Por Luiz
Antonio Mello, em Direto da Redação
Se o cantor,
compositor e escritor Lobão de repente for xingado na rua não será surpresa
para ninguém. Afinal, seu novo livro (e já best seller) “O Manifesto do Nada na
Terra do Nunca” (Nova Fronteira, 248 páginas) é um musculoso pacote de
reflexões ácidas, destemidas e radicais que tem gerado saudáveis polêmicas. Ele
joga a Semana de 22 no lixo, bate em Chico Buarque, em Caetano, em Roberto
Carlos, a partir de seus conceitos sólidos e precisos. O livro está longe da
imagem da “metralhadora giratória”. É mais do que isso: é a crítica focada,
mirada, como mísseis bem calibrados.
