segunda-feira, 1 de julho de 2013

Festa de encerramento da Copa das Confederações empolga o público no Maracanã

Começou pontualmente às 17h25, conforme planejado, a festa de encerramento da Copa das Confederações, no estádio do Maracanã. O gramado foi coberto com um plástico verde, invadido por dezenas de pessoas representando réplicas de bolas de futebol. O primeiro artista a se apresentar foi o sambista Arlindo Cruz, seguido pela dupla Victor e Léo.
A dupla sertaneja deu a vez ao cantor Jorge Ben Jor, que abriu passagem para a musa do axé Ivete Sangalo, que cantou a música Festa, a mesma que embalou a última conquista do Brasil, no pentacampeonato vencido na Copa do Japão e da Coreia em 2002.

sábado, 29 de junho de 2013

Auditoria Cidadã da Dívida Pública

Por Fábio Pereira Ribeiro no site da EXAME

É certo que o Brasil precisa de um novo rumo, e já está conseguindo novas direções e perspectivas, seja pela vontade política, mas também pela força do povo nas ruas. O momento político e social do país chegou em seu limite. O brasileiro não aguenta mais tanta violência diária, tanto descaso com o “custo público”, não aguenta mais com tantos tributos pagos e serviços públicos ineficientes, e principalmente em ver que o país quase perdeu seu rumo.

Diariamente o brasileiro busca respostas do por quê o país não consegue chegar em um horizonte de crescimento e certeza. Um país como o Brasil, que hoje tem a sétima posição econômica mundial e ao mesmo tempo tem um contra senso de indicadores pífios em função de suas demandas de competitividade, e demandas sociais. Mas além dos problemas diários de educação, saúde, saneamento, violência, o custo público, as despesas governamentais e orçamento público é uma grande obra surreal como um pensamento de Dalí. Entender o custo e orçamento público, é como entender a paixão de Salvador Dalí pelos rinocerontes.

Contratação de Médicos sem Revalida

Não é razoável pensar que por terem suas ações limitadas a regiões carentes do país, não haja necessidade de que os médicos estrangeiros comprovem sua capacidade técnica de exercer a Medicina

Não é de hoje que o Brasil sofre com o caos no sistema público de saúde. Filas em postos, estrutura precária e a falta de médicos fazem parte do cotidiano da maior parte da população há décadas. Mas em vez de buscar políticas públicas capazes de contornar a situação, o governo insiste em ações imediatistas e questionáveis.

Médicos fazem protesto em Brasília contra a vinda de profissionais estrangeiros sem revalidação de diploma

Cerca de 350 médicos percorreram as ruas de Brasília em protesto contra a vinda de profissionais estrangeiros para o Brasil sem a revalidação do diploma. No começo da tarde a categoria se concentrou no início da Asa Sul, próximo ao centro da capital federal, e percorreu a Esplanada dos Ministérios pelo Eixo Monumental, tendo o Palácio do Planalto como destino final.
Para Iran Cardoso, presidente do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRMDF), que organizou o protesto com a Associação Brasiliense de Médicos Residentes, o que falta é estrutura para a saúde pública e não médicos. “Não precisamos trazer ninguém de fora, precisamos é de leitos, medicamentos, uma estrutura mínima e uma carreira médica que atraia os profissionais brasileiros”, disse Cardoso.

Comunidade LGBT pede aprovação de leis que avancem nos direitos da identidade de gênero

A aprovação imediata do Projeto de Lei de Identidade de Gênero (que garante que qualquer pessoa seja reconhecida e tratada pela sua identidade de gênero) e do Projeto de Lei Estadual 2.054/2013 (que pune estabelecimentos e agentes públicos que façam discriminação em razão da orientação sexual e identidade de gênero) são algumas das reivindicações da Marcha pelo Dia 28 de Junho: Dia Mundial do Orgulho LGBT. Homofobia até Quando?, que reuniu centenas de pessoas em passeata da Candelária à Cinelândia.
O coordenador do programa Rio sem Homofobia, Cláudio Nascimento, diz que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) são tratados como cidadãos de segunda classe, pela falta de legislação específica, como a que torna homofobia crime inafiançável.

USP aprova bônus de 5% para pretos, pardos e indígenas


O Conselho de Graduação (CG) da Universidade de São Paulo (USP) aprovou a criação de um bônus que pode elevar a nota em até 5% – a depender do resultado obtido na prova – dos vestibulandos que se declararem pretos, pardos ou indígena e tenham cursado integralmente o ensino básico em escolas públicas. Atualmente, o grupo não tem bônus para o ingresso na universidade.
Para entrar em vigor, a decisão, tomada ontem (28), precisa da aprovação do Conselho Universitário. A assessoria de imprensa da Reitoria da USP não soube informar quando ocorrerá a próxima reunião.

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