terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O peso da sonegação - os vazamentos do dinheiro público

As eleições nos custam R$ 2 bilhões, é até pouca coisa. Mas a manipulação permitida nos custa centenas de bilhões por meio dos mecanismos que se tornaram legais ou de difícil controle judiciário. A deformação do sistema tributário desonera os muito ricos e fragiliza o setor público, reproduzindo a desigualdade

Por Ladislau Dowbor
O Brasil não é pobre. Mas seus recursos são frequentemente mal utilizados, ou desviados, vazando pelas numerosas brechas, legais ou ilegais, quando poderiam ser produtivos. E não se trata de, como sempre, culpar o governo: são articulações públicas e privadas que deformam o processo decisório. Seguir o dinheiro ajuda a entender a dinâmica tanto deste como das deformações políticas. Cada um de nós conhece alguns aspectos e suspeita de outros. Mas vale a pena descrever os principais mecanismos e ver como se articulam.

Câncer de próstata - Vídeo de um brasileiro indignado

Por Espedito Freitas no Facebook

Maldito câncer e sistema esdrúxulo que não querem que vivamos....


"É humilhante para nós povo ver na mídia o ex-presidente Lula e Presidenta Dilma, Sarney e tantos outros políticos desfrutarem seus tratamentos de saúde nos Hospitais São Luiz, Sírio Libanês, Albert Einstein e até procurar tratamentos nos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e com isso prova o não investimento em nossos hospitais públicos que tanto prometem e não fazem. É uma maneira de desqualificar todo o sistema público de saúde e deixar-nos à própria sorte deste sistema de extermínio do povo!


CAMPANHA PARA RELANÇAMENTO DO JORNAL O PORRETE


Por Paulo Carneiro

POR UM JORNALISMO INDEPENDENTE, REPUBLICANO E DEMOCRÁTICO.
PRECISAMOS DE SOMENTE 150 ADESÕES.

CARTEL
É mais do que evidente e transparente a atuação dos Sindicatos das grandes empresas de comunicação desse país que formam monopólios para distribuição entre si dos mercados, e determinação dos preços dos seus produtos, quais são a venda de espaços publicitários em seus veículos.

Esses cartéis se dividem numa guerra. A motivação desses cartéis é concentrada em conquistar os maiores anunciantes, públicos e privados.

Obrigam-se então essas empresas a montar grades editoriais de jornalismo comprometidas em somente editar matérias e divulgar notícias que sejam do interesse ou beneficiem diretamente aos clientes contratados, criando assim limites e censuras aos profissionais responsáveis pelos veículos.

Dessa forma os sindicatos monopolistas servem politicamente a Deus e ao Diabo, dependendo da relação custo benefício que lhe são oferecidas pelos anunciantes.

O mesmo acontece agora com a mídia das Redes Sociais. Existem centenas de “jornalistas”, marqueteiros, profissionais de marketing, generosamente subvencionados, para atuar nas mesmas condições. Muitos deles se mascaram como cidadãos comuns para encontrar facilidades de interagir com outros usuários e distribuir notícias favoráveis aos objetivos dos seus empregadores, atuando como formadores de opinião.

INDEPENDÊNCIA JORNALÍSTICA REPUBLICA E DEMOCRÁTICA
Nos meus quase 40 anos de residência no Espírito Santo nunca admiti ou aceitei tirar vantagens indevidas do meu trabalho na área da comunicação. Recusei todas as propostas que me foram oferecidas, incluindo garantia de estabilidade em empregos públicos com bons salários. Nunca cobrei ou aceitei pagamento para incluir nos meus programas de rádio e televisão, ou nas matérias dos periódicos dos quais participei, notícias que escondessem a verdade dos fatos que, direta ou indiretamente influenciassem para prejuízo da sociedade.

Exigi a minha liberdade e autonomia profissional fugindo das relações empregador/empregado. Comprava espaços e me comprometia civil e criminalmente por ocasionais ilícitos que pudessem ser praticados.

Essa autonomia me fez vítima de constantes perseguições, uso de tráfico de influência para que as empresas interrompessem minhas programações, ações na Justiça, ameaças e tentativas de morte.

Quando conseguiram seu intento, fundei e coloquei em circulação o Jornal O PORRETE, na versão tradicional, impresso. Foram mais cinco anos de batalhas, de resistência até onde pude superar.

O PORRETE ONLINE
Em apenas dois anos o Jornal O PORRETE on-line recebeu mais de 2.500.000 visitantes, foi lido e compartilhado em 19 países, entre eles Portugal, França, Reino Unido, Espanha, Turquia, e outros. Mesmo interrompendo a edição de notícias, o site mantém uma média de 150 mil acessos mensais, é usado para pesquisas.

Com pouco mais de três meses passamos a ser monitorados por assessorias de comunicação da presidência da República, do Senado e da Câmara Federal, governadores do ES, Rio, São Paulo e Minas, dos poderes Legislativos, do MP, do CNJ e dos Tribunais de Contas. PAROU, PAROU POR QUÊ?


Se você quer ajudar no RELANÇAMENTO DO JORNAL O PORRETE peça maiores informações através do E-mail pessoal: prcproducoes@hotmail.com
Conto com a ajuda dos amigos compartilhando.











Paulo Carneiro

Governo diverge sobre socorro a distribuidoras

Por Nicola Pamplona
Com o preço da eletricidade chegando a R$ 822,83, as empresas do setor pedem injeção de recursos para enfrentar o impacto em seus balanços

Com o preço da energia no mercado de curto prazo atingindo valores históricos, as distribuidoras brasileiras reforçam ofensiva junto ao governo para conseguir um alívio de caixa até a próxima data de reajuste tarifário. Um novo pacote de socorro, porém, esbarra no esforço Ministério da Fazenda para conter os gastos públicos. Para analistas, o primeiro trimestre de 2014 será difícil para o segmento de distribuição, que tem sido pressionado pela necessidade de comprar energia no mercado spot - que, na última sexta-feira atingiu o preço recorde de R$ 822,83 por megawatt-hora (MWh) - sem repasse imediato ao consumidor.

Inca estima 576 mil novos casos de câncer em 2014

Isabela Vieira - Repórter da Agência Brasil

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou hoje (4) a previsão para o surgimento de novos casos da doença em 2014. Se não houver mudança de alguns hábitos do brasileiro e nem investimentos em prevenção, o Inca estima que 576 mil novos casos da doença podem ser diagnosticados, neste ano.

De acordo com levantamento do órgão, o câncer de pele – do tipo não melanoma, deve ser o mais diagnosticado na população, com previsão de surgimento de 182 mil novos casos, seguido de tumores na próstata (69 mil), no caso de homens, e câncer de mama (57 mil), no caso de mulheres. Em seguida estão cânceres de cólon e reto e de pulmão.

Faz algum sentido tratar a Petrobras como quebrada?


Essa tem sido a posição do mercado financeiro, que, neste ano, já derrubou em mais de 35% as ações da maior empresa brasileira, engolindo quase R$ 40 bilhões do seu valor de mercado; no entanto, a produção voltou a crescer, a contribuição do pré-sal é cada vez maior e a empresa fez, recentemente, uma das maiores captações financeiras do mundo; na visão de longo prazo, quem vencerá a aposta: os que espinafram a companhia ou os que acreditam que o Brasil se tornará, em breve, um dos grandes exportadores mundiais de petróleo e derivados?

A julgar pelo olhar do mercado financeiro, a Petrobras é hoje uma empresa tecnicamente quebrada. Em apenas duas semanas, as ações caíram 35% e a companhia foi uma das que mais perderam valor no mundo em 2014. Em 31 de dezembro, ela valia R$ 214,6 bilhões. Ontem, após um tombo de 5,7% nas ações preferenciais, a Petrobras, ação mais negociada da Bovespa, estava avaliada em R$ 175,6 bilhões.

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