Mostrando postagens com marcador Petróleo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Petróleo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Quando a riqueza do petróleo pertence à sociedade: a experiência norueguesa e uma pergunta para o Brasil

O que acontece quando uma nação decide transformar parte de seus recursos naturais em patrimônio coletivo?

Dag Vulpi 18 de setembro de 2026

Em um mundo onde a riqueza produzida por recursos naturais frequentemente se concentra em poucas mãos, a experiência da Noruega oferece um modelo que merece ser conhecido e debatido. Por meio da participação estatal na empresa petrolífera Equinor e da gestão de um dos maiores fundos soberanos do planeta, o país transformou parte de sua riqueza petrolífera em patrimônio público. Não se trata de distribuir diretamente os dividendos da empresa a cada cidadão, mas de utilizar os rendimentos e as receitas do Estado em uma estrutura de riqueza coletiva. A experiência norueguesa nos convida a refletir: seria possível pensar em mecanismos semelhantes para que a riqueza produzida no Brasil beneficiasse de maneira mais ampla toda a sociedade?

1. O petróleo pode ser mais do que uma fonte de lucro

Ao longo da história, a exploração de recursos naturais gerou riquezas extraordinárias. Petróleo, gás, minérios e outras matérias-primas contribuíram para o desenvolvimento de empresas, cidades e nações.

Mas uma questão permanece presente no debate econômico e social: quem deve se beneficiar da riqueza produzida por recursos que pertencem, em alguma medida, ao patrimônio de uma nação?

A resposta varia conforme as instituições, as leis e as escolhas políticas de cada país.

A Noruega oferece um exemplo relevante porque construiu um sistema no qual o Estado mantém participação em empresas estratégicas e administra as receitas petrolíferas com uma perspectiva de longo prazo.

2. A participação do Estado na Equinor

A Equinor é uma empresa petrolífera e energética de capital aberto. O governo norueguês detém 67% de suas ações, sendo o acionista majoritário.

Em 2025, segundo o relatório oficial de participação estatal, a Equinor pagou aproximadamente 34,7 bilhões de coroas norueguesas em dividendos ao Estado. O valor representa uma fonte de receita pública, não um pagamento individual automático aos cidadãos.

3. O Fundo Soberano: transformar riqueza presente em patrimônio futuro

O Fundo Soberano Global da Noruega foi criado para administrar parte das receitas petrolíferas do país e investir esses recursos no exterior.

Seu propósito é contribuir para a preservação da riqueza nacional ao longo do tempo, inclusive para as gerações futuras.

O mecanismo é relativamente simples de compreender:

  • O Estado arrecada receitas provenientes da atividade petrolífera e de outras fontes.

  • Parte desses recursos é acumulada no fundo.

  • O fundo investe em ativos financeiros internacionais.

  • O governo utiliza transferências do fundo no orçamento público, dentro das regras fiscais estabelecidas.

O dinheiro não é distribuído igualmente em contas bancárias de todos os noruegueses. O benefício ocorre principalmente por meio da gestão do patrimônio público e do financiamento das despesas estatais.

Aqui está a distinção que muitas vezes se perde nas explicações populares sobre o modelo norueguês.

O cidadão norueguês não precisa receber diretamente uma parcela dos dividendos da Equinor para que a participação estatal tenha potencial de gerar benefícios sociais.

Quando os rendimentos das empresas e os recursos petrolíferos contribuem para as finanças públicas, eles podem apoiar a capacidade do Estado de financiar políticas públicas, investimentos e serviços à população.

Isso não significa que cada benefício social seja financiado exclusivamente pelos dividendos da Equinor. O orçamento norueguês reúne diferentes fontes de receita, e o fundo obedece a regras específicas de utilização.

A propriedade pública, portanto, não equivale necessariamente à distribuição direta de dinheiro, mas pode representar uma forma de socialização dos benefícios econômicos de um patrimônio nacional.

5. O que essa experiência nos ensina sobre o Brasil?

O Brasil também possui empresas estratégicas e recursos naturais de grande valor. A Petrobras é um exemplo importante: o Estado brasileiro mantém o controle da companhia, que possui acionistas públicos e privados.

A discussão sobre os dividendos de empresas estatais envolve questões como:

  • Qual deve ser o papel do Estado na propriedade de empresas estratégicas?

  • Como equilibrar retorno financeiro, investimentos e objetivos de interesse público?

  • De que maneira a riqueza proveniente dos recursos naturais pode contribuir para reduzir desigualdades?

  • Seria possível constituir ou fortalecer mecanismos de patrimônio coletivo de longo prazo?

Não existe uma única resposta obrigatória para essas perguntas. Diferentes modelos de propriedade, tributação e distribuição podem ser examinados, levando em conta as características econômicas e institucionais de cada país.

O exemplo norueguês não deve ser tratado como uma fórmula que pode ser simplesmente copiada. A Noruega possui uma trajetória histórica, estrutura fiscal, população e condições de exploração petrolífera próprias.

Entretanto, sua experiência oferece um ponto de partida concreto para discutir como uma sociedade pode administrar riquezas naturais pensando não apenas no presente, mas também no futuro.

6. Riqueza coletiva e cidadania

Existe uma diferença significativa entre afirmar que os recursos de uma nação pertencem formalmente ao Estado e construir mecanismos que façam a população perceber benefícios duradouros dessa riqueza.

A propriedade pública, por si só, não garante uma distribuição justa. É necessário considerar a transparência, a qualidade da gestão, a responsabilidade fiscal, a prestação de contas e a forma como os recursos são convertidos em benefícios sociais.

Da mesma maneira, a distribuição direta de dinheiro não é o único modo de beneficiar a população. Serviços públicos de qualidade, investimentos em educação, saúde, infraestrutura e proteção social também podem representar formas de retorno coletivo.

A questão central não é apenas quanto o Estado arrecada, mas como a riqueza arrecadada é administrada e quais resultados produz para a sociedade.

Para refletir:

Uma reflexão sobre riqueza e sociedade

A riqueza produzida por uma nação não deveria ser avaliada apenas pelo tamanho dos lucros que gera, mas também pela capacidade de transformar esses lucros em oportunidades para as pessoas.

O exemplo norueguês nos lembra que um recurso natural pode ser administrado como patrimônio de longo prazo, e não apenas como uma fonte de ganhos imediatos.

O verdadeiro desafio de uma sociedade não é apenas produzir riqueza, mas construir instituições capazes de fazer com que seus frutos alcancem, de maneira responsável e sustentável, a população.

Fontes e referências

  • Governo da Noruega — Participação estatal.

  • Equinor — Relatórios anuais e informações aos acionistas.

  • Norges Bank Investment Management — Fundo Soberano Global.

  • Governo da Noruega — Regras de gestão das receitas petrolíferas.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Amazônia peruana entra em estado de emergência por vazamentos de petróleo


O governo do Peru declarou nesse domingo (28) estado de emergência em 16 comunidades da Floresta Amazônica devido a vazamentos de petróleo na região de Loreto, no Nordeste do país.

A medida, anunciada no Diário Oficial peruano e que envolve ajuda humanitária às comunidades e assistência nas operações de limpeza, vai vigorar por 60 dias. A decisão é tomada mais de um mês depois de ter sido registrado um derramamento de petróleo no distrito de Imaza, com população de 23 mil residentes.

Um segundo vazamento foi registado no dia 3 deste mês no distrito de Morona, que tem 9 mil habitantes. Nos dois distritos, os moradores são predominantemente indígenas.

Os vazamentos ocorreram em partes de um oleoduto construído nos anos 1970 e gerido pela companhia estatal PetroPeru, que distribui petróleo a partir da floresta, pelas montanhas dos Andes, até as refinarias, por meio de longa rota na costa norte peruana.

Segundo especialistas ambientais, os derramamentos devem-se à deterioração da infraestrutura. A PetroPeru foi multada em US$ 3,6 milhões pela falta de manutenção do equipamento.

No início deste mês, o governo considerou situação de emergência na área de saúde na região, pelo fato de o petróleo ter poluído os rios que fornecem água potável aos distritos afetados.

Um grupo defensor dos direitos dos indígenas informou que desde 2010 ocorreram 11 vazamentos de petróleo na região amazônica do Peru.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Arábia Saudita, Rússia, Venezuela e Catar vão congelar produção de petróleo


Os governos da Arábia Saudita, Rússia, Venezuela e Qatar decidiram hoje congelar a produção de petróleo nos níveis de janeiro, informou o ministro da Energia e Indústria do Catar e presidente de turno da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Mohamed Saleh al Sada, durante entrevista em Doha.

"Com o objetivo de estabilizar o mercado do petróleo, acordamos congelar a produção nos níveis de janeiro", disse ele. Adiantou esperar que os outros países produtores de petróleo, sejam ou não membros da Opep, apliquem a mesma iniciativa.

O ministro anunciou que liderará uma ronda de contatos com outros países como o Irã e o Iraque. Na entrevista, também estiveram presentes o ministro do Petróleo e Recursos Minerais saudita, Ali al Nuaimi, o titular da Energia russo, Alexander Novak, e o ministro do Petróleo venezuelano, Eulogio del Pino.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Produção de gás natural bate recorde em dezembro


A produção de gás natural foi recorde em dezembro do ano passado, totalizando 100,4 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), com aumento de 6,6% na comparação com o mês anterior e de 5,5 % em relação ao mesmo mês em 2014.

De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o último recorde havia sido em agosto de 2015, quando a produção ficou em 99,2 milhões de m³/d.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Acordo pode estabilizar preço do petróleo


Os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e as nações produtoras que não integram o organismo estão próximos de um acordo que estabilize o preço do petróleo, anunciou hoje o presidente venezuelano, Nicolás Maduro. "Estamos muito próximos de um acordo", revelou à imprensa, em Caracas.

As declarações coincidem com a visita do ministro venezuelano do Petróleo, Eulogio del Pino, à Rússia, Qatar, Irã e Arábia Saudita, para promover um "preço justo" do petróleo, que, segundo a Venezuela, deverá ser de 70 dólares o barril.

De acordo com o ministro, "são quatro países" com os quais a Venezuela quis se reunir como parte da proposta formal feita às nações da Opep e não Opep para definir "um mecanismo de conciliação, necessário entre todos os produtores". O petróleo é a principal fonte de receita da Venezuela, país onde foi declarada uma "emergência econômica".

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Preço do barril de petróleo na Ásia cai para o valor mais baixo desde 2003

O preço do barril de petróleo Brent na Ásia caiu hoje (18) para um valor abaixo dos US$ 28, o que não acontecia desde 2003.

O barril Brent no mercado asiático caiu até os US$ 27,67 durante alguns momentos, voltando a subir para um valor superior a US$ 28.

A queda do preço ocorreu no fim de semana, depois de terem sido suspensas as sanções internacionais ao Irã, que pode voltar a exportar petróleo. Há o temor de um excesso de oferta.

Na sexta-feira (15), quando fecharam os mercados da Ásia, o preço do barril Brent era US$ 28,51.

Na Europa, o barril Brent para entrega em março fechou a sexta-feira, no mercado de futuros de Londres, em baixa de 6,7%, para US$ 28,94.

Foi a primeira vez desde 2004 que o valor do preço do barril no encerramento da sessão de Londres ficou abaixo dos US$ 30.

A razão apontada foi o receio de que a volta do petróleo iraniano ao mercado agrave a situação causada por uma oferta já excessiva, que tem derrubado os preços há um ano e meio.

Prejudicial para os países exportadores, a queda de preço, no entanto, beneficia consumidores, países importantes e empresas muito dependentes de combustíveis, como as transportadoras aéreas.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Produção de poços de petróleo do pré-sal triplicou em menos de três anos


A diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, disse na quarta (28) na Offshore Tecnology Conference Brasil (OTC), no Rio de Janeiro, que o tempo de construção dos poços do pré-sal desde 2010 teve uma redução significativa de mais de 50% e destacou a alta produtividade dos poços do pré-sal. A produção triplicou nos últimos 30 meses, com a eficiência operacional da companhia tendo atingido 92,4%, na média dos últimos três anos.

Solange disse que a experiência adquirida ao longo da exploração e do desenvolvimento offshore foi determinante para que a empresa tenha atingido a marca de 1 milhão de barris de óleo equivalente por dia no pré-sal, obtida em setembro. “A Petrobras atingiu uma combinação única de custos, produtividade e eficiência. Como consequência, um portfólio muito competitivo”,  acrescentando que o histórico de exploração offshore da Petrobras desde a década de 70 possibilitou o sucesso na exploração do pré-sal. 

O campo de Libra, na região do pré-sal na Bacia de Santos, teve quatro poços perfurados até agora e o primeiro teste de longa duração ocorrerá em 2017.  “A primeira fase do desenvolvimento da produção se concentrará na área nordeste de Libra. O primeiro teste de longa duração está previsto para o primeiro trimestre de 2017 e o projeto-piloto para 2020”, disse a gerente executiva da Petrobras para a área de Libra, Anelise Lara.

Anelise ressaltou a importância das sociedades de profissionais na disseminação de conhecimento para as novas gerações de técnicos da indústria de óleo e gás e  elogiou a atuação integrada da equipe multidisciplinar de projetos de Libra, que inclui colaboradores das cinco empresas participantes do consórcio que atua na área, formado pelas empresas Shell, Total, CNPC, CNOOC e Petrobras.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Dilma diz que parecer sobre Pasadena era falho


Presidente diz que só apoiou negócio em 2006, quando era chefe da Casa Civil de Lula e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, porque documento não mencionava a cláusula que obrigaria a estatal a ficar com toda a refinaria do Texas; Dilma disse ainda que também não teve acesso ao item que garantia à sócia da companhia um lucro de 6,9% ao ano mesmo que as condições de mercado fossem adversas; operação negociada na gestão de José Sergio Gabrielli pode ter custado US$ 1,8 bilhão, dez vezes mais do que o valor de mercado, e hoje é investigada pelo MP e pela PF

Compra de refinaria no Texas foi baseada em parecer técnico falho, diz governo

DE PAI PARA FILHO - A refinaria de Pasadena, no Texas: comprada na gestão de Gabrielli, acabou se transformando em um problemão do qual Graça Foster (no detalhe) quer se livrar  (Agência Petrobras e Glaicon Enrich/News Free)
O governo reconheceu hoje (19), por meio de nota da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, que a compra da Refinaria de Pasadena, no Texas, em 2006,  foi embasada em um parecer técnico “falho”.

Em reportagem publicada hoje, o jornal O Estado de S. Paulo informa que a compra da refinaria teve o aval da presidenta Dilma Rousseff, que na época era ministra-chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras.

sábado, 8 de março de 2014

Petrobras bate rivais em todos os indicadores


Balanços das gigantes do petróleo revelam uma verdade inconveniente para os que apostam na derrocada da Petrobras: a estatal brasileira supera seus concorrentes em vários quesitos, como aumento da produção, dos investimentos e até do lucro, tanto no último ano, como numa análise que retrocede a 2006; diante dos dados econômico-financeiros, fica claro que a estatal, comandada por Graça Foster, está sendo submetida a um ataque especulativo por forças que gostariam que o Brasil adotasse um outro modelo para a gestão de suas reservas do pré-sal, menos nacionalista e mais parecido com o mexicano

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Faz algum sentido tratar a Petrobras como quebrada?


Essa tem sido a posição do mercado financeiro, que, neste ano, já derrubou em mais de 35% as ações da maior empresa brasileira, engolindo quase R$ 40 bilhões do seu valor de mercado; no entanto, a produção voltou a crescer, a contribuição do pré-sal é cada vez maior e a empresa fez, recentemente, uma das maiores captações financeiras do mundo; na visão de longo prazo, quem vencerá a aposta: os que espinafram a companhia ou os que acreditam que o Brasil se tornará, em breve, um dos grandes exportadores mundiais de petróleo e derivados?

A julgar pelo olhar do mercado financeiro, a Petrobras é hoje uma empresa tecnicamente quebrada. Em apenas duas semanas, as ações caíram 35% e a companhia foi uma das que mais perderam valor no mundo em 2014. Em 31 de dezembro, ela valia R$ 214,6 bilhões. Ontem, após um tombo de 5,7% nas ações preferenciais, a Petrobras, ação mais negociada da Bovespa, estava avaliada em R$ 175,6 bilhões.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Pré-Sal Petróleo terá funcionários concursados somente a partir de 2015


A estatal Pré-Sal Petróleo (PPSA), criada para gerenciar e fiscalizar contratos de exploração de petróleo sob regime de partilha nos campos do pré-sal, vai contratar este ano 30  funcionários em cargos comissionados, dos quais 14 serão admitidos nas próximas semanas. A PPSA contratará 150 pessoas por concurso público, que ainda não tem data prevista, mas os aprovados deverão ser admitidos apenas a partir de 2015.

As informações foram dadas hoje (30) pelo diretor-presidente da empresa, Oswaldo Pedrosa, após encontro promovido pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip).  "Temos o propósito de iniciar o processo de concurso, mas não contrataremos ninguém [concursado] neste ano", disse.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Petrobras coloca no mercado gasolina menos poluente


Blog Dag Vulpi - O meio ambiente recebe, desde 1º de janeiro, menos gases poluentes oriundos da queima de combustível fóssil. A Petrobras iniciou o ano disponibilizando gasolina com baixo teor de enxofre, atendendo à exigência da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O anúncio oficial do lançamento das novas gasolinas - comum epremium - com menor composição de enxofre - foi feito hoje (7), na sede da empresa, no Rio de Janeiro. No evento, a estatal não comentou as causas dos frequentes acidentes na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), na Baixada Fluminense.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Produção de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil cresceu 1,2% em novembro

Blog dag Vulpi - A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil, em novembro, ficou em 2 milhões 342 mil barris de óleo equivalente por dia (boed). Segundo a Petrobras, o resultado é 1,2% maior que no mês anterior, quando foram extraídos 2 milhões 315 mil boed. Se incluída a parcela operada pela Petrobras para as empresas parceiras, a elevação (1,9%) é ainda maior na mesma comparação. 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Petrobras nega que incêndio em unidade de destilação no Paraná tenha impacto no atendimento

Blog Dag Vulpi – A Petrobras reafirmou hoje (9) que o princípio de incêndio ocorrido dia 28 na unidade de destilação da Refinaria Presidente Getulio Vargas, em Araucária, no Paraná, não terá impacto no atendimento ao mercado. A estatal admitiu, no entanto, que a refinaria está parada e que os reparos na unidade de destilação continuam em andamento.
Segundo a Petrobras, a refirnaria deve voltar a operar na terça-feira da próxima semana (17). "Apenas 10%" da área da unidade foram interditados pelo Ministério Público do Trabalho, informou a empresa.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Petrobras leva bolsa ao menor fechamento em três meses

A forte queda das ações da Petrobras levou a bolsa brasileira ao seu menor fechamento em três meses. Embora a estatal tenha anunciado reajuste nos preços dos combustíveis, agentes acreditam que o valor anunciado não é suficiente para cobrir a defasagem dos preços, e a não divulgação do cálculo levado em conta para o aumento dos preços também gerou desconforto.
O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) terminou o primeiro pregão do mês em queda de 2,25%, aos 51.299 pontos - a menor pontuação registrada desde setembro - e um volume negociado de R$ 7,5 bilhões. Com isso, o índice acumula no ano uma desvalorização de 15,93%.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Executivo da Shell diz que investir em Libra é uma importante oportunidade

Um consórcio de cinco empresas, formado pela  Shell, Petrobras, Total, CNPC e Cnooc, ganhou um contrato de 35 anos para desenvolver o reservatório de Libra, na camada do pré-sal da Bacia de Santos. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) estima que os recursos recuperáveis de Libra possam variar entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo.

"A descoberta de petróleo em Libra, no Brasil, é uma das maiores acumulações de petróleo em águas profundas do mundo e estamos ansiosos para aplicar a nossa experiência global e tecnologia no apoio ao desenvolvimento exitoso dessa importante oportunidade", disse o diretor executivo do grupo Royal Dutch Shell, Peter Voser.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Empresa que vai gerenciar exploração do pré-sal é criada por decreto

O governo publicou hoje (2) o decreto que cria a empresa pública que irá gerenciar a exploração do petróleo do pré-sal. Denominada Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A., ou Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), será uma empresa pública federal, sob a forma de sociedade anônima de capital fechado, vinculada ao Ministério de Minas e Energia. O capital social inicial da PPSA é R$ 50 milhões.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Petrobras anuncia desistência da venda de ativos na Argentina


A diretoria executiva da Petrobras desistiu da venda de ativos da companhia na Argentina por não considerar adequadas as propostas oferecidas. A informação foi divulgada na noite de hoje (24) pela estatal. Em nota, a empresa informa que, em face do andamento das negociações envolvendo os ativos, “decidiu pela não aprovação da operação de venda a partir das propostas obtidas”.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Duas empresas levam nove dos primeiros 13 blocos ofertados em leilão da ANP


Os 13 primeiros blocos ofertados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na Bacia do Parnaíba foram todos licitados e propiciaram bônus de R$ 443 milhões. Os blocos pertencem ao primeiro setor licitado e compreendem 39 mil quilômetros quadrados (km²) de área.

A Petro Energia arrematou o maior número de blocos: cinco; seguido do consórcio formado pela Petrobras/Petrogal que arrematou quatro blocos. Os blocos da Bacia do Parnaíba estão situados na Região Nordeste do país, com extensão total de aproximadamente 680 km² distribuídos pelos estados do Maranhão, Piauí, Tocantis e pequena parte pelos estados do Pará, Ceará e da Bahia.

Sobre o Blog

Bem‑vindo ao Blog Dag Vulpi!

Um espaço democrático e apartidário, onde você encontra literatura, política, cultura, humor, boas histórias e reflexões do cotidiano. Sem depender de visões partidárias — aqui prevalecem ideias, conteúdos e narrativas com profundidade e propósito.

Visite o Blog Dag Vulpi