sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Jovem é amarrado a poste após assaltar lanchonete em Santa Catarina

Fato aconteceu na tarde desta quinta (13). Outro rapaz que participava do assalto conseguiu fugir com R$ 2 mil


Um rapaz de 26 anos foi agredido e amarrado a um poste em Itajaí, Santa Catarina, na tarde desta quinta-feira (13), após assaltar uma lanchonete. A ocorrência aconteceu por volta das 14h, de acordo com informações da Polícia Militar (PM).

Durante a tentativa de fuga, o rapaz estava desarmado e foi detido por populares e recebeu socos e pontapés até sangrar. Ainda segundo a PM, outro jovem o acompanhava no assalto, mas conseguiu fugir do local levando R$ 2 mil do estabelecimento.


O jovem foi encaminhado para uma unidade de pronto-atendimento do município com a ajuda do Corpo de Bombeiros Militar, onde foi medicado e depois foi conduzido para o presídio da Canhanduba, em Itajaí. A PM informou também que fez buscas pela localidade onde aconteceu o assalto, mas o outro suspeito permanece foragido.

Ramona quer indenização de R$ 149 mil do governo


Médica cubana que deixou o programa Mais Médicos entrou com ação, com ajuda do DEM, para receber R$ 69 mil reais com relação a questões trabalhistas, com mais R$ 80 mil por danos morais; Ramona Rodríguez quer a diferença dos salários entre cubanos e outros estrangeiros durante o tempo que trabalhou no Pará

Tratamento diferenciado dado a Jefferson incomoda ministros do STF


Pesos e medidas

Curioso discernimento do presidente do STF, Joaquim Barbosa, de ainda não ter determinado prisão de Roberto Jefferson em decorrência da Ação Penal 470, começa a incomodar seus pares na corte suprema; segundo o iG, "a interlocutores, eles (os ministros) criticam o tratamento diferenciado dado a Jefferson"; mas "também há os defensores de Barbosa. Na visão deles, o ministro tem tomado todas as precauções para determinar a prisão de Jefferson e evitar eventuais erros"; dessa forma, fica questionável o comportamento de Barbosa sobre os demais réus; será que houve a mesma cautela para não haver 'erros' na prisão de outros condenados?

Delegado pede prisão preventiva de suspeitos de morte de cinegrafista

O delegado Maurício Luciano pede a prisão 
preventiva dos dois suspeitos de acender o rojão que 
matou o cinegrafista Santiago Andrade Fernando 
Frazão/Arquivo Agência Brasil
O delegado titular da 17ª Delegacia de Polícia, em São Cristóvão, Maurício Luciano, vai pedir hoje (14) a substituição da prisão temporária para preventiva dos dois suspeitos de acender o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade da TV Bandeirantes, durante manifestação no centro do Rio no último dia 6.

A prisão temporária estipula um prazo de 30 dias para soltura do suspeito. Na preventiva, ele pode ficar detido até a data do julgamento.

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, o delegado vai entregar hoje, às 15h, à 8ª Promotoria de Investigação Penal, do Ministério Público do estado, o inquérito que investiga a morte do cinegrafista.

Caio Silva de Souza e Fábio Raposo já estão presos no Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste.



PSTU e PSOL negam financiamento a manifestantes

Os partidos também afirmam que não têm relação com suspeitos de lançar rojão em cinegrafista

O PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) e o PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) divulgaram notas em que negam qualquer ligação com os manifestantes que adotam a tática black bloc e promovem vandalismo durante os protestos.

O PSTU também negou ter relação com os dois rapazes presos sob acusação de terem lançado o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade.

"Nas manifestações do ano passado, o PSTU foi o único partido de esquerda a contestar e discordar publicamente dos métodos empregados por estes setores do movimento social. Exigimos que se apure a denúncia de financiamento desses jovens. Se eles receberam dinheiro para agirem como provocadores, exigimos que se diga quem os financiou. Não só quem financiou esses jovens, mas quem financia a defesa da dupla acusado-delator", afirma a nota.

Suspeito confirma esquema para financiar protestos

Em depoimento à polícia, Caio afirma existência de financiadores de protesto

Ativistas que discordam da prática teriam divulgado prestação de contas em rede social

Caio disse à polícia que já lhe ofereceram dinheiro
 para atuar em manifestações do Rio
Carlos Moraes / Agência O Dia
Em depoimento à polícia, o manifestante Caio Silva de Souza, suspeito de acender o rojão que atingiu o cinegrafista da Band, confirmou a existência de um esquema de aliciamento de jovens para protestos do Rio. Ele contou que já foi convidado para participar de manifestações de forma remunerada e que viu uma prestação de contas nas páginas do Black Bloc verdade e Anonymous, no Facebook.

Souza afirmou não conhecer os responsáveis pela prática, mas que eles aparecem em protestos e, em caso de dificuldades financeiras do manifestante, oferecem dinheiro da passagem e quentinhas.

Segundo o jovem, ele não foi chamado pela ativista Elisa Quadros, conhecida como Sininho, para participar dos protestos. Mas Souza conta que ela organiza protestos e "ajuda a manipular a forma como a manifestação vai acontecer", apesar de não ser a líder.

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