protesto no Rio, os adeptos da tática black bloc, em São Paulo, prometem radicalizar durante as manifestações contra a Copa do Mundo e não descartam nem mesmo ataques contra delegações de times estrangeiros.

"Nossa tática nunca foi ferir civis, mas, se não formos ouvidos, a gente vai dar susto em gringo. Não queremos machucar, mas se for preciso 'tacar' (coquetel) molotov em ônibus de delegação ou em hotel em que as seleções vão ficar, a gente vai fazer", disse, em entrevista ao Estado, o estudante Pedro (nome fictício), adepto da tática em São Paulo.

O movimento ‘Não Vai Ter Copa’ promete ser um fiasco de autenticidade

A Sociedade brasileira aprova e participa de manifestos legítimos e pacíficos, mas é terminantemente contrária a manifestações com viés político e com atos de vandalismo. Blog Dag Vulpi
Por Dag Vulpi

O movimento contrário à realização da copa que vem sendo orquestrado nas redes sociais poderá até acontecer, porém, caso ele ocorra, será um manifesto com conotação exclusivamente política, e que certamente não contará com a participação e apoio da sociedade. O tempo e as decepções ensinaram ao cidadão brasileiro a fazer suas reivindicações, e melhor, com a legitimidade de não serem induzidos pelos interesses desta ou daquela corrente política. 

Basta retrocedermos alguns meses e recordarmos de quando o povão semipolitizado que deu origem, força e legitimidade aos manifestos de junho passado, deixaram bem claro seu repudio e não aceitaram que partidos políticos se infiltrassem no manifesto, pois, sabiamente entendiam que a população em geral passaria a enxerga-los não como legítimos representantes do interesse de todo o povo brasileiro, mas sim, numa passeata de um grupo de simpatizantes de determinada ideologia, com objetivos exclusivamente políticos, mesmo por que, se existe algo que os políticos fazem muito bem é contribuir para que os eleitores, “brandindo o gládio e erguendo as hastas” destruam a imagem de seus próprios sonhos e neles desacreditem para sempre. 

Depois da eclosão do movimento, começaram as trocas de acusações entre políticos, gente que queria apadrinhar-se do fato e ficou exposta a falta de tato das autoridades e das polícias para se lidar com manifestações populares. A polícia dividia-se em dois extremos – ou descia o cacete indiscriminadamente ou ficava passiva diante dos atos de vandalismo -, enquanto os políticos assumiam que era preciso ouvir a voz das ruas e pregavam mudanças. O problema é que, na opinião do povo, quem deve mudar são eles, os políticos. 

Urariano Mota 
escreveu na época dos manifestos "O protesto virou um happening. É a maior festa do Face. Um evento de sucesso. Mas a “juventude indignada” é mais que um movimento nascido no Facebook. Além de ser o que dele falam alguns sociólogos, quando o veem como resultado das condições sociais e econômicas do Brasil, os protestos nas ruas parecem ser, de imediato, um acúmulo da doutrinação da mídia que, à semelhança de música do hit parade, martelou denúncias diárias e frequentes do mensalão, na fúria contra os governos Lula e Dilma. Ele, o espantalho Lula/Dilma, com as suas bolsa família, perdão, Bolsa esmola e prounis, ameaçou diminuir o poder secular da elite brasileira. Mas como pode um protesto de jovens ser conservador, pois tudo que é jovem é novo e belo, pois não? Como poderia um protesto contra o mundo  se voltar contra governos à esquerda?" Escreveu ele. 

A infeliz ocorrência nos manifestos deste ano que resultou na morte do cinegrafista da Band foi mais um motivador para afastar de vez os cidadãos comuns deste tipo truculento de manifesto. E fez com que, ao Invés do apoio, estes grupos tivessem a desaprovação da sociedade, voltando-se de vez contra este tipo de manifestos liderados por estes grupos que se autodenominam black blocs.

A partir do momento em que os manifestos passaram a valer-se de táticas baseadas no vandalismo os cidadãos de bem não se sentiram mais seguros para manifestarem-se, e optaram por se afastar das ruas, pois não pactuavam com aquela forma de fazer reivindicações, voltando-se contra o manifesto que eles deram inicio e apoiavam incondicionalmente. 

Ficou mais que evidente que a sociedade jamais participará ou apoiará manifestos dos quais ela não compactua, e a participação de partidos políticos e a infiltração de grupos que fazem uso de força excessiva são razões evidentes para sua desaprovação.

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